O neurologista Guilherme Olival, diretor da ABEM, participou do programa Jovem Pan Saúde desta semana para discutir a complexidade do diagnóstico da esclerose múltipla, revelando que o atraso pode ser de dois a cinco anos no Brasil. Ele explica como a doença pode se manifestar de forma assintomática, a importância da ressonância magnética e do exame de líquor, e ressalta que o tratamento precoce é crucial para evitar a progressão da doença, que ele compara a uma "avalanche".
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