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O convidado do programa desta terça (29) pode até se chamar Diogo Forjaz, mas eu garanto que de forjada a sua análise política não tem nada, viu? O jornalista está no estúdio para falar tudo o que vocês precisam saber sobre o impacto das tarifas de Trump no agronegócio do Brasil… agro só é pop assim, porque tá cheio da grana viu? Tenta colocar o nabo no rabanete da população para ver se não vira tudo abobrinha. Ele repercutiu também a importância da diplomacia brasileira na taxação e as expectativas para o cenário global diante das circunstâncias atuais. Melhor assistir à entrevista na íntegra ou vai ter que explicar o motivo do tarifaço não ter nada a ver com o aço.

Assista ao Pânico na íntegra:
https://youtube.com/live/y3_EtT5N_pM?feature=share

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Diversão
Transcrição
00:00Pode botar, solta aqui.
00:02Grava de hoje, o jornalista e analista político que vem arrebatando milhares de seguidores.
00:10E quem diz isso?
00:10Ah, isso eu não sei, né?
00:13Crítico, astuto, polipalente, o homem é uma fera.
00:18Não, é nada.
00:20É mesmo?
00:21Não sei.
00:23Aplausos para...
00:25Diogo Forjas!
00:30Muito bem, está aqui o Diogo, presença ilustre nesse programa.
00:33Muita gente já esperando você aqui, que é fã.
00:35Você está nas redes sociais, né?
00:37Você está no YouTube, Twitter.
00:39Estou no YouTube, no Facebook, no Twitter, no X, onde dá para comparecer, a gente tem que ocupar espaço.
00:45Quem não segue ele, o Instagram é arroba Forjas, Forjas com Z, Diogo, tudo junto.
00:51Forjas, Diogo, para você seguir.
00:53E o nosso galã, o nosso querido...
00:56Rei da Dirce.
00:57Alangando o Rei da Dirce.
00:58Sim.
00:58As mulheres fazem fila.
01:00As mulheres param, beijam.
01:02Você buzinam.
01:03É, e ele está lá fazendo muito sucesso.
01:06Eu e o Falcão, né?
01:06Não, você está fazendo muito sucesso.
01:08Muito.
01:08Então você vai fazer a primeira pergunta agora para o Forjas estar aqui com a gente.
01:13Bom, vamos lá, Forjas.
01:15Como é que você está vendo toda essa situação do tarifácio?
01:20Qual que é a causa principal para o Brasil ser sancionado em 50%?
01:26Porque tem várias hipóteses na mesa.
01:27Na sua visão, qual que é o motivo principal?
01:30Eu acho que a gente tem que dividir esse assunto em três aspectos diferentes para ele fazer sentido.
01:35A gente tem a questão comercial e aí não tem nada a ver com o saldo da balança comercial,
01:39mas como o Brasil passa a ser utilizado como uma ferramenta econômica de projeção nos Estados Unidos.
01:45E isso nos leva ao segundo aspecto a ser avaliado, que é a influência massiva do Partido Comunista Chinês no Brasil, em diferentes vertentes,
01:51e que torna o Brasil, então, uma proxy econômica da China.
01:54E isso causa impacto ao mercado americano e à zona de projeção dos Estados Unidos em outros países com os quais o Brasil faz negócios.
02:00E o terceiro ponto importante são as agendas repressivas que têm um padrão internacional
02:05e que foram fomentadas no Brasil como em um laboratório a ser copiado nos outros países
02:10e que agora, com a mudança de vertente política internacional que o mundo está vivendo,
02:14o Brasil passa a ser aquilo a ser rechaçado e não copiado.
02:18Portanto, desbravar os avanços autoritários no Brasil não versa apenas sobre o Brasil,
02:24mas sobre a possibilidade de desarticular essas mesmas estruturas nos outros países
02:30antes mesmo que elas estejam sólidas.
02:32Então, tem três aspectos importantes e todos eles estão na agenda internacional de Donald Trump,
02:37que vem combatendo a influência do Partido Comunista Chinês no mundo todo,
02:40fez na Groenlândia, fez no Panamá, fez no México, faz no Canadá, fez na Europa, faz no Oriente Médio.
02:46Então, há um padrão na agenda internacional.
02:48Do Trump, isso passa por pressionar o Brasil.
02:51Então, a desculpa, a desculpa, a justificativa original do tarifácio são as arbitrariedades,
02:55e sim, elas fazem sentido, mas existe uma agenda maior.
02:58Inclusive porque o conjunto de tarifas que os Estados Unidos têm apresentado no mundo
03:03criam, no meu entendimento, uma fronteira tarifária que força os países a afastar-se do multilateralismo,
03:08das supranacionais e passar a debater as relações comerciais de maneira bilateral.
03:14Então, essa bilateralidade tende a fortalecer os mercados internos
03:17e quanto mais fortes os mercados internos são, mais fraca é a influência da China.
03:20Voltamos à mesma agenda central.
03:21Então, acho que passa por isso em que o Brasil acabou tornando-se um símbolo
03:25desses múltiplos pontos, nessas três camadas aí de avaliação.
03:28Diogo, eu queria te fazer uma pergunta, e aí se o Alan também quiser complementar,
03:32sobre a gente estava conversando anteriormente sobre a sessão 301.
03:36Onde entra isso? O que é? Só para deixar bem claro aqui para a nossa audiência.
03:41A sessão 301 é um instrumento de...
03:45Não vou dizer investigação. No nosso caso vai servir como investigação,
03:47mas é um instrumento para mitigar desigualdades ou exploração na relação comercial com os Estados Unidos.
03:54Então, tem múltiplos fatores lá.
03:55No nosso caso, especificamente, os pontos que foram escolhidos na sessão 301,
03:59elas vão nos pilares da participação do modelo de takeover chinês no Brasil.
04:04Então, nós estamos falando aí, vai, de...
04:08Apareceu lá 25 de março, por exemplo, na sessão 301.
04:11Pô, isso tem a ver com pirataria, isso tem a ver com a destruição do mercado de produção de miudeza,
04:15isso tem a ver com...
04:16Então, quando você para para olhar o panorama geral dos pontos colocados no 301,
04:20todos eles têm um potencial muito grande de atingir justamente essa influência da China, no Brasil.
04:27Um exemplo recente de tarifa, foi até anterior aos 50%,
04:29e que tem muito a ver com esse caso do 301 que você citou.
04:33Eu não lembro agora todos os itens, tá?
04:35Em live eu cheguei a bater um por um e explicar.
04:36Agora, assim, de cabeça eu não me lembro.
04:38Mas a gente tem o caso dos mineiros de ferro,
04:40em que o Brasil tem uma qualidade muito grande, tem uma produção muito grande,
04:45e a gente vende o nosso mineiro inteiro para os Estados Unidos, praticamente,
04:48a maior proporção vai para lá.
04:50E a gente compra o de menor qualidade da China.
04:53A gente tem uma relação de quanto a gente pode vender para os Estados Unidos,
04:57e a gente vende o excedente e paga essa tarifa adicional do excedente.
05:01Por que a gente pode fazer isso?
05:02Porque nós estamos comprando baratinho da China.
05:03Então, na prática, a China está pedalando minério pelo Brasil dentro do mercado americano.
