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O presidente Lula (PT) conversou por telefone com o presidente da China, Xi Jinping, nesta segunda-feira (11). Os líderes defenderam o multilateralismo e o Brics. A ligação, no entanto, ocorre em meio à crise com os Estados Unidos e levanta o debate se a aproximação com a China pode intensificar o tarifaço do governo Trump contra o Brasil. Reportagem: Luca Bassani.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/AUXka231EmE

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Transcrição
00:00Antes, eu quero chamar o nosso amigo que está lá na China, o Luca Bassani, porque em meio às tarifas de Donald Trump,
00:06o presidente Lula conversou com Xi Jinping sobre a defesa do multilateralismo e o papel do G20 e dos BRICS.
00:12Vamos então com o Luca Bassani, que está no local certo para falar sobre isso.
00:16Conta aí, meu amigo, o que rolou nesse papo? Bem-vindo.
00:20Boa tarde a você, Evandro, a todos que nos acompanham aqui, nosso querido 3 em 1.
00:24O presidente chilês Xi Jinping conversou por telefone por praticamente uma hora com o presidente Lula
00:31para falar sobre uma diversa gama de assuntos que são importantes nesse momento em que o tarifácio para a China
00:39foi postergado por mais 90 dias, mas para o Brasil já continua em vigor.
00:46O presidente chinês disse que o sul global, com a liderança dos BRICS,
00:51esse momento em que o multilateralismo tem uma crise no mundo, é muito importante esta relação entre estes países,
00:59ressaltando as diversas conferências realizadas pelo bloco dos países emergentes durante os últimos anos.
01:06Inclusive, a agência estatal mais relevante aqui na China, a Xinhua,
01:11disse que nunca antes a relação entre China e Brasil estiveram em um patamar tão positivo,
01:16ressaltando que esta liderança dos dois países, seja um na Ásia e o outro na América do Sul,
01:23é fundamental para manter a ordem do comércio global,
01:26evitando com que os tarifácios ou outras medidas protecionistas
01:30possam ter um efeito devastador para a economia global.
01:35Também, de acordo com o escritório do presidente Lula,
01:38eles conversaram sobre outros assuntos envolvendo a guerra na Ucrânia,
01:42as guerras do Oriente Médio e as questões de mudanças climáticas,
01:46onde o Brasil acredita que a China pode ter um papel de protagonista.
01:50Não podemos esquecer que a China ultrapassou os Estados Unidos
01:54como o maior parceiro comercial do Brasil,
01:57e o presidente Lula tem apostado bastante nesta relação
02:01para compensar os danos e as perdas que, evidentemente,
02:05o tarifácio trarão ao Brasil.
02:07Obrigado, Luca Bassani. Um ótimo trabalho para você aí na China, meu amigo.
02:12Agora, 4h32, quem nos acompanha pela rádio, um rápido intervalo.
02:15Daqui a pouco espero vocês. Nas outras plataformas seguimos.
02:18Ô, Alangani, eu quero te ouvir sobre essa ligação do Brasil com a China,
02:21porque a gente sabe o quanto os Estados Unidos têm ficado incomodados
02:25com o crescimento e atuação da China nos últimos tempos.
02:28E Brasil já está totalmente na mira dos norte-americanos nos últimos tempos.
02:34Essa ligação pode colocar um pouquinho mais de pimenta ainda nessa relação?
02:38Com certeza. E agora, o que a gente percebe é uma movimentação dentro dos BRICS
02:44e o Brasil, inclusive, intermediando essas relações.
02:48Por conta do protecionismo de Donald Trump, diga-se de passagem,
02:52o alvo principal é a China, mas para atingir a China,
02:57você também atinge os países dos BRICS.
02:59Então, a Índia foi fortemente taxada em 50% por manter um comércio com a Rússia.
03:07Só que o grande problema é que ela depende do diesel russo
03:11e isso acaba com a agricultura da Índia e a base de apoio do presidente Modi.
03:17Então, ele não vai ceder neste ponto.
03:20A China e a Rússia já mantêm relações desde a guerra entre Rússia e Ucrânia.
03:26O Brasil mantém relações com a China.
03:29Agora também, encontro, ligou para o Xi Jinping, falou com o Putin.
