Pular para o playerIr para o conteúdo principal
O navio-hospital chinês Ark Silk Road atracou no porto do Rio de Janeiro no dia 8 de janeiro e parte do Brasil nesta quinta-feira (15), deixando um rastro de desconfiança entre militares brasileiros. Segundo fontes das Forças Armadas, a embarcação possui equipamentos com capacidade de coletar informações estratégicas sobre portos e características geográficas do litoral nacional. A falta de clareza por parte do governo chinês sobre a real missão do navio no país gerou desconforto e acendeu um alerta em meio ao atual cenário de tensões geopolíticas na América Latina.

Assista ao Morning Show completo: https://youtube.com/live/MRQp4YEGeKk

Baixe o app Panflix: https://www.panflix.com.br/

Baixe o AppNews Jovem Pan na Google Play:
https://bit.ly/2KRm8OJ

Baixe o AppNews Jovem Pan na App Store:
https://apple.co/3rSwBdh

Inscreva-se no nosso canal:
https://www.youtube.com/c/jovempannews

Siga o canal "Jovem Pan News" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S

Entre no nosso site:
http://jovempan.com.br/

Facebook:
https://www.facebook.com/jovempannews

Siga no Twitter:
https://twitter.com/JovemPanNews

Instagram:
https://www.instagram.com/jovempannews/

TikTok:
https://www.tiktok.com/@jovempannews

#JovemPan
#MorningShow

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00O que tem preocupado o governo brasileiro é o navio atracado aqui chinês.
00:04Até a gente vai trazer a informação.
00:06Navio esse, que é um navio hospital, chamado Arc Silk Road,
00:10que atracou no porto do Rio de Janeiro no dia 8 de janeiro,
00:14planejando usar par hoje.
00:15A embarcação tem equipamentos de inteligência capazes de coletar informações estratégicas
00:19sobre portos e características geográficas no litoral nacional.
00:24A visita causou, então, um certo desconforto ao governo brasileiro
00:27em momentos de tensão geopolítica na América Latina,
00:30como a gente tem trazido amplamente aqui no Morning Show.
00:32Apesar do caráter oficial diplomático, a missão naval representar ali
00:35um mecanismo de reconhecimento e atualização de informações portuárias e estratégias,
00:40de acordo com os oficiais brasileiros,
00:42outros países fazem isso há décadas, mas sempre respaldados pelos acordos bilaterais,
00:48o que dá ao Brasil o direito de também coletar informações em litorais internacionais,
00:53como não é o caso da China.
00:56Então, isso que causa, assim, uma certa reação, uma certa preocupação.
01:00Por quê?
01:00Na coleta dessas informações, por que elas são necessárias?
01:03Por que são importantes?
01:04Pois a questão, David, acaba havendo um aumento da tensão geopolítica
01:11no contexto em que a gente está assistindo às três grandes potências, basicamente,
01:17Estados Unidos, Rússia e China,
01:20se comportando como se fossem donas do mundo e como se, portanto,
01:26não precisassem se submeter às regras do direito internacional.
01:32A tal ponto que faz uma incursão em território alheio, no caso brasileiro,
01:38sem respeitar o procedimento do acordo bilateral.
01:41Então, isso acaba sendo uma demonstração para os Estados Unidos de que, olha,
01:46você acha que pode fazer incursões em países sem ter o respaldo do direito internacional,
01:53fazendo, por exemplo, a operação na Venezuela para a derrubada do Maduro.
01:58Então, eu também posso vir aqui e fazer o mapeamento sem ter o acordo bilateral com o Brasil.
02:06No fim das contas, são demonstrações de que estamos vivendo uma nova ordem política global
02:13que não se importa mais com as regras e com o direito internacional.
02:19As grandes potências fazem porque podem fazer.
02:22Basicamente é. Eu me incomodo, tá? O problema é seu.
02:24Exatamente.
02:24Sim.
02:25É a lei do mais forte.
02:26Ao que parece, nós passamos a ser um ponto estratégico para todo mundo, não é?
02:31Só a Rússia, ainda que não manifestou nada e nem fez nenhum movimento, mas os Estados Unidos...
02:36O presidente Lula conversou com o Vladimir Putin por telefone ontem.
02:41Mas, ainda assim, num ato como esse, o movimento é menos drástico, digamos assim,
02:47como esse que a gente vê agora da China, não é?
02:51Mas você vê aí, aproveitando também a pauta anterior e os dados da pesquisa que foi feita,
02:57você vê como, na verdade, por exemplo, aí do navio chinês atracado,
03:00reflete esse cenário internacional de crise, de colapso operacional do direito internacional,
03:09onde as regras passam cada vez mais a valer menos ou não valer nada.
03:13É a lei do mais forte.
03:15E disso, a importância, a meu ver, sim, Ana, eu entendo a sua posição.
03:18Claro que o brasileiro, ele se preocupa mais diretamente com os assuntos internos,
03:22que é o que reflete diretamente.
03:23Mas eu penso que, hoje, a postura de política internacional da diplomacia brasileira, do Brasil,
03:30nesse novo tabuleiro de ordem internacional, é importantíssima.
03:33E a aprovação da população em relação à prisão do Maduro
03:38reflete o descompasso entre o que a população pensa
03:42e a postura do governo brasileiro, que condenou sistematicamente,
03:46foi um dos primeiros governos a condenar a captura,
03:49sem repudiar a ditadura de Maduro e o chavismo na Venezuela.
03:55Diferentemente do que a gente assiste em relação ao Irã, né?
03:57Agora, infelizmente, com relação ao massacre do povo iraniano inocente,
04:02pelo simples fato de estarem protestando,
04:04a gente observa um silêncio ensurdecedor da diplomacia brasileira
04:08e dos demais ditos grupos de direitos humanos.
Seja a primeira pessoa a comentar
Adicionar seu comentário

Recomendado