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  • 22/06/2025
O Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, se pronunciou neste domingo (22) sobre os ataques dos Estados Unidos a três usinas nucleares do Irã e classificou a ofensiva como um “cruzamento de uma linha vermelha muito grande”.

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Transcrição
00:00O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Arash, afirmou agora há pouco em entrevista coletiva que os Estados Unidos cruzaram uma linha vermelha muito grande ao bombardear instalações nucleares iranianas.
00:14O chanceler disse que os ataques representam uma grave violação da Carta da ONU e do Direito Internacional e anunciou que Teherã convocou o Conselho de Segurança da ONU para uma reunião de emergência.
00:26Arash também apelou ao Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica para que condene formalmente os bombardeios.
00:35O chanceler reforçou que Teherã reserva todas as opções para proteger sua soberania e segurança nacional.
00:43Durante a coletiva, o ministro evitou antecipar qualquer retomada do diálogo com o Ocidente.
00:49Ele declarou que quando a agressão terminar, eles vão decidir sobre a diplomacia.
00:55Aliás, os ataques iranianos deixaram mais de 80 feridos em Israel, segundo autoridades do país.
01:02Sirenes de alerta e explosões foram ouvidas na manhã de hoje em Tel Aviv, após o lançamento de mísseis vindos do Irã.
01:10Há pouco nós conversamos com um israelense, Michelle Goldenfeld, que efetivamente confirmou que esses estrondos, esses bombardeios foram ouvidos no entorno.
01:21O bombardeio ocorre um dia após os Estados Unidos atacarem três instalações nucleares iranianas.
01:27Ainda não há informações sobre danos ou vítimas.
01:32As autoridades israelenses orientaram a população, inclusive, a procurar abrigos.
01:37O exército afirma que iniciou uma nova onda de ataques contra alvos militares localizados no oeste do Irã.
01:45E a repercussão de líderes europeus começou logo na sequência da escalada das tensões.
01:51O primeiro-ministro britânico, Keith Starmer, por exemplo, afirmou que o programa nuclear iraniano representa grave ameaça à segurança internacional.
02:01Ele também apoiou a ação militar norte-americana e pediu que o Irã volte à mesa de negociações para uma solução diplomática.
02:08De acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica da ONU, não houve aumento nos níveis de radiação após os recentes ataques.
02:17A autoridade nuclear saudita também disse que não foram detectados traços de radioatividade na Arábia Saudita nem nos demais países do Golfo Pérsico.
02:27E hoje a gente tem a expectativa também do pronunciamento de outros líderes mundiais, especialmente China e Rússia.
02:35Sete horas e trinta e um minutos.
02:38Repito.
02:39Sete e trinta e um.
02:41O chefe do programa nuclear do Irã pediu uma investigação sobre os ataques dos Estados Unidos em instalações nucleares.
02:48Assunto para ele novamente, Luca Bassani, que vem com todos os detalhes, Luca.
02:52Pois é, Paula.
02:55Nós vemos que após este ataque em três localidades, três das principais instalações nucleares do Irã,
03:01o chefe do programa nuclear iraniano, ele pede uma investigação para a Agência Internacional de Energia Atômica,
03:08alegando que essa ação se tratou de um ataque ilegal, de uma ação ilegal no seu território,
03:14que coloca em risco não só a sua própria soberania, mas a população iraniana e o meio ambiente,
03:20por conta dos níveis de radiação que podem ser despejados na natureza após um ataque desta natureza.
03:28Nós vemos, todavia, que de acordo com a própria Agência Internacional de Energia Atômica e países vizinhos,
03:35níveis elevados de radiação ainda não foram detectados.
03:38Isso se dá também por um processo científico, já que dentro de centrífugas nucleares,
03:45no caso de centrífugas que fazem o enriquecimento de urânio,
03:48nós temos um gás que é bastante, quando dissipado,
03:53ele é bastante baixo no seu nível de radiação, contendo apenas níveis de radiação alfa,
03:59ao contrário da radiação beta e gama, que são observadas quando há a explosão de um reator nuclear,
04:04exemplo do que foi em Chernobyl, por exemplo.