03:34Mas os Estados Unidos também têm relações com a Rússia, né?
03:36E os Estados Unidos...
03:37Comerciais.
03:37Tem as relações comerciais, muito embora houve as sanções econômicas,
03:42mas alinha alguns produtos, como petróleo, às suas exceções.
03:47Aí ele fica cagando regra para o outro país que está cagando lá?
03:49Pois é. E aí, o que a gente percebe?
03:51Que essa política protecionista tem aliado os países dos BRICS.
03:57Então, por exemplo, a Índia, que é uma aliada histórica dos Estados Unidos,
04:02está indo se encontrar com o Xi Jinping.
04:04O Modi está indo se encontrar com o Xi Jinping.
04:06Isso é inimaginável, né?
04:08Porque eles têm problemas de fronteiras.
04:10Então, é uma nova configuração e os BRICS, como conjunto, não isoladamente,
04:18acaba sendo uma força econômica relevante.
04:21Se isso vai ser bom para o Brasil, é uma outra história.
04:24Mas o protecionismo de Donald Trump tem aproximado os países dos BRICS.
04:30Piperno, como é que você avalia essa aproximação?
04:33Ela pode trazer ainda mais sanções ao Brasil?
04:36Ela pode trazer, eventualmente, algumas sanções a mais,
04:39só que também...
04:40Porque se vierem sanções, vão ser o Brasil.
04:42Porque para sancionar a China é difícil.
04:43Porque ela vai lá e dobra a aposta.
04:45Diante do tamanho do comércio, é preciso recuar, como nós já acompanhamos.
04:49Mas o Brasil, não. O Brasil pode se ferrar.
04:52O Brasil, nesses últimos dias, tem se movimentado bastante,
04:56procurando também estreitar mais relações.
04:58Não só com os parceiros dos BRICS,
05:00como eu acabei de citar aqui, Canadá, México,
05:03o país com quem o Brasil tem reuniões marcadas ainda em agosto.
05:07E também, nos próximos dias, deve ser fechado o acordo comercial com os Emirados Árabes.
05:13Piperno, eu entendo essa aproximação,
05:15mas eu vejo que os setores que são afetados,
05:18boa parte deles defende que haja uma negociação com os Estados Unidos,
05:21porque eles veem, nos Estados Unidos,
05:23o cliente de maior qualidade do Brasil.
05:26Então, embora você fale em expansão para outros países,
05:29para esses setores, isso seria secundário.
05:32Isso ficou muito claro na fala do Marcos Antônio,
05:35que participou conosco aqui ontem,
05:36que é a CEO da Secafé,
05:38que é o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil,
05:40que é um dos setores que estão sendo mais prejudicados agora por esse tarifácio.
05:44Ao ser questionado sobre ampliação para outros países,
05:47ele menciona, claro, isso aí seria interessante para nós,
05:50mas o que nós queremos é negociação com os Estados Unidos,
05:53que são os nossos maiores clientes.
05:55Então, embora haja uma aproximação,
05:57isso não tira a vontade desses setores
05:59de conseguir recuperar a relação que eles têm com os norte-americanos.
06:02Claro, os setores precisam disso
06:04e eles vão conseguir isso negociando com os seus parceiros locais.
06:08Não vai ser com o governo dos Estados Unidos.
06:11É importante que todo mundo tenha a exata noção disso.
06:15Agora, cada país reage uma forma.
06:17Por exemplo, lá na Índia, hoje e ontem,
06:19várias reportagens mostraram, por exemplo,
06:25início de um movimento de boicote aos produtos americanos.
06:30Então, isso toca no bolso.
06:32Então, isso é uma forma de reagir.
06:34No caso, por exemplo, das conversas do Brasil com a China.
06:38E vejam, o Brasil, especialmente no governo Lula,
06:42ele, de fato, tem fortes ligações com a China,
06:45só que o Tarifácio e as ações de Donald Trump
06:49têm empurrado o Brasil ainda mais para isso.
06:51Então, esse movimento não ocorre apenas
06:55por desejo e vontade brasileira,
06:58mas também por um incentivo do outro lado hostil.
07:02Então, vejam, o que o Brasil, por exemplo,
07:05hoje conversou com a China,
07:07segundo relatos que, enfim, vazaram aí.
