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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, afirmou que não ficará “de braços cruzados” diante de questionamentos sobre a condução do caso Banco Master no STF, atualmente sob relatoria do ministro Dias Toffoli. A atuação do relator passou a ser contestada após a revelação de vínculos de familiares do magistrado com pessoas ligadas a Daniel Vorcaro, fundador da instituição financeira. Mano Ferreira comentou.

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Transcrição
00:00Já o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, afirmou que não vai ficar de braços cruzados caso seja necessário avaliar questionamentos sobre o caso do Banco Master.
00:11E, nas palavras dele, deve agir, doa a quem doer.
00:15O comentário foi feito em entrevista ao jornal O Globo.
00:19O ministro também afirmou que é a segunda turma que pode analisar eventuais questionamentos sobre a investigação.
00:26Fachin ainda defendeu a criação de um código de conduta e disse que pretende estabelecer um cronograma.
00:33Isso o mais breve possível após chegar em um consenso com o restante da corte.
00:39E é assunto aqui para a gente conversar com o Mano Ferreira, que comenta os principais assuntos nesta manhã também.
00:44E chega com a gente aqui no Jornal da Manhã, primeira edição.
00:48Mano, como é que você está vendo esse atual momento do Supremo Tribunal Federal,
00:52em que se discute a conduta dos seus ministros, a proximidade com alguns casos de relevância no cenário nacional
01:01e até a possibilidade dessa proposta do chamado Código de Conduta.
01:06Seria bem-vindo? Bom dia para você, Mano.
01:08Muito bom dia, Nonato.
01:10Um código de conduta é essencial.
01:12Nós vivemos um momento em que construir conduta, construir etiqueta, um modo adequado de lidar é prática em todo o setor privado
01:24e também precisa virar prática no setor público.
01:26Na democracia, todo poder atua com limitações e as limitações precisam ser claras.
01:33O caso do Banco Master aumenta a pressão e a desconfiança sobre o poder judiciário
01:38num contexto de sociedade polarizada, em que já havia muitos questionamentos à atuação de ministros da Suprema Corte.
01:47E com o tipo de suspeita que o caso do Banco Master levanta,
01:51que acaba fazendo com que boa parte de autoridades em Brasília, de todos os poderes,
01:57estejam de alguma forma ligados ao caso,
02:01é ainda mais importante que a sociedade possa confiar nas instituições.
02:05E, para isso, precisamos ter uma forma republicana de lidar.
02:11A mulher de César não precisa apenas ser honesta,
02:14ela precisa também parecer honesta e convencer a sociedade que vale a pena confiar nas suas instituições.
02:21Ô, Mano, e é aí que entra o tal chamado freio e contrapeso da nossa sociedade?
02:28Ou seja, isso vale para legislativo, para executivo e tem de valer também para o poder judiciário?
02:34É esse o processo que vai balancear a nossa democracia?
02:39Exatamente, Nonato.
02:40Só que na forma como o equilíbrio institucional está posto no Brasil hoje,
02:45o fato de que o Supremo Tribunal Federal é o foro onde são julgados senadores e deputados,
02:53acaba fazendo com que o Congresso Nacional tenha mais timidez na hora de atuar,
02:59de modo a fazer o contrapeso a eventuais excessos do poder judiciário.
03:05Mas não podemos confundir de forma alguma críticas que atacam a própria essência
03:13do que é o poder republicano, do que é a democracia,
03:16de críticas que efetivamente existem para aperfeiçoar a forma como a democracia funciona.
03:24Obrigado.
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