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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que deverá implementar uma tarifa geral, variando de 15% a 20%, para países que não conseguirem alcançar um acordo até sexta-feira (1º). O republicano não mencionou diretamente o Brasil.

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Transcrição
00:00O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que deverá implementar uma tarifa geral
00:05que pode variar de 15% a 20% para países que não conseguirem alcançar um acordo até sexta-feira.
00:13O republicano não chegou a citar o Brasil.
00:15Não se sabe como ficará a situação do país que foi taxado em 50%.
00:21O governo brasileiro não teve grandes avanços nas negociações até aqui com os Estados Unidos.
00:26Enfim, alguns aspectos para nós destacarmos com os nossos comentaristas.
00:31O Luiz Felipe Dávila já está preparado a postos.
00:34Dávila, seja bem-vindo. Uma ótima noite a você.
00:37Essa sinalização de Donald Trump dizendo que deve instituir uma tarifa geral
00:44que pode variar de 15% a 20% para aqueles países que não conseguiram fechar acordos específicos com os Estados Unidos.
00:52Só que assim, ele nem mencionou a possibilidade de alcançar um acordo com o Brasil.
00:57Talvez o Brasil fique fora dessa tarifa geral, uma vez que ele anunciou alguns dias aquela tarifação de 50%.
01:05Quais as interpretações que a gente pode fazer agora, Dávila?
01:09Boa noite, Caniato.
01:11Boa noite à nossa bancada e boa noite à nossa audiência.
01:14Caniato, o Brasil vai ser o patinho feio do mundo Donald Trump.
01:19Os países que tiveram habilidade de negociar terão uma tarifa média de 15%,
01:26o resto do mundo 20% e o Brasil 50%.
01:31É espetacular a incompetência desse governo para negociar as tarifas.
01:38Até o momento, hoje é dia 28 de julho.
01:42A carta foi enviada dia 9 de julho.
01:46Não aconteceu absolutamente nada de negociações diretas, objetivas, pragmáticas para reduzir as tarifas.
01:57O governo, na verdade, já jogou a toalha.
01:59Já sabe que no dia 1º de agosto haverá a tarifa de 50%.
02:04E a partir daí, eles vão ver como atuam.
02:07É o governo da incompetência, do improviso.
02:10E quem vai pagar essa conta somos todos nós, brasileiros.
02:15Isso vai refletir em preço, vai pressionar a inflação e vai prejudicar enormemente a nossa exportação.
02:23É mais um símbolo de um governo à deriva.
02:27É isso, a expectativa para o anúncio do governo norte-americano sobre quais países serão incluídos nessa lista,
02:36dessa tarifa geral que possivelmente será instituída dentro de alguns dias,
02:41que poderá variar de 15% a 20%.
02:44Ele ainda deve divulgar essa informação.
02:47Henrique Krigner, também com a gente, o Krigner de volta, aqui a programação.
02:51Krigner, seja bem-vindo, uma ótima noite a você, uma alegria tê-lo conosco nesta noite.
02:56Enfim, várias reflexões a respeito do tarifácio de Donald Trump.
03:01Muitos países conseguindo fechar acordos pontuais e específicos,
03:06alguns adiando a implementação da tarifa, outros reduzindo sensivelmente essa tarifação.
03:13Por enquanto, o Brasil não conseguiu sair do lugar.
03:16A gente precisa aguardar os próximos dias, serão determinantes,
03:20uma vez que o dia 1º de agosto, o dia que iniciaria aquela tarifa de 50%,
03:25será na próxima sexta-feira, né, Krigner?
03:28O que a gente precisa considerar a partir dessa divulgação de Donald Trump?
03:33Exato, Caniato. Muito boa noite a você, boa noite ao Beraldo, boa noite ao Dávila
03:37e todos que nos acompanham hoje aqui no Pingos nos Is.
03:40Realmente é uma situação preocupante.
03:42É um momento alarmante de como é que nós chegamos a esse ponto enquanto Brasil.
03:48Olha, Caniato, a questão das tarifas nos Estados Unidos não são novidade.
03:53A gente precisa lembrar aqui sempre a nossa audiência que houve uma época no século XIX,
03:58lá atrás, que a economia americana, ela tinha como principal fonte de receita
04:03as tarifas no comércio, nas transações comerciais internacionais.
04:08Nessa época, inclusive, tarifas altas eram uma justificativa para que não houvesse, inclusive,
04:14o imposto de renda. O imposto de renda não existia nos Estados Unidos
04:17e o governo americano se usava, então, de altas tarifas com seus parceiros internacionais
04:22e conseguiu fortalecer a economia dessa mesma maneira.
04:25Ou seja, o que Trump está fazendo agora é resgatar uma prática antiga,
04:30que não vale a pena a gente entrar, não dá para a gente entrar tanto no mérito
04:33se isso é a melhor estratégia para agora ou não, é uma estratégia bastante arriscada
04:38de fortalecimento da classe média, mas fico com as palavras também aqui do Dávila
04:43de que o Brasil vira o patinho feio da história, porque justamente os outros países
04:48nós vamos ter o dobro da taxação que eles receberam.