05:07Isso reduz a capacidade do mercado americano local de produção.
05:10Se ele tem que produzir menos, ele vai ter menos estrutura logística,
05:12menos capacidade produtiva, menos independência, por aí vai.
05:15Trambiqueixa.
05:16Trambiqueixa.
05:16A gente sabe muito bem o que é trambiqueixa.
05:18Vai na lavagem de dinheiro, vai na participação direta do mercado chinês, enfim.
05:23E tem o negócio desses bancos de digital também,
05:28que é o PCC, dinheiro, lavagem de dinheiro, é um monte de rolo.
05:32Puta, foi bom você ter falado nisso.
05:34É um monte de rolo.
05:34O PCC, fez negócio do PCC, vai competir, agora o 301 vai acabar com o PCC.
05:39Isso é a maior balela da história da humanidade, né?
05:41Porque não vai acabar com o PCC coisa nenhuma.
05:42Claro.
05:43O que ele faz ali, ele faz uma referência ao PCC sobre o risco do controle estatal na transação
05:49e sobre o impacto que o Estado pode ter nas empresas americanas.
05:52É muito claro.
05:52O próprio documento chega a citar praticamente isso.
05:55E voltamos então ao mais um ponto.
05:57O controle, né?
05:58De novo, o ponto do controle.
05:59Então, os Estados Unidos não querem perder para a China.
06:04Essa que é a grande realidade, né?
06:06Ele não quer perder o negócio e você já perdeu a aposta,
06:09porque você falou que o Trump não sabia negociar.
06:11Eu falo isso.
06:13Falou, falou.
06:14Falou.
06:14Falou.
06:16Falou que ele ganhou o Putin.
06:17Falou grosso.
06:18E falou que o Putin era melhor.
06:19Eu falo que o Putin era melhor.
06:22Falou que o cabelo sabe que está horroroso.
06:24Você usava outro traqueado, Diego.
06:27Colocando palavras na minha boca.
06:29Falou.
06:29Falou que o Putin tinha mais cabelo na maquiagem.
06:31O que eu falei é que a China hoje é uma ameaça.
06:34Lógico, é uma ameaça aos Estados Unidos.
06:37Com a Rússia.
06:38É uma ameaça.
06:38Mas o Trump mostrou que negociou com a União Europeia.
06:41Quem tem a carta.
06:42Você acha que ele fez bem?
06:44Você acha que ele...
06:45Porque o Trump, ele é um cara que...
06:47Ele é bom para negociar, né?
06:49Ele é danado.
06:50Porque ele sempre dá uma...
06:53Ele sempre deixa uma brecha na negociação, né?
06:56Pode ver toda a negociação que ele vai fazer.
06:59Ele dá uma brecha.
07:01Ele joga lá em cima a régua, depois chega num meio termo, né?
07:05Agora, o Emílio, eu acredito que esse mundo mais tarifário que a gente vai viver, né?
07:11Enfim, ele é um mundo que se torna pior.
07:14Eu sou um defensor de globalização, inclusive, tão defendida pelos Estados Unidos, né?
07:22Uma ordem mundial liberal, neoliberal, que os Estados Unidos fomentaram, intensificaram com o Reagan e a Thatcher,
07:30e que trouxe um padrão de vida mundial muito grande.
07:33Que é o que interessa, no final das contas.
07:35Melhorar a vida das pessoas, né?
07:37Então, o livre comércio melhorou a vida das pessoas.
07:40E agora, com mais protecionismo, o que eu vejo?
07:44Você vai ter uma consequência econômica, sim.
07:46Eu vejo como um retrocesso.
07:50Esse é o motivo pelo qual eu fui contra as tarifas aqui da Chen, lembra?
07:54Eu sou contra as tarifas da blusinha, como eu sou contra também ao protecionismo de Donald Trump.
08:00Apesar de ser de direita, conservador, etc., mas o protecionismo não tem nada a ver com direita.
08:08É isso, Diogo?
08:10Vou trazer, posso trazer uma outra perspectiva?
08:12Pode.
08:13Vamos imaginar o seguinte.
08:14Antes desse processo avançar, e quando nós ainda tínhamos, vamos chamar de fronteiras tarifárias para ficar mais fácil de entender.
08:21Relação de tarifas entre países.
08:23A gente tinha, por exemplo, o conceito das multinacionais.
08:25Você encontrava uma mesma empresa que tinha fábricas em países diferentes.
08:29Quando uma empresa americana faz uma fábrica no Brasil, ela gera empregos no Brasil.
08:32Quando ela gera empregos no Brasil, ela gera capacidade sustentada de consumo.
08:36Não é baseada em crédito, não é baseada em fluxo financeiro.
08:38É a geração de riqueza.
08:39A geração de riqueza amplia a base monetária, porque a riqueza compensa o processo inflacionário.
08:45Cria parte da perspectiva de valor da moeda.
08:47Então, quanto mais sórdos são os mercados internos, mais sórdas são as relações econômicas entre as nações e as suas autonomias.
08:58O que acontece é que esse conceito liberal, que a princípio parecia realmente muito fantástico,
09:03ele seria, talvez funcionaria bem, se nós tivéssemos mantido a pluralidade produtiva.
09:08Ou seja, se todos os países continuassem a ter as suas matrizes produtivas de valor agregado,
09:13em grande medida nos seus próprios países ou entre países.
09:16Mas o problema é que isso serviu, essa remoção das fronteiras tarifárias,
09:21deixou um campo aberto para a China concentrar a produção do mundo.
09:25Então, há um sinocentrismo produtivo, que é resultado da ausência de tarifas, fronteiras tarifárias.
09:29Então, tem um campo aberto, livre, para a China entrar.
09:32A China tem as tarifas não financeiras, as agendas SG, 2030, direitos humanos,
09:38que os outros países são cobrados e têm que cumprir, mas a China não.
09:42A China vinha sendo um dos países que mais poluiu no mundo, sem nunca ser cobrada por isso.
09:45Então, há um custo adicional para os demais.
09:47Além disso, a China tem empresas que não são privadas.
09:51Uma mentira que o mundo aceitou justamente pela vantagem financeira que você gerou para pessoas, empresas e governos.
09:57Agora, quem fomentou e quem fez com que a China crescesse muito foram os próprios americanos.
10:03Foi os Estados Unidos.
10:04Fazendo fábrica lá no Brasil.
10:05Quer dizer, levando fábrica para lá.
10:07E diga-se de passagem, há 10 anos, a renda per capita norte-americana dobrou.
10:12Então, não é que os Estados Unidos saiu prejudicado dessa história.
10:16A verdade é que a China absorveu todo o impacto inflacionário do mundo.
10:20Existem uma série de indústrias ainda nos Estados Unidos.
10:23E, para mim, o principal dado é o crescimento...
10:27Veja, dobrou a renda per capita norte-americana.
10:30Então, não é que a China...
10:31A gente tem uma visão de que a China acabou piorando o mundo.
10:36Não.
10:36O padrão de vida dos Estados Unidos melhorou.
10:39A renda per capita norte-americana melhorou.
10:42Então, eu vejo que há uma mudança de discurso agora com o Trump.
10:46Porque, até ontem, o liberalismo era altamente defendido no mundo.
