- há 5 meses
Campanha alerta sobre prevenção, diagnóstico precoce e riscos do tabagismo.
--------------------------------------
🎙️ Assista aos nossos podcasts em
http://tribunaonline.com.br/podcasts
📰 Assine A Tribuna aqui
https://atribunadigital.com.br/assinatura/
💻 Fique bem informado com as notícias do Brasil e do Mundo aqui
https://tribunaonline.com.br
--------------------------------------
🎙️ Assista aos nossos podcasts em
http://tribunaonline.com.br/podcasts
📰 Assine A Tribuna aqui
https://atribunadigital.com.br/assinatura/
💻 Fique bem informado com as notícias do Brasil e do Mundo aqui
https://tribunaonline.com.br
Categoria
🗞
NotíciasTranscrição
00:00E hoje, pessoal, com um assunto extremamente importante para a nossa saúde,
00:05assunto para a família inteira, a gente vai falar sobre o câncer de pulmão.
00:10É uma das doenças, uma das principais causas de morte por câncer no país.
00:16E também uma das doenças mais silenciosas.
00:20Para alertar todos nós sobre os riscos do câncer de pulmão,
00:24a importância da prevenção, do diagnóstico precoce.
00:28Esse mês de agosto, agora, é marcado pela campanha Agosto Branco.
00:33E olha só que dado interessante.
00:35Aqui no Estado, a procura por tratamentos contra o tabagismo
00:39cresceu quase 12% no ano passado.
00:43A gente fala de tabagismo porque há essa ligação direta com os casos de câncer de pulmão.
00:49Mas esse alerta que a gente faz no programa de hoje vai muito além do cigarro, viu, pessoal?
00:55O câncer de pulmão não atinge só quem fuma.
00:58Todos nós devemos estar atentos aos sinais, aos fatores de risco,
01:03inclusive quem nunca teve contato direto com o fumo.
01:06Vamos acompanhar uma reportagem, então, que a Júlia Cássia preparou sobre esse assunto?
01:11Roda aí.
01:13O vício em cigarro começou cedo na vida da Ironete, aos 12 anos de idade.
01:18Foram mais de 30 anos de dependência.
01:20Tudo em função do cigarro.
01:22Acordava, tomava um cafezinho do dia anterior, para fumar um cigarro, para fazer um café novo.
01:28Assim, minha vida girava em torno do cigarro.
01:30Tudo que eu colocasse na boca era para fumar.
01:33Eram três más cigarros por dia.
01:35Um episódio traumático ao perder uma pessoa querida para um efisema pulmonar,
01:40junto com as cobranças de familiares, fizeram a aposentada tomar a decisão de parar de fumar.
01:46Ela relata como o primeiro ano foi desafiador.
01:49São noites sem dormir, sabe?
01:52São assim, atribulações, você fica agoniada, você fica angustiada.
01:57Qualquer coisinha que passa é um gatilho para você querer fumar.
02:00E eu com um cigarro chegava perto dele, olhava para ele, não, não vou fumar.
02:05Então, eu te falo, do primeira semana até um ano, foram fases, assim, bem difíceis.
02:13Apesar da conquista de largar o vício por conta própria,
02:16essa ajuda é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.
02:21Em Vitória, equipes formadas por enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e profissionais de educação física
02:28já ajudaram cerca de 370 pessoas que buscaram tratamento até agosto desse ano.
02:35As sessões terapêuticas, elas geralmente acontecem em grupo.
02:39Por que tem as sessões terapêuticas?
02:41Porque quando a gente fala de dependência química, que é o caso do tabagismo,
02:45é uma dependência química, né, e é uma das mais graves, inclusive,
02:49embora o tabaco seja uma droga lícita,
02:52a gente precisa trabalhar os aspectos psicológicos, comportamentais e sociais dessa dependência.
02:58Só medicamento não resolve.
03:00O tratamento segue durante um ano com acompanhamento semanal, quinzenal e mensal,
03:06de acordo com a evolução do paciente.