04:51Existe um exemplo que foi agora firmado na última semana, que é junto com o presidente das Filipinas,
04:58uma pessoa que tem um histórico político bastante questionável,
05:02afinal, seu pai foi um ditador nas Filipinas, ele agora sumiu via voto direto,
05:08tem políticas muito positivas e algumas outras questionáveis, ou seja,
05:12o ambiente doméstico ali não é o do mais estável, muito parecido com o Brasil,
05:16porém teve uma capacidade de argumentação e negociação.
05:19Foi até a Casa Branca, não investiu em bravatas ideológicas, nem em jogos de birras
05:26que interrompem a negociação entre dois países.
05:28Foi até a Casa Branca, conversou com o presidente Trump e saiu de lá, não só evitando tarifas,
05:34mas com tarifas zero na maioria dos produtos que estão sendo comercializados entre os dois países.
05:39Ou seja, faltabilidade para a diplomacia brasileira, faltabilidade para o governo brasileiro também
05:45de conseguir reverter esse cenário e o relógio está batendo, está chegando perto aí, Caniato,
05:51e a gente não tem perspectiva de um resultado positivo para a nossa economia.
05:56Pois é, e há muitas leituras a respeito da maneira como o Donald Trump se comunica, né?
06:01Será que esse anúncio que ele fez, inclusive, na Escócia, ao lado do primeiro ministro britânico,
06:08ou se não um anúncio oficial, essa sinalização, será que ele também fez menção ao Brasil?
06:14Cristiano Beraldo já está com a gente?
06:15Deixa eu chamar o Beraldo. Beraldo, bem-vindo, ótima noite a você.
06:19As interpretações dessa sinalização de Donald Trump, quando ele disse que será instituída uma tarifa geral
06:26para aqueles países que não conseguiram alcançar acordos pontuais com os Estados Unidos.
06:32E aí, os questionamentos, bom, será que o Brasil vai ser incluído nessa lista?
06:36Bom, mas há quem diga, não, com certeza não, senão ele não teria enviado aquela carta falando 50%.
06:43Quais são suas apostas? Como devemos interpretar essa sinalização, Beraldo? Boa noite.
06:49Boa noite, Caniato. Boa noite, Kriegner. Boa noite, Dávila.
06:52Boa noite à nossa audiência que prestigia diariamente os pingos nos is.
06:56Olha, Caniato, sem dúvida alguma, a situação do Brasil, ela se torna especial nesse contexto,
07:01tendo em vista os motivos alegados por Donald Trump para o anúncio dessa tarifa de 50%,
07:07uma tarifa bastante elevada, onde ele justificou misturando não só questões comerciais,
07:14que na verdade não é nem a relação comercial em si, porque esta relação comercial é favorável aos Estados Unidos,
07:22mas naturalmente há ali algumas áreas de interesse específico do ponto de vista comercial
07:28que podem ser melhoradas, isso sempre existe, mas sobretudo ele coloca a questão do Supremo,
07:35a atuação do Supremo contra empresas e pessoas americanas, a atuação do Supremo Tribunal Federal contra Jair Bolsonaro.
07:42Mas ele deixa de fora dessa carta, a carta que ele enviou no dia 9 de julho,
07:48o elemento que, do ponto de vista comercial, é o mais importante,
07:52que é a posição do Brasil em relação aos BRICS.
07:56Comercialmente o Brasil vem sendo um porta-voz que fala todas as bobagens
08:00que os países dos BRICS não querem falar, o Brasil se voluntaria e fala,
08:06o presidente brasileiro se tornou um porta-voz desses experimentos,
08:10tanto é que o Brasil defendeu a criação de uma moeda para o comércio entre os países dos BRICS,
08:18e o próprio chanceler russo disse que isso era uma coisa da cabeça do presidente brasileiro,
08:23que a Rússia não tinha nada a ver com isso.
08:25Então, isso tem sido muito recorrente, obviamente, a uma pressão da China
08:30para que o Brasil se torne cada vez mais dependente desse comércio com a China.
08:38Então, os Estados Unidos reagiu, através do Brasil, aos BRICS.
08:42Essa é a leitura que faço desse movimento dos Estados Unidos,
08:46de colocar 50% de tarifa em cima do comércio com um país que, na relação,
08:53é uma relação favorável aos Estados Unidos, como eu disse.
08:56Pois bem, no Brasil, como a gente, em geral, o brasileiro trata de forma superficial das coisas,
09:04se misturaram alguns elementos.
09:06Então, se colocou essa questão das tarifas junto com as questões das sanções,
09:11ao ministro Alexandre de Moraes e outros ministros da corte,
09:14e outras pessoas do núcleo do poder brasileiro.
09:18Só que são assuntos separados.
09:20Aquilo que tange de sanções a pessoas, as empresas ou ao próprio país,
09:25as sanções são tratadas pelo Departamento de Estado.