04:07Nós vemos também que, durante as próximas horas,
04:11é provável que uma reunião de emergência aconteça no Conselho de Segurança.
04:15Ontem já tivemos um embate entre a delegação israelense e a delegação iraniana,
04:20por diversas acusações, inclusive os iranianos acusando a Agência Internacional de Energia Atômica
04:26a não serem parciais o suficiente a ponto de evitar este ataque e evitar esta escalada da guerra.
04:34Outro fato que eu acho que é importante trazer à nossa audiência,
04:37eu que tenho fontes diretamente do Irã, após ter estado no país recentemente,
04:43alguns me dizem que a internet foi bloqueada nas últimas 48 horas.
04:47Foi praticamente um apagão digital promovido pelo governo,
04:51onde apenas 3% de uma população de mais de 90 milhões de pessoas
04:56tinham acesso às redes sociais ou à internet convencional.
05:00E aí a gente não está só falando para ver futilidades nas redes sociais,
05:04mas para conseguir informação de fato que não seja apenas pelas vias oficiais do governo,
05:09que como nós sabemos muitas vezes censuram determinadas informações
05:13que podem ser essenciais para que determinadas pessoas saiam de determinado local
05:17e possam buscar abrigo em outro.
05:20Outro assunto que é relevante trazer dessas minhas fontes,
05:24tanto na parte mais oriental do Irã,
05:27quanto também na região de Isfahan, que foi afetada,
05:30é que os alvos militares têm sido atingidos.
05:33Muitas dessas pessoas dizem que as suas casas ou parentes, amigos,
05:37não foram diretamente afetados,
05:39e que há um desconforto da população em relação ao governo.
05:43Mas isso não é algo recente,
05:45algo que vem depois de muitas décadas,
05:47afinal, um governo teocrático é islâmico, fundamentalista.
05:51De qualquer maneira, não sabemos se isso será o suficiente
05:54para que haja um levante popular,
05:56principalmente porque a aversão que os iranianos têm a Israel e aos Estados Unidos
06:00é compatível com a aversão que tem ao seu próprio governo.
06:04Então fica aí uma grande dicotomia,
06:06um grande dilema para saber qual o futuro.
06:09Provavelmente aquilo que Israel e os Estados Unidos gostariam
06:12seria uma mudança de regime,
06:14mas isso, através dos fins bélicos,
06:17não parece ser alcançado
06:20por conta de uma população tão grande,
06:23um país com tantas diferenças regionais.
06:24Falamos sempre que o Irã é um país persa,
06:26e de fato mais de 60% das pessoas são persas,
06:29mas temos 10% de curdos,
06:31cerca de 17% de turcomanos,
06:34entre azeres e turcos,
06:36outros tantos que também são balotes da região sul,
06:39que faz diversão com o Paquistão.
06:41Então não é um país tão fácil,
06:43tão monolítico para a gente imaginar o que acontece.
06:45Obviamente que são muitas as especulações.
06:48Agora, a principal informação que nós esperamos trazer
06:52para a nossa audiência durante as próximas horas
06:54são as manifestações das lideranças mundiais.
06:57O Nonato disse muito bem que Keir Starmer
06:58foi o único da Europa que, por enquanto, se pronunciou.
07:01Estou de olho no chanceler alemão,
07:03presidente francês,
07:04presidente da Comissão Europeia.
07:06Além, é claro, de ver quais serão as possíveis respostas iranianas
07:10no campo militar,
07:11se atacarão as bases americanas na região,
07:14se será um ataque mais intenso a Israel,
07:16ou se utilizará da sua rede de terroristas
07:19espalhadas pelo mundo
07:20para fazer uma guerra assimétrica,
07:23também espalhando o medo
07:25por outras localidades no mundo
07:28que não têm relação direta com este conflito até o momento.
