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O neurologista Guilherme Olival, diretor da ABEM, participou do programa Jovem Pan Saúde desta semana para discutir a complexidade do diagnóstico da esclerose múltipla, revelando que o atraso pode ser de dois a cinco anos no Brasil. Ele explica como a doença pode se manifestar de forma assintomática, a importância da ressonância magnética e do exame de líquor, e ressalta que o tratamento precoce é crucial para evitar a progressão da doença, que ele compara a uma "avalanche".

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Transcrição
00:00Doutor, a Carol disse, né? Veio esse sintoma mais perceptível, mas existem pacientes que são assintomáticos
00:07e o que ajuda de fato o médico a fechar esse diagnóstico, né? E que especialista procurar?
00:13No caso da Carol, ela foi pro pronto-socorro porque ela tava sentindo algo, né? Ali fora da rotina dela, né?
00:20É, exatamente. Então, eu acho que... Nós fizemos um levantamento, Soraya, lá na Associação Brasileira de Sclerose Múltipla
00:27vai ser publicado agora, mês que vem. E mostramos que entre o primeiro sintoma e o diagnóstico do paciente com esclerose múltipla
00:35no Brasil, nós temos um atraso de 2 a 5 anos. Nossa, bastante tempo, né?
00:40Uma média de 48 meses. Mas nessa pesquisa nós encontramos pacientes que ficaram mais de 15 anos sem o diagnóstico da doença.
00:50E até pra gente pensar já num assunto que a gente ainda não entrou, mas que devemos falar mais pra frente,
00:54que é a evolução da doença, este atraso é o pior pra que a gente consiga fazer o tratamento.
01:02Porque demora pra se fazer o tratamento, né? Você não tem o diagnóstico, não trata ali e a doença vai progredindo.
01:09É, a esclerose múltipla do ponto de vista do tratamento dela, ela... Eu brinco que ela é como uma avalancha.
01:15Ela começa com uma bolinha pequenininha que no começo é mais fácil de você parar.
01:19E depois, se ela progride, é uma coisa que você não consegue mais interromper e segurar.
01:26Então, essa variabilidade dos sintomas é uma dificuldade de fazer o diagnóstico em primeiro lugar.
01:32O diagnóstico, ele é feito hoje... São neurologistas quem vão fazer o diagnóstico.
01:37Então, precisa ser encaminhado esse paciente pro neurologista.
01:41E o neurologista, ele deve utilizar de uma ressonância magnética e pode, em alguns casos, utilizar de um segundo exame,
01:47que é o exame de líquor, além da história e do exame neurológico.
01:51Então, ele precisa... É uma doença complexa que vai precisar de diversos elementos
01:55pra que você consiga efetivamente confirmar pra ir pra essa próxima fase.
02:01E aí
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