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O deputado federal Zé Neto (PT-BA), vice-líder do governo, analisa os resultados da última pesquisa Genial/Quaest, que aponta a liderança do presidente Lula em diferentes cenários para 2026. O parlamentar destaca a estabilidade da economia, o controle da inflação e o impacto das reformas estruturais como pilares para a consolidação da gestão petista. Assista à entrevista completa.

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Transcrição
00:00A gente volta a falar sobre um levantamento feito pela Pesquisa Quest, agora com o vice-líder do governo, o deputado Zé Neto.
00:08Uma ótima tarde, senhor. Quero ouvir do senhor sobre esse levantamento que foi realizado, então, deputado,
00:14sobre Lula vencer Flávio Bolsonaro e também o governador de São Paulo no segundo turno.
00:21Quero ouvir do senhor o que seria esse resultado, como o senhor tem avaliado esses índices de aprovação e também de rejeição do governo.
00:31Primeiro, é um prazer falar com você, Bruno, com Márcia, todo o seu público.
00:37Acho que reflete o momento. Pesquisa não dá para a gente ficar se balizando por pesquisa,
00:42mas ajuda principalmente com o The Quest, que é um instituto de credibilidade,
00:46para que a gente possa balizar os acontecimentos que estão em torno do governo, em torno da gestão.
00:54A gente entra um ano melhor, muito melhor do que o ano passado.
00:57A gente entra um ano já entregando muito mais.
01:00Os dois primeiros anos foram de arrumar a casa, encontramos muita bagunça.
01:05Um débito grande, inclusive muito grande.
01:07A gente fala hoje que no primeiro ano foram quase 130 bi que tiveram de ser despendidos pelo governo
01:19para entregar o que estava posto como acordo com os estados, principalmente na história do CMS da gasolina,
01:25que depois teve que restituir os estados que eles perderam.
01:29E outras tantas contas, o segundo ano foi um ano também muito difícil e encerrou, inclusive, o ano com vários problemas
01:37que interferiu no terceiro ano, principalmente com a questão dos alimentos, do preço de alimentos.
01:43Teve aquele fuzoeiro dos fakes, do piques.
01:47E depois a gente conseguiu estabilizar as coisas.
01:51Conseguimos fechar o ano com a reforma tributária toda, ela votada,
01:54tudo disciplinado, regulamentado.
02:00Conseguimos sair de uma dificuldade que nós tínhamos com a inflação,
02:03que apontaram, inclusive, todos os economistas do mercado e diziam,
02:09todos não, mas uma parte significativa, que haveria um crescimento da inflação, não houve.
02:14Ao contrário, a gente fecha com a inflação menor nos últimos anos.
02:17A gente conseguiu fechar com um aumento de emprego.
02:21É o melhor índice de emprego nos últimos 27 anos.
02:25A gente também conseguiu encaixar bem isso.
02:28Conseguimos encaixar o PIB que cresceu, conseguimos encaixar o Brasil,
02:31mesmo depois das dificuldades enfrentadas com relação ao tarifácio lá nos Estados Unidos,
02:37aquele puxistica ali com o Trump.
02:40A gente saiu bem disso, aumentou as exportações.
02:43São 500 novos mercados.
02:45Então, acho que a gente fecha o ano bem e começa o ano com, diria a vocês,
02:50com muito mais vigor e vai ser um ano ainda nesse primeiro semestre,
02:53principalmente, em muitas entregas em todos os caminhos aí
02:57que você for apontar para as políticas públicas,
02:59vocês vão ter do Minha Casa Minha Vida, da Educação, da Segurança, bons resultados.
03:05Aí, acaba que as pesquisas acabam repetindo isso.
03:08Eu queria também que o senhor analisasse com a gente esses números da última pesquisa
03:12em relação à distância entre o presidente Lula e os segundos colocados,
03:18seja a Tarcísio ou Flávio Bolsonaro.
03:21Essa distância tem diminuído das últimas pesquisas.
03:25E a rejeição ao presidente tem aumentado.
03:29O senhor acredita que isso se deve a quê?
03:30E realmente existe alguma estratégia do governo para tentar alavancar essa campanha
03:40nesse ano eleitoral tão importante?
03:43As rejeições estão estabilizadas.
03:46O avanço de Flávio Bolsonaro, foi quem avançou os seis pontos,
03:51foi em cima do próprio campo que já estava estabelecido deles.
03:55Nós continuamos vencendo no primeiro e no segundo turno.
03:59Então, eu comento a vocês, não dá para balizar tudo em pesquisa.
04:03Pesquisa reflete também o momento que a gente está vivendo.
04:06E eu acho que o que a gente tem melhor do que a pesquisa
04:08é o ambiente que nós construímos de diálogo,
04:11não só internamente com os setores produtivos do país.
04:15Tanto é que a gente conseguiu encaixar agora toda a regulamentação
04:18da reforma tributária do UBS, do UBS.
04:20E está tudo andando de forma muito tranquila com os trabalhadores.
04:23Vem aí pautas muito positivas, principalmente pautas que dizem
04:27respeito à vida das pessoas, como a 6x1, por exemplo,
04:30o fim da 6x1 e outras situações que foram encaixando.
04:33Vem aí os resultados agora desse mês.
04:35Já encaixou muito bem, inclusive, um começo de progressividade
04:39no imposto de renda, que eu acho que isso tem que ser feito
04:42no Brasil de forma gradativa, mas a gente tem que avançar mais nisso.
04:45O mundo inteiro é progressivo.
04:47Quem ganha mais, paga mais.
04:48Quem ganha menos, paga menos.
04:49A gente conseguiu encaixar muito bem a isenção dos 5 mil reais
04:53e a redução até 7.300.
04:55Então, acho que esses resultados da pesquisa, como você colocou,
04:58se uma coisa ou outra que variou, muito pequeno,
05:00dentro das margens de erro, não muda muito o panorama,
05:03mas se você analisar no histórico dos últimos oito meses,
05:06o presidente Lula melhorou muito a sua condição política
05:10e o ambiente está muito bom, muito propício para que ele possa evoluir.
05:13Muito obrigada, deputado Zé Neto, deputado federal do PT da Bahia.
05:19Obrigada pela entrevista aqui ao vivo, em tempo real.
05:23Um grande abraço, Márcia.
05:24Um grande abraço para você também,
05:26por onde essa situação é imensa poder falar com vocês.
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