03:09O medicamento, o tratamento, geralmente são 3 meses de apoio farmacológico.
03:14São os primeiros meses mais difíceis após a cessação.
03:18Quem tenta parar sozinho, geralmente, tem uma taxa maior de recaída
03:22por conta dos sintomas de abstinência que vêm quando param.
03:26E o medicamento, ele vem justamente para amenizar esses sintomas de abstinência.
03:30O sucesso do tratamento vai depender da adesão da pessoa, como nós falamos, né,
03:34são algumas semanas, ali no primeiro mês, e depois esse acompanhamento, pelo menos, mensal.
03:40Quanto melhor a adesão da pessoa, melhor o resultado dela no tratamento.
03:44Por trás de 85% dos casos de câncer de pulmão está o tabagismo e até mesmo a exposição passiva ao tabaco.
03:53Uma doença silenciosa com grande risco de levar à morte.
03:57Mas a boa notícia é que a procura por tratamento cresceu 12% no ano passado, através do SUS.
04:04O câncer de pulmão é um dos tipos mais comuns e também um dos que mais causam mortes no Brasil e no mundo.
04:12Fique atento a alguns sinais de alerta para essa doença.
04:16Uma tosse persistente, uma falta de ar, uma dor no peito, uma perda de peso sem uma causa aparente,
04:23ou a presença de sangue no escarro, aquela secreçãozinha que sai quando tem uma tosse secretiva.
04:30Se esses sintomas durarem mais de algumas semanas, procure atendimento médico.
04:35Mais de 20 anos depois de parar de fumar, o desejo da Ironete é que todos tenham a mesma qualidade de vida que ela tem hoje.
04:44Eu só não falo para os outros, sabe, Júlia, porque a gente não quer ser um ex-fumante enjoado.
04:50Mas eu tenho o exemplo aqui da minha vizinha, quando ela chegou, que ela falou para mim,
04:55netinha, eu estou com adesivo, eu vou parar de fumar.
04:57Eu chorei, eu chorei de alegria, porque eu ficava tão triste de vê-la fumando, de lembrar do que eu já passei.
05:05Eu queria poder falar para todo mundo isso, sabe?
05:08É libertador.
05:11E que exemplo, né?
05:12Não é fácil largar o vício de força de vontade.
05:16Parabéns, viu, minha amiga?
05:17Agora, pessoal, vamos conversar aqui sobre esse assunto.
05:20Eu estou super bem acompanhada aqui da nossa mesa de café, da doutora Rízia Pessinale, médica oncologista.
05:27Obrigada pela presença, doutora Rízia.
05:29Obrigada, Bruna.
05:30Prazer estar aqui.
05:31Ai, prazer nosso de recebê-la.
05:32A gente viu aí na reportagem a importância, né, das pessoas que buscam tratamento e apoio
05:40pra se livrar do vício do cigarro, né, que tá diretamente ligado aí ao câncer de pulmão.
05:47E é justamente assim que eu quero começar a nossa conversa.
05:50Doutora Rízia, hoje o tabagismo ainda é a principal causa ali pro câncer de pulmão?
05:57Sim, exatamente.
06:00A gente entende que o tabagismo ou o câncer de pulmão é a principal causa de morte evitável por câncer no mundo.
06:10Então, como a médica citou, né, 85% dos casos de pulmão tá relacionado ao tabagismo.
06:18Então, é assim, é o mais relevante, sem sombra de dúvida.
06:21E parabéns pra essa senhora aqui maravilhosa, né, que conseguiu parar, né, e sente muito orgulho, se sente muito bem.
06:30E eu falo assim que o primeiro passo é você entender que aquilo não é bom pra você e decidir que você quer parar.
06:39E aí, como que você vai parar?
06:41A gente tá vendo aí esse programa maravilhoso, né, que tá ajudando muita gente, assim, é muito relevante essa sensação do tabagismo,
06:49essa parada de fumar, porque é um vício, né, assim, então, o que que esconde esse vício?
06:55O que que você tá tentando esconder com isso?