07:10Os Estados Unidos, agora no final de semana,
07:13o presidente Trump, ao anunciar que conversaria com a China,
07:17que adiaria aí, enfim, as tarifas e tal,
07:21ele ia exigir que a China quadruplicasse as compras de soja americana.
07:27Ora, isso impacta o produtor brasileiro.
07:30Então, é necessário, sim, que o governo brasileiro,
07:34entre outros temas com a China, coloque isso na mesa.
07:37Falando, opa, nós queremos manter,
07:40por sinal, queremos, inclusive, ampliar o nosso comércio
07:43e as nossas vendas.
07:45É isso que está na mesa também,
07:47é isso que o Brasil tem que buscar.
07:48Agora, é interessante essa questão dos setores
07:50terem que negociar diretamente,
07:52que você menciona, Piperno,
07:53porque, e eu quero comentar isso com o Bruno Musa,
07:56na conversa que eu tive ontem com o CEO do CKF,
07:58o que me chamou a atenção é o fato deles não terem nenhum,
08:03digamos, caminho direto de diálogo.
08:06Eles mencionam, nós não fazemos a mínima ideia
08:09de com quem a gente pode conversar ou dialogar
08:12para alterar ou se recuar nessa situação.
08:16Ou seja, está tudo muito concentrado na política norte-americana
08:19e em Donald Trump e seus aliados.
08:22E para que haja uma comunicação,
08:24seria necessária uma iniciativa do Brasil.
08:27Talvez até na figura do presidente Lula,
08:29que até agora não aconteceu
08:31e não parece próxima de acontecer.
08:33Ou seja, Bruno Musa,
08:35como que essa solução vai se dar?
08:38E ela se daria apenas com ampliação
08:41para outros países
08:42e não necessariamente para uma negociação
08:44direta com os Estados Unidos,
08:46que é o que buscam esses setores?
08:49Pois é, veja, Ivandro,
08:51eu acho que esses erros começaram lá de trás.
08:53Hoje saiu uma notícia falando o seguinte,
08:55o Ministério do Comércio Chinês
08:57anunciou a suspensão
08:58ou o fim de medidas de controle de exportação
09:00contra 28 entidades americanas
09:02à medida que a negociação entre China e Estados Unidos avança.
09:06Ou seja, a questão aqui começou lá de trás.
09:09Lula optou por não encontrar Donald Trump
09:11sequer logo após as suas eleições.
09:14Ele fez essa opção,
09:16assim como tinha feito com o Milley,
09:18que foi à Argentina, encontrou lá há pouco tempo
09:20e aproveitou para visitar a Cristina.
09:23A Cristina é presa com uma plaquinha para soltá-la.
09:26Então, eu acho que isso veio desde lá de trás,
09:29esse início de tensões.
09:31E mais, o Brasil não foi chamado
09:34para escolher um lado.
09:36Ele voluntariamente levantou a voz
09:39e falou, eu quero assumir esse lado.
09:41Ou seja, de novo, voltamos naquilo,
09:43gerenciamento de risco
09:45muito, muito, muito ruim.
09:47Você não é chamado,
09:49você pode escolher os dois lados,
09:52mas optou por um verbalizando isso.
09:55Veja, a China,
09:57ela sempre se mostrou
09:59a favor da desdolarização.
10:01Há três anos,
10:02ela vem comprando quantidades massivas
10:04de ouro físico.
10:05Há três anos,
10:06ela vem vendendo
10:07os seus títulos públicos americanos
10:09para diminuir a sua exposição ao dólar.
10:11E vem fazendo isso quietinha.
10:13Eu que sou do mercado financeiro,
10:15eu vivo isso no dia a dia,
10:17até para as carteiras dos meus clientes.
10:19Então, mas é algo mais técnico.
10:21Não sai assim na grande mídia.
10:23Portanto, a gente sabe
10:24que ela está fazendo isso.
10:25Mas mesmo assim,
10:26você vê a evolução entre China
10:28e Estados Unidos
10:29nas conversas.
10:31Eles estão para se encontrar
10:32novamente Trump e Xi.
10:34Ou seja,
10:35há um andamento nisso.
10:36Mas o Brasil optou
10:37por assumir esse lado.