09:28A questão do comércio é, primeiro, uma política do governo de Donald Trump,
09:32que aplicou isso para todos os países,
09:35e também uma questão do Departamento de Comércio dos Estados Unidos.
09:40Agora, Trump, que realmente é um número imenso de países com os quais os Estados Unidos têm relação,
09:47ele separa ali o joio do trigo,
09:49então estabelece uma tarifa no piso e uma no teto.
09:56Mas, me parece, para usar uma expressão bem brasileira,
09:59acho que o Brasil, nesse caso, ficará no extra-teto,
10:02porque o problema, o buraco do Brasil é mais embaixo na relação com os Estados Unidos.
10:07Pois é, e daqui a pouco a gente vai trazer uma outra informação relacionada a Donald Trump,
10:14que ele estipulou um prazo que deve variar de 10 a 12 dias
10:18para o presidente russo, líder russo, Vladimir Putin,
10:21conseguir alcançar, chegar a um acordo de cessar fogo com a Ucrânia.
10:25Daqui a pouco a gente vai trazer os detalhes, inclusive, dessa sinalização.
10:27Deixa eu só retomar com o Luiz Felipe Dávila,
10:30porque quando a gente olha para a maneira como o Donald Trump se posiciona
10:34em relação às tarifas para outros países, Dávila,
10:38é preciso considerar que outras nações ou blocos alcançaram acordos, né?
10:43Ainda que a gente precise lembrar que a União Europeia,
10:47vários integrantes da União Europeia questionaram esse acordo firmado nesse fim de semana,
10:52mas, assim, tem um ingrediente comum entre essas nações que alcançam acordos com o Donald Trump?
10:58Porque se a gente olha para o Brasil, pô, sexta-feira está aí, né?
11:01Dia 1º de agosto é na sexta-feira.
11:04Quais foram os avanços que nós fizemos desde o anúncio dessa tarifação, hein, Dávila?
11:09O Brasil se espelhou naqueles que conseguiram fechar acordos?
11:13O que você gostaria de destacar em relação àqueles que conseguiram?
11:17Eles conseguiram seduzir Donald Trump pelo quê?
11:19Caniato, o mínimo denominador comum que uniu todos os países que conseguiram um acordo com os Estados Unidos
11:28é a história de ter bons negociadores legitimados pelo presidente, pelo primeiro-ministro, pelo chefe de Estado.
11:38Esta é a diferença.
11:40O Brasil não teve negociadores e ninguém legitimado pelo Estado
11:43para falar em nome das pessoas que estão sendo negociadas.
11:46Então, assim, mostra como o país está à deriva, porque desde o dia 10 de julho,
11:53o que deveria ter ocorrido é reuniões setoriais com pessoas e empresas afetadas pelo tarifácio,
12:01o que podemos negociar, o que podemos ceder, como transformar isso numa oportunidade para o Brasil.
12:08Eu aqui enfatizei várias vezes.
12:09O Brasil poderia ter transformado o tarifácio numa enorme oportunidade.
12:15Por exemplo, zerar tarifas para produtos de tecnologia, para compra de maquinários modernos,
12:22que ajudaria a aumentar a competitividade da indústria brasileira,
12:26que ajudaria a melhorar a produtividade em várias áreas e setores da economia.
12:31poderia ter transformado isso numa ótima limonada para impulsionar abertura econômica,
12:38para diminuir tarifas, quebrar barreiras não tarifárias, como sanitárias, fiscalização.
12:47Caneto, você sabe que conseguir uma guia passar por Anvisa, por toda essa burocracia,
12:54é um inferno.
12:55É só pegar qualquer pessoa que tenta obter as licenças no Brasil, é um inferno.
13:00Então, o que nós fizemos foi ignorar a discussão negocial das tarifas,
13:08transformamos a briga comercial tarifácio numa briga político-militante ideológica
13:16e virou UFC de dois populistas.
13:20E quem paga a conta é o Brasil.
13:22Pois é, há pouco, inclusive, vice-presidente Geraldo Alckmin concedeu uma entrevista coletiva
13:27para tratar dos assuntos conectados ao tarifácio.
13:31Ele disse que ele, Geraldo Alckmin, não conversou com o presidente Lula sobre o tarifácio.
13:38Mas ele disse que Lula é um presidente do diálogo.
13:41Sexta-feira está aí, hein?
13:43E aí os jornalistas também demandaram sobre aquele plano de contingência, né?
13:47Porque o governo brasileiro elabora uma série de medidas.
13:51Um plano de contingência, caso a tarifa seja implementada, de fato, nesta sexta-feira.
13:58E o plano de contingência poderia abarcar, inclusive, auxílio a alguns setores da economia com subsídios, né?
14:04A situação fiscal está a 10, né, Krigner?
14:06Essa é a saída perfeita para o Brasil.
14:09Mas, enfim, Krigner, queria também que você trouxesse as suas impressões sobre os caminhos que o Brasil pode adotar
14:15e se nós podemos mirar ou utilizar como exemplo países que conseguiram fechar acordos com os Estados Unidos.