06:59Então, a gente precisa avaliar e pensar direitinho que isso tá causando mal pra você,
07:04tá causando mal pras pessoas ao seu redor, pras pessoas que você ama, então, você fuma.
07:08Pra sua família, né?
07:09Exatamente, as pessoas que estão ao redor de você estão em risco também e, se você pensar direitinho,
07:16é uma das piores indústrias que existem, é a indústria do tabagismo, né, porque você não tem benefício nenhum com esse produto.
07:25Como é que eles ainda conseguem vender isso, né?
07:28É sabido que o cigarro tem mais de 40 substâncias claramente relacionadas a câncer.
07:34Como é que consegue ainda continuar no mercado, né?
07:38É realmente um lobby muito forte, muito forte mesmo.
07:42Pois é.
07:42E é interessante, porque a gente viu ali o exemplo da entrevistada,
07:47às vezes a pessoa tá escutando aqui a nossa conversa, tá falando,
07:50ah, eu fumo há 30 anos, nunca tive nenhum problema, nunca tive uma falta de ar, né,
07:57e acha que o tabagismo não é um problema e acha que também se agora fosse buscar uma ajuda pra conseguir
08:05largar o vício, não conseguiria porque já tá há muitos anos, né, fumando.
08:08E não é bem assim, né, doutora Risa?
08:10Não é bem assim.
08:11Não importa a quantidade de tempo que você fume, que a cessação do tabagismo vai te trazer benefício.
08:19Por exemplo, ah, é claro que não é todo mundo que fuma que vai ter câncer de pulmão.
08:24Obviamente que não.
08:25A gente conhece pessoas que fumam há muitos anos e nunca tiveram câncer.
08:30Mas as lesões pulmonares, absolutamente todos os pacientes terão.
08:35Além disso, né, a gente tem risco de todos os tipos de câncer.
08:39Os principais são pulmão, cabeça e pescoço, que a gente fala, né,
08:43Tem pacientes, inclusive, que tem três tipos de câncer, um na boca, um na garganta, outro na língua,
08:49ao mesmo tempo, de tão ruim que é.
08:52Além disso, as doenças como DPOC, enfisema, tudo isso, ah, eu não vou ter câncer, mas eu...
08:58Sim, você pode ficar dependente de oxigênio pro resto da sua vida falecer desse jeito, né, ruim.
09:04E, assim, em troca de quê, sabe?
09:09Em troca de minutinhos de conforto que você pode obter através de outras opções prazerosas.
09:19Imagina você conseguir ter prazer na atividade física, né, isso vai te trazer um milhão de benefícios.
09:25E, às vezes, de graça, você consegue com o cigarro.
09:29Você tem que gastar um dinheiro, né, pra sustentar aquele vício.
09:32Sim, não é barato.
09:33Não é barato.
09:35E, assim, pensando direitinho, você não tem benefício algum com esse hábito.
09:41E agora a gente também tem o vape, né, doutora Rizzi, que aí tem muita gente que...
09:46O vape, ele veio pro mercado com essa coisa de, ah, sou menos pior que o tabaco comum.
09:51E aí muita gente caiu nesse conto e acabou desenvolvendo um outro vício.
09:57E pior também, né, muitos jovens que não fumavam nenhum tipo de cigarro,
10:02passaram a buscar ali no vape e estão viciados em vape, né?
10:07É uma observação muito interessante falar sobre o vape.
10:10Porque, assim, a gente tem um tempo relativamente recente desse hábito.
10:16Então, a gente ainda não tem comprovadamente a ligação direta entre o vape e o câncer de pulmão.
10:22Mas a gente tem claramente várias doenças pulmonares estruturais relacionadas ao vape, já muito claro.
10:31E aí, um dos fatores de risco pra câncer de pulmão é ter uma doença estrutural no pulmão.
10:36Então, se você tem uma fibrose, se você tem inflamação, o vape, ele realmente foi ali, vamos dizer,
10:43criado, talvez, pra tentar ajudar as pessoas que querem parar de fumar, mas meio que foi um tiro que saiu pela culatra, sabe?
