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00:08Muito bom dia, bem você está no ar, obrigada pela sua companhia nesta manhã de segunda-feira.
00:13Em pleno outubro, rosa, um dado acende o alerta.
00:16O câncer de mama tem crescido entre as mulheres mais jovens.
00:20Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, a faixa dos 30 aos 49 anos concentrou quase 118 mil casos entre 2015
00:32e 2022.
00:33Mais de 30% dos registros analisados.
00:37Para explicar os sinais de alerta, quando começar a fazer os exames e por que o diagnóstico precoce faz toda
00:44a diferença,
00:44a gente recebe a médica radiologista Beatriz Maranhão, que é diretora da Sociedade de Radiologia de Pernambuco.
00:52Bom dia, doutora Beatriz, tudo bem?
00:53Bom dia, Thaís. Tudo jóia. Prazer estar aqui hoje.
00:56Olha, primeiro de tudo, eu queria entender por que aumentou o número de casos de câncer de mama entre mulheres
01:04mais jovens.
01:05Tem alguma explicação para isso?
01:07É bom ficar claro que aumentou em todas as faixas etárias.
01:10Hoje em dia, 50% dos casos estão abaixo dos 50 anos e 20% da mortalidade também abaixo dessa
01:17faixa etária.
01:18É claro que nosso estilo de vida determina muito.
01:21Tem coisas que a gente não pode mudar, que é o fato da mulher ser mulher e ter mama.
01:26É um fator de risco imutável.
01:28O restante a gente consegue mudar, que é um bom estilo de vida, fazer exercício físico de forma regular,
01:34ao menos 30 minutos diariamente, reduz o risco de câncer de mama de 15% a 30%.
01:40Fora isso, o uso de álcool, o tabagismo são fatores de risco, sobretudo sobrepeso, sedentarismo.
01:47Cada vez mais a mulher deixa para ter filhos em idades mais avançadas.
01:51Amamenta menos, menstrua antes, tem a menopausa mais tardia.
01:56Então passa mais tempo na influência também hormonais.
01:58A gente tem que fazer o nosso básico bem feito, bons estilos de vida, hábitos alimentares também adequados
02:04e também fazer o que se diz a prevenção secundária, que é fazer o exame de imagem de forma regular
02:10e sistemática.
02:12O que é que a gente vê na prática?
02:14Que apenas 20% das mulheres que deveriam fazer o rastreamento o fazem.
02:1920%?
02:1920%!
02:20Muito pouco!
02:21E quando a OMS determina que o ideal seria acima de 70%?
02:24Então a gente fazer o exame de forma oportunística, que é fazer um ano, pular dois, fazendo um terceiro já
02:30com a lesão palpável,
02:32a gente perde tempo de janela diagnóstica.
02:34Então se a gente diagnosticar um câncer de 4mm, por exemplo, a gente tem uma taxa de possibilidade de cura
02:41de cerca de 95%.
02:43Cura.
02:44Então não é um manejo, não é um controle.
02:46E quando a gente deixa para detectar um câncer já palpável, a gente perde algumas etapas.
02:51Vai aumentar o custo com o tratamento, vai aumentar o tempo que a paciente precisa sair do seu âmbito familiar
02:58para fazer um tratamento.
02:59Então a gente tem que falar muito sobre o que se diz prevenção primária, que foi a minha parte principal,
03:04que eu falei no começo,
03:05é a prevenção secundária.
03:06Não é que fazer o exame vai prevenir ter câncer de mama, mas vai diagnosticar o quanto antes.
03:12Eu acho que é um número muito, é de fato um número muito, muito pequeno.
03:17Apenas 20% das mulheres fazem regularmente os exames preventivos, que é a mamografia, a ultrassom.
03:24Mas eu acho, e aí eu queria que você como médica desse esse recado para as mulheres que estão nos
03:30assistindo,
03:31muitas delas possuem medo, medo do diagnóstico, medo de ir lá na hora do exame, a médica dizer,
03:37eita, peraí, tem um achado aqui, volta e refaça, né?
