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00:00Muito boa tarde! Hoje, dia 29 de outubro, é o dia mundial de combate ao AVC, o acidente vascular cerebral, conhecido popularmente como derrame.
00:19E a gente precisa falar sobre isso porque os dados, gente, são alarmantes.
00:23O AVC é a segunda maior causa de morte no Brasil. Segundo a Organização Mundial do AVC, de cada quatro brasileiros acima dos 35 anos, um terá derrame ao longo da vida.
00:36Mas o dado mais impressionante é que 90% dos casos poderiam ser evitados apenas com o controle de alguns fatores, como pressão, abandono do cigarro, alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos.
00:53O grande desafio é que muita gente ainda não sabe reconhecer os sinais de um AVC, né?
00:58Praqueza repentina de um lado do corpo, dificuldade para falar, perda de visão e dor de cabeça intensa são alguns dos principais sintomas que exigem atendimento imediato.
01:08E pra explicar sobre tudo isso, né? A prevenção, os fatores de risco e os sintomas, né? A gente recebe aqui no estúdio a doutora Carolina Cunha, que é neurologista, professora de medicina da Universidade de Pernambuco e também coordenadora do curso de pós-graduação em Ciências Médicas da UPE.
01:28Boa tarde, doutora. Tudo bem? Seja bem-vinda.
01:31Boa tarde, Thaís. É um prazer estar aqui com vocês.
01:33Olha, eu não sei o que é que mais impressiona. Se é saber que um a cada quatro pessoas terá AVC, né? Ou se é saber que 90% dos casos podem ser evitados, né?
01:45Realmente são dados bem alarmantes, né? Após os 60 anos, há um processo natural de enrijecimento arterial e aí já temos um fator de risco atrelado à idade.
02:02Quando a gente soma esses fatores com doenças que vão acontecendo ao longo dos anos, hipertensão arterial, diabetes, deslipidemia, nós temos fatores adicionais, né?
02:16Então, pra quem desenvolve essas comorbidades com a idade, é muito importante ter esses fatores controlados.
02:23Os hipertensos vão ter que ter aquele regramento em relação ao sal. O que se recomenda na nutrição é que haja um consumo de uma colherzinha de chá de sal distribuída em todas as refeições ao longo do dia.
02:38Uma colherzinha de chá de sal.
02:40De chá de sal. Nada mais que isso. Então, tem um regramento no sal, na dieta.
02:45Há um artifício pra driblar o sal, que é usar gotinhas de limão. Isso é interessante, né?
02:52Na salada ali, né? Bota a gotinha de limão.
02:55Colocar um sabor.
02:56Dá um sabor na sua salada.
02:58Sim.
02:59Pra quem puder, uma mostarda com mel.
03:01Sim.
03:02E driblar o sabor da salada com azeite e outros molhos de sua preferência.
03:09Pros diabéticos, né? O controle glicêmico é fundamental.
03:13Com meta de glicemia, que pra agora é pra todos, uma meta abaixo de 100.
03:19E uma hemoglobina glicada, que é aquela que sinaliza que o controle tá bem em 3 meses.
03:25A glicada, o ponto de corte de controle varia a depender da idade.
03:31Pra o adulto é um ponto de corte, pra o idoso o ponto de corte muda.
03:36Mas quais são as recomendações, né?
03:38Ir ao endocrinologista com frequência.
03:42Se houver dificuldade em ter uma dieta equilibrada, é lançar a mão das orientações de nutricionista.
03:50Controlar as taxas.
03:52Isso.
03:52Se alimentar bem.
03:53Eu sei que na correria do dia a dia, né?
03:55O pessoal vai pra fast food, vai pra industrializado, vai pra isso.
03:58Tentar evitar ao máximo isso.
04:01Isso.
04:01E quando é que a gente sabe que uma pessoa, ela tá tendo um AVC?
04:06Quais são os sinais ali naquele momento?
04:09Existe uma escala de Cincinnati, que às vezes é usada no atendimento pré-hospitalar pelo SAMU.
04:15Que é super bem fácil de qualquer pessoa utilizar.