10:52Ao invés de ajudar essas pessoas a pararem de fumar, foi o que aconteceu.
10:56Os jovens acabaram achando aquilo divertido.
10:59Tem um saborzinho, tem um cheirinho.
11:01Isso. E aí, isso criou um novo vício.
11:04E esse novo vício é, sim, prejudicial pra saúde pulmonar, porque você tem várias substâncias químicas diferentes do cigarro,
11:12mas substâncias químicas que estão agredindo o pulmão.
11:16Sim, lógico. Agora, a gente tá falando muito do tabagismo, do cigarro.
11:19Agora, quais são os outros fatores de risco?
11:22Porque, ah, eu não fumo, mas quais são os outros fatores de risco pro câncer de pulmão?
11:28Por exemplo, história que o familiar conta nessa história? Explica pra gente.
11:34Sim, sim. Você mesmo fumar é o principal, mas, assim, um familiar que fuma também aumenta o risco, né?
11:42Nossa.
11:42Alguém que fuma dentro de casa.
11:44Além disso, a gente tem também a exposição ocupacional, que a gente fala.
11:49Então, tem algumas indústrias que estão relacionadas à exposição química, como arsênio, como asbesto,
11:56alguns produtos químicos que, se você trabalha num tipo de indústria química,
12:00é importante você entender melhor com o que você tá trabalhando.
12:05Ultimamente, com as leis trabalhistas, isso melhorou, diminuiu um pouco a incidência,
12:10mas, assim, você precisa estar atento a isso.
12:13Além disso, tem um fator de risco que a gente não tem muito como controlar,
12:17que é a poluição que a gente tá exposto, né?
12:19Então, assim, é algo que é realmente difícil de você não estar exposto.
12:24E, além disso, a sua história familiar é importante, sim.
12:27Então, conheça, converse com a sua família pra entender quanto, quais os...
12:32A sua história médica, né?
12:34A sua história familiar médica é importante.
12:37Vamos falar de sintomas também.
12:38Quando a gente fala de câncer de pulmão, qualquer doença relacionada ao pulmão,
12:42a gente logo associa a falta de ar, né?
12:45Mas não necessariamente, né, doutora Rizio?
12:48Quais são os principais sintomas que indicam que pode haver um problema grave ali?
12:53Como você disse, não é uma doença, assim, tão... com tantos sintomas, né?
12:58Por exemplo, o câncer de mama sente um caroto, sente alguma coisa ali por fora.
13:03O pulmão vai depender muito da localização.
13:06A maioria dos casos, infelizmente, é descoberta já mais avançado.
13:11Então, a gente tem essa proporção de mortalidade muito alta também por esse fator.
13:18Tem o fator de a doença ser relativamente mais agressiva, por exemplo.
13:24Porém, também tem esse fator da gente descobrir mais avançado, né?
13:28Então, a gente não pode negligenciar um sintoma que tá ali mais persistente.
13:34Os estudos falam que a maioria dos pacientes sentiu primeiro uma tosse persistente.
13:40Uma tosse que tá ali, você acha que é alérgica, né?
13:42De repente, tá até há mais de um ano a pessoa tossindo e não se cuida, né?
13:45Então, duas, três semanas de tosse, procura um médico pra você dar uma avaliada nisso.
13:52Além disso, a falta de ar é sim um fator, um sintoma, um dos sintomas mais comuns.
13:59Então, uma falta de ar persistente.
14:00Você precisa entender se você tem uma justificativa pra aquilo.
14:04Será que eu tenho ar?
14:05Será que já fez algum exame do pulmão, uma tomografia, um raio-x de tórax?
14:11Precisa ver, né?
14:12Você não começa a ter falta de ar por nada.
14:16Você precisa realmente justificar isso.
14:19Outros sintomas comuns, assim, não tão comuns, né?
14:25Mas, vamos dizer, na lista aí de comuns, é uma dor que aparece, assim, no tórax.