10:50Os dois pontos que você colocou são importantes.
10:52Quem cria esse modelo, realmente...
10:54Essa ideia surge nos Estados Unidos em 1973.
10:57Ela começa a ser implementada em 77.
10:59Isso.
10:59Ela ganha volume a partir dos anos 90 na indústria de miudezas.
11:02E, a partir dos anos 2000, atinge a indústria de complexidade.
11:06Então, sim, surge dos Estados Unidos.
11:07Mas aí a gente tem uma perspectiva política que ampliaria o debate.
11:10Que é entrar na questão do deep state americano, do plano globalista.
11:13Da participação dos europeus nesse processo.
11:15Então, há uma outra agenda por trás.
11:17Claro que não vai caber aqui uma resposta, uma entrevista.
11:20Mas aí nós poderíamos entrar em quem Estados Unidos fez isso.
11:24Quem Estados Unidos fez isso.
11:25Com quais propósitos.
11:27E, voltando no ponto de que melhorou a vida, esse é justamente o problema.
11:30Veja, quando eu tenho empresas que não são privadas.
11:33São empresas estatais que fingem ser privadas.
11:36Que, em Joy Ventures, se juntam com as empresas americanas.
11:39Oferecem trabalho escravo, na prática.
11:40Esse foi o início, principalmente, do modelo.
11:42E ausência de tributos.
11:43Por que não há tributos?
11:44Porque o governo é sócio.
11:45Depois você tem, com isso, uma produção de custo muito baixo.
11:49E o acúmulo de dólares dá produção de custo muito baixo.
11:52Te dá poder de subsídio.
11:53Ou seja, o seu produto é impossível de se competir com ele em qualquer mercado.
11:57E aí, o processo natural do interesse econômico leva essas empresas para lá.
12:01Eu não acho que esse modelo foi sem querer.
12:03Eu acho que ele foi pensado.
12:03Eu concordo com você.
12:05Eu só não acho que seja de interesse dos Estados Unidos.
12:06Por fim, o outro aspecto que você colocou da melhora de vida.
12:10Isso é muito relativo.
12:11Eu vou dizer por quê.
12:12Porque nós estamos olhando...
12:13Não é o dado objetivo.
12:14Não, não, tudo bem.
12:15Mas eu vou qualificar o dado objetivo.
12:16Nós estamos falando de volume de grana.
12:18Certo?
12:19Por habitante.
12:20Sim.
12:20Só que o mundo inteiro inflacionou nesse processo.
12:22Porque o mundo inteiro perdeu capacidade produtiva.
12:25A pobreza produtiva da Europa é absolutamente lamentável.
12:28A mudança do quadro social em razão desse modelo é absolutamente lamentável.
12:32As previdências europeias são a vergonha.
12:34Isso é resultado de um processo que passou a ser mais comercial do que produtivo.
12:37Não, mas ali na Europa você tem um protagonismo do Estado que é muito grande.
12:41Eu estou falando dos Estados Unidos.
12:42A renda per capita norte-americana melhorou e o padrão de vida da China melhorou também.
12:47A China era um país absolutamente pobre e hoje continua assim.
12:51Depende de qual chinês você está melhorando.
12:53Não estou falando que os Estados Unidos...
12:54Gente, eu não estou falando que os Estados Unidos é melhor.
12:57Mas ela melhorou.
12:58Se você pegar de 1980 para hoje, é factual, é objetivo.
13:02A China melhorou.
13:03Roda a China.
13:04O padrão de vida melhorou.
13:05Fora da zona neomercantilista costeira, a conversa é outra.
13:08É, exatamente.
13:09Então, lá a China continua pobre.
13:11Exato, Gani.
13:12Vai dar uma roda.
13:12Não é só a Shanghai lá do...
13:13Não, tudo bem.
13:14Mas eu estou falando assim.
13:15Você é Shanghai.
13:17O que eu estou falando...
13:18O que eu estou falando...
13:18O que eu estou falando é o país.
13:19Você é Shanghai do calcinha.
13:20Zuzu, Zuzu, o país inteiro...
13:22O meu avião, eu fui para Shanghai...
13:25O meu avião, eu fui para Shanghai...
13:26O meu avião...
13:27Você é onde é fábrica, amigo?
13:29Eu estou falando o Covid até hoje.
13:31Não falei que ficou, né?
13:32Os Estados Unidos, nada disso.
13:33Mas que houve uma melhora.
13:35O país inteiro era uma miséria.
13:36E agora você tem, pelo menos, alguns...
13:39O Gani.
13:40O Sami é um cara de dados.
13:41Fala aí, Sami.
13:42Vai, Sami.
13:42Eu sou um cara de dados.
13:43Manda foto.
13:44Tem dado muito.
13:47Não, eu acho que a China melhorou, sim.
13:49A questão, acho que fica, para debate é...
13:53Ok, eu entendo que tem uma questão política.
13:55O Estados Unidos não vai colher uma inflação.
13:58Alguns setores já estão reclamando disso, assim.
14:03O Trump impõe, falando assim, olha, eu estou impondo quem vai pagar essa tarifa é o Brasil.
14:09Isso não é necessariamente verdade.
14:12É uma meia verdade.
14:13Porque uma parte também é paga pela sociedade americana.
14:16E não...
14:17E talvez nem todos estejam alinhados nessa agenda.
14:20Eu topo por uma questão ideológica.
14:23Uma questão disso.
14:24Eu queria...
14:25Eu acho que nos Estados Unidos, no caso da tarifa em relação ao Brasil, há um interesse geopolítico.
14:30Então, de mudar a zona de influência predominante, que hoje é do Partido Comunista Chinês.
14:34Era a mesma zona de influência que nós encontramos em outros países, com outras bases operacionais.
14:39É o caso da Venezuela, com as agendas do narco, do mercado único de petróleo.
14:42É o caso do México, com as agendas do narco.
14:45No caso do Brasil, tem uma matriz de influência produtiva.
14:49A China faz isso.
14:50Ela encosta nos países como parceiro econômico, amplia a percepção de lucro financeiro, enquanto ela esvazia a capacidade produtiva.
14:59Ela vai empobrecendo esses países por dentro, enquanto os números e os dados concretos parecem ser positivos.
15:05Mas quando você para para olhar o resultado final dos parceiros mais próximos da China, é falência.
15:11É quebradeira.
15:11Veja a Argentina.
15:12A Argentina é um caso concreto de uma parceria muito próxima da China até a chegada do Millet.
15:16Para chamar de Argentina, talvez.
15:17Então, quando você fala sobre os Estados Unidos, eu acho que o primeiro ponto é esse.
15:20Acho que o interesse do Trump, um dos principais, e ele tem demonstrado isso ao redor do mundo, né?
15:25É reduzir a influência do Partido Comunista Chinês e a dependência do sinocentrismo.
15:30Concordo com você.
15:31Eu acho que é exatamente isso que ele está falando.
15:34Aconteceu já isso americano com o europeu, em 1800 e tralala.
15:38Aconteceu a mesma coisa que ele fala.
15:39Está muito europeirizada a América.
15:42Os caras...
15:43Porque é o seguinte.
15:43O Brasil, se você pegar o Brasil, o Brasil é um país de trouxa, né?
