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Manuel Serapião analisa arbitragem de PSG x Bayern no Mundial
Gazeta Esportiva
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há 7 meses
Categoria
🥇
Esportes
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00:00
Olá amigos do futebol e particularmente de sua arbitragem.
00:05
Acabamos de assistir um jogo de futebol extraordinariamente emocionante
00:10
entre o Bayern de Munique e o Paris Saint-Germain pelo Mundial de Clubes
00:15
em que o Paris Saint-Germain venceu por 2 a 0.
00:21
A arbitragem foi comandada pelo inglês Anthony Taylor
00:25
que fez uma arbitragem, conquanto nós tenhamos uma restrição muito grande,
00:33
de ótima qualidade.
00:35
Estávamos aqui prontos para lhe dar nota 10,
00:40
tanto pela condução do jogo, com sua tranquilidade, sua serenidade,
00:45
sua firmeza, sem nenhuma agressividade, nenhum momento da partida,
00:50
decidindo todos os lances com muito acerto.
00:55
Houve uma ou duas faltas em que houve erro, mas isso durante 90 minutos
01:00
e faltas no meio de campo realmente não podem tirar o brilho de uma boa arbitragem.
01:08
Ele se ouve muitíssimo bem nas duas exposições dos dois jogadores do Paris Saint-Germain.
01:13
O primeiro porque a bola já estava fora de disputa,
01:19
ele veio com a sola da chuteira para atingir o adversário.
01:23
Se fosse aqui no Brasil, o VAR interviria para dizer que não pegou,
01:29
que pegou de raspão, e quando a regra não cuida disso,
01:33
a regra cuida da ação em que o jogador assume o risco de lesionar o adversário.
01:40
Aí se caracteriza a força excessiva e foi o que aconteceu com o primeiro jogador
01:46
do Paris Saint-Germain que foi expulso.
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O segundo jogador expulso, logo após, foi também uma ação,
01:55
claramente com o objetivo de lesionar o adversário.
01:58
O jogador estava com a bola dominada, já tinha ultrapassado o seu adversário
02:02
e volta com o seu cotovelo para atingir o rosto do adversário,
02:07
ainda que sem intensidade.
02:11
Aqui no Brasil, mais uma vez, o VAR interviria para dizer,
02:15
olha, ele não quis lesionar porque o braço não teve o gatilho,
02:20
não foi com o cotovelo, embora tenha sido com o cotovelo,
02:23
mas não houve o gatilho, não houve velocidade, não houve intensidade.
02:26
Mas ele quis apenas e tão somente atingir-se o adversário
02:33
sem disputa de bola, sem disputa de espaço, já com o adversário vencido.
02:40
Então, expulsão corretíssima.
02:43
A questão é que se levanta agora é o seguinte,
02:46
se o Paris Saint-Germain tivesse perdido,
02:50
os jogadores seriam responsabilizados, seriam multados,
02:55
ah, mas não perdeu, venceu e aí se perdoa.
02:59
É isso que é profissionalismo, num nível elevadíssimo,
03:03
como isso serve de exemplo para o mundo do futebol.
03:06
Então, o Paris Saint-Germain deve multar seus dois jogadores,
03:12
multa pesada e dar orientação adequada.
03:16
O Luiz Henrique, o treinador do Paris Saint-Germain,
03:20
ainda ficou inconformado com a segunda expulsão.
03:25
Pode ser que lá no campo ele não tenha visto direito o lance.
03:29
Depois, quando ele vir o lance na TV,
03:34
se ele se mantiver criticando a arbitragem,
03:36
realmente não faz nenhum sentido,
03:40
é o profissionalismo que está sendo posto em segundo plano.
03:43
Mas o terceiro lance que a gente quer comentar
03:46
é que arbitragem, meus amigos, é realmente uma coisa complicada.
03:51
O John Taylor supôs que o defensor da França,
03:55
ao disputar a bola com o atacante do Paris Saint-Germain,
03:58
teria tocado em seu rosto com a sua chuteira,
04:03
o que seria tiro livre direto,
04:05
porque teria havido contato,
04:08
e com o pé na altura do rosto,
04:10
com a bola que está na altura para ser jogada com a cabeça,
04:14
o jogador que tenta jogar a bola assim,
04:16
está desconsiderando o risco do adversário
04:19
e praticando, no mínimo,
04:22
o jogar perigosamente, o denominado jogo perigoso.
04:25
Ocorre que, havendo contato do jogo perigoso,
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passa-se tiro livre direto,
04:30
e o árbitro marcou corretamente o tiro penal,
04:33
porque na visão dele houve contato.
04:35
O VAR atuou, e aí corretamente,
04:39
porque não houve contato do pé com o rosto jogador,
04:42
o defensor tocou a bola,
04:46
mas o árbitro cometeu um erro imperdoável
04:48
para um árbitro dessa grande categoria,
04:52
que dirige uma partida entre duas das maiores equipes do mundo.
04:57
Não faz nenhum sentido
04:59
o árbitro reiniciar o jogo com bola ao solo,
05:02
dizendo que não houve falta.
05:04
Houve falta, sim,
05:06
mas falta para ser cobrada com tiro livre indireto
05:11
por jogar perigosamente.
05:13
Isso significa que até as grandes estrelas,
05:17
os grandes árbitros,
05:18
não dominam a regra do jogo
05:20
e cometem erros dessa natureza
05:23
que diminuem a qualidade das ações
05:27
que ele pratica em campo.
05:29
As duas expulsões, a direção correta do jogo,
05:32
mas este reinício do jogo com bola ao solo
05:37
é rasgar a regra do jogo,
05:40
é desconhecer a regra do jogo,
05:42
ou então talvez decidir acomodadamente
05:45
porque o reinício do jogo seria com
05:49
um tiro livre indireto a favor do Bayern de Munique
05:52
e na linha da pequena área.
05:54
E o Anthony Taylor cometeu esse erro imperdoável,
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o que vai baixar sua nota de 10 para 7.
06:04
De 10 para 7.
06:06
Porque é um erro claríssimo de desconhecimento da regra
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ou de covardia, coisa que não acreditamos que tenha havido,
06:13
porque durante o jogo ele se ouve com muita coragem
06:17
e com muito equilíbrio.
06:19
Torcedor, obrigado pela sua atenção
06:21
e mais uma vez a gente assistiu
06:24
uma boa arbitragem com essa seríssima restrição.
06:29
Um forte abraço e até uma próxima oportunidade.
06:32
Obrigado.
06:33
Obrigado.
06:34
Obrigado.
06:35
Obrigado.
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