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  • há 2 dias
Eu, você, nós e o terceiro setor.

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Transcrição
00:00Bom dia, bom dia! Salve, salve, alegria! Salve, salve, a simpatia! Eu desejo tudo de boa e tudo do bem
00:08pra você!
00:09Seja bem-vindo, minha amiga! Seja bem-vinda, minha amiga, ao programa Eu, Você, Nós e o Terceiro Setor!
00:17Ó, e a gente já chega sabendo que hoje é um dia muito especial. A gente chega na sua manhã
00:22de domingo,
00:23eu dou um bom dia pra você, Paula, e a gente celebra o quê? Feliz 2023!
00:30Feliz Ano Novo! A gente bola 2023 com Feliz Ano Novo, mas o que vale é a saudação e a
00:36celebração.
00:37Isso, 2023, Paula?
00:39Cara, que seja um 2023 abençoado, um 2023, ó, de esperanças, esperanças renovadas,
00:46que o ano seja muito próspero pra todos nós.
00:48E, ó, já faça um convite, fica aí que o nosso programa tá excelente, viu?
00:53Com muita novidade, muitas histórias emocionantes pra vocês. Né, Poli?
00:57Então se prepare, porque é o seguinte, eu quero olhar nos seus olhos.
01:01Paula, antes da gente continuar a nossa conversa aí, você de casa sabe o que significa a expressão
01:07Terceiro Setor? Faz o seguinte, vem cá comigo, Paula. A gente vai explicar pro pessoal que tá em casa.
01:13Manda pra tela.
01:16Terceiro Setor é a expressão adotada para representar as instituições que não fazem parte da administração pública e nem do
01:23mercado.
01:24Ou seja, não pertencem ao setor público e nem ao privado.
01:27São entidades não governamentais, sem fins lucrativos, que atuam por iniciativa própria, prestando atividades de interesse público.
01:34Vale lembrar que a maior parte da mão de obra dessas entidades é realizada de forma voluntária,
01:40pela união de pessoas com o mesmo interesse, que trabalham e não recebem remuneração pra isso.
01:46Por essa razão, toda receita arrecadada deverá ser totalmente aplicada na atividade fim da própria instituição.
01:53Então, resumindo, o Terceiro Setor contribui para chegar a locais onde o Estado, sozinho, não conseguiu chegar,
02:00desenvolvendo trabalhos e ações solidárias, com o objetivo principal de melhorar a qualidade de vida das pessoas
02:07nas mais diversas áreas, tais como saúde, educação, assistência social, esporte, cultura, entre outros.
02:25Você percebeu a importância que o Terceiro Setor tem na vida dessa galera, né?
02:30São muitas comunidades que, na maioria das vezes, se sentem o quê? Abandonadas pelo poder público.
02:35O Terceiro Setor tá aí pra isso, pra poder ajudar em determinadas causas que o quê?
02:41O serviço público não consegue chegar sozinho.
02:44E é exatamente isso que o Instituto Américo Boaz também faz.
02:48Nós estamos aqui, Fuli, Fuli é nosso parceiro, nosso voluntário há muito tempo.
02:54Nós estamos aqui pra quê? Pra dar visibilidade pras instituições do Terceiro Setor.
02:57E vamos apresentar, aqui ó, Ivanilda tá aqui, Ivanilda, pega na minha mão aqui.
03:02Gisele, tudo bem com você?
03:04É uma honra receber gente que faz o bem, não importa a quem.
03:10E ó, prepare o seu coração.
03:12Hoje, nós vamos falar sobre o voluntariado.
03:15É gente que doa vida, doa tempo e não importa fazer o bem a quem.
03:20Isso que é mais legal.
03:22Então, sobre o Terceiro Setor, você vai conhecer algum projeto social que realiza um trabalho sensacional, gente.
03:28Doação de cestas básicas pras comunidades carentes aqui da Grande Vitória.
03:32E a gente começa, Gisele, dizendo o seguinte, naquele momento de drama,
03:36só da gente lembrar 2019, 2020, dá uma dor no coração da gente 2020,
03:41quando foi aquela pandemia, aquele momento, e aí que a ideia veio através da necessidade.
03:47O que é que tocou o coração de vocês pra esse projeto Cesta do Bem? Conta pra nós.
03:51Bem como você colocou, Fuli, a gente tava num momento muito sensível, de extrema carência também.
03:57E aí, nesse momento, a gente viu a necessidade de ajudar essas famílias carentes,
04:00que tanto precisavam da cesta básica.
04:03A gente começou muito pequenininho, a gente começou doando duas cestas básicas.
04:06Eu lembro de fazer uma ligação pra uma amiga minha e falar,
04:08olha, você tem alguma cesta?
04:10Ela falou, ah, eu tenho, eu tenho como conseguir mais duas.
04:12E aí a gente foi juntando e até que a gente atendeu um bairro na Serra com 20 cestas.
04:17E a gente montava a cesta, uma a uma.
04:19Então a gente colocava feijão, arroz, a gente ia até o supermercado com máscara,
04:23todo aquele medo, né, que o ambiente era de muito medo naquele período.
04:27E a gente montava e entregava essas cestas e registrava.
04:29Você arrecadava com quem?
04:30Pera aí, só pra gente entender.
04:32Primeiro que você ligou pra sua amiga, ela ajudou a fazer uma cesta.
04:36E as outras pessoas eram amigas ou as amigas foram também conseguindo essas doações?
04:41Isso, Fuli, as amigas das amigas.
04:43Então ela começou também ligando, eu comecei ligando pra algumas.
04:46O que você tem aí?
04:47Algumas pessoas tinham o produto em si.
04:49Então tinham, ah, aqui eu tenho um arroz, eu tenho cinco quilos.
04:52Então a gente passava em algumas residências coletando essa parte de alimentação
04:56e montando o acesso e levando pros bairros.
04:58Agora, Gisele, o que me deixa muito intrigada, assim, muito impressionada nas pessoas que
05:03tem esse altruísmo, é que você começou por quê?
05:08Olha...
05:08Vem dessa necessidade, assim, desculpa.
05:10O