14:30Então, uma dor que você não consegue justificar, que é persistente, vá atrás disso.
14:36É algo que faz o paciente procurar rapidamente.
14:41É uma tosse com sangue, então isso...
14:43A pessoa já assusta, né?
14:44Isso assusta, então vai mais rápido.
14:46Mas se você tiver uma roquidão persistente, ah, eu tive uma amidalite, lógico, você vai ficar rouco.
14:54Mas, assim, quando você passa um mês, dois meses, é um sinal de alerta, sim, tá bom?
15:00Perda de peso inexplicada também é um sinal de alerta.
15:06Perfeito.
15:06Chegou uma pergunta interessante aqui pra gente sobre Covid.
15:10Quem já teve Covid, doutora Rizê, deve ficar mais atento ou não há essa relação do câncer de pulmão com a Covid?
15:18A gente não tem ainda bem estabelecido sobre esse risco.
15:22Mas, como eu disse, quem tem uma doença estrutural no pulmão, por exemplo,
15:25alguém que teve um Covid muito grave e aí ficou com sequelas no pulmão.
15:31É importante acompanhar, sim, essas sequelas, porque isso pode ser um fator de risco, sabe?
15:39A gente viu também que na época da pandemia a gente teve um aumento no número de diagnósticos
15:46porque a gente começou a fazer mais tomografias por outro motivo.
15:50Então, acabava achando ali um carocinho.
15:53Os nódulos pulmonares que a gente encontra nas tomografias, nem sempre eles vão ser câncer.
16:00Mas, por exemplo, 25% dos micronódulos pulmonares que são encontrados, eles não são câncer.
16:08São relacionados a infecções prévias, à exposição à poluição.
16:11Mas, se a gente encontra isso, a gente passa a acompanhar aquilo.
16:17Se fica tudo quietinho lá no lugar, não tem, às vezes, nem indicação de fazer biópsia.
16:22Mas, se você saber que já tem alguma coisa, é importante, sim, acompanhar aquela alteração
16:28se for possível, se for acessível com o pneumologista ou com o médico da unidade de saúde,
16:36o que você tiver acesso.
16:37Então, assim, não que a gente tenha comprovadamente um aumento do risco,
16:43mas a gente teve um aumento do diagnóstico por ter feito mais exames.
16:48Falando em exame, nosso tempo já está quase acabando, mas dá tempo de você responder essa.
16:53Para a gente se prevenir, então, quais exames anuais eu tenho que pedir para o meu médico
16:57para eu dar uma rastreada ou se eu não estiver ali no grupo do fator de risco, não precisa.
17:03Vamos falar sobre essa prevenção.
17:04A indicação formal para fazer exame é realmente para quem tem o risco elevado.
17:09Então, para quem fuma, fazer uma tomografia que a gente fala tomografia de baixa dose,
17:16uma vez por ano e 15 anos depois do tempo que você parou de fumar, é indicado.
17:23Para as pessoas no geral, bom, a gente às vezes confunde um pouquinho o termo prevenção
17:30com diagnóstico precoce.
17:33Então, os exames de prevenção, quer dizer, a prevenção não é feita com exames, né?
17:39A prevenção é feita com alimentação saudável, com exercício físico, com os hábitos.
17:45Essa é a prevenção.
17:46Com não fumar, né?
17:47Que é o principal aqui que a gente está conversando.
17:49Não há indicação formal da gente fazer raio-x em todo mundo para rastrear, tá bom?
17:55Mas é importante ter essa história familiar bem clara, ter atenção com os seus sintomas
18:02para caso você tenha qualquer coisa, você possa investigar o mais breve possível, tá bom?
18:08Com certeza, a gente tem que estar atento.
18:10Doutora Rízia, obrigada pelo bate-papo.
18:13Foi massa começar a semana aí.
18:15Obrigada.
18:15A gente conversando sobre esse assunto tão importante.
18:17Até a próxima, viu?
18:18Até a próxima, obrigada.
18:19Valeu.
Comentários