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O conselheiro Agostinho Patrus revelou no programa EM MINAS que o Tribunal de Contas conduz uma mesa de conciliação bilionária. O Estado precisa negociar cerca de R$17 bilhões em restos a pagar, além de discutir a privatização e a instalação de radares na MG-30.

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#AgostinhoPatrus #TCE #EMMINAS #MinasGerais

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Notícias
Transcrição
00:00Damos sequência ao nosso bate-papo aqui no Em Minas de hoje, recebendo com muita honra,
00:11muito prazer, o vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado, o conselheiro Agostinho
00:15Patrus, que é o chefão da mesa de conciliação que aqui em Minas diz que é o trem que está
00:21resolvendo.
00:22É isso, né?
00:23É isso.
00:23O senhor terminou o programa na televisão falando que vai logo assumir a conciliação
00:29da questão dos radares da MG30.
00:32Isso está um bafafá danado.
00:34Quando o senhor vai pegar isso para começar?
00:36Nós estamos aguardando, Carlinhos, porque eu estou lá com uma mesa de conciliação,
00:40com duas atividades importantes, uma tratando inclusive de restos a pagar deste governo e
00:45dos governos anteriores, de cerca de 17 bilhões de reais.
00:5017 bi?
00:51Bilhões de reais.
00:52Restos a pagar de quê?
00:53De restos a pagar da saúde, da educação.
00:55Então, foram convênios que foram feitos, foram compromissos que foram feitos e que
01:00depois não conseguiu se pagar.
01:02E o governo do Estado está querendo renegociar tudo isso para poder quitar esses valores.
01:08Então, nós estamos tratando dessa questão, que é uma questão importantíssima, porque
01:11nós provavelmente teremos aí Propag no futuro e aí teremos parcelas também a serem pagas
01:18ao governo federal.
01:19Então, isso tem que se adequar também à condição e à capacidade de pagamento por
01:24parte do governo.
01:25Desculpe interromper o raciocínio, depois se eu esquecer, porque eu estou meio gagar,
01:29a gente volta.
01:30Essa questão implica o repasse desses restos a pagar.
01:35Tem alguma data limite o ano que vem em função de ser ano eleitoral?
01:38Não.
01:39Não tem.
01:39Interfere?
01:40Não, não interfere porque são restos a pagar que já estão, entre aspas, vamos dizer
01:45para que o nosso telespectador possa ouvir aqueles que estão conosco no YouTube.
01:51Eles já foram contabilizados, muitos deles já foram empenhados, ou seja, já existe a
01:56nota de compra e eles não foram somente pagos.
01:59Então, é fazer uma negociação para que esses valores que ficaram pendentes possam ser
02:05quitados no futuro.
02:06O Estado faz uma proposta de prazo, de tempo, nós estamos analisando, o Ministério Público
02:11junto ao Tribunal também tem uma proposta e nós estamos tentando aproximar esses dois
02:18polos.
02:18Agora, 17 bi é muito dinheiro.
02:20É muito recurso.
02:21Essa conversa deve demorar, não é?
02:23Sim, é um valor.
02:24Não é uma conciliação fácil de fazer.
02:25É um valor muito grande.
02:27O Estado esse ano já pagou 1 bilhão e 700 milhões sobre esses restos a pagar, então
02:32é necessário que se faça um acordo.
02:34Estão se falando no Propag, vamos ver aí quanto que o governo vai conseguir reduzir
02:40as parcelas, mas se estima mais ou menos em 300, 400 milhões o pagamento do Propag
02:46para o próximo ano.
02:47Você imagina uma dívida que seria de 1 bilhão e 700 no ano que vem.
02:52Então, é um assunto muito...
02:54Nós temos que tomar cuidado até porque senão não sobram recursos para as outras atividades
02:59públicas.
03:00Mas aí, o senhor põe nessa mesa de conciliação o governo e representantes do Ministério Público
03:11de Contas.
03:11O Ministério Público de Contas.
03:13Isso.
03:13Que aí representa...
03:14Representa a todos os outros interessados.
03:17É o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas com o governo.
03:20E logo em seguida, aí sim, nós iremos dar início a essas novas mesas, uma que trata
03:26do vetor norte, da MG30, da sua privatização e da instalação dos radares.
03:32E aí, quem que vai participar dessa mesa de conciliação?
03:35Essa mesa participam aqueles que denunciaram a licitação, que é uma das partes, que é
03:40o bloco de oposição na Assembleia, que já concordou em sentar a mesa e buscar em conjunto
03:45uma...
03:46Estão dispostos a conversar.
03:47A conversar.
03:48E também o governo do Estado, que foi quem solicitou que essa mesa acontecesse.
03:54E o senhor pensa que é viável buscar uma conciliação que não ocorreu numa casa legislativa,
04:08do debate, uma casa do povo?