15:48A gente é trouxa no Brasil porque você pega a Abreu e Lima.
15:51Falaram para a gente que custava...
15:52Era 12, 12 e pagamos 100 bi.
15:56É.
15:57Não é isso?
15:57Abreu e Lima não era 12 que a gente ia pagar?
16:00Nós pagamos 100 bi.
16:01Então é um país de tonto.
16:02A gente paga qualquer coisa que eles falarem e a gente vai pagando.
16:06Só que o Brasil é grande.
16:09E o Brasil...
16:09O Trump falou, pô, os caras são Série C, mas é um paizão.
16:13Se aproximando da China.
16:14E não quer que se aproxime lá dos...
16:16E está se aproximando.
16:17Ué.
16:18Porque quem é amigo, quem é companheiro?
16:20Exato.
16:20China.
16:21Vai você.
16:21Você que é um liberal.
16:22Vai lá.
16:23Quem são os nossos companheiros?
16:25Não, é isso aí.
16:25Fala...
16:26Não.
16:26Fala quem são os nossos companheiros.
16:28Os nossos companheiros são...
16:29China.
16:29China.
16:30Nicarágua.
16:31Venezuela.
16:31Irã.
16:32Irã.
16:32Irã.
16:33Caralho.
16:34Então, para onde está indo?
16:35A grande preocupação do Trump, que eu vejo, é perder...
16:39Isso ele já falou categoricamente.
16:42É perder a hegemonia do dólar.
16:44Ele deu...
16:44Mas com o Brasil...
16:46Isso é impossível, velho.
16:47Mas o Brasil...
16:48Espera.
16:48O Brasil é o Brasil se aproximar lá dos companheiros.
16:51Mas é isso que eu estou falando.
16:53Não é o dólar.
16:53Olha só.
16:54Calma aí.
16:55Ele deu uma entrevista.
16:56Pega a carta, pô.
16:56Olha o nosso Brix aí.
16:58Olha a turma.
16:58Está de Brix, hein?
16:59Olha a turma nossa.
17:01Explica aí, cabeleira.
17:01Ele deu uma entrevista, hein, Forjais?
17:03Olha a nossa do 11 ali.
17:04É só beautiful people.
17:06Olha lá.
17:06Olha lá.
17:07Ele deu uma entrevista, o Trump, na Fox News, em 8 de novembro de 2024, para o Tucker
17:15Carson.
17:16E ele fala o seguinte, olha, a gente pode perder a hegemonia do dólar.
17:21E isso significa se tornar um país de segunda linha.
17:25Se a gente perder...
17:25O Trump falando.
17:26Não é o Alan falando.
17:27Campanha política.
17:27Não, meu amigo.
17:29Campanha política.
17:29É o Trump falando.
17:30A gente não pode perder a hegemonia do dólar.
17:34Se a gente perder, a gente se torna um país de segunda linha.
17:37Equivale a perder uma guerra mundial.
17:39E a gente está perdendo o Brasil.
17:42Ele fala categoricamente.
17:44Antes da cúpula dos BRICS no Rio de Janeiro, na cúpula do Cazaquistão, o Brasil, juntamente
17:50com a China, inicia um movimento de criar um sistema de pagamentos que era para não
17:56utilizar o dólar.
17:58Isso foi o Lula que falou.
17:59Não, então, mas...
18:00É o Lula e o Maduro.
18:00Mas é isso que...
18:01Nem o Putin comprou isso aí.
18:03Nem o Putin.
18:04Mas é isso que...
18:05Mas a gente está falando a mesma coisa.
18:06É isso que irrita muito o Trump, entendeu?
18:09Mas o discurso não é ação, pô.
18:10Porque, não, não é só o discurso.
18:12O Brasil encabeçou esse movimento junto com a China de substituição do dólar.
18:16É verdade.
18:17Isso enfurece o Trump, entendeu?
18:19E agora ele está dando o recado.
18:21É isso.
18:22Isso eu concordo contigo, viu, Diogo?
18:24É uma questão geopolítica e ideológica.
18:27Mas, fundamentalmente, no meu entendimento, tem muito a ver com o dólar.
18:30Não, mas eu não acho ideológico, eu acho estratégico, Alan.
18:33Por exemplo, deixa eu acrescentar um ponto aí.
18:36Tem uma diferença entre o discurso que você faz para ganhar apoio popular e a sua agenda
18:40real.
18:41Quando a gente olha para essas lideranças e espera como agenda real o seu discurso, a gente
18:45descola da realidade.
18:46Então, por exemplo, para você convencer o americano de que a censura no Brasil é importante,
18:50para você convencer o americano de que o impacto no Brasil é importante, você precisa
18:53atingir alguma coisa que toque no americano, que importe para ele.
18:57Então, a hegemonia do dólar é algo importante para os americanos.
19:01A liberdade de expressão é algo importante para os americanos, quando promovida ou não
19:05por empresas americanas.
19:06Então, ter um inimigo internacional comum que torna o Brasil associado a esse inimigo
19:11torna as causas do Brasil importantes.
19:13Então, eu vejo nesse discurso do Trump uma preparação para o que ele está fazendo
19:17agora.
19:17Perfeito.
19:18Eu não vejo como o que ele realmente...
19:20Há uma diferença entre o que uma liderança internacional diz que vai fazer e o que ela
19:23realmente quer fazer.
19:25Exato.
19:25Com relação à hegemonia do dólar, eu acho muito difícil, quase impossível, porque
19:31a própria China tem as suas reservas em títulos americanos.
19:34Exatamente.
19:35A China é tomada...
19:36Não, eu também acho.
19:36O organista está muito boomer.
19:38Não, não, mas isso preocupa ele.
19:40Ele falou categoricamente, né?
19:42Calma.
19:42Ele até hoje...
19:43Como um artifício retórico, esse é o meu ponto.
19:45O que ele fez foi cavar apoio para as ações que estão sendo tomadas, adotadas depois.
19:50Acho que esse é o ponto fundamental.
19:51Ô, Diogo, deixa eu só fazer um break.
19:53Eu vou fazer um break para a rede de rádio, o break do Reginaldo agora, que vai fazer
19:57um break rapidinho.
20:00Encontro de notáveis.
20:01Aí sim.
20:03É bom.
20:04Põe na Globo News.
20:05Alexa, Globo News.
20:06Vamos ver.
20:08O que que tá?
20:09Olha lá.
20:09Lá não tem notável.
20:11O que que tá?
20:11Olha o desânimo do Cavanhá.
20:15Muito desanimado.
20:17Então continue com a gente na nossa rede Jovem Pan.
20:20Vai lá, Reginaldinho.
20:21Vou aproveitar, Emílio, a pauta que é fraca da Globo News pra gente colocar um pouco
20:26pra nossa população que pega uma baldeação na Corinthians e Itaquera, que vocês estão
20:30muito blum.
20:31Nunca foi lá.
20:32Primeiro de agosto é logo ali.
20:33É logo ali.
20:34E a gente tem uma estratégia política lá com o Jax Wagner que me parece que ele vai
20:37ligar pro Bush pra resolver essa treta, sendo que a gente sabe que é o papo dos falidos.
