Policiais que faziam a escolta de Vinícius Gritzbach tinham conhecimento de que o delator do PCC não apenas tinha um histórico criminal, mas também continuava praticando crimes, segundo o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite. Apesar da prisão do suspeito de ser o atirador, o mandante do crime ainda não foi identificado, e as investigações seguem em sigilo.
Reprodução/Governo de São Paulo
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