04:10É o que a gente vai tentar, Carlinhos.
04:12Isso também foi questão de judicialização.
04:16O Estado, eu tomei a decisão, o Estado judicializou.
04:20Em primeira instância, a juíza que tratou do caso nos deu razão.
04:24Também na segunda instância, no Tribunal de Justiça.
04:27E vamos agora partir para uma conciliação solicitada pelo Estado.
04:30É o que nós vamos tentar fazer.
04:32Há necessidade da melhoria das condições da rodovia, da ampliação também rodoviária,
04:39do aumento do número de faixas.
04:42Isso tudo tem que estar muito claro para a população, porque senão fica só uma visão
04:45de que vai ter o pedágio.
04:47Mas o que a população vai ter de melhoria?
04:49Nós vamos ter ambulância...
04:50Vai fazer o quê com o dinheiro?
04:51É isso.
04:51Nós vamos ter ambulância para cuidar das pessoas no caso de um acidente?
04:56Nós vamos ter uma sinalização melhor?
04:58Nós temos um piso melhor?
04:59Nós vamos ter uma rodovia mais larga?
05:02O que faz com que os carros tenham uma velocidade, não precisam ficar parando e acelerando, ou
05:07seja, diminuindo o consumo para o consumidor daquela rodovia?
05:11Aqueles que transitam sempre terão um desconto na tarifa?
05:15As empresas de ônibus, como é que serão tratadas?
05:18Quer dizer, aquele que está dentro do ônibus também vai aumentar o custo da passagem,
05:22porque vai cobrar pedágio do ônibus que vai passar lá?
05:25Isso tudo precisa ser acertado, sentado à mesa.
05:28Você acredita que pode chegar algum dia nessa mesa de conciliação a questão do transporte
05:33de graça, do ônibus de graça?
05:35Eu acho que pode.
05:36É uma discussão que está na Câmara.
05:37Eu não consigo avaliar.
05:39É uma questão que está na Câmara.
05:41Eu não sei a capacidade das prefeituras de arcar com esse custo.
05:47Porque a hora que se paga a passagem, vão se deixar de ter recurso para outras áreas
05:52dentro da prefeitura.
05:53O orçamento da prefeitura de Belo Horizonte ou de qualquer município não é um orçamento
05:57infinito.
05:59Então, como gestor, como já fui também como secretário várias vezes, a gente pega
06:04o orçamento e fala, não, eu vou dar prioridade a isso, eu vou gastar tanto com isso, tanto
06:07com aquilo.
06:08Bom, se isso é, às vezes, pode ser uma prioridade do gestor.
06:11Isso vai depender do perfeito.
06:13Isso vai bater lá.
06:14Isso vai bater lá.
06:16Pode ser que acabe lá uma discussão, um entendimento nesse sentido.
06:20Nós estamos provocados, estamos à disposição.
06:22E o senhor pode, desculpa a ignorância, como chefe, presidente da mesa de conciliação,
06:29sugerir, não, vamos pôr pedágio também em tal lugar para conseguir a arrecadação
06:35necessária.
06:36Porque tem uns lugares aqui na região metropolitana que o senhor sabe que tem mais dinheiro que
06:40outros lugares.
06:40O senhor não vai pôr um pedágio no Xangri lá, lá em Justinópolis, sendo que o senhor
06:45pode botar um pedágio aqui, saindo para o Rio, aqui tem mais dinheiro.
06:49Sim, eu acho que essa questão é uma questão que tem que ser debatida, eu fico vendo.
06:53Pode ser colocado isso?
06:54Pode, eu acho que pode ser uma questão que pode ser colocada.
06:56Eu fico vendo a situação do bairro Belvedere, que na divisa de Belo Horizonte com Nova
07:01Lima, que as pessoas não conseguem transitar.
07:03O que a gente sente é que não existe, muitas vezes, recurso público para fazer as obras
07:10importantes, são viadutos, são alargamentos de pontes de viadutos que precisam ser feitas.
07:15Quem sabe não pode ser aí uma privatização que pode solucionar esse problema.
07:19E como você colocou muito bem, é uma população que tem uma renda maior e que, portanto, comprometeria
07:25uma parcela muito menor do seu orçamento mensal com essa questão e teria também um ganho
07:31grande de tempo no seu deslocamento.
07:33Então, eu acho que essa ideia é uma ideia que pode ser, pode avançar.
07:36Eu acho interessante.
07:37Tem tantos lugares no interior de São Paulo que já praticam esse pedágio diferenciado
07:42para morador, para cidade, que pode ser copiado, pode ser replicado.
07:47Exatamente.
07:47E um pedágio também proporcional, né?