14:24Conseguimos, Caniato.
14:25A questão é querer conseguir, né?
14:27A impressão que dá é que para o presidente Lula, quanto pior, melhor nessa situação.
14:32Então, você mesmo fez agora as aspas aí do vice-presidente Geraldo Alckmin e a minha pergunta é
14:39o que teria de mais urgente para ser discutido entre Alckmin e Lula hoje
14:44que não teve tempo de falar sobre as questões do tarifácio com os Estados Unidos.
14:50Parece que o Lula não tem calculado o impacto que isso pode trazer
14:54e mantém aí a sua postura, que eu vou dizer aqui também no português bem claro, bastante birrenta.
15:00Uma postura de ir a comícios falando sempre contra o Trump, contra a articulação que tem sido feita
15:07e que não vai nos levar a lugar algum.
15:10Na verdade, vai fazer com que o Brasil pague mais caro, que a economia brasileira desacelere ainda mais
15:17e que a situação aqui fiscal e toda em outros setores também fique bem prejudicada.
15:24Daria para fazer.
15:25Eu citei aqui o exemplo das Filipinas.
15:26Foi muito rápido o posicionamento do presidente filipino em ligar para o presidente Trump
15:32e fazer uma viagem emergencial.
15:34Quando o presidente Trump também anunciou tarifas sobre os países europeus,
15:40se não me engano, foram três ou quatro dias após o anúncio dessas tarifas,
15:45ele mesmo deu uma entrevista dizendo que já tinha dez reuniões marcadas com chefes de Estado europeus
15:51para a negociação dessas tarifas.
15:52Ou seja, já está mais do que claro que toda vez que existe uma sanção, uma tarifa, uma bravata por parte do Trump,
15:59goste ou não goste, na verdade, nas entrelinhas, nós temos que ler um convite para negociação.
16:05Não adianta simplesmente adotar um posicionamento de isolamento e dizer,
16:09não, não vamos ceder, não vamos trabalhar aqui pela soberania.
16:14O Brasil é sim um Estado soberano, mas não é um Estado isolado.
16:18E isoladamente não consegue pagar suas contas.
16:20Nós precisamos dos nossos parceiros comerciais atuando e intensificando a atividade comercial,
16:26não arrefecendo.
16:27Então, Caniato, partiria, independente de quem vai ser o articulador,
16:31se é o Alckmin como vice-presidente, se é o Mauro Vieira como chanceler,
16:35se é o Celso Amorim como um pseudo-chanceler,
16:39quem for eleito aí para ser o grande articulador dessa iniciativa
16:44precisa garantir que, em primeiro lugar, Lula não fique fazendo bravatas políticas ideológicas
16:50atrapalhando o que tem sido feito no bastidor, se é que alguma coisa tem sido feita.
16:55Pois é, inclusive, há muitas pessoas que apostam nesse cenário destacado pelo Kriegner,
17:03de que o Brasil teria avançado pouco de forma intencional, na visão de alguns,
17:09de alguns analistas, de forma intencional, porque isso, politicamente,
17:13poderia ajudar o grupo que hoje está no poder.
17:17Mirando N aspectos, um deles, naturalmente, o processo eleitoral de 2026.
17:23é uma alternativa ficcional para você ou muito factível, hein, Beraldo?
17:33Não, é factível, mas ela se mistura com outro elemento muito importante
17:37para ser considerado na atitude do governo, que é a incompetência.
17:42Nós estamos observando uma demonstração clara para o mundo da incompetência do governo brasileiro,
17:49porque tudo isso que é falado é repercutido nos principais veículos do mundo.
17:56Eu acompanho aqui o noticiário todos os dias, as televisões de notícias e tal,
18:01sempre falando que alguma coisa do Brasil, em geral, não é elogioso,
18:06porque o presidente, na semana passada, disse que todo dia o vice-presidente Geraldo Alckmin
18:12não liga para alguém nos Estados Unidos, mas ninguém quer falar com ele.
18:15Ou seja, reconhece uma desimportância total do Brasil.
18:20Agora, o próprio vice-presidente vem com esse tipo de declaração.
18:24Quer dizer, ele é nomeado negociador, mas não dialoga com o próprio chefe dele,
18:28que o confiou essa missão?
18:31Ou será que não confiou?
18:32Ele está só aí fazendo mímica.
18:34Assim como os senadores que estão em Washington,
18:39fazendo várias reuniões preparatórias com eles próprios
18:42para decidirem como é que eles vão fazer
18:44quando chegar a reunião que ainda não está marcada com alguém
18:47com o mínimo de relevância da estrutura governamental dos Estados Unidos.
18:52Então, são iniciativas absolutamente aleatórias
18:56que tornam o Brasil uma piada,
18:59porque o Brasil não é levado a sério pelos Estados Unidos
19:03e dá um exemplo para o mundo
19:05de que ninguém precisa levar o Brasil a sério.
