Fábio Piperno analisa o encontro do presidente Lula (PT) com os comandantes das Forças Armadas. Para o comentarista, reuniões como essa "deveriam ser mais frequentes" para naturalizar a relação.
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00:00Fábio Piperno, qual você acha que é o objetivo desse encontro e a estratégia do presidente Lula ao almoçar assim, meio que sem pauta, de uma maneira mais tranquila, com os chefes das Forças Armadas e com o ministro da Defesa num momento bastante delicado aqui pro país e que envolve justamente parte de generais quatro estrelas que estão sendo julgados no STF?
00:19Bom, primeiro que eu acho, Evandro, que esses encontros eles deveriam já ter ocorrido com maior frequência. Veja, o presidente Lula está no antepenúltimo semestre do governo dele e é a primeira vez, então, que promove um encontro desse nível. Então, eu acho que demorou muito.
00:35Mas aí também tem outro aspecto, né? A Janaína falou sobre os nomes dos três comandantes das Forças Armadas, né? Além, claro, do ministro da Defesa.
00:47Mas anotem bem, né? Desses três comandantes, se você sair na rua e perguntar os nomes deles, pouca gente na população vai conseguir identificar.
00:56O que é um aspecto positivo. Eles têm tido presenças discretas, diferente dos outros, Batista Júnior, Freire Gomes, Garnier, todo mundo sabe quem são, o que fizeram e, aliás, o que não fizeram no verão passado.
01:11Agora não, agora pelo menos o perfil é mais discreto como tem que ocorrer.
01:16E é óbvio também que o presidente busca, sim, uma sinalização, uma aproximação com as Forças Armadas em um momento em que as Forças Armadas têm figuras importantes no banco dos réus, coisa que jamais aconteceu na história do Brasil.
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