20:41É publicano e é inimigo do Donald Trump.
20:44Temos uma comitiva que a gente chama de Carreta Furacão, também os senadores estão tentando
20:47resolver isso daí.
20:49Qual que é a nossa estratégia política, tá bom?
20:52Pra resolver a situação desse tarifato de 50%, vai pros dois.
20:56E qual é o impacto na economia brasileira depois do dia 1º de agosto?
21:01Interrogação.
21:02Pode começar, Jogão.
21:03Eu começo?
21:03Bom, vamos lá.
21:05Você colocou sobre...
21:07Puta, cara, me perdi completamente.
21:08A pergunta foi confusa, às vezes eu faço isso.
21:10A minha questão é...
21:12Eu dou uma viajada.
21:13Eu dou uma viajada.
21:14Você entender a pergunta?
21:15Vamos lá, vamos lá.
21:15Pergunta mal formulada.
21:17Não é mal formulada.
21:18Foi, eu não vi uma viajada.
21:19Você viajou, né?
21:19Eu não vi uma viajada.
21:20O Emílio tá no Tinder e a esposa tá aqui, mas viaja.
21:23Cada um faz um ligunho.
21:24A gente não tem uma estratégia de negociação.
21:26O problema é que o Brasil, ele tá indo por um caminho comercial e o Trump já deixou
21:31claro que a questão é geopolítica e política.
21:34São esses motivos, certo?
21:36Então, do ponto de vista geopolítico, o que ele quer?
21:39Ele quer uma sinalização do Brasil mais próximo dos Estados Unidos, mais próximo
21:44do Ocidente, menos próximo da China.
21:48Ele quer uma garantia concreta.
21:49O Brasil, até agora, não deu essa garantia concreta, né?
21:52Esse é um primeiro ponto.
21:53Segundo ponto que entrou, acabou entrando no pacote também, é a questão envolvendo
21:57Jair Bolsonaro, né?
21:58Ou seja, que ele não seja preso, que anulem o processo contra ele e também a garantia da
22:05liberdade de expressão aqui no Brasil.
22:06Isso também é uma condição pra ele.
22:08A pergunta pro nosso convidado.
22:10Hã?
22:10A pergunta pro nosso convidado que ele não respondeu.
22:12Não, é porque ele falou que não tinha ouvido a pergunta.
22:16O cara já se perdeu, ele até faz...
22:16E aí eu falei...
22:18Ele foi muito gentil.
22:19Foi minha culpa, foi minha culpa.
22:20Foi minha culpa, meu divuíssimo mestre.
22:22Entendi, porque eu vi que ele não tava fazendo a pergunta.
22:24Não, resumidamente, é que o Gani tá fazendo uma explicação muito extensa e ele tá dando
22:28a resposta da minha pergunta, que eu fiz pros dois.
22:31Qual que é a estratégia agora do governo brasileiro?
22:33É, não, mas eu tô respondendo a sua pergunta.
22:34Não, pro Diogo.
22:35Ah, entendi.
22:37O governo brasileiro não tem estratégia.
22:39Sim, a estratégia do governo brasileiro é criar uma percepção de rompimento com
22:43o Ocidente.
22:43Vem tentando fazer isso desde os incidentes fatídicos em Israel.
22:47Então, de lá pra cá, vem adotando uma postura cada vez mais fora da realidade, mais
22:51escolada de qualquer política internacional minimamente relevante.
22:53E tenta usar agora a perspectiva do Tarifácio pra isso.
22:57Eu sei porque que eu acabei viajando, porque você começou falando sobre a perspectiva
22:59eleitoral de 1º de agosto.
23:01E esse é um assunto que, sinceramente, me incomoda.
23:04Muito.
23:05Porque nós estamos num país, e com todas as vendas, só citar aqui um fato público,
23:10de 213 milhões de pequenos tiranos.
23:13Nós estamos num país em que nós admiramos o regime de Xi Jinping, que se cita a Deng Xiaoping
23:18enquanto se legisla na canetada o que se diz ser censura.
23:21E esse é o mesmo selo de qualidade e de garantia do processo eleitoral.
23:26Então, eu creio ser um delírio falar em processo eleitoral com o cenário jurídico.
23:30O país tem, que eu não vou aprofundar aqui, por questões óbvias de democracia relativa.
23:33Mas, entende?
23:34Então, quando eu paro pra olhar, mas qual é a perspectiva eleitoral?
23:38Pô, mas nós temos uma perspectiva eleitoral a essa altura do campeonato?
23:40Acho que esse é o primeiro ponto.
23:41E isso justifica, inclusive, as tarifas, o trabalho do Eduardo nos Estados Unidos.
23:45É a busca por uma normalidade jurídica que nos permita ter perspectiva eleitoral.
23:49Porque essa sanção que ele tá fazendo, ele faz com um país de ditador.
23:53Por exemplo, se o país viola, tá aqui ó, o país viola normas internacionais, tem censura sistemática,
24:00tem perseguição a dissidente, tem dissidente, tem prisão arbitrária, tem no Brasil?
24:06Respondam pra mim.
24:07Tem ou não tem?
24:07Óbvio, óbvio.
24:08Divido o processo legal, tem abuso de poder no Brasil?
24:11Opa!
24:11Isso tá tudo lá naquela carta que ele mandou.
24:15É bem claro.
24:15Tá claro, isso é claro.
24:17E isso ele faz com o Brasil, com a Venezuela, com o Irã, com todos esses países.
24:21E se você olhar e clara, ele tá sancionando o mundo desenvolvido.
24:26Não é só com o país ditatorial.
24:28O Trump tá sancionando a União Europeia.
24:29Já acertou.
24:31Já acertou, já acertou.
24:33Eles são tudo torcedor.
24:36Torcedor nada.
24:37É a realidade, pô.
24:38Você não aceita a realidade.
24:40Mas o ponto que o Alan tá falando não é que ele já fizeram acordo.
24:44Ele tá bravo porque ele perdeu.
24:46Ele perdeu a aposta.
24:48E agora ele quer ganhar no grito.
24:51Vamos dar uma outra perspectiva pra Europa também, que eu acho que é legal?
24:54Não tem como ter multilateralismo com um padrão estabelecido que beneficia um centro produtivo,
24:59como aconteceu com a China, se você não tiver uma proteção pra isso.
25:02Então, o que as supranacionais fazem?
25:05Ou a União Europeia, ou a Organização Mundial do Comércio, pra onde Lula foi recorrer agora,
25:08inclusive, o OMC.
25:10É uma autoridade acima da autoridade das nações.
25:14Com isso, você entrega, mantém esse padrão hegemônico.
25:19Quer dizer, é mais fácil sequestrar os poderes econômicos dos Estados Unidos
25:24quando a decisão vem de um conselho que envolve os próprios Estados Unidos,
25:28mas em que ele é um voto em vários.
25:29Então, você entrega aí à Europa a decisão do poder econômico dos Estados Unidos.
25:33É fácil ter os Estados Unidos como um protetor bélico,
25:36e talvez por isso ele esteja fomentando a defesa bélica na Europa,
25:39quando o conselho que vai determinar quando se usa ou não esse poderio bélico
25:42é um conselho em que o poder é dos Estados Unidos, mas a decisão é plural.