07:50Não fica uma coisa que, se o pedágio está a 300 metros da sua casa, você paga todo dia
07:55um pedágio que está sendo cobrado num trecho de 50 quilômetros, ou de 20 quilômetros,
07:59ou de 10 quilômetros.
08:00Quer dizer, a gente tem que pensar também que quem trafega mais, pague mais, quem anda
08:05menos, pague menos.
08:06Tem um prazer de países que já fazem isso há anos, copia o sistema, vem cá, explica
08:10aí como é que é.
08:11Saiu da estrada, joga moedinha, pagou, passa o cartão.
08:14É isso aí.
08:15Para trazer ideias boas, tem que ser copiado.
08:17Com essa tecnologia de sem parar, de free flow, de que passa debaixo da cobra, algo que pudesse
08:25ser justo para a população.
08:27E melhora o trânsito.
08:28E melhora o trânsito e traga investimentos.
08:31Porque hoje tem três pistas lá.
08:33Não, mas se virarem cinco pistas ou se virarem seis pistas, poxa, eu vou trafegar ali a 60 por
08:38hora, a 70 por hora, a 80 por hora.
08:40O que eu sinto muita necessidade e a gente fica vendo em outros estados, em outras unidades
08:46da federação, são esses grandes investimentos.
08:48Quando a gente vê Salvador ligado por metrô até o aeroporto, a gente fala, poxa, ficamos
08:55para trás.
08:56Quando a gente vê os grandes investimentos no Rio de Janeiro...
08:59O Rio já tem metrô até na Barra.
09:01É isso, grandes investimentos de metrô, de grandes vias, com três, quatro vias de
09:10cada lado.
09:11Isso tudo nos mostra que Minas precisa também avançar nessas questões.
09:16Vamos falar um pouquinho da reta final do nosso bate-papo.
09:18Podemos falar um pouco da vida pessoal do conselheiro?
09:21Claro, claro.
09:21Conselheiro, o senhor ainda gosta de cavalos, manga, larga, marchador?
09:25Eu gosto, meus...
09:27É uma herança de família.
09:28Meu pai foi, vocês já sabem disso, acompanhou, presidente da Associação Brasileira de
09:33manga larga, marchador.
09:35O Breno, meu irmão, também já participou várias vezes da diretoria.
09:38E a criação de cavalo era o momento que nós nos encontrávamos na nossa fazenda, com
09:43meu pai, com a minha mãe, meus irmãos.
09:46Era um momento, quando meu pai não estava viajando muitas vezes por causa da política,
09:50mas era um momento de encontrar a família.
09:52Então, o manga larga representa um pouco isso, de novos amigos, amizades, de encontrar os
09:57amigos, de ir numa exposição, de fazer cavalgadas.
10:01É, sem dúvida nenhuma, um lazer muito agradável.
10:05Hoje, não mais com aquele volume, com aquela necessidade no primeiro momento de disputar
10:11as pistas, de levar animais, mas do convívio com meus irmãos, com meus sobrinhos, com as
10:16minhas cunhadas, que é tão prazeroso com meus filhos, com a minha esposa, que é tão
10:21prazeroso para nós.
10:22O Breno, Lucas...
10:23Breno, Lucas, estão lá em cavalo.
10:24E aí, para o pessoal que é mais jovem, o conselheiro Agostinho Patruz é filho de
10:30uma das maiores autoridades da medicina que o Brasil já teve, doutor Orcanda.
10:34Sim.
10:36Da sua memória, uma mulher de uma lhanesa e de uma elegância, uma dama, doutor Orcanda.
10:42Tive o prazer de conhecê-la.
10:44Sim.
10:44E de um dos maiores políticos que foi festejado a vida toda pela sua habilidade de conversar.
10:51Padrim.
10:51Padrim.
10:52O Agostinho Patruz, de quem você herdou o nome, né?
10:55É isso.
10:55Que até então você era o Agostinho Célio.
10:57Agostinho Célio.
10:57Depois, quando entrou para a vida pública, é o Agostinho Patruz.
11:00Quando que Agostinho Célio foi chamado para a vida pública como herdeiro político da
11:07família?
11:08Ah, isso começou, Carlinhos, lá atrás.
11:10A gente, essa coisa de gostar de algo, começa quando a gente é novo.
11:15Eu viajava com meu pai porque meu pai gostava de ele mesmo ir dirigindo.
11:19Ele teve dois acidentes de carro quando viajava com motorista.
11:23Então, ele gostava de ir dirigindo.
11:25E a gente, filho, minha mãe, ficava preocupado de estar viajando para o interior, voltando
11:30muitas vezes à noite, de madrugada.
11:33E aí eu tinha férias na escola e ia com ele.
11:35Em julho, dezembro, janeiro, julho, viajava com ele.
11:38E aí a gente vai tomando gosto.