10:39E agora,
10:39como ele não tem mais interlocução
10:41nos Estados Unidos,
10:42ele precisa fortalecer
10:44aqui nos BRICS.
10:45Ao passo que os outros países
10:47fortes do BRICS
10:49negociam com os Estados Unidos.
10:51Então, isso coloca o Brasil
10:53numa posição já fragilizada,
10:55ainda mais fragilizada.
10:57O Lula parece que tem um fetiche
10:59na moeda dos BRICS,
11:01que é quando tudo isso também
11:02se intensificou ainda mais.
11:04Mas o grande ponto
11:05é que para você ter uma moeda dos BRICS,
11:08imaginemos que isso aconteça.
11:09me parece que a China não quer.
11:11Ela quer o Yuan
11:12sendo usado por mais pessoas.
11:14E não uma moeda dos BRICS.
11:16Para você ter uma moeda dos BRICS,
11:18você precisaria ter
11:19a correspondente demanda
11:21pela moeda.
11:22Uma moeda sem demanda
11:23significa que aquela moeda
11:24é inflacionada,
11:25ela tem inflação.
11:26Se ninguém demanda moeda
11:27e ninguém poupa naquela moeda,
11:30ela é uma moeda que perde valor.
11:31E uma moeda sem valor,
11:33ela é inflacionada.
11:35Ninguém quer esse papel.
11:36E é o passo que ninguém quer também
11:38trocar tudo que você tem
11:40em dólar por Yuan,
11:42porque a China é um país
11:43com controle de capitais.
11:45Então você não sabe
11:45se no dia de amanhã
11:46um controle de capitais
11:47não te permite ter acesso
11:48ao teu dinheiro.
11:49Portanto, não é trivial essa ideia.
11:52É algo que se acontecer,
11:53essa desdolarização,
11:55ela acontece num longo prazo.
11:57Grande parte da liquidação
11:59do comércio internacional
11:59é feito em dólar.
12:01Portanto, por todos esses dados,
12:04é o que eu venho falando.
12:05Esse jogo que o Brasil
12:06está querendo jogar
12:07é perdido desde o começo.
12:10A gente precisa ter
12:11algum estrategista lá dentro
12:13para alertar.
12:14Não está surtindo efeito.
12:16Parece que o óbvio
12:17não consegue ser enxergado
12:18por membros importantes
12:20do governo brasileiro.
12:21Olha, gente,
12:22além desse tema aqui
12:22que nós estamos discutindo,
12:24está rolando também
12:24uma enquete lá no nosso YouTube
12:26com a seguinte pergunta.
12:27A ofensiva da oposição
12:29contra Alexandre de Moraes
12:30nas embaixadas
12:31representa, na tua opinião,
12:32A defesa da liberdade brasileira,
12:35desgaste de imagem do Brasil,
12:37apenas uma luta política.
12:38Participa lá da nossa enquete,
12:40faça o seu comentário também
12:41para que a gente possa trazer
12:42ao longo aqui
12:43da nossa edição do 3 em 1.
12:45Ou aparece na nossa tarja,
12:47ou eu chamo aqui
12:47no nosso telão
12:48para que o seu comentário
12:49também sirva aqui
12:51de repertório
12:52para os nossos amigos
12:53trazerem as opiniões
12:54e a gente formar
12:56uma ótima opinião crítica
12:58sobre esses assuntos.
12:59Conto com a tua participação.
13:01Espaço está sempre aberto
13:02por aqui.
13:03Fala, Zé Maria Trindade,
13:04sobre essa ligação
13:05de Lula e Xi Jinping,
13:06meu amigo.
13:06O que você avalia?
13:09Olha, durante a pandemia
13:10nós descobrimos
13:12que o Brasil dependia
13:14em 90 e poucos por cento
13:16da China
13:16para insumos hospitalares.
13:18Então, assim,
13:19luvas, seringas, tudo, né?
13:22Porque era mais barato
13:23e o Brasil ficou dependente
13:25da China.
13:26Passou a pandemia,
13:27o Ministério da Saúde
13:28está acordando para isso.