04:20Desconfiou que é um AVC isquêmico?
04:22Pede pra dar um sorriso.
04:24Um lado do rosto vai marcar menos do que o outro.
04:26Pede pra apertar a mão, pra ver a força da mão, comparando um lado em relação ao outro.
04:33Geralmente o lado da face, que tem fraqueza, é o lado da mão.
04:37E pede pra falar uma frase, cantar uma música.
04:41Aí você vai ver se a fala tá emboloada.
04:45Entende?
04:47Já atendi pessoas que tiveram um AVC isquêmico extenso, cuja sintomatologia foi uma perda súbita de consciência.
04:56E já entraram em coma, porque o AVC era extenso.
04:59Caem no chão inconscientes, ficam comatosos.
05:03Dor de cabeça, assim, de repente.
05:05Dor de cabeça.
05:05Sobretudo dor de cabeça súbita.
05:07O que é uma dor de cabeça súbita?
05:09É aquela dor que se instala em um minuto em sua intensidade máxima.
05:14Então a cefaleia súbita de instalação de pico máximo em um minuto.
05:20É um sinal de alarme pra os AVCs hemorrágicos.
05:23Nos AVCs hemorrágicos, nós temos alguns tipos.
05:27Na hemorragia subaracnoide, que denota um sangramento na meninge,
05:33por ruptura geralmente de um aneurismo intracraniano, que foi o caso da Graça Araújo.
05:38Ela tava malhando, né?
05:40Isso.
05:40Então ela teve uma cefaleia súbita, intensa, e ela lá na academia recebeu os atendimentos de emergência.
05:49Então ela ficou em coma, sangrou, e infelizmente ela não está mais conosco, porque compreendeu o aneurismo, né?
05:57Nesse caso é aneurismo, ninguém está fazendo ressonância por aí pra saber se tem aneurismo, né?
06:02Infelizmente.
06:03Agora, por exemplo, eu tenho enxaqueca, né?
06:05Essa danada, essa dor de cabeça me acompanha sempre.
06:08Mas ela vem devagarzinho.
06:09Ela vem dizer, opa, tô chegando, vou me instalar aí.
06:13Mas a dor do cabelo de AVC, ela é de repente, assim?
06:17É.
06:17Da hemorragia subaracnoide e das hematomas lobares, que são intraparenquimatosos, por outras causas,
06:26sendo a hipertensão um fator de risco.
06:28Aí eles chegam de repente com dor de cabeça, com êmese, né?
06:33O vômito.
06:33Sim.
06:34Às vezes é difícil distinguir o isquêmico do hemorrágico, porque os sintomas e os sinais
06:40às vezes são parecidos, e daí vem a tomografia e a ressonância pra nos apoiar enquanto método
06:45complementar.
06:46E o que eu sei é que quando a pessoa tem um AVC, ela tem que ser atendida rapidamente.
06:51Sim.
06:52Espera o SAMU chegar ou bota no carro e vai embora?
06:56Olha, o SAMU tem uma demanda muito grande, né?
06:58Pra atendimento de todas as ocorrências no Recife.
07:01Então, se o familiar puder levar no seu carro, coloca no carro e leva.
07:08Se tá um paciente inconsciente, melhor esperar o SAMU, porque precisa de suporte ventilatório,
07:14em máscara ou já em tubação.
07:16Sim.
07:16E daí vai ser difícil pro familiar.
07:17Entendi.
07:18E daí leva pro HR, pra UPA mais próxima, se o fluxo ainda.
07:23O HR e o Pelópidas ainda não são hospitais de porta aberta.
07:29Eles são de referência no AVC?
07:30Mas não podem receber a demanda direto do paciente, né?
07:34Tem que vir pela UPA.
07:35E pra gente encerrar aqui, né?
07:37Fazer esse alerta nesse dia aqui tão importante, o Dia Mundial do Combate ao AVC.
07:43Eu queria que a senhora alencasse.
07:45Número 1, top 1, assim.
07:47Qual o hábito mais irregular que as pessoas possuem, né?