07:31E fora também, né, Luca,
07:33que a gente fica na expectativa aí do avançar,
07:36e a gente está aqui exatamente levando os fatos
07:38que vão acontecendo,
07:39é o que a gente vai relatando e trazendo,
07:41ouvindo especialistas para tentar entender
07:43essa colcha de retalhos.
07:46Mas também não é certeza
07:47que a queda do regime possa trazer tranquilidade ao Irã.
07:50A gente viu o que aconteceu em Líbia,
07:52em Iraque,
07:53onde a queda de regimes ditatoriais
07:56acabou trazendo muito transtorno
07:59para esses territórios
08:00e até a presença de grupos armados
08:02que acabaram se transformando em grupos terroristas.
08:05Mas um outro líder
08:06que acho que está todo mundo curioso para ouvir
08:08é o Vladimir Putin
08:10e também o Xi Jinping da China, né?
08:12Saber que tipo de posicionamento
08:14essas duas superpotências
08:15que rivalizam com os Estados Unidos
08:17vão tomar.
08:18E do Putin principalmente,
08:20porque ele tem bom relacionamento com o Netanyahu
08:22e com a República Islâmica, né?
08:25Exato.
08:25Inclusive, eu que estou na Rússia,
08:27acabei de ver nas mídias locais
08:29que o presidente Putin
08:30disse não ter planos
08:31de conversar com o Donald Trump
08:33após este ataque,
08:34mas caso isso fosse
08:35estreitamente necessário,
08:37se até mesmo o Irã
08:38pedisse essa intervenção
08:39por parte dos russos,
08:41o Kremlin estaria disposto
08:42a agendar uma conversa oficial
08:45entre os diversos diplomatas,
08:47até mesmo entre os dois presidentes,
08:49para que se possa encontrar
08:50uma solução para este conflito.
08:52A posição da China é mais pragmática,
08:54que ela tem interesses econômicos
08:56acima dos interesses políticos
08:58e sabe que não é interessante
08:59uma guerra prolongada
09:00ou até mesmo o fechamento,
09:03por mais que seja temporada
09:04do Estreito de Hormuz,
09:05já que depende não só do petróleo iraniano,
09:07mas do petróleo saudita,
09:08do Kuwait, do Bahrein.
09:10Então, é uma questão econômica
09:11bastante profunda para os chineses
09:14e para todo mundo
09:15e, portanto, a postura chinesa
09:17sempre pedia desescalada
09:18buscando as vias diplomáticas.
09:20Como você bem disse,
09:21é uma questão extremamente complexa
09:24e incerta em relação
09:25a uma possível mudança de regime.
09:28Falamos isso sempre de maneira hipotética,
09:30já que os exemplos do passado
09:32são muito negativos.
09:33Qualquer intervenção ocidental
09:34no Oriente Médio
09:36não trouxe necessariamente
09:37uma mudança positiva.
09:39Vemos no Afeganistão,
09:41após a intervenção americana,
09:42a manutenção do Talibã,
09:44que também é um grupo
09:45extremamente fundamentalista,
09:47que tolhe os direitos das mulheres.
09:49A Líbia, o Iraque, a Síria,
09:50também países destruídos
09:51por guerras civis.
09:53E isso, muitas vezes,
09:54não tem a ver apenas
09:55com o regime político no momento,
09:57mas questões culturais.
09:58Afinal, o mundo islâmico
09:59nunca conviveu com democracias
10:01e, provavelmente,
10:02não consiga adaptá-las
10:04de maneira tão fácil,
10:05exatamente pela questão
10:06doutrinária, religiosa,
10:07que representa impeditivos
10:09para avanços nessa área.
10:11Obviamente que vamos ficar de olho
10:13e trazendo sempre essas análises,
10:14essas informações,
10:15para tentar facilitar a compreensão
10:17da nossa audiência
10:18ao longo deste domingo histórico.
