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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, nesta terça-feira (13), com o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro. No centro da pauta, a celebração da aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia pelas instituições europeias na última semana.

Ambos os líderes destacaram que o tratado é um "gesto importante de defesa do multilateralismo" e concordaram em trabalhar conjuntamente para uma implementação rápida e eficiente, visando resultados concretos já em 2026.

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Transcrição
00:00O presidente Lula conversou hoje por telefone com o primeiro-ministro de Portugal, Luiz Montenegro,
00:05sobre o acordo entre o Mercosul e a União Europeia.
00:09De volta à Brasília, André Anelli mais uma vez aqui com a gente.
00:12Os dois pretendem atuar juntos para viabilizar a implementação o mais rápido possível desse super bloco econômico.
00:21É isso, André?
00:24É isso mesmo, Tiago.
00:25De acordo com uma nota divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula e o primeiro-ministro de Portugal, Luiz Montenegro,
00:32manifestaram satisfação com a aprovação do acordo entre Mercosul e a União Europeia pelas instituições europeias
00:38e também manifestaram satisfação com a assinatura que já está prevista, inclusive, para o sábado, dia 17, no Paraguai.
00:47O primeiro-ministro cumprimentou o presidente Lula pelo empenho em prol da conclusão do acordo
00:52e ambos concordaram com a decisão dos dois blocos como sendo um gesto muito importante
00:58de defesa do multilateralismo e do livre comércio, com grande dimensão política e estratégica
01:04nesse momento histórico considerado por eles.
01:07Além disso, os dois também concordaram em trabalhar de forma conjunta para a implementação do acordo,
01:14de forma que as populações possam ver resultados concretos da parceria já firmada.
01:21O presidente Lula e o primeiro-ministro Luiz Montenegro também trocaram impressões
01:26sobre a situação na Venezuela e concordaram ser fundamental evitar um cenário de instabilidade
01:32aqui na América do Sul.
01:34Mesmo tom semelhante já adotado do presidente Lula também com conversas com outros integrantes,
01:42com outras lideranças mundiais, a exemplo da presidente do México, do presidente da Colômbia
01:47e também do primeiro-ministro do Canadá, todos condenando a captura de Nicolás Maduro,
01:53ditador venezuelano, pelo governo norte-americano e conclamando também a paz aqui na região da América do Sul.
02:01Tiago.
02:01É isso. O presidente Lula, nesse esforço em relação ao Mercosul e nessa expectativa do acordo entrar em vigor,
02:09é saber, do ponto de vista técnico, em quanto tempo que isso efetivamente entra.
02:15Andréa Nery, até daqui a pouquinho, Denise Campos de Toledo e Dora Kramer.
02:18Deixa eu perguntar para a Dora, primeiro, a questão política.
02:21O presidente Lula pode tentar faturar politicamente esse acordo entre o Mercosul e a União Europeia?
02:27É que o fato é que o dia a dia, os preços talvez mais baixos, uma concorrência maior,
02:34isso não vai ser agora, né, Dora?
02:36Não. Todos os entrevistados que a gente ouviu até agora sobre isso já disseram que não é.
02:42Nem é para agora, nem são reduções assim tão significativas e também que não atingem a massa das pessoas, né?
02:53Porque tem aí produtos como queijos, vinhos, chocolates, que têm uma previsão de ter uma redução maior
03:01e que realmente não são prioridade da maioria.
03:05Mas a oportunidade do presidente faturar politicamente ele perdeu com o adiamento do acordo, né?
03:12Porque ele contava que esse acordo fosse assinado enquanto o Brasil estivesse na presidência rotativa do Mercosul.
03:21E por esse motivo, quando houve o adiamento por causa da posição da Itália, a gente lembra muito bem,
03:29ele demonstrou extrema irritação.
03:32O Lula chegou a dizer que se não fosse para assinar agora, no caso lá em dezembro,
03:37era melhor, não precisava, fez um desabafo assim, não precisava mais ser assinado.
03:44Porque essa reação foi justamente pela contrariedade dele de não estar na presidência do Mercosul.
03:54Porque é claro que aí ele teria oportunidade, diria, que atribuiria a ele, a ele Lula,
04:01o feito de um acordo negociado desde 1999 com uma série de atores.
04:10Mas Lula faria isso, Lula sendo Lula.
04:13Ele perdeu essa oportunidade, portanto, não dá mais para fazer, não dá para faturar.
04:18Tanto é que a previsão é que ele não vá ao Paraguai e quem assine o acordo seja o chanceler Mauro Vieira.
04:26Ô Denise, uma dúvida.
04:27A gente vê a conversa do presidente Lula com o primeiro-ministro de Portugal.
04:30Esse acordo entre o Mercosul e a União Europeia pode facilitar também essa negociação bilateral?
04:36Pode sim, Tiago, mas tem de passar pelo parlamento, ser assinado a previsão no dia 17.
04:42E no caso de Portugal, há um grande interesse na expansão das vendas para o Brasil de produtos de Portugal,
04:48como é o caso dos vinhos.
04:49Então, Portugal não foi um dos países que resistiram a esse acordo com o Mercosul e a União,
04:54entre Mercosul e a União Europeia.
04:56É uma conversa diferente do que haverá, por exemplo, com relação à França, com relação à Itália.
05:01Dois dos países principais, em termos de tamanho das economias lá na União Europeia,
05:07que resistiram muito a esse acordo.
05:09A Itália cedeu no último momento, quando teve a garantia de muitas salvaguardas em relação às exportações.
05:18Então, foi lá no último momento.
05:21Ainda pode haver resistência no parlamento europeu,
05:25mesmo assinado o acordo, depois vamos ver a implementação.
05:28Mas, para algumas relações bilaterais, pode ser uma facilidade.
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