07:51Que ele é mais propenso ao desenvolvimento de um AVC?
07:56Número 1, assim.
07:57Lá em primeiro lugar.
07:58Sedentarismo.
08:00Sedentarismo, né?
08:00Olha aí.
08:01E a questão da obesidade que acompanha o sedentarismo, né?
08:05Então, cada vez mais, a gente estimula a todos, inclusive a nós mesmos, né?
08:10Porque a rotina médica é uma rotina muito intensa.
08:13Então, a gente tem que ter uma vida regrada, estar atento aos nossos exames anuais.
08:19A nossa palavra da vez é vida saudável, física, mental, pra estarmos bem atendendo as pessoas, né?
08:28Termos mais tranquilidade, autocuidado em todos os aspectos.
08:32E o estresse também, eles encadeiam, né?
08:35Certeza.
08:35Problema de AVC.
08:36Então, vamos ficar...
08:37Tentar, tentar, né?
08:39Preservar a nossa saúde mental não é fácil, né?
08:42Isso.
08:43Não é fácil, né?
08:44Fatores internos e externos, né?
08:46Sim.
08:46Provocam aí nossa ansiedade, nosso estresse, tudo isso.
08:49Mas a gente precisa primar pela saúde, né?
08:52Então, como a doutora estava dizendo aqui, atividade física, regular aí a saúde mental também,
08:58ter uma boa alimentação, tudo isso vai fazer com que 90% dos casos, gente, de AVC poderiam ter sido evitados,
09:06seguindo aí essa conduta, né?
09:08Doutora, muito obrigada pela sua participação aqui.
09:11Parabéns pelo seu trabalho de pesquisa aí nessa área, viu?
09:14Muito importante pra todos nós.
09:16E olha, chegou o momento do giro pelos mercados de bairro.
09:19A gente chama ele, claro, nosso repórter Tiago Asfora, com dicas e produtos de Mauristeia.
09:25Olha o ovo, avó!
09:26A Kombi do Ovo chegou aqui na frente!
09:29Fala, vem você!
09:31Muito boa tarde!
09:33Olha, sempre sorrindo fazer isso, viu?
09:34Sair direto da Kombi do Ovo pra vir trabalhar!
09:38Fala, vai isso!
09:39Fala, vem você!
09:40Muito boa tarde!
09:42Olha, ovos da gema, viu?
09:44Não é nada de cômodo!
09:47Obrigado!
09:48Valeu!
09:48DJ Fadilson!
09:50Obrigado, meu querido!
09:51Olha, esse supermercado não é só bom!
09:54Ele é mais que bom!
09:56Ele é...
09:57Hiper bom!
09:59Bora conhecer, Maldiceia!
10:02Você aqui de Paulista, você de Maranguape, você de Janga, de Maria Farinha.
10:11Vem pra cá, que o hiper bom é bom demais!
10:14Chega!
10:16Turma, olha o galetão que tem aqui.
10:18Que maravilha!
10:20Será que eu posso abrir isso ainda?
10:21Deixa eu cometer aqui uma infração pra mostrar pra vocês.
10:23Olha só!
10:26Roda, vovó!
10:27Roda pra papai!
10:29Fica douradinho!
10:31Olha pra aí!
10:34Rapaz!
10:35Tá de brincadeira, viu?
10:36Uma hora dessa, vou te contar.
10:38Olha, vamos lá!
10:39Vamos trabalhar!
10:40Olha só!
10:40Facilidade Mauricéia!
10:43Que maravilha!
10:46Bife de peito de frango!
10:47Um freezer entupido de delícias!
10:50São 35 anos de tradição, gente!
10:5335 anos de sabor, de confiança.
10:57Se é Mauricéia, a gente confia.
10:59Olha quem tá aqui!
11:00De cara pro gol!
11:01Olha só!
11:02Filezinho empanado!
11:04Tu já experimentou?
11:05Uma delícia!
11:09Mauriguete!
11:09Filezinho empanado!
11:11Que vai bem a toda hora!
11:13Olha que beleza!
11:14Crocante!
