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A redução tarifária anunciada pelos Estados Unidos é positiva, ainda que limitada, afirmou o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), Flávio Roscoe, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.

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Transcrição
00:00Sobre esse assunto eu converso agora com Flávio Roscoe, que é presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais.
00:07Oi Flávio, tudo bem? Boa tarde, bem-vindo.
00:10Boa tarde, Natália. É um prazer estar aqui com vocês.
00:13Prazer o nosso. Flávio, como que vocês receberam o anúncio dessa mudança nessa tarifa especificamente?
00:19Olha, a redução do par americano é sempre positiva, embora acredito que nesse momento ela teve muito mais o pendão de atender os consumidores americanos do que eventualmente outros países.
00:35Na maioria dos casos foi uma redução unilateral e igual pra todos os países.
00:42Então não traz vantagem competitiva pra nenhum país especificamente, porque a redução foi transversal pra todos os players da cadeia.
00:54E Flávio, você acredita então que tem espaço pra negociação, pra uma negociação de verdade, né? Um acordo bilateral com o Brasil?
01:03Eu acho que as negociações estão abertas, Natália. A gente tem que insistir nessa tecla que essa é a única saída dessa crise.
01:11O Brasil precisa dos Estados Unidos como um importante parceiro comercial, o principal parceiro comercial de bens industrializados,
01:23que são justamente aqueles bens em que é agregado o valor da economia brasileira, da tecnologia, da mão de obra, enfim, da nossa capacidade de transformação.
01:35Então acredito eu que as negociações devem continuar firmes e intensas pra que a gente possa efetivamente tirar ali a desvantagem competitiva que foi criada hoje para os produtores brasileiros
01:50em relação aos seus pares no mercado internacional.
01:53E Flávio, nesse contexto, nessa negociação, o que você acha que o Brasil tem que se empenhar em oferecer de contrapartida aí para os Estados Unidos reduzirem essa taxa que ainda fica de 40% sobre tantos produtos?
02:05Eu acredito que o Brasil é um grande mercado, além disso, ele possui ativos interessantes para os Estados Unidos, como por exemplo, as terras saaras, né?
02:17Além disso, há sinergias em várias cadeias, essa sinergia que já trouxe aí alguns benefícios.
02:23Enfim, o Brasil pode dialogar com os Estados Unidos e com certeza tem aquilo, tem o que oferecer para o governo americano.
02:33Então acredito eu que as conversas devem ser mais intensas e também acho que o Brasil pode sempre acenar de maneira muito clara,
02:44dizendo que não é um país antagonista aos Estados Unidos, muito antes, pelo contrário, somos um aliado de mais de 200 anos de relações comerciais.
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