10:20Luca Bassani,
10:20falando diretamente de Moscou,
10:22com a gente aqui no Jornal da Manhã,
10:24aguardando todas as manifestações
10:25de líderes mundiais.
10:26Obrigada, Luca, mais uma vez.
10:28Eu quero chamar o professor
10:29Marcos Vinícius de Freitas
10:30para continuar conversando com a gente.
10:32Professor, o Luca havia falado
10:34que pelo menos 3% da população iraniana
10:36está sem internet,
10:37mais de 24 horas.
10:39Seria uma forma de conter informações?
10:41Qual que é o motivo?
10:42Ou seria, enfim,
10:43por causa de algum bombardeio na região?
10:45Professor Marcos Vinícius,
10:57tem o áudio?
10:59Está me ouvindo ou não?
11:00Agora sim, perfeito.
11:02Não, perfeito.
11:04Não, a grande questão é a seguinte, né?
11:07Claro que quando a internet está aberta,
11:09você também está sujeito
11:11há uma série de infiltrações
11:13e de possibilidade aí de propaganda.
11:17E claro que o governo,
11:18nesse processo todo,
11:19também tenta conter um pouco
11:21daquilo que vai ser
11:23necessariamente transmitido
11:25à opinião pública.
11:26Então, é uma coisa que pode acontecer
11:28num cenário destes
11:29e claro que nós não sabemos
11:31o quanto a infraestrutura também
11:32de internet tem sido prejudicada,
11:35até porque nós vimos ali,
11:37no caso da ação israelense
11:39no Irã,
11:42atingindo ali uma série
11:43de aspectos da vida pública,
11:48quando se atingiu
11:49a questão de lugares
11:52onde se produz eletricidade,
11:54a questão também
11:56do próprio canal de televisão.
11:58Então, você tem aí
11:59uma série de fatores
12:00que podem fazer parte
12:01deste pacote
12:02que é ameaçado
12:03na questão de infraestrutura
12:05justamente no sentido
12:06de se criar
12:07uma situação
12:09coletiva
12:10de frustração
12:14com o governo
12:14e eventualmente
12:15criar os mecanismos
12:17necessários
12:18para colapsar
12:19este governo.
12:20Então, esta é uma medida
12:21em internet
12:22que a gente sabe
12:23que ela é importante
12:24neste processo todo.
12:25Agora, existem três coisas
12:27que eu acho que são importantes
12:28a gente enfatizar
12:30neste momento.
12:31se esta ação
12:33ajuda ou não
12:34o regime atual.
12:36E a grande questão
12:37que a gente observa
12:38e o Nonato
12:38mencionou isso anteriormente
12:40é que nós não podemos
12:42deixar
12:43de lembrar
12:44que o regime anterior
12:45com o Shah
12:46altamente corrupto.
12:48Nós não podemos esquecer
12:49até da história
12:50se a gente não sabe
12:51se é verdade ou não
12:52de que ele saiu do Irã
12:53com quatro toneladas de ouro
12:55daquela coisa que até hoje
12:57ele não sabe se é mito
12:58ou realidade
12:58mas houve aí um enorme
13:00problema de corrupção
13:01amparado pelos Estados Unidos
13:03e aquela geração
13:04cresceu ali
13:05com um sentimento
13:06anti-americano
13:07que nas duas gerações
13:09se seguiram
13:09desapareceu
13:10e volta agora
13:12com uma intensidade
13:13como nunca se viu
13:15anteriormente
13:16em razão desta ação.