03:41Então esse medo, na maioria dos casos, paralisa, né?
03:44Então eu queria que você mandasse essa mensagem em pleno Outubro Rosa para as mulheres que estão nos assistindo,
03:49para que elas enfrentem essa barreira do medo.
03:52Primeiro, é normal ter medo.
03:53Isso é da própria face humana.
03:56Então a gente tem que abraçar os nossos medos e tem que enfrentar.
03:58Porque o medo não vai ser um escudo protetor para também não ter câncer de mama.
04:04A gente sempre se fala, eu não quero fazer porque eu não quero descobrir.
04:07Na verdade, o ideal seria, eu quero descobrir para ter tempo de agir.
04:11Então não devemos fazer com que a barreira emocional nos afaste também do rastreamento.
04:17Assim como também outra barreira emocional que vai além do que o medo,
04:21que são as desinformações, as fake news.
04:24Então a gente tem sempre que fazer, tirar dúvidas com o nosso médico.
04:28Com a pessoa que você se identifica e trazer isso para as próximas gerações.
04:33Porque assim como a gente conseguiu erradicar algumas doenças,
04:36fazendo da educação básica uma vacinação de uma forma universal,
04:41também se a gente rastrear de forma universal,
04:43talvez no futuro não tenhamos falando mais sobre câncer de metastáticos.
04:47Então existem barreiras sim, emocionais.
04:50Barreiras socioeconômicas, alguns pacientes não conseguem chegar para fazer o exame.
04:54Como também barreiras geográficas.
04:57E também a gente não ter aquela compreensão sobre o que é o rastreamento.
05:02Então por isso que a gente tem que educar sempre.
05:05Mostrar que não devemos nos deixar de lado.
05:08Nós temos que nos priorizar.
05:10Não é porque cada vez mais a mulher termina sendo CEO da família, CEO de uma empresa,
05:17tem o seu trabalho, vários deadlines apitando.
05:19A gente tem que fazer o exame.
05:21Então por isso que eu quero fazer até uma reflexão para quem não está escutando aqui,
05:24as mulheres acima de 40 anos.
05:26Quem é que efetivamente fez nos últimos 12 meses sua mamografia?
05:31Então quem não fez, eu faço até uma convocação.
05:34Agende, faça, se priorize.
05:36Vai valer a pena no futuro.
05:38Importantíssimo aí o recado da doutora Beatriz Maranhão.
05:42A diretriz hoje fala que as mulheres devem fazer esse exame de mamografia a partir dos 40 anos.
05:48Um pouco mais cedo se tiver caso na família.
05:51Só que a gente já viu, já estão existindo casos de câncer de mama em mulheres com 30 anos, por
05:58exemplo.
05:59Então qual que é a recomendação para as mulheres?
06:02A partir de que idade ela deve pelo menos fazer o ultrassom?
06:06E se esse ultrassom ele pode dar um indicado ali, ele pode visualizar a possibilidade de um tumor?
06:14Sim, de forma geral, universal, mamografia a partir dos 40 todo ano.
06:18Certo? Para todas.
06:20Para as pacientes que são de alto risco, a gente vai antecipar isso.
06:23Mas não antes de algumas idades.
06:24Então por isso a indicação personalizada tem que vir de uma consulta clínica.
06:28Para as pacientes que não têm a idade de rastreamento,
06:32essas pacientes vão para um exame oportunístico.
06:34O que seria a ultrassomografia das mamas?
06:36Que ela é feita em alguns cenários.
06:38Pacientes gestantes, lactantes vão preferir a ultrassomografia.
06:42E aí também a ultrassomografia pode ser o primeiro exame de um achado palpável.
06:47Então até lá, o autoexame vai servir para que a paciente compreenda como é que é a palpação da mama
06:54dela.
06:54Ficar atenta para sinais de alerta.
06:57Não é que vai esperar ter sinais de alerta para fazer o exame.
07:00É para se fazer mesmo sem sintoma algum.