11:40E eu não me esqueço, Carlinhos, uma cidade lá no norte de Minas, em Ubaí, uma vez eu
11:46fui com ele.
11:47O prefeito fez questão de nos levar em umas casas muito humildes e tudo.
11:51E nós chegamos, meu pai era o secretário de obras na época e mostrou para nós, na
11:58frente das casas, umas crianças, uma menininha só de calcinha, um menininho de cueca e tudo,
12:04brincando no meio de uma água que era o esgoto que saiam das casas.
12:10E aí meu pai olhou aquilo e tudo e falou, não, nós temos que dar um jeito nisso.
12:14Você imagina a quantidade de doença que isso pode gerar, a quantidade de coisa.
12:18E me lembro depois, ele aí acumou os recursos e tudo, mas não foi mais candidato, porque
12:24a minha mãe estava doente.
12:26E eu fui o candidato e me lembro de ir lá inaugurar.
12:28Então essa sensação é que move a gente.
12:31De falar, puxa vida, nós conseguimos resolver um problema que atingia ali algumas crianças,
12:37que criavam problemas para uma família.
12:40E a gente conseguiu resolver.
12:41Isso é que é aquela mosca da política que morde a gente, é essa sensação de poder ajudar.
12:47E por isso, tantas e tantas vezes, viajei para o interior, vi, às vezes, asilos com uma
12:54goteira no teto e uma senhorinha de 80, 90 anos dormindo num corredor.
13:00E aí você fala, puxa vida, eu tenho que arrumar o recurso para arrumar isso aqui.
13:03Não dá para uma senhora, depois de uma vida toda, estar lá cobertinha, porque estava
13:07chovendo o dia que me levaram lá, ela coberta outros homens em volta e ela morrendo de vergonha
13:12porque estava fora do quartinho dela, lá nesse asilo.
13:15Então é isso que move a gente.
13:16Então não teve discussão dos irmãos, foi meio que natural.
13:19Não, o Breno e o Lucas, nós somos, você sabe disso, nós somos muito ligados, sempre
13:22apoiaram muito e eu sou muito grato a eles pelo apoio que sempre tive.
13:28E agora estou lá no Tribunal de Contas dando continuidade a essa trajetória.
13:31Para encerrar, temos como sonhar em ter um país em que possamos voltar a ter debates de ideias,
13:45debates políticos, como vivemos até recentemente, 15, 20 anos atrás?
13:50Podemos ou é?
13:50É o que a gente espera, né, Carnino?
13:53Infelizmente isso se tornou uma tendência mundial.
13:56A gente vê países na Europa, Estados Unidos, enfim, o mundo inteiro nessa polarização.
14:02As redes sociais criaram algo em que a veemência, a agressão, dá ibope, dá curtida, dá likes.
14:14E isso tornou as pessoas mais agressivas, tornou as pessoas mais beligerantes.
14:21Infelizmente nós estamos vivendo num mundo que a cada dia tem menos cuidado com o próximo, né?
14:27A gente aprende que o seu direito termina quando começa o do outro.
14:32O seu espaço termina quando começa o do outro.
14:34E todos temos deveres também.
14:36Não é isso?
14:36E a gente perdeu tudo isso, né?
14:38Isso se tornou, quem dá bom dia na rede social não tem uma curtida.
14:43Se xingar um monte de palavrão, tem um monte de gente curtindo.
14:46E o senhor acredita que a gente pode voltar aos debates sadios?
14:51Nós vamos viver ciclos na vida, como sempre vivemos, né?
14:54Momentos mais ríspidos, momentos mais tranquilos.
14:58Mas eu espero que passe logo para que a gente possa ser mais unido.
15:03Mais unidos.
15:04A gente vê famílias se distanciando por essa questão de briga, amigos de longa data,
15:08que hoje não conversam mais por uma questão política.
15:11E as pessoas têm que estar unidas, é pelo país, estar unidas até no final de semana
15:17para conversar de outros assuntos, tomar sua cerveja, bater um papo, comer um torresmo.
15:21É isso que é o importante, né?
15:23Tomar um vinho e ter uns amigos que seca a garrafa de uísque inteira.
15:27Tem uns amigos perigosos.
15:29Conselheiro vice-presidente, Agostinho Patrôs, muito obrigado pelo seu carinho,
15:33pelo prazer desse bate-papo aqui no Em Minas.
15:35É uma honra muito grande receber.
15:38Alegria, obrigado.
15:39Você com alegria está aqui na Alterosa e também nos diários associados.
15:43Obrigado.
15:43A todos vocês, muito obrigado pelo carinho da companhia.
15:47Fiquem com a gente, acessem o nosso conteúdo e amanhã as páginas do Estado Unidas.
15:52Tchau.
15:52Transcrição e Legendas Pedro Negri
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