13:17Então, este é um problema
13:18que a gente vai enfrentar
13:19no processo
13:20e tem um outro aspecto
13:22também
13:22que a gente começa
13:24a observar aí
13:25já são os iranianos falando
13:26e obviamente que tudo
13:28é uma questão
13:28de narrativas
13:29em guerra é sempre assim
13:31a verdade a gente
13:31nunca sabe
13:32efetivamente
13:33mas os iranianos
13:34já disseram
13:35que já tinham removido
13:36os materiais nucleares
13:39que poderiam ser usados
13:40então o grande medo
13:41é que se isso
13:42de fato aconteceu
13:43e também
13:45as primeiras informações
13:47de Teherã
13:48afirmam que só foram
13:49afetadas as duas portas
13:51principais
13:52da usina
13:53ali de Fodor
13:54então o que a gente
13:56observa
13:56é que o problema
13:58é se
13:58eventualmente
14:00estes tipos
14:01de combustíveis
14:03este tipo
14:03de material
14:05radioativo
14:05possa ser utilizado
14:06em bombas sujas
14:07ou outro tipo de coisa
14:08então a ação
14:10é complicada
14:11porque nós não sabemos
14:12o desdobramento
14:13que vai ter
14:14e obviamente
14:15que tudo isso
14:16faz parte
14:16deste pacote
14:17no sentido
14:17de que
14:18nós enterramos
14:20de fato
14:20e a ação
14:21de Donald Trump
14:22nesse processo
14:23todo
14:23enterrou aí
14:24qualquer iniciativa
14:25diplomática
14:26ou de confiabilidade
14:28nos agentes
14:29que estão discutindo
14:30Gesualdo Almeida
14:32também está com a gente
14:33nesta manhã
14:34de domingo
14:35Gesualdo
14:35bom dia pra você
14:36bem vindo
14:37como é que você está vendo
14:38toda essa situação
14:39e agora a entrada
14:41efetiva
14:41dos Estados Unidos
14:42nesse conflito
14:44sempre um peso
14:45muito grande
14:46a entrada de um ator
14:47como esse
14:47né Gesualdo
14:48sim
14:50sempre
14:50eu vejo
14:51o Irã
14:52muito isolado
14:53também
14:53dessa vez
14:54diferentemente
14:55de outras vezes
14:56em que o Estado
14:56de Israel
14:57foi atacado
14:57foi atacado
14:58por uma coalizão
14:59de países
14:59os países
15:00que poderiam
15:01ajudar
15:01o Irã
15:02agora
15:03estão muito
15:03enfraquecidos
15:04é o caso
15:05por exemplo
15:06do Egito
15:06que não tem
15:07interesse nenhum
15:07em participar
15:08dessa guerra
15:08os eventuais
15:10players
15:10que seriam
15:11fortes
15:12na ajuda
15:13do Irã
15:13de fornecimento
15:14de armas
15:14da Arábia Saudita
15:15é o inimigo
15:16do Irã
15:16e o aliado
15:17dos Estados Unidos
15:18a Turquia
15:19também não tende
15:20a enfrentar
15:21Israel
15:23nesse momento
15:23sobretudo
15:24porque ele faz
15:24parte da OTAN
15:25e a OTAN
15:26tem países
15:26aliados
15:27a Israel
15:28a Síria
15:29está totalmente
15:30desgastada
15:31e a Jordana
15:31não tem poder
15:32de fogo
15:33para poder
15:33enfrentar o Irã
15:34além disso
15:35os outros
15:35dois grandes
15:36players
15:36do cenário
15:36mundial
15:37a Rússia
15:38e a China
15:39não tendem
15:40a se envolver
15:40a China
15:41historicamente
15:42é um país
15:42neutro em guerras
15:43e a Rússia
15:44já tem problemas
15:45suficientes
15:46com a guerra
15:46da Ucrânia
15:47para poder mandar
15:48armamento
15:49e pessoal
15:49para o Irã
15:50portanto o Irã
15:51está enfraquecido
15:52e isolado
15:53dessa vez
15:54o que tende
15:55inclusive a fazer
15:55a médio e curto prazo
15:57a derrubada
15:58do próprio sistema
15:58que o Irã
15:59e o que a gente
16:02vai ter
16:04o que a gente
16:05vai ter
16:05a de
16:06a de
16:07a de
16:07a de

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