19:08E a China observa isso tudo
19:10e vai ficando que nem aqueles desenhos animados, né?
19:14Tem lá aquela presa fácil
19:15e aí o outro vai só passando uma mão na outra, assim,
19:19olhando como é que vai comer aquela presa,
19:22porque nós estamos ali prontos,
19:23nós já estamos prontinhos para ir para o forno chinês
19:26que vai entrar aqui com absolutamente tudo.
19:29Porque você tinha perguntado mais cedo, Caniato,
19:31qual é a alternativa, né? Qual é o plano B?
19:34O plano B do governo é pagar tarifa
19:37ou parar de exportar os Estados Unidos.
19:39Não tem plano B.
19:40O plano B é se submeter à realidade da sua própria incompetência.
19:45Então, veremos a partir do dia primeiro
19:48essa transformação na dinâmica comercial
19:52que vai jogar na lona uma série de empresas
19:56de setores importantes que conseguiram a duras penas
20:00crescer os seus negócios exportando para os Estados Unidos
20:04e esses negócios vão acabar.
20:06Esses negócios vão passar por um processo
20:08de reajuste da sua dinâmica comercial
20:11que, num país como o Brasil,
20:14que tem taxa de juros oficial de 15% ao ano,
20:18ninguém aguenta ficar pagando juros,
20:21ninguém aguenta pegar empréstimo
20:23para pagar uma despesa operacional
20:26de uma fábrica que não gera receita,
20:28de uma planta que não gera receita,
20:30de um comércio que não gera receita,
20:32e depois pagar isso lá na frente.
20:34O senhor está quebrado.
20:35Se for, tiver juízo, ele encerra agora.
20:39Ele não vai ficar aumentando um buraco
20:42que depois ele não vai conseguir tapar.
20:44O Brasil é um país extremamente desafiador,
20:48mas é um país que ele é malvado.
20:52Ele persegue para colocar o mal
20:55naquele que ousa produzir,
20:57gerar emprego, criar divisa para o país.
20:59Essas pessoas do Estado recebem punição.
21:03Essa é a lógica que existe
21:05num país como o Brasil
21:07e que agora a gente está vendo
21:08de forma muito clara
21:09nesse caso das tarifas.
21:11Pois é.
21:12E aí a nossa reportagem em Brasília,
21:14a Janaína Camelo,
21:16compartilhou com a gente
21:16os principais pontos
21:18que foram destacados
21:19pelo vice-presidente Geraldo Alckmin
21:21nessa entrevista coletiva,
21:23além daqueles dois pontos
21:24que me parecem os mais importantes
21:26para nós destacarmos aqui,
21:29quando ele disse que não conversou
21:30com o presidente da República
21:31sobre o tarifácio.
21:33E que o plano de contingência
21:34está sendo elaborado.
21:36Ele complementou
21:37e respondeu as perguntas
21:38dos jornalistas,
21:39dizendo que o governo
21:40continua dialogando
21:42nesse momento
21:43pelos canais institucionais.
21:46Esse diálogo,
21:47segundo o vice-presidente,
21:48começou em março
21:49com a Secretaria do Comércio.
21:51Decorrente dela,
21:52se instalou um grupo,
21:53um GT,
21:53um grupo de trabalho,
21:55até o dia 4 de julho.
21:57Daí o vice-presidente diz
21:58que em maio foi solicitada
22:00uma carta com vários pontos,
22:03mas que eles não tiveram resposta.
22:05E aí ele termina praticamente
22:07a coletiva dizendo,
22:08quando houver alguma novidade,
22:10nós vamos anunciar.
22:12Dávila,
22:12está parecendo que o anúncio
22:13de Donald Trump
22:14para início da taxação
22:16indica que essa tarifa
22:18vai começar em dezembro.
22:19acho que é um tempo diferente
22:22do governo
22:23para as necessidades
22:24que estão postas aí.
22:26Não sei,
22:26parece um universo paralelo.
22:29Parece um...
22:30É difícil até
22:31a gente comentar aqui
22:33o que é senso de urgência.
22:35Falta senso de urgência.
22:36Você acha que é isso?
22:38Caniato,
22:40é que você tem que partir
22:41da perspectiva
22:43da turma do governo.
22:44A perspectiva da turma do governo
22:46não é resolver a questão tarifária.
22:48é como explorar
22:50este episódio
22:51da melhor forma política
22:54para acolher louros
22:55político-eleitoral.
22:57Essa não tem a ideia
22:59de resolver o problema no Brasil.
23:00É assim,
23:01como é que eu vou ficar bem
23:02na fotografia,
23:03na pesquisa,
23:04melhorar a minha popularidade?
23:05Como é que eu vou usar isso
23:06como uma oportunidade política?
23:09Não como eu vou usar isso
23:11para resolver o problema
23:11do brasileiro.
23:12O problema do brasileiro,
23:13dane-se.
23:14Eu quero resolver
23:14o problema da minha popularidade.
23:16Eu quero saber
23:17como é que a população
23:18está percebendo.