07:03E ainda tem a ressonância magnética que está indicada em pacientes de alto risco.
07:08Então é uma multimodalidade da mama.
07:11Não existe um exame que vai servir para tudo.
07:14E tem que ter essa conjecção desses exames.
07:17Que só vai ser feito de forma personalizada.
07:20Mas de forma universal.
07:21A homografia para todas a partir dos 40 anos.
07:24Muitas vezes o SUS disponibiliza uma carreta com aparelhos de mamografia.
07:31Então aproveita.
07:32Se bateu aí perto de você, aproveita.
07:35Vai fazer teu exame.
07:36Não deixa para depois.
07:37A doutora Beatriz estava falando aqui que as mulheres são as cuidadoras.
07:42Ela cuida do marido, ela cuida dos filhos.
07:44Marca médico, leva para médico.
07:46A babá do marido.
07:47Muitas vezes.
07:49Né, Dola?
07:49Infelizmente.
07:50Isso é uma realidade.
07:51Então ela cuida dos pais idosos.
07:54E por último, lá no final da lista, está ela própria.
07:57Então por último, ela deixa de fazer os exames.
08:00Ela deixa de se cuidar.
08:01Ela deixa de ir para o médico.
08:03Porque ela está ocupada demais cuidando dos outros.
08:05Então assim, o recado que a gente dá é que você se priorize.
08:09Porque doente, você não vai conseguir cuidar de ninguém.
08:14Nesse mês de outubro, a gente sabe, os dados mostram que existe um aumento.
08:18Não é por conta da campanha de conscientização, né?
08:20Está na imprensa, está na mídia, nas redes sociais o tempo todo.
08:23Existe um aumento de mulheres que procuram os exames, né?
08:28Terem acesso aos exames, a realização dos exames.
08:30Só que aí, depois, essa curva, ela cai.
08:35Volta a ter aquela procura que não é a ideal.
08:40É, para fazer o exame, para fazer o exame, a mulher, ela precisa passar por que médico?
08:45Para começar, né?
08:46Ela pode ir no clínico, o clínico passa.
08:48Ela tem que ir no aginocologista.
08:50Qualquer médico pode passar.
08:52Como é que é esse direcionamento?
08:54A gente tem que aproveitar que o Outubro Rosa é uma grande janela de oportunidades.
08:58Não só de informações, mas também de oportunidade de fazer o seu exame.
09:02Existem várias campanhas solidárias de doações de exames nessa época do ano.
09:06E vários pacientes aguardam esse mês específico para fazer.
09:10A Casa Rosa ancora uma grande campanha da Radiologia Solidária,
09:14junto com o Colégio Brasileiro de Radiologia,
09:16assim como também várias outras entidades.
09:19Dito isso, não é apenas realizar o exame.
09:22É realizar e conduzir o achado.
09:24Por isso que todo ano se faz esse desenho da jornada da paciente.
09:28Todos os casos suspeitos devem ser notificados
09:31e a paciente ir para um atendimento terciário,
09:33para se fazer a biópsia e da biópsia terminar fazendo a condução.
09:37Então, além disso, a gente sempre fala que Outubro é rosa o ano inteiro.
09:42Então, a gente tem que sempre lembrar que as mamas não vão respeitar calendários.
09:48Então, a paciente tem que ter seu próprio calendário.
09:50Eu sempre dou como dica para a paciente utilizar até mesmo sua data de aniversário,
09:54onde você zera a vida, faz as suas renovações de votos pessoais
09:58e coloca isso também na lista do que fazer.
10:02Qualquer médico pode solicitar.
10:04Na atenção pública, é só a paciente ter a idade de rastreamento,
10:08chegar e fazer.
10:09Não necessita de uma solicitação médica para tal.
10:13Na saúde suplementar, que é na rede conveniada,
10:15é só qualquer requisição de qualquer médico específico.
10:19Mas, geralmente, a paciente tem seu ginecologista
10:21e termina sendo a porta de entrada para essa paciente.