11:16Sequinha!
11:17Cara, aquele momento de emoção!
11:19Vai lá, abre aí esse freezer aí pra gente!
11:21Vai!
11:21Vê que maravilha!
11:24Sassame é bom que é prático!
11:26Filé de sobrecoxa!
11:28Gente, isso aqui é incomparável!
11:30Isso aqui é top!
11:31Aqui a gente tem filé de peito, já com tempero, que só Mauricéia faz.
11:36Mauricéia tá sempre na nossa mesa e vai continuar!
11:39Sim ou não?
11:41Simbora?
11:41Sabe por quê?
11:42Se é Mauricéia, eu vou vir!
11:45Aê!
11:46Agora a gente faz um rápido intervalo e daqui a pouco a gente volta falando mais sobre um lançamento de um livro bem importante pra mães atípicas.
11:57Não sai daí!
11:58Bem, você de volta, eu recebo agora a advogada e escritora Thaisa Noronha, que lançou esse livro aqui, ó.
12:13Que vai lançar, na verdade, no próximo dia 8 de novembro, Quando a dor vira a propósito.
12:18Tudo bem, Thaisa?
12:19Boa tarde, seja bem-vinda!
12:21Tudo bem!
12:21Obrigada!
12:22É um prazer estar aqui com você, Thaisa!
12:24Me conta um pouquinho desse livro, né?
12:26Quando a dor vira a propósito, eu lutei por ela e por mim também.
12:29Você fala da sua história com sua filha.
12:31Isso!
12:32Então, é sobre a história da maternidade atípica, que muitas vezes a mãe sempre luta pelo filho.
12:38Só que aí, nesse contexto, eu também me enxerguei, eu também me vi.
12:43E apesar de estar lutando por terapia, por tratamento, por diagnósticos, eu também comecei a lutar por mim.
12:50A me enxergar, me ver, a me entender nesse processo.
12:54E aí, é um acolhimento, é um abraço nas mães que também passam, né?
12:59Por questões de diagnósticos do filho, processo de terapia, a se enxergarem também, porque a gente também é importante.
13:05Entendi. Você é mãe de cinco filhos?
13:08É, um eu perdi, né?
13:10Sim.
13:10E tenho quatro.
13:12Mas a história é sobre você e sua filha mais velha, Isabelle.
13:17Isso!
13:18É isso, né? Que ela recebeu um diagnóstico, nasceu atípica, né?
13:23E aí, como é que foi pra você aí, desde o momento do diagnóstico, né?
13:27Como é que você se sentiu? Como é que você foi amparada? Como é que foi sua rede de apoio?
13:32É, graças a Deus. Todo o meu caminho, apesar de difícil, né? Receber diagnósticos de um filho nunca é fácil, porque a gente sempre sonha, a gente idealiza.
13:43Mas todos os profissionais que a gente passou pelo percurso sempre foram profissionais extremamente acolhedores.
13:49Mas há 16 anos atrás, esse processo de diagnósticos era sempre mais difícil do que é hoje, né?
13:55Não que hoje seja fácil, hoje continua difícil. Mas era mais difícil.
14:00E aí, encontrar essas respostas, encontrar o que a gente estava tentando entender.
14:09Muitas salas de terapia, muitas recepções de terapia.
14:12A criança entra na terapia, mas a mãe fica sentada do lado de fora.
14:16E aí, esse percurso todo é o que eu conto um pouco no meu livro.
14:21Como é a percepção da mãe, que está ali assistindo, se indagando, se ela tem culpa, se ela não tem culpa, se ela errou, se ela não errou.
14:31O que é que vai ouvir, o que é que não vai ouvir, o que é que ela gostaria de ouvir.
14:35E aí, esse livro, eu trago exatamente todos esses sentimentos.
14:39Quais eram os sentimentos ali, meu, naquele momento, diante da sala de terapia, diante do neurologista, diante, sabe?
14:46E olha que muitas mulheres, assim, elas não têm rede de apoio, né?
14:49Muitas mulheres, quando recebem o diagnóstico do filho, né?