23:20Se eu sou um defensor
23:21da soberania nacional,
23:23se eu sou um grande nacionalista
23:26aqui que não vou me curvar
23:27aos interesses americanos.
23:29E aí,
23:30só terão duas alternativas.
23:33Aguentar essa tarifa
23:34por um bom tempo,
23:35porque Trump não vai ter
23:36nenhuma boa vontade
23:38para retroagir,
23:41porque viu que o Brasil
23:42não deu nenhuma demonstração
23:43de querer negociar seriamente.
23:46ou,
23:48como bem disse o Beraldo,
23:50cair nos braços da China.
23:51Essas são as duas opções.
23:53Ou nós sentaremos à mesa
23:54e negociaremos
23:55a partir do dia
23:56primeiro de agosto,
23:58e aí negociar
23:59seriamente,
24:00porque
24:01todo o capital político
24:02já foi
24:04conquistado
24:05de certa forma,
24:06
24:06refletiu
24:07nas pesquisas,
24:09
24:09fez com que
24:10Lula melhorasse
24:11a popularidade,
24:12agora tem que negociar.
24:13bom,
24:13então vamos lá começar
24:14a negociar
24:14a partir do dia
24:15primeiro de agosto
24:16e ver o que acontece.
24:18E a segunda coisa
24:19é continuar
24:20esticando a corda
24:21e cair nos braços
24:23da China.
24:24É essa a opção
24:25que o Brasil tem.
24:26Veja só,
24:27o Brasil está,
24:28na verdade,
24:29esperando um milagre.
24:30O milagre é
24:31os empresários
24:32americanos
24:33vão pressionar o governo
24:34Donald Trump
24:34para não
24:35impor essa tarifa
24:36de 50%,
24:37porque vai ser
24:37muito prejudicial
24:39ao consumidor americano.
24:42Ou
24:42Trump disse
24:44de forma genérica
24:45que o mundo
24:45vai receber
24:46uma tarifa
24:46de 20%
24:47e vamos torcer
24:48para o Brasil
24:48estar nessa lista,
24:49quem sabe,
24:50vamos fazer uma fezinha,
24:51vamos lá na lotérica
24:52apostar no número
24:53do bicho lá
24:53para ver se
24:54a gente tira
24:55o número premiado
24:56e vamos estar
24:57nos 20%
24:58que ele vai anunciar
24:59que é o resto
25:00do mundo.
25:01É uma coisa,
25:01é uma brincadeira,
25:03isso não é governo.
25:05Então assim,
25:06o problema é esse,
25:07ele quis
25:08colher os louros
25:11do embate político.
25:13Acabou.
25:14A partir do dia
25:14primeiro de agosto
25:15vai ter que negociar
25:17aquilo que não foi
25:18negociado
25:18desde o dia nove
25:19de julho.
25:20Pois é,
25:21quando o Dávila
25:22fala em governo
25:23colhendo os louros
25:24dessa situação,
25:26Krigner,
25:27me chama a atenção
25:28inclusive uma notícia
25:29destacada no portal
25:30da Jovem Pan News,
25:31manifestação do senador
25:33Flávio Bolsonaro
25:33dizendo o seguinte,
25:35abrindo aspas
25:36para o senador,
25:37o presidente brasileiro
25:38não quer negociar
25:39com o Donald Trump
25:40porque alimenta
25:41a discórdia.
25:43Então para além
25:43dessa reflexão
25:45do Dávila
25:45sobre a possibilidade
25:47de colher louros,
25:48na visão,
25:50na ótica do governo,
25:51tem esse ingrediente
25:52também de alimentar
25:53discórdia,
25:54nós contra eles,
25:56Donald Trump
25:57é aliado
25:57de Jair Bolsonaro,
25:59enfim,
25:59faz aquela mistura
26:00e joga
26:02para a plateia
26:03um cenário
26:03que parece
26:04para ele
26:05interessante
26:06nesse momento.