25:46E um plural em que ele é singular.
25:47Então, existe uma outra perspectiva, inclusive, revelada pela USAID,
25:52e esse é um ponto importante.
25:53Eu não acredito que o Trump esteja se movendo como está em relação ao Brasil,
25:55ou apenas por causa do Brasil, veja que o mapa da USAID,
25:59ou USAID, USAID, whatever,
26:02ela desenha quem participa dessa estrutura de censura,
26:06quais termos deveriam ser censurados,
26:08e tem o mesmo padrão para o mundo todo.
26:10Sim.
26:11Então, tem o treinamento dos jornalistas.
26:13Guerra fria.
26:14Então, assim, eu acho muito pouco provável
26:16que o Trump tenha adotado essa postura apenas por causa do Brasil.
26:19Comecei falando isso aqui.
26:19Eu acho que tem uma possibilidade muito grande
26:22do que vier a ser revelado no Brasil
26:24servir de apoio para impedir que essas agendas avancem fora.
26:28Isso inclui também a Europa.
26:30Então, a pressão na Europa que ele faz
26:32força o modelo europeu a sair
26:34de um modelo comercial sinocentrista
26:36e retomar o modelo produtivo local,
26:37que é o que está acontecendo agora.
26:39Então, mas a Europa, por exemplo,
26:40você viu a Ursula na China?
26:42Porra, os caras colocaram ela na van.
26:44Nem deram um bolar.
26:45Nada.
26:45Ursula, prazer e tal.
26:47E o Trump também deu uma puta escovada nela agora.
26:51Ela está sem moral nenhuma, a União Europeia, né?
26:54Nenhuma.
26:55Nenhuma.
26:55Nenhuma.
26:56Nenhuma moral.
26:57É impressionante.
26:58Porque as agendas perderam o que eles sustentam.
27:00Perderam o propósito.
27:01Quer dizer, a agenda UOC, 2030, SG,
27:03não tem mais um impacto direto,
27:05não tem participação de empresas,
27:06não determinam fluxos e relações internacionais.
27:08Então, ela perdeu força nisso.
27:10As supranacionais têm sido questionadas,
27:12inclusive na União Europeia, na Europa.
27:13Então, tem cada vez mais países europeus
27:15questionando as agendas impostas
27:16pela União Europeia.
27:17Então, ela perde força.
27:18E se ela não tem força,
27:20pensamento revolucionário.
27:21Que utilidade a Ursula tem pro Xi Jinping
27:24se ela não pode mais exercer poder em seu favor?
27:27Então, ferramentas que não têm mais utilidade
27:29são descartadas.
27:30Isso explica por que o Foro de São Paulo
27:31deixou de ser papo de maluco
27:33pra virar notícia.
27:34Porque é uma ferramenta que perdeu utilidade.
27:35Então, pode ser exposta, desarticulada,
27:37revista e por aí vai.
27:38Agora, o que você acha que vai acontecer
27:41com o Brasil na sexta-feira?
27:43Sexta-feira é dia 1º de agosto.
27:45Vai entrar a sanção.
27:48Não sei como é que chama tarifa.
27:49Sei lá.
27:50Tarifa.
27:50Vai entrar tarifa.
27:52Vai entrar tarifa.
27:53Essa turma que está preocupada
27:55com um contêinerzinho que está no porto
27:57e não está preocupada com a raiz do problema.
27:59Quer dizer, o Brasil tem uma crise econômica
28:00muito anterior à tarifa.
28:01Tem uma crise de insegurança jurídica
28:03que gera insegurança política e social.
28:06O Brasil tem um governo que gasta desenfreadamente
28:08com o Congresso subjugado a poderes concentrados
28:12que aceita qualquer tipo de absurdo,
28:14vítima das próprias emendas.
28:16Uma estrutura muito clara em que o governo
28:18paga emendas aos bilhões
28:20para o Congresso Nacional na data das aprovações
28:22para que qualquer brasileiro compreenda claramente
28:24que eles foram comprados com aquele dinheiro
28:26e agora investiga pelo dinheiro que eles deram.
28:28Então, a gente tem um Congresso que está de quatro
28:30aceitando tudo,
28:31o que permite que o Lula gaste desenfreadamente,
28:33continue afirmando que vai continuar gastando
28:36mesmo com o déficit aumentando.
28:38E nesse cenário,
28:39em que a insegurança jurídica, portanto,
28:41e a pressão e a chantagem política
28:43são o resultado da ineficiência econômica,
28:45a gente tem pessoas preocupadas
28:47com a taxa do Trump e com o Tenezinho que está na porta.
28:49Eu acho que essa é a reação imediatista
28:51do brasileiro,
28:52que tem a memória da Dória e do Procurando Nemo,
28:54inclusive para votar.
28:55E aí, depois, o passo seguinte
28:56é ter que ele dar com a realidade.
28:57Não adianta a gente reclamar da tarifa
28:59porque a gente não vai reverter o Trump.
29:01Então, vamos pressionar internamente
29:02para aí onde tem que ir.
29:03Eu acho que um dos grandes papéis dessa tarifa
29:05para nós, brasileiros,
29:07embora a conta seja a nossa como sempre,
29:09é sempre o pobre, o povo que paga a conta,
29:10mas no fim das contas,
29:12isso tem um potencial grande
29:13de direcionar a pressão interna
29:15para onde ela tem que ir,
29:16para onde o problema está.
29:17Insegurança jurídica,
29:19imprevisibilidade,
29:20irresponsabilidade fiscal
29:21e uma estrutura do Estado ineficiente
29:23e incapaz de lidar com isso
29:24que não usa os dispositivos
29:25que a Constituição tem que ir.
29:26Mas a demanda é populista.
29:28A demanda, ela é populista.
29:30E agora?
29:31A demanda é populista,
29:33mas ela vai sofrer o mesmo impacto
29:34e o mesmo efeito
29:35que sofre o cara do contender.
29:38Então, você pode,
29:38no primeiro momento, reclamar.
29:40Mas, em um certo ponto,
29:42você vai ter que perceber o seguinte,
29:44não tem para onde ir.
29:45Acho que o ponto central aqui,
29:47eu não comentei sobre o Bolsonaro...
29:47Os ricos têm para onde ir, né?
29:49A elite...
29:50A elite...
29:52Ele já comprou a primeira pena.
29:54O rico vai pagar a conta.
29:55Quem vai pagar a conta é o pobre.
29:56A elite vai pagar a conta é o pobre.
29:57A elite vai pagar a conta é o pobre.
29:58E aí, eu concordo com o Nicolas e com o Tarcísio.
30:01Quem paga essa conta é o pobre.
30:03Porque é muito fácil falar
30:04quando você não tem dinheiro.
30:05Quando você perde o teu emprego,
30:06quando você perde a tua renda,
30:08é você que está pagando essa conta.
30:10E aí?
30:11Então, uma coisa é defender lei
30:13contra uma autoridade específica.
30:15sanções contra autoridade específica.
30:17A outra coisa é você punir um país inteiro.
30:19Então, deixa eu ver se eu entendi.
30:21Tem um cara que está violando
30:22todos os parâmetros, vários,
30:24que estão violando todos os parâmetros constitucionais.
