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  • 12/06/2025

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Transcrição
00:00O ladrão da baçona atacou novamente, atuando sozinho e em plena luz do dia, o ladrão assaltou o banco da cidade.
00:08O roubo foi registrado em vídeo pelas câmeras do banco.
00:11Mas o herói? É uma mulher? Mas ela parece a...
00:17O que não nos contou?
00:19Eu nunca teria adivinhado.
00:21Não, vocês não entendem.
00:23Que emoção, estamos tomando chá com o inimigo público número um.
00:27Ah, eu juro que não fui eu.
00:30Eu vi com os meus próprios olhos.
00:32Nem tudo que parece é, meninas.
00:35Certo, hein, que eu vou contar uma história interessante.
00:39Antigamente era dureza cuidar do castelo.
00:42Tendo que varrer, tirar o pó, passar o fantasma e consertar uma coisa ou outra, nunca sobrava tempo pra mim mesma.
00:51E assim, em uma noite tempestuosa, finalmente eu cheguei no limite máximo.
00:57Já chega, não aguento.
01:00E aí
01:05Ha, ha, ha, ha, ha...
01:35Como vai? Meu nome é Josefine.
01:38Ela fazia todo o serviço.
01:40Finalmente, eu podia sentar e relaxar.
01:43Fazer alguma coisa para variar.
01:47Eu podia até dar uma de madame.
01:53Josefine, estou sem pó de peixe.
01:56Eu podia convidar amigos para o jantar.
02:05Josefine, esqueceu de pôr veneno de escorpião de novo.
02:10Que gostoso.
02:12Um tempo depois, eu comecei a notar que a Josefine estava ficando abusada.
02:16Ela chegou ao cúrgulo de dar um jantar às minhas costas.
02:20Traga outra garrafa de cuspe de camelo e bem rápido.
02:27Ela esperava que eu saísse e usava as minhas coisas.
02:33Ah, legal.
02:35Peguei!
02:40A coisa chegou a tal ponto que eu não sabia mais quem eu era.
03:07Sou eu, sou eu!
03:16Josefine, quero sapos com ovos e salsicha de cobra com torradas para já.
03:21Ai, que situação confusa.
03:23Ainda vai ficar pior.
03:24Dezessete, dezoito, dezenove, vinte.
03:37Achei, você, pôr veneno.
03:43Elas ficavam brincando o dia todo enquanto eu fazia o serviço da casa.
03:49Eu tinha virado gata borralheira.
03:51Eu não aguento mais.
03:54Eu não aguento mais.
03:54Eu não aguento mais.
04:02Todas prontas?
04:04Digam X.
04:06X!
04:06O que você está fazendo na minha cama?
04:21Josefine, sou a bruxa unilda.
04:22Eu quero dormir.
04:24Eu sou a bruxa unilda, impostora.
04:26Não é não.
04:28Muito bem.
04:29Então diga qual o nome da minha mãe.
04:30Fácil.
04:31O nome dela é Petônia.
04:32Certo.
04:33Quantos namorados tive?
04:34Sete.
04:35Qual a minha idade?
04:36É, oitocentos e setenta e seis anos, três meses e dois dias.
04:40Em quais cidades já fui?
04:42Londres, Paris, Nova Iorque, Veneza.
04:45E aí uma ficou sabatinando a outra por um tempão.
04:48Uma respondia a outra também.
04:50Mas você está aqui.
04:51Como resolveram isso?
04:53Muito bem, coruja.
04:54Qual de nós é a verdadeira bruxa unilda?
05:01Voltamos a estar caseiro.
05:03Mas em uma coisa estávamos de acordo.
05:05Só podia existir uma bruxa unilda.
05:07Tiramos o cara o coronel e eu venci.
05:11De vez em quando eu leio alguma coisa sobre a Josefine no jornal ou a vejo na TV.
05:15Mas como podemos saber que você não é a Josefine?
05:18E que a ladra da vassura não é a verdadeira bruxa unilda?
05:21E que você não é...
05:22Ai, minha nossa, que confusão danada!
05:25Terá que aceitar a minha palavra.
05:28Ai!

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