26:08Claro que sim,
26:09Caniato,
26:10até porque
26:10se a gente considerar
26:11o cenário eleitoral
26:13de 2026,
26:14por enquanto
26:15o governo
26:15tem apostado
26:16em duas grandes
26:17narrativas,
26:18a primeira delas
26:19com toda a questão
26:20da taxação
26:20dos super ricos
26:21que foi
26:22até um determinado
26:23momento
26:24e agora
26:24já começou
26:25a arrefecer
26:26porque não se sustenta
26:27nem com base
26:28nos números,
26:29nem com base
26:29no discurso
26:30político,
26:31então de que o governo
26:32estaria ali
26:32sendo a única voz
26:34para garantir
26:35que os mais pobres
26:36não pagariam mais impostos,
26:38essa é a narrativa
26:39que o governo
26:39tem tentado vender
26:40e a segunda
26:41narrativa
26:42para 2026
26:43é justamente essa,
26:44da defesa
26:44da soberania
26:45nacional,
26:46o Lula
26:47sendo então
26:48esse grande líder
26:49brasileiro,
26:50o presidente
26:51da Jabuticaba
26:52como ele tem
26:53colocado de colocar,
26:54que defende
26:55o Brasil
26:55contra os interesses
26:56escusos
26:57do capitalismo
26:58malvadão
26:58ou mesmo
26:59do imperialismo
27:00norte-americano,
27:01ou seja,
27:02é aquela mesma
27:03retórica antiga
27:04que a gente viu
27:05em 89 do Lula,
27:06que a gente viu
27:07em outras eleições
27:08e que está sendo
27:09tentada,
27:10tem sido tentada
27:11como uma via
27:13para se sustentar,
27:14já que os resultados
27:15econômicos
27:16são desastrosos,
27:17os resultados
27:17de segurança
27:18são desastrosos,
27:20a articulação
27:20com o Congresso
27:21não vai para frente,
27:22agora houve
27:23o descongelamento,
27:23quem sabe vão ter
27:24mais ali
27:25dinheiro para colocar
27:27em emenda parlamentar
27:28e tentar mudar
27:29esse cenário,
27:29mas não vai ter
27:30grande sucesso,
27:31enfim,
27:31tem tentado
27:32de todos os lados
27:33garantir
27:34uma sustentação
27:34política,
27:35essas duas
27:35narrativas
27:36têm se consolidado
27:37como as mais
27:38fortes mesmo,
27:39mas o tempo
27:41vai mostrar também,
27:42uma vez que essas
27:43tarifas
27:43entrarem
27:44em vigor,
27:45o povo vai
27:46começar a perceber
27:47o impacto
27:48dessas tarifas
27:49e também
27:49perceber a ineficiência
27:51do governo brasileiro
27:52em fazer qualquer tipo
27:53de articulação contrária,
27:54é questão de tempo
27:56para que mais uma
27:56narrativa também
27:57caia por terra.
27:58se ele adotar
28:00caso
28:01a tarifação
28:03entre em vigor
28:03e o governo
28:04não consiga reverter
28:06na base
28:06das negociações
28:08com os muitos
28:09representantes
28:10que tentam
28:11de alguma maneira
28:12modular
28:13essa tarifa
28:14ou até reverter,
28:15Beraldo,
28:16você acha que
28:17se o governo
28:17ou especialmente
28:18o presidente
28:18adotar essa retórica
28:20que esse discurso
28:21está vendo,
28:22a culpa foi deles,
28:23traidores da pátria,
28:25foram lá
28:25para os Estados Unidos,
28:26aqueles discursos
28:28que nós já escutamos
28:28muito nas últimas
28:29duas semanas.
28:31A população
28:32tende a comprar,
28:33Beraldo,
28:33ou você acha que
28:35tem eficiência
28:36esse tipo de discurso?
28:38Não,
28:39você acha que
28:39não perdemos
28:40tempo
28:41discutindo alguma coisa
28:43e na verdade
28:44a necessidade
28:45é sentar,
28:46negociar,
28:47reverter,
28:47tentar fazer alguma coisa
28:49a favor do Brasil?
28:51Bom,
28:52são vários momentos,
28:54né?
28:54Primeiro,
28:54inicialmente
28:56me parece
28:57que como a gente
28:58está vendo
28:58no caso
28:59suco de laranja,
29:00alguns outros itens
29:01que são
29:02intersperecíveis
29:03na carne,
29:05quando você
29:05perde um mercado
29:06tão importante
29:07como o mercado
29:07norte-americano
29:08para alguns setores,
29:09obviamente há um
29:10excesso de oferta
29:11no Brasil,
29:12há uma tendência
29:13de redução de preço
29:14e esse discurso
29:16de penalização
29:18fica prejudicado.
29:20Na verdade,
29:21o que o governo
29:21vai tentar fazer
29:22é tentar justificar
29:25a sua atuação pífia
29:27como na verdade
29:28sendo uma grande
29:29estratégia
29:30para conseguir
29:31melhorar
29:32a vida do povo,
29:33só que isso não dura,
29:34né?
29:35Na verdade,
29:36esses mercados
29:38eles vão se
29:38reacomodar
29:39ao longo do tempo
29:41e logo, logo
29:41a gente vai ver
29:42que essa
29:44pequena vantagem
29:46de agora
29:47ela vai desaparecer
29:48muito rapidamente.
29:49então,
29:51o governo
29:51ele vai observar
29:53e tentar surfar
29:54as ondas.
29:55Quando chegar
29:56perto da eleição
29:57e o cenário
29:58estiver mais ou menos
29:59equacionado
30:00porque a gente
30:01vai ver aumento
30:01de desemprego
30:02em alguns setores,
30:03a gente vai ver
30:04um dano
30:06causado
30:07ao desenvolvimento
30:08de alguns segmentos
30:09da economia,
30:10aí o governo
30:11vai usar isso
30:13para colocar
30:14na conta
30:16do seu opositor.