13:29me disseram,
13:31integrantes da Força Aérea Brasileira
13:33que foram na China
13:35buscar insumos hospitalares
13:37que era perigosíssimo,
13:39que não podia abastecer
13:40a aeronave em qualquer lugar
13:41porque o avião
13:43poderia simplesmente
13:44ser retido
13:45para a emergência
13:47de cada país
13:48na área de insumos hospitalares
13:50que estava em falta
13:50no mundo inteiro.
13:52Por que eu estou contando isso?
13:53É o perigo da dependência.
13:55Isso é muito perigoso.
13:57O Brasil tinha
13:58um negócio
13:59com os Estados Unidos
13:59na faixa de 25%
14:02das nossas exportações
14:03iam para os Estados Unidos.
14:06Se houvesse
14:07uma ação desta
14:08lá atrás,
14:10a situação
14:10era muito mais crítica, né?
14:13Hoje fica em torno
14:14de 12%
14:15o comércio.
14:17Metade disso
14:18foi, vamos dizer,
14:20garantido através
14:21da lista
14:22de exceções.
14:23Então, assim,
14:25não é tão problemático assim,
14:27mas já provoca um problema.
14:28E nós estamos caminhando aí
14:30para uma dependência
14:31muito grande da China.
14:33A China
14:34é o nosso
14:34parceiro comercial
14:36agora disparado
14:37em primeiro lugar, né?
14:39Em segundo lugar
14:40vem a comunidade
14:40econômica europeia
14:41se considerado
14:42um bloco terceiro
14:43dos Estados Unidos.
14:44Mas país a país
14:45dos Estados Unidos.
14:46Então, assim,
14:47eu acho que está na hora
14:48do Brasil
14:49ficar de olho aberto
14:50com a China
14:51com relação
14:52a esta dependência
14:53de negócios.
14:54Quanto à moeda
14:55eu me lembro
14:57que em 99
14:58lançaram uma moeda
14:59que poderia fazer
15:00frente ao dólar
15:01o euro
15:02e num certo momento
15:04houve contratos
15:05assinados em euro, né?
15:07Houve várias ações
15:09em que o euro
15:10substituiu o dólar.
15:12Eu me lembro
15:12que bandas internacionais
15:14começaram a assinar
15:15contratos
15:15e cobrar
15:16em euro, né?
15:17E aí a gente viu
15:19que o euro subiu
15:20já foi até 3 dólares
15:21o euro
15:22e não emplacou.
15:24Então, o que que
15:25manda nisso aí?
15:26É o mercado.
15:27O mercado
15:28não adianta alguém
15:29impor uma moeda, né?
15:31O mercado é que manda.
15:32Se não houver demanda
15:33como diz
15:34o Bruno
15:35aí a inflação
15:36corrói
15:37aquela moeda.
15:39O dinheiro
15:40meus amigos
15:41é um pedaço
15:42de papel
15:43com um desenho
15:44e nada mais
15:45do que isso.
15:46O que que agrega?
15:48É a credibilidade
15:48a projeção
15:49do futuro.
15:50Se não houver
15:51essa credibilidade
15:52essa projeção
15:53do futuro
15:54o dinheiro
15:54passa a ser
15:54um pedaço
15:55de papel
15:56e pronto.
15:57E olha, gente
15:58eu quero trazer aqui
15:58um comentário
15:59de quem participa
16:00do nosso 3 em 1
16:01vamos com a Shirley
16:02Galoni Oda
16:03que diz o seguinte
16:04mas o rombo
16:05na economia
16:05já está em 9 trilhões
16:07ou seja,
16:07o Brasil já está
16:08economicamente quebrado
16:09com ou sem Trump.
16:11Shirley,
16:12obrigado pela tua participação
16:13é muito interessante
16:14ter o teu comentário
16:15você concorda com ela?
16:16Absolutamente
16:17o nosso principal problema
16:19continua sendo
16:20o problema fiscal
16:21inclusive
16:23se eu não me engano
16:24foi o Mansueto
16:25numa entrevista
16:26hoje
16:26o valor
16:27ao estado de São Paulo
16:29mencionou isso
16:30quer dizer
16:30o nosso maior desafio
16:32é o fiscal
16:33então ela está
16:33de parabéns
16:34indo ao encontro
16:36de um grande economista
16:37como o Mansueto.
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