10:24Não só do entendimento de antever aos fatos, que é o rastreamento a isso que a gente fala,
10:30não só de mama, como também de colo de útero.
10:33Então, são coisas que vão andando de forma muito sinérgica.
10:36Eu perguntei isso porque quem é atendida pelo SUS sabe a dificuldade que é marcar um médico especialista,
10:43um ginecologista.
10:44Então, geralmente, as mulheres têm mais acesso ali de prontidão ao clínico geral.
10:49Então, ele passa os exames, ou você pode procurar direto e fazer os exames na rede pública.
10:55E depois, tenta marcar.
10:58Eu sei que existe uma demora, que às vezes é um processo,
11:02mas tenta marcar, não deixa para depois.
11:06E antes de a gente encerrar, eu queria que você falasse,
11:09a mulher que faz os exames, né, todos os anos.
11:12E aí, naquele ano, ela teve um achado, né?
11:15O câncer está ali no estágio inicial.
11:16Qual que é o percentual de cura para essa mulher que achou ali no início?
11:20O percentual de cura é em torno de 95%.
11:23Inclusive, eu escutei, inclusive, semana passada, de uma paciente
11:26que veio uma história bastante similar, todo ano vem regularmente.
11:30E aí, identificou um nódulo de 4 milímetros.
11:33O que a primeira coisa que ela falou foi,
11:36ainda bem que eu estava com meus exames em dia,
11:39porque pelo menos culpa eu não tenho, porque eu fiz o que eu tinha que fazer.
11:42Eu treino, eu me alimento bem.
11:44Então, eu posso dizer que eu sou a paciente modelo do outubro rosa, né?
11:48Isso, então assim, diagnosticar de fato de forma precoce.
11:51E é isso que é o nosso trabalho, é pegar essa informação,
11:55que é a informação ruim de se dar, que tem um achado suspeito,
11:58mas também é dividir esse peso em mais dois ombros,
12:00conduzir a paciente para uma investigação e já seguir para um tratamento efetivo e rápido,
12:05com a menor comorbidade possível.
12:07Maravilha, doutora Beatriz.
12:08Obrigada pela sua participação aqui no programa, né?
12:11Nesse mês tão importante.
12:12A gente que tem um público muito grande, feminino, de mulheres,
12:15tenho certeza que elas estão aí mais conscientizadas ainda da importância
12:20de fazer os exames preventivos.
12:22Obrigada.
12:23Prazer é o meu e sempre lembrando de se priorizar sempre,
12:26independente da loucura da nossa vida.
12:28Verdade.
12:29E olha, pra quem gosta de deixar a casa mais bonita e aconchegante,
12:33as plantas podem ser grandes aliadas.
12:36Além de trazer mais vida e frescor para os ambientes,
12:39elas ajudam a compor a decoração e deixam cada cantinho com mais personalidade.
12:44O arquiteto Marcelo Nogueira trouxe dicas de plantas
12:47que funcionam melhor dentro de casa e como usá-las a favor da decoração.
12:54Oi, gente! Sou Marcelo Nogueira e hoje eu vou falar de um assunto
12:58que deixa qualquer ambiente bonito e aconchegante.
13:03Plantas.
13:04Eu vim aqui na Samambaia, conferir de perto quais espécies, né,
13:08são indicadas para uso dentro de casa,
13:11se precisa de sol, de sombra.
13:13Eu preciso ter um apartamento, uma casa muito grande
13:16para poder ter vegetação, cultivar plantas dentro de casa.
13:20Gente, eu estou aqui com o Tiago para a gente começar
13:23com cinco plantinhas que dá para ter dentro de casa
13:27sem grandes dores de cabeça, não é, Tiago?
13:30Isso mesmo.
13:31Começando, a gente tem o Ficus Bugani,
13:34que ele se dá super bem dentro de casa e está super em alta.
13:37Tiago, como é essa questão de sol para ele, a água?
13:42Tendo claridade, ele se dá super bem.
13:44Agora tem que molhar as folhas, a terra, o caule.
