00:00Foram registradas cerca de 202 infrações em 2024 de pessoas que estacionam irregularmente em vagas destinadas a pessoas com deficiência.
00:08O que você acha desse problema e desse número?
00:11Cara, é um número muito absurdo. Eu acho que é uma situação em que a gente não encontra corriqueiramente.
00:17Eu acho que o Belém tem uma dificuldade muito grande nesse respeito, não só em áreas públicas, como em áreas privadas, como supermercados.
00:24Eu sou meio chato com isso. Às vezes eu fico parado olhando ali para ver se o cara que está estacionando ali naquele local realmente é usuário daquela vaga.
00:32A dificuldade que essas pessoas têm de encontrar vagas, de espaços para que eles possam ser adaptáveis como eles devem ser, é muito difícil.
00:40Então eu acho que a gente precisa se conscientizar em relação a isso.
00:42Não acho que é suficiente, até porque eu acho que as multas não são aplicadas de fato. A fiscalização é muito precária.
00:48Eu acho que um processo de educação é muito mais eficiente do que um processo de multa, do que um processo de punição por essa utilização.
00:56Eu acho que não só para a vaga, mas para qualquer outra coisa.
00:59Eu acho que o processo educativo é mais importante que o processo punitivo.
01:03O processo punitivo pune ali na hora, você esquece e depois você faz de novo.
01:07O educativo fica na mente e você vai levar isso para você, para os outros, você vai repassar.
01:11O pessoal tem a sinalização que mostra que a vaga é especial para aquela categoria e assim mesmo, de respeito total, eles encontram, então, reeducar para a gente poder subir para outro nível do nosso estado de educação no trânsito, que é o principal.
01:29Temos essa deficiência na nossa educação.
01:32Tinha que vir lá de baixo, uma educação.
01:34Com certeza alguém que tem algum parente ou uma pessoa especial na sua casa que necessita dessa vaga, sabe como é você chegar e ter aquela vaga para aquele seu parente e você não poder usufruir daquele direito que você é amparado.
01:49Entendeu? Então, eu acho que isso aí, só mesmo, só sente na pele quando você é ou quando você tem alguém, um ente conhecido, querido, né, que necessita dessa.
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