30:25E ele seja julgado individualmente.
30:26Calma, calma.
30:27Todos os parâmetros legais.
30:28Vamos chegar lá.
30:28Todos os parâmetros legais.
30:30Aí, a nossa estrutura já se demonstrou
30:32cooptada e ineficiente
30:33para lidar com isso por conta própria.
30:35Há uma pressão internacional
30:36que tem o potencial
30:38para gerar pressão interna
30:40contra esse processo.
30:42E aí, eu digo o seguinte.
30:43Olha só.
30:44Vamos negociar essa tarifa.
30:45Vamos deixar o governo confortável
30:46para continuar gastando
30:47e subjugando o Congresso.
30:48Diego, deixa eu te fazer uma pergunta.
30:50Vamos deixar o cara
30:50beautiful people liberando o container.
30:53Que está legal.
30:53Me dá um exemplo na história
30:55que o embargo econômico mudou o regime.
30:57Um exemplo.
30:57Venezuela não.
30:58Irã não.
30:59Rússia não.
31:00Não existe um exemplo na história
31:03de um embargo econômico que mudou.
31:05A mudança vem de dentro.
31:07A mudança é interna.
31:08A mudança é interna,
31:09mas ela depende muitas vezes
31:10de um estímulo.
31:11A gente não pode terceirizar
31:12para os Estados Unidos.
31:12A comparação não traz esse exemplo.
31:14Mas eu não estou terceirizando.
31:15Mas deixa eu falar uma coisa para você.
31:17Mas aí...
31:17Eu sou muito super-herói
31:18vem de Estados Unidos e salvar.
31:20Não, mas não foi isso que disse.
31:21Mas não é isso.
31:21O Brasil resolveu alguma coisa?
31:24Por que o que você está falando para você?
31:25É bonito no discurso.
31:26É isso aí.
31:27O que o Brasil resolveu
31:29em relação a isso?
31:30Nossa, a gente tem que amadurecer
31:31enquanto sociedade.
31:32Mas o que eu falo é verdade.
31:34Mas não vai ser.
31:35No embargo, não muda nada.
31:37Só o povo que tomou a tarjeta.
31:39Pega a Venezuela.
31:41É o melhor exemplo disso.
31:42Pega o Madurão.
31:43Pega o Madurão.
31:45Essas comparações carecem
31:48de contextualização adequada.
31:49Por exemplo,
31:50a Venezuela,
31:51quando se tornou uma ditadura,
31:52ela tinha o apoio
31:53do Deep State americano,
31:54que hoje está em processo
31:55de desarticulação.
31:56Ela, quando se tornou uma ditadura,
31:57ela era a base e o hub,
31:59aliás, o Carvajal está nos Estados Unidos.
32:01Ela era a base e o hub
32:02de vários fluxos financeiros
32:03que alimentaram
32:04essas estruturas de poder.
32:05Então, o momento do mundo era outro.
32:07A ONU tinha poder,
32:08a União Europeia estava bem,
32:09as agendas internacionais,
32:10supernacionais estavam fortes.
32:11Então, o contexto
32:13para dar suporte
32:14a um processo desse
32:14era outro.
32:15A participação da China
32:17e o Irã como operador da China
32:18na América do Sul
32:19estava livre, pujante,
32:20todo mundo operando.
32:21O que a gente está vendo agora
32:23é o que nós estamos vendo.
32:24O mundo está mais fortalecido.
32:26Estados Unidos perdeu o protagonismo.
32:28Então, o que nós estamos vendo agora,
32:29Alan, me perdoe,
32:30você gosta dos dados.
32:31O que a gente está vendo agora
32:32é um Irã desarticulado,
32:33enfraquecido,
32:34incapaz de manter a operação.
32:36O que a gente está vendo
32:36é uma China exposta
32:37às principais mentiras chinesas.
32:39As principais mentiras da China
32:41vieram à tona.
32:43Então, a crise econômica dela,
32:44o seu buraco inflacionário...
32:45A Rússia não é tão forte
32:46quanto falaram.
32:47A Rússia não está em condições,
32:48ainda que fosse forte,
32:50de gerar uma projeção suficiente
32:51para manter um regime.
32:52E os Estados Unidos
32:53não estão mais dando guarida
32:54para esse tipo de agenda.
32:54Então, quando você para para olhar,
32:56o Lula está isolado.
32:57E, aliás, o acordo do Trump
32:58com a Europa isola.
32:59A Rússia está ganhando a guerra.
33:01A Rússia não está tão forte.
33:02Espera aí, Capacinho.
33:03Diz que ela não está forte.
33:04Diz que ela não está em condição
33:04de projetar aqui.
33:05Mas as sanções americanas
33:06não deram certo na Rússia também,
33:08que eles fizeram coisa com a China.
33:08Sim, sim, calma.
33:10Mas a Rússia tem fronteira com a China,
33:11primeiro ponto.
33:12A Rússia se preparou para a guerra.
33:14Então, você para para olhar
33:15a economia russa,
33:16o Alan vai confirmar.
33:18Você para para olhar
33:19a economia russa,
33:19ela diminuiu as conexões
33:21e fluxos internacionais
33:22ligados ao Ocidente
33:23nos últimos anos.
33:24Ela retraiu.
33:25Ela diminuiu.
33:26Cresceu economicamente.
33:27E retraiu as conexões.
33:28E não gerou a inflação
33:30que era esperada.
33:31Então, esse é um movimento
33:32de quem se prepara
33:33para o isolamento.
33:34Nós não temos isso.
33:35Nós não produzimos manelina.
33:36Está brincando?
33:37A gente não produz isso aqui
33:38sem importação.
33:39Deixa eu só entrar
33:40no que você falou,
33:41que eu concordo,
33:41e o que o Alan falou também concordo.
33:43Não, não pode concordar.
33:44Meia mozzarela,
33:45meia calabresa gordão.
33:46Os dois você não vai concordar.
33:47Escolhe a pizza que você vai comer.
33:48Escolhe o sorvete.
33:49O Tonho trancadinho.
33:51É, tem que comer tudo.
33:52É, tem que comer tudo.
33:53É, tem que comer tudo.
33:53É, tem que comer tudo, meu.
33:54Espera aí.
33:55Escolhe.
33:55O seguinte,
33:56ele falou dos embargos.
33:58Não teve país,
33:58aí você colocou o seu ponto de vista.
34:00Só, vamos trazer para o Brasil.
34:01O que está acontecendo?
34:03Enquanto todo mundo
34:04está negociando com os Estados Unidos,
34:05aqui o nosso presidente fala,
34:07vamos chupar uma jabuticaba.
34:09Você acha que realmente
34:09vai funcionar um cara
34:11que não está pouco se importando
34:13com essa questão?
34:14Ele veio com o boleto na mão
34:15cobrar o que deviam aí?
34:17Mas é claro que não.
34:18Ele que é mais
34:18é que o circo pegue fogo mesmo.
34:20Aliás, uma das minhas lives recentes
34:21eu coloquei na capa
34:22uma mesa de boteco,
34:24um pote de jabuticaba
34:25e o Lula discutindo
34:26com o papelão do Trump,
34:27que ele está falando sozinho.
34:28Então está jogando truco,
34:29ele, o papelão
34:30e o jabuticaba na mesa.