14:54Um diagnóstico atípico, né?
14:57De alguma situação atípica.
14:59Muitos maridos abandonam as esposas.
15:02Então, a mulher, ela começa, além de viver aquela situação, ela vive numa nova condição de mãe solo.
15:10E existe uma coisa que se chama, que até aqui eu estava vendo, um dos capítulos do seu livro, que é a mãe invisível, né?
15:16Esse cuidado invisível que a mulher passa, né?
15:20A mulher cuida dos pais, a mulher cuida dos filhos, a mulher cuida do marido, a mulher cuida de todo mundo, né?
15:25Mas não é reconhecida muitas vezes nesse cuidado, né?
15:28É, de fato, um cuidado invisível.
15:29É papel de cuidadora, né?
15:30A gente deixa de ser, exercer a maternidade e passa a exercer a função de cuidadora.
15:36Tem pessoas que largam tudo na vida, né?
15:39Pra realmente só exercer ali a função de cuidadora.
15:42Mas é exatamente isso.
15:43A nossa função, às vezes, tá invisível.
15:46Porque a criança, o filho tá fazendo a terapia e a mãe tá invisibilizada.
15:50E é isso que eu trago no meu livro.
15:53É o olhar para essa mãe.
15:54O cuidado, a importância que essa mãe tem em também se cuidar.
15:58É essencial.
16:00Eu acho que é um livro...
16:01Você lança no dia 8 de novembro.
16:038 de novembro.
16:04Vai ser na Livraria Jardins, aqui em Recife, às 9 horas da manhã.
16:07Ai, que maravilha.
16:08Olha, vai estar à venda também lá, né?
16:11Sim, vai estar.
16:11Na Livraria Jardim.
16:12Eu acho que é um livro não só para mães atípicas, como todas as mães, né?
16:16Porque a maternidade não é fácil.
16:17A maternidade, ela vem com muita culpa pra gente, né?
16:21A gente se culpa o tempo todo.
16:23A gente tá lá...
16:25Muitas vezes, né?
16:26O marido chega do trabalho, vai lá cuidar dele e vai dormir.
16:28E a mãe chega do trabalho, vai cuidar do filho, vai dar comida, vai dar o banho.
16:33Quando ele tá pronto, é que a mãe vai cuidar de si, né?
16:36Então, é importante a gente trazer esse abraço, esse acolhimento aí pra todas as mães.
16:41Tá certo?
16:41Então, olha, dia 8 de novembro...
16:43Qual que tá o Instagram?
16:44Quem quiser te acompanhar também.
16:45É arroba Thaisa, T-A-I-S-A, ponto Noronha.
16:49Thaisa, ponto Noronha.
16:51Você acompanha aí e vê também o livro, né?
16:55Pra você adquirir aí o seu exemplar com essa história tão bonita de vida dela
16:59e que pode inspirar você também, trazer aquela mensagem que você tava procurando,
17:03que você tava buscando, né?
17:05Thaisa, muito obrigada pela sua participação aqui no programa.
17:08Eu que agradeço, Thaisa.
17:09É um enorme prazer estar aqui com você e convidar...
17:12Posso convidar todas as pessoas?
17:13Pode, claro, deve.
17:14Convidar pra que todas participem desse momento,
17:18que é um momento, assim, de muita felicidade pra mim, mas pra muitas como eu.
17:21E aí vai ser uma alegria imensa.
17:23Ah, com certeza, com certeza.
17:25Eu acho, assim, que o tema do seu livro é Quando a Dor Vira Propósito, né?
17:30Mas eu acho que esse livro tem um propósito muito grande, né?
17:34De ajudar tantas outras mães aí que vão se enxergar nessa sua história também, né?
17:40Essa sua história vai ser um espelho pra muita gente.
17:43Obrigada, viu, Thaisa, pela participação aqui no programa.
17:46E olha, obrigada pelo carinho da sua audiência.
17:48E a gente se encontra amanhã às 2h10 da tarde, logo após o programa Hora da Treta com Pablo Marcos.
17:55Cheiro!