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Integrantes do governo avaliam que a saída do governador Ronaldo Caiado do União Brasil pode abrir espaço para uma reaproximação do Palácio do Planalto com a sigla. Os comentaristas analisam a mudança de posicionamento do partido, a permanência no governo Lula e os impactos desse movimento na disputa presidencial de 2026.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/MKG_oqGSoK0

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Transcrição
00:00Bom gente, vamos voltar a Brasília porque integrantes do governo federal avaliam que a saída do governador Ronaldo Caiado do União Brasil pode ser sim um bom sinal para uma reaproximação do Planalto com a sigla de olho nas eleições desse ano.
00:13Quem vai trazer mais detalhes pra gente é o André Anelli. André, é importante a gente lembrar, inclusive, que o próprio União Brasil acabou, de certa forma, desembarcando do governo Lula. Foi feito um pedido, isso gerou, inclusive, um mal-estar, tanto em torno do Celso Sabino, ministro do Turismo.
00:29Teve que deixar a sigla e logo na sequência acabou também deixando o governo, mas essa saída de Ronaldo Caiado, que é mais alinhado à direita, pode, de certa forma, aproximar uma ala do União Brasil, que, de certa forma, também mostra uma resistência com essa fusão com progressistas?
00:46Olha, Cássio, o União Brasil, ele desembarcou, mas não saiu do governo federal, porque, de fato, o Celso Sabino deixou, sim, o Ministério do Turismo, mas o Ministério foi assumido por outro membro do União Brasil, que é, no caso, o atual ministro Gustavo Feliciano.
01:06E isso foi considerado uma mudança de estratégia por parte do partido, depois que houve o anúncio do ex-presidente Jair Bolsonaro de que Flávio Bolsonaro seria, então, o pré-candidato à presidência da República, nome que não agrada a uma parte significativa do União Brasil e que, por isso, o partido estaria ensaiando agora, então, permanecer na base de apoio do presidente Lula, como vem, permanecendo, ainda que de forma discreta.
01:34O que a gente percebe é que, nesse momento, a saída de Ronaldo Caiado, na verdade, está mais alinhada, justamente, então, a essa mudança de posicionamento do União Brasil, que tem o Ministério do Turismo como o exemplo mais emblemático.
01:51E aí, Ronaldo Caiado pretende, pelo PSD, como a gente disse agora há pouco aqui, mesmo dentro do 3 em 1, ter uma chance maior de candidatura independente ou que caminhe com partidos que queiram apostar numa chamada terceira via.
02:07Então, esse é o cenário, nesse momento, o presidente Lula tem interesse, sim, de que o PSD continue na base de apoio, porque se trata de um dos maiores partidos no Congresso Nacional, garantiria, de certa forma, algum tipo de apoio às aprovações dos projetos de interesse do Executivo, lá no Legislativo, em uma eventual reeleição.
02:28E, agora, então, fica essa observação do Palácio do Planalto, da possibilidade, sim, de o PSD continuar, então, a União Brasil, melhor dizendo, continuar na base de apoio.
02:40E o PSD ainda buscando, agora, então, a possibilidade de uma candidatura própria aqui ao Executivo.
02:47Cássio.
02:48Valeu, André, obrigado pelas informações.
02:50Bom, gente, vamos voltar a conversar com o Zé Maria Trindade.
02:53Zé, porque eu quero te ouvir, porque essa relação União Brasil com o governo federal é uma relação que já teve altos e baixos, já foi pra um lado, já foi um pouco pro outro, ficou meio rachado, depois se fortaleceu um pouquinho.
03:04Como é que você enxerga essa relação e se, de certa forma, a saída do Caiado pode reaproximar União Brasil do próprio governo federal?
03:11Pois é, não é à toa, né, que o nome da União Brasil é o Desunião Brasil, né?
03:18É um jogo de interesses, era um partido do Luciano Bivá, em que o principal aliado do Bivá, o cria do Bivá, o Rueda, tomou o partido de uma rastreira, tomou o partido, recebeu o apoio ali de uma base do ACM Neto, da Bahia, tomou o partido.
03:35E a história é a seguinte, o partido político no Brasil é esta plasta, sem nenhum objetivo, me lembra aquela propaganda de chinelo, né?
03:47Não tem cheiro, não solta as tiras, enfim, não tem absolutamente nenhuma defesa agressiva.
03:55Então, assim, o que é que está acontecendo?
03:57É que todo mundo está percebendo que o grande lance é o Congresso Nacional, é dominar o Congresso, qualquer que seja o próximo presidente da República vai depender do Congresso.
04:07E ter um capital assim significa mais dinheiro, mais tempo de TV e mais poder.
04:12Então, esses donos dos partidos, os partidos são uns chiqueirinhos, os partidos são cartórios, que têm dono, né?
04:21E ali se faz uma luta interna muito forte.
04:24Então, assim, eles estão percebendo que é preciso fazer uma boa bancada.
04:29E no Nordeste, em alguns estados do Norte, longe do Lula não há possibilidade de eleição.
04:37Então, eles estão fazendo esse meio de campo, né?
04:40É preciso saber se isso vale, porque lá na urna agora, a história é essa radicalização mesmo, né?
04:47Essa polarização, você é Lula ou é Bolsonaro?
04:51O deputado tem que optar.
04:54Acabou aquele tempo do deputado, o tapinha nas costas, como vai seu pai?
04:58Meu pai já morreu, morreu para você, sou ingrato, porque para mim está vivo até hoje.
05:02Ou seja, isso acabou.
05:04A história agora é um discurso, uma linha.
05:06E os partidos estão perdendo isso.
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