34:31Mas aí nessa questão
34:31não é melhor negociar, né?
34:34Chegar e negociar essa questão?
34:36É que o ponto de negociação
34:37está muito claro.
34:38O ponto de negociação é
34:39o Brasil precisa ter
34:41segurança jurídica,
34:42o Brasil precisa ter
34:44transparência
34:45e o Brasil não pode ser
34:46uma zona de reprojeção
34:47da China.
34:48Está muito claro
34:49o que ele está dizendo.
34:49Então não adianta
34:50sentar na mesa
34:51para negociar com você.
34:52É um negócio que você não quer.
34:52Você fala,
34:53pô, eu quero comprar um boné.
34:54Eu já falo assim,
34:55então eu tenho aqui
34:55um sapato, cara.
34:56Vamos negociar o sapato?
34:58Eu quero o boné.
34:59Para você gostar de mim.
35:00Você fala, pô,
35:00mas eu só vou gostar de você
35:01se você tiver um boné.
35:02Então eu estou a favor
35:02com o Diogo.
35:03Eu trouxe aqui um sapato,
35:04cara, para a gente negociar.
35:05E tem outra coisa.
35:06E tem outra coisa.
35:08E o pensamento do Lula
35:09é a eleição.
35:10Ele não está preocupado
35:12com a eleição.
35:13Ele quer essa narrativa.
35:15Posso trocar a palavra?
35:16Pode, pode.
35:16O pensamento do Lula
35:17não é eleição.
35:17O pensamento do Lula
35:18é permanência.
35:19Veja, eleição demanda
35:21concorrência livre
35:22e risco de derrota.
35:23Eu não vejo isso.
35:24Então o que nós estamos
35:24falando aqui,
35:25o que ele precisa
35:27são os parâmetros
35:28que justifiquem
35:29a permanência.
35:29Por isso as mentiras
35:31elaboradas que o povo
35:32chama de narrativa.
35:33Mas nesse sentido
35:33saíram algumas pesquisas
35:35desde o anúncio
35:36do tarifácio.
35:37Em todas as pesquisas
35:38que eu vi
35:39aumenta a aprovação
35:41e a chance
35:42do Lula
35:42no play de 2026.
35:45Se isso for verdade
35:46pode ser que
35:47essas medidas
35:48estão ajudando o Lula.
35:50Está com efeito
35:51exatamente o oposto.
35:53Você acha que
35:53está ajudando
35:54ou essas pesquisas
35:55estão erradas?
35:56Por isso que eu gosto
35:56de pessoas inteligentes.
35:57Você mandou
35:58se isso for verdade.
35:59Fantástico.
35:59Mas não sou eu.
36:00Eu sou inteligente.
36:01Não, não.
36:01Você mandou.
36:02Se isso for verdade.
36:03Fantástico.
36:04Essa é a primeira premissa.
36:04Por exemplo,
36:05segundo as pesquisas eleitorais
36:07o Lula e o Bolsonaro
36:08tinham proporções iguais.
36:10Mas eu convido
36:11inclusive a audiência
36:12a fazer uma experiência
36:13simples.
36:14Não verifiquem
36:14só as ruas
36:15porque para todos
36:16os argumentos
36:16onde você pode
36:17observar a massa
36:18tem um argumento
36:19pronto para criar
36:20a dúvida.
36:21Engenharia social
36:22não passa por fazer
36:23você acreditar na mentira.
36:24Passa por fazer
36:25você duvidar da verdade.
36:26Isso torna
36:26a mentira aceitável.
36:27Esse é o processo.
36:28Então eu digo assim,
36:29olha, o Bolsonaro lota a rua.
36:30O Lula não lota.
36:31Aí você vai dizer assim,
36:32não, mas é que o pessoal
36:33do Bolsonaro está mais engajado.
36:34Mas é o mesmo cara
36:35que fala que nós estamos
36:36numa eleição polarizada.
36:38Pô, polarização
36:38envolve engajamento
36:39dos dois lados.
36:39Exato.
36:40Uma coisa errada aí.
36:41Aí o cara fala assim,
36:42olha só,
36:42é porque a maioria
36:43dos votos
36:44que estão do outro lado
36:45é o voto do nem-nem.
36:46Nem Lula, nem Bolsonaro.
36:47O cara não está nem aí.
36:48Aí você fala assim,
36:48tá bom.
36:49Então explica o BIS.
36:51Explica o BIS.
36:52O Felipe Neto
36:53faz propaganda do BIS
36:54e a venda de BIS cai
36:56a ponto de impactar
36:57na Mondelez,
36:58incorporadora da Lacta.
37:00Cadê esses nenéns?
37:02Se a gente é uma bolha
37:03de 30%,
37:03cadê os 70%
37:05para aproveitar a promoção,
37:06querido?
37:07Dinheiro não tem ideologia.
37:08Exato.
37:08Não tem.
37:09Então a gente tem que parar
37:10para olhar a realidade
37:11com o que a gente pode observar
37:12com o que ela é.
37:13E quando eu olho
37:14para uma pesquisa eleitoral,
37:15essas pesquisas,
37:16todas elas,
37:16para ser muito sincero,
37:17elas têm utilidade para mim.
37:18Para identificar
37:19o que deseja
37:20quem produz a pesquisa.
37:21porque quem paga a conta
37:23escolhe o prato.
37:23É isso mesmo.
37:24Eu gosto daquela pesquisa
37:25que saiu do Datatrolha,
37:27que dá assim,
37:27Bolsonaro perde
37:28para ele mesmo
37:29no segundo turno.
37:30Essa é maravilhosa.
37:31Sensacional.
37:32Meu querido Diogo,
37:34muito prazer,
37:34muito obrigado.
37:35Espero que você volte
37:36várias vezes aqui
37:37para a gente trocar uma ideia.
37:38Meu querido Alan,
37:40obrigado.
37:41Tivemos aqui
37:41esse encontro
37:42de notáveis aqui.
37:43Muito bom.
37:43Eu vou passar
37:44nas redes sociais aqui
37:46para você seguir,
37:48que é Forja,
37:49Forja com J,
37:50meu querido Forja,
37:52Forjas,
37:53aliás,
37:53Forjas com J e depois Z,
37:56Diogo,
37:57para você que está no rádio,
37:59F-O-R-J-A-Z,
38:02Diogo,
38:03tudo junto,
38:04e você que está
38:04nas redes,
38:05tem aí o...
38:07Pode falar.
38:08Não,
38:08acrescentar que a minha rede
38:09principal é o YouTube,
38:10né?
38:10Sim,
38:10no YouTube.
38:11Tem lives diárias lá,
38:13Diogo Forjas no YouTube,
38:14aliás,
38:14qualquer rede social é meu nome,
38:15né?
38:15Diogo Forjas.
38:16Diogo Forjas com Z.
38:17No YouTube,
38:17toda noite a gente está lá
38:18falando um pouquinho sobre tudo.
38:19É isso aí.
38:20Obrigado,
38:21viu,
38:21Diogo,
38:21pela sua participação,
38:23espero que você volte mais vezes aqui.
38:24Eu que agradeço isso aí,
38:25obrigado a você.
38:26Obrigado.
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