00:00Jornal da Manhã, seis horas e doze minutos, a gente passa para o cenário internacional, porque no meio da grande onda de protesto no Irã, o presidente americano Donald Trump diz que recebeu de fonte segura a informação de redução das mortes no país. Acompanhe com Pedro Trito.
00:16Durante um evento na Casa Branca, o presidente americano Donald Trump diz ter sido informado de fonte segura que o massacre no Irã está parando.
00:26Fomos informados de que as mortes no Irã estão parando. E pararam. E não há nenhum plano para execuções ou uma execução. Então me disseram, com base em fontes confiáveis, que descobriremos sobre isso. Tenho certeza de que, se acontecer, ficaremos muito chateados, afirmou o republicano.
00:45A afirmação de Trump veio após a ONG Rengal informar que a execução do manifestante Irfan Soltani foi adiada.
00:52O ministro das Relações Exteriores do Irã garantiu que seu governo tem controle total da situação no país, em um momento em que as autoridades conduzem uma repressão severa às manifestações.
01:05Apesar disso, o país fechou seu espaço aéreo para todos os voos internacionais na noite desta quarta-feira, exceto aqueles com origem ou destino a Teherã, que tem autorização.
01:17Autoridades iranianas comunicaram à medida às companhias aéreas em meio aos protestos no país.
01:23O site Flightradar24, especializado em monitoramento de tráfego de aeronaves, registrava apenas dois voos nos céus iranianos por volta das oito e meia da noite, no horário de Brasília, sendo ambos provenientes da China.
01:38Outros com destino a Teherã ainda não haviam adentrado o espaço aéreo iraniano.
01:43As forças de segurança do Irã mataram pelo menos 3.428 manifestantes na repressão aos protestos, de acordo com a ONG IRAN Human Rights, com sede na Noruega, acrescentando que mais de 10 mil pessoas foram detidas.
02:01A organização explicou que esse aumento no número de mortos se deve a novas informações dos Ministérios da Saúde e da Educação do Irã, e que a maioria das mortes, aproximadamente 3.379, ocorreu durante o auge dos protestos, entre 8 e 12 de janeiro.
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