30:17desde que
30:18o seu opositor
30:19seja umbilicalmente
30:21ligado
30:21a Jair Bolsonaro
30:22porque
30:23o discurso
30:25de que a tarifa
30:26é um instrumento
30:29válido
30:29para pressionar
30:30o Brasil
30:31a mudar
30:32a atuação
30:33do Supremo Tribunal Federal
30:34é um discurso
30:36de Eduardo Bolsonaro
30:38que vem
30:39sofrendo
30:41resistências
30:42até dentro
30:43do universo
30:44bolsonarista,
30:46dos apoiadores
30:46de seu pai
30:47Jair Bolsonaro.
30:48Há notícias
30:49que foi da coluna
30:50de Lauro Jardim
30:51esse final de semana
30:52dizendo que Jair Bolsonaro
30:53chegou até a ensaiar
30:55um vídeo
30:58pedindo
30:59para que Trump
31:00recuasse
31:01das tarifas
31:02mas que depois
31:03teria
31:03desistido
31:05que demonstra
31:06que há
31:07uma preocupação
31:09em justificar
31:10esse tipo
31:11de discurso
31:12de que
31:13eu quero ver
31:14o agro
31:15afetado
31:16eu quero ver
31:16a indústria
31:17brasileira
31:17afetada
31:18porque
31:18na verdade
31:19todos os instrumentos
31:21são válidos
31:21para eu conseguir
31:23o que eu quero
31:24e a colocação
31:26de Eduardo Bolsonaro
31:27no meu entender
31:28foi muito infeliz
31:29dizendo que ele quer
31:30uma vingança
31:30não me importa
31:31se o Brasil
31:32ficar arrasado
31:33o que importa
31:34é a vingança
31:36e aí as pessoas
31:37se perguntam
31:37mas peraí
31:38o discurso
31:39não era
31:39Brasil acima de tudo
31:41Deus acima de todos
31:43como é que fica
31:44como é que você
31:45confronta
31:46o discurso
31:47de tantos anos
31:49ali sendo consolidado
31:50agora
31:51com esse tipo
31:51de atitude
31:52uma coisa
31:52não conversa
31:53com a outra
31:53então
31:54a fortaleza
31:57do governo
31:57Caneto
31:58desse ponto de vista
31:59do discurso
31:59político eleitoral
32:00vai depender
32:03do discurso
32:04do outro lado
32:05vão dobrar
32:07a aposta
32:07nessa ideia
32:08de que
32:09aplicação de tarifa
32:11a setores
32:12que inclusive
32:13sustentaram
32:14e apoiaram
32:14muito intensamente
32:16Jair Bolsonaro
32:16eles agora
32:18vão sofrer
32:19porque aí
32:20eles é que tem que ir
32:21fazer protesto
32:22contra o Supremo
32:23Tribunal Federal
32:23peraí mas
32:25o presidente Jair Bolsonaro
32:27na época da eleição
32:28elegeu mais de 20 senadores
32:30aí os senadores
32:32estão lá
32:32de braço dado
32:33agora com os governistas
32:35os senadores
32:36foram fazer campanha
32:38para Davi Alcolumbre
32:39que disse que não vai
32:39pautar impeachment
32:40de ministro supremo nenhum
32:41aí os senadores
32:43fazem isso
32:44agora é o empresário
32:45que tem que se lascar
32:45é o agricultor
32:46que tem que se lascar
32:47a população
32:49que tem que ir para a rua
32:49depois de ter sido
32:51presa lá no 8 de janeiro
32:52então esse discurso
32:54não está casando
32:55esse discurso
32:56está muito fraco
32:57ele não é lógico
32:59ele não é razoável
33:00e à medida
33:01que se tenta
33:02fazer valer
33:03um discurso
33:04que não é razoável
33:05aí o discurso
33:07do governo
33:07cresce
33:08infelizmente
33:09é o que a gente
33:09está vendo
33:10o governo
33:10por inércia
33:11tirando o proveito
33:12de uma situação
33:13que ele tinha tudo
33:13a perder
33:14deveria estar perdendo
33:15porque a responsabilidade
33:16e culpa é dele
33:16mas o outro lado
33:17está lhe dando a vitória
33:18pois é
33:19daqui a pouco
33:20a gente vai trazer
33:21as informações
33:21daquela comitiva
33:22de senadores
33:23comitiva já está
33:24nos Estados Unidos
33:25e tem uma declaração
33:27de um senador
33:27pouco animado
33:28com a possibilidade
33:30de reversão
33:31porque eles foram
33:32para lá
33:32com esse intuito
33:33mas viram
33:34que a dificuldade
33:35é muito grande
33:36uma vez que a gente
33:37está falando
33:37da implementação
33:38da tarifa
33:38na sexta-feira
33:39não existe mágica
33:41quando a gente fala
33:42de relações internacionais
33:44a gente vai trazer
33:44essa informação
33:45e também governadores
33:46que devem se organizar
33:48para tentar
33:49estudar e elencar
33:52alternativas
33:53ao tarifácio
33:54daqui a pouco
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