13:48Tá, e aqui eu estou vendo uma, que é a jiboia.
13:54Ela é muito comum, a gente vê, ela é bastante utilizada, né,
13:58nos ambientes, nos espaços, a gente vê, é bem corriqueiro.
14:02Como é esse cuidado com a jiboia?
14:04A jiboia, ela também, tendo claridade, ela se dá super bem.
14:08Você pode colocar ela no aparador, que fica muito bonito também.
14:14Pode usar ela no centro de mesa também, que ela se dá super bem.
14:17O bom que eu gosto da jiboia é que ela tem exatamente, Tiago, esse caimento.
14:22Isso.
14:22E aí você realmente tem uma prateleira, já com alguns objetos de decoração,
14:26que você coloca de canto e também traz uma outra, outro ar para o espaço, né?
14:31Essa aqui que tem essa...
14:34A calateia.
14:35A calateia.
14:36Isso.
14:36Como são os cuidados com ela?
14:38Ela também, molhar a folhagem dela duas vezes na semana e a terra também, duas vezes na semana.
14:44E molhar o caulezinho dela também.
14:46E ela também se dá super bem na claridade.
14:48Essa aqui atrás é bambu, não é isso?
14:51Esse é o bambu da sorte.
14:52Bambu da sorte.
14:53Isso.
14:54O bambu da sorte, se você tiver um vaso de vidro em casa, pode colocar três dedos.
14:59Três dedos de água, porque se você colocar até em cima, deixei o vidro de água, ele vai enraizar isso
15:04aqui tudo.
15:05Aí a duração de vida dele é muito pouca.
15:09Perfeito, Tiago.
15:11A gente também tem aqui as amiocucas?
15:13As amiocucas.
15:14Essas amiocucas, inclusive a gente vê dentro de shopping, em alguns estabelecimentos e a gente vê que realmente dura, não
15:20é isso?
15:20Isso, isso mesmo.
15:22As amiocucas também, ela também não é indicada para pet.
15:25Mas também ela se dá super bem dentro de casa.
15:27E agora eu estou com Rafaela, que é bacharel em biologia, entende muito bem do mundo que a gente vai
15:34falar e está falando.
15:36Então eu queria mostrar, na verdade, alguma espécie que realmente não necessitasse de tantos cuidados
15:43para aquela pessoa que viaja muito ou não tem como estar em casa com mais frequência.
15:49O que é que a gente tem nesse sentido que possa viabilizar para aquela pessoa que sonha em ter planta?
15:55A gente tem aqui o pau d'água, é uma gracena.
15:58Ela é uma excelente opção também de planta, assim, com pouca água, duas vezes por semana, tem que molhar tanta
16:03terra quanto a folhagem.
16:05A adubação é bem periódica, é coisa de quatro a seis meses.
16:09Tem a cheflera também, que é essa daqui.
16:12Agora a cheflera, diferente do pau d'água, ele precisa de um pouquinho mais de iluminação.
16:16Então ela é uma planta de se botar numa varanda, do lado de uma janela.
16:20Você percebe que aqui a gente tem duas opções, elas mais verticais, não tem esse volume todo para os lados.
16:26E aí às vezes o apartamento é mais compacto e você é totalmente viável ter essa planta ali em um
16:33cantinho da sala.
16:34Faz toda a diferença.
16:35E agora presta atenção nessa dica imperdível.
16:39Se tem uma coisa que a gente sabe é que o futuro começa com uma boa escolha.
16:43E quando o assunto é carreira, o Senac é aquele caminho que vale a pena seguir e indicar.
16:48Há 80 anos o Senac forma profissionais com qualidade, inovação e conexão com o mercado.
16:55Transformando a vida de milhares de pessoas todos os anos.
16:58Porque aprender, se preparar e buscar novas oportunidades também é um jeito de construir o amanhã.
17:05Senac, 80 anos, a gente se vê amanhã.
17:11Agora a gente faz rápido intervalo e daqui a pouco a gente volta com o nosso quadro vitrine
17:15e um bate-papo sobre empreendedorismo.
17:17Já, já.
17:25Bem, você de volta.
17:27Eu estou aqui agora com a Maria Isabel Francis.
17:30Geleia Isabel.
17:31Geleia Isabel.
17:31Tudo bem?
17:32Tudo.
17:33E conta um pouquinho da sua história.
17:34Como é que você começou a produzir geleia artesanal?
17:37Eu comecei a produzir na pandemia, né?
17:39Eu tinha uma loja de artigos infantis, choval e tal.
17:42Aí fechei a loja.
17:44Aí o que fazer agora?
17:46Vou fazer alguma coisa, né?
17:48Não posso ficar parada.
17:49Aí resolvi fazer geleia.
17:50Só que eu tinha uma insegurança.
17:51assim, eu não queria fazer sem ter um curso, sem saber como fazer, como conservar e tal.
17:58Então eu comecei fazendo uns cursos e tal.
18:00Eu já estou no oitavo, né?
18:02Oitavo curso?
18:03Oitavo.
18:03Que maravilha.
18:04É, meu marido até reclama.
18:05Pra que tanto curso?
18:06Cada um tem uma coisinha a ensinar.
18:09Enfim, aí eu vou me aprimorando.
18:10Cada ano eu lanço um produto diferente.
18:13Sim.
18:13E estou nessas cinco anos, que eu estou, entre quatro e cinco anos que eu estou fazendo geleia.
18:20Você tem vários, você tem antepastos.
18:22Tenho antepastos.
18:23Qual mais é vendido?
18:24Ó, o mais vendido, ultimamente, está sendo o queijinho que eu lancei pra Fenearte.
18:29Ah, foi.
18:29Que eu não consegui trazer pra cá, porque como eu falei, né?
18:33Sim.
18:34É um queijo de uma geleia de pimentão vermelho com creme tiz.
18:38Não é esse aqui.
18:39Não é esse aqui, mas esse aqui é queijo.
18:41Esse é queijo com queijo.
18:42Ele é um queijo com alho poró.
18:44Eu tenho um com alho poró e tenho um com tomate seco.
18:46Olha, eu quero provar isso.
18:47Certo?
18:48Pode ser?
18:49Pode.
18:49Aí você tem...
18:50Aí eu tenho um antepasto de berinjela, de alho poró e de tomate seco.
18:56E tem um também, que foi lançamento da Fenearte, que é um palmito com alho negro.
19:01Olha, minha gente.
19:02E cada antepasto pra você fazer aí o seu tiragosto no fim de semana.
19:08E tem também uma linha toda diet, né?
19:11Pra quem tem recepção de açúcar.
19:13Eu tenho morango com limão siciliano, laranja com damasco, frutas vermelhas, amora.
19:21Isso é bom pra comer na torradinha, no lanche de manhã, né?
19:24Ô, Bel, pronto.
19:25Vai abrindo aqui o que eu quero provar.
19:26Isso dá o meu parecer da sua geleia.
19:28Isso aqui é o quê?
19:29É um ketchup de goiabada.
19:30Ketchup de goiabada?
19:32É.
19:32Sério?
19:33Eu tenho ele picante e tenho ele natural.
19:35Tenho ele sem pimenta.
19:36Que legal.
19:37E receita sua, você aprendeu nesses cursos?
19:39Também nos cursos.
19:39Só que, como eu sou uma boa assinadora destina, eu coloquei pimenta no meu, que ninguém coloca,
19:44eu coloquei.
19:45Que ninguém coloca.
19:46Que maravilha.
19:47Ô, Bel, me diz uma coisa.
19:48Quanto tempo?
19:49A gente comprou, abriu, quanto tempo?
19:51Olha, aqui eu tenho um produto que dura em torno de seis meses.
19:55Todos esses aqui.
19:55Lacrado.
19:56Lacrado.
19:56Sejam os lacrados.
19:57Duram seis meses.
19:58Certo.
19:58Esse aqui, três na geladeira, mas depois de aberto, o ideal é que você, aqui eu, como
20:04eu não tenho, ele não tem conservante, eu dou uma margem assim de segura de dez
20:09dias, depois de aberto, você vai em geladeira, dez dias pra consumo.
20:15Isso aqui dura bem mais, tá?
20:17É só uma margem de segurança, já que não tem conservante.
20:21É, mas também o povo abrir, ninguém guarda a geladeira não, o povo coma rapidinho.
20:25Ô, Bel, e onde encontrar os seus produtos?
20:27Olha, eu estou sempre em feirinhas e eventos, ainda não tenho loja física.
20:31Sim.
20:32Né, até porque a gente...
20:33Na Feira da Aurora.
20:34Na Feira da Aurora eu faço, mas eu tô na... é, na Jaqueira agora.
20:39Na Jaqueira.
20:39Na Jaqueira.
20:40Todo sábado, domingo.
20:41Todo sábado de manhã a gente tá na Jaqueira.
20:43Vou começar também a fazer no domingo, mas por enquanto é só na Jaqueira.
20:49Mas aí tem o Instagram também.
20:50Temos o Instagram, é... é arroba geleada bel, tá?
20:56Aí tem um... tem contato e tal.
20:58É só entrar lá, você consegue... é... eu vendo muito pelo WhatsApp também, tá?
21:02Você tem um cliente famoso, né?
21:04Um colega nosso.
21:05Manda um beijo pra ele.
21:06Mando, mando sim.
21:08Um beijo todo especial ao meu cliente Rembrandt.
21:11Olha aí, Rembrandt.
21:12E é meu cliente assíduo de Sardela, né?
21:16Ele me compra bastante.
21:18E tem outros também, né?
21:20Inclusive agora tem outra moça daqui.
21:22Não, mas pode falar não.
21:23Rembrandt pode ter revelado aqui.
21:25Os outros não podem falar não, tá certo?
21:27Rembrandt pode.
21:28Pronto, vamos provar.
21:29Quero provar.
21:30Então pega uma torradinha.
21:32É assim que eu sirvo nas feiras, tá?
21:33As feiras, né?
21:34É, eu mesmo faço essa torradinha.
21:36Você mesmo faz?
21:37Eu mesmo faço.
21:38Com o pão de caixa e corto e coloco.
21:43Eu não consegui puxar todo o alho, tá?
21:45Eu faço ele assim, bonitinho.
21:47Delicioso.
21:48Mas em casa você mistura.
21:50Isso aqui é feito um terrine no pote.
21:52Sim, delicioso.
21:54Meu, eu amei.
21:55Mais um produto.
21:56Vamos provar um outro?
21:57Vamos, vamos dar tempo rapidinho.
21:59Outra coisa que sai bastante.
22:00Mas você escolhe.
22:01Geléia de bacon.
22:02Geléia de bacon.
22:04Bota onde?
22:04Na carne, é?
22:05Não, aqui você pode comer no macarrão, no cuscuz, na tapioca.
22:09Tá, vamos rapidamente que a gente tá terminando o programa.
22:12Bora.
22:13No cuscuz.
22:14É, pode estar no cuscuz.
22:15É mesmo.
22:15Tem alho poró.
22:16Menino, que delícia.
22:17Eita, esqueci a colher.
22:18Vai, vai, vai pegar a colher.
22:19Correndo.
22:20Enquanto eu vou me despedindo do pessoal, obrigada pela sua companhia, tá certo?
22:24A gente se encontra amanhã, às 8h35 da manhã, aqui na TV Tribuna.
22:29Deixa eu ir embora antes.
22:32Antes de...
22:33Não vou embora sem provar, porque eu tô perdendo as estribeiras aqui.
22:37A geléia de bacon.
22:38É a geléia de bacon.
22:40Peraí.
22:41Aqui, ó.
22:44Menino, delicioso.
22:46Bel, obrigada.
22:47Bel, sua participação aqui, viu?
22:49Sucesso.
22:50Pra você.
22:51Beijo.
22:51Beijo.

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