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  • há 7 semanas
O valor sentimental das dedicatórias impulsiona a narrativa do longa-metragem “Livros restantes”, de Márcia Paraiso, com estreia no circuito comercial brasileiro prevista para a próxima semana. Protagonista do filme, a atriz Denise Fraga falou de literatura para o Pensar, do Estado de Minas.

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Transcrição
00:00Quando eu era criança, eu acho que eu li Fernão Capelo Gavote, que foi criança não, mas bem adolescente, foi muito importante.
00:11Eu acho que os contos do Machado de Assis, mais na juventude, eu tinha um livrinho precioso da Aguilar, que é na edição que não existe mais de um sebo.
00:21Acho que o Machado de Assis não deveria ser lido na escola, ele tem que ser lido na idade adulta, que não existe para mim ninguém que escancare tanto a nossa hipocrisia social.
00:34O Filho de Mil Homens, do Walter Ogumãe, que é um autor que eu amo.
00:38Cidarta Ribeiro, Sonho Manifesto, é um livro que eu carrego na bolsa, todo sujo, todo riscado.
00:44Roberto Parmegiani, que é um cientista da educação italiano, que escreveu um livro de 47 páginas que se chama Desabilidade, que para mim é uma bíblia para os nossos tempos.
00:57Bell Hooks, há que ler Bell Hooks, Feminismo é para Todo Mundo, Tudo Sobre o Amor, Humanidade, Uma Visão Otimista do Homem, que é um capo que se chama Rudy Bregman, que todo mundo devia ler.
01:12Todo mundo leu o Sapiens, do Harari, que é muito bom, mas o Rudy Bregman conseguiu, na capa do Humanidade, Uma Visão Otimista do Homem, uma aspas do Harari, falando que depois de ler esse livro eu revejo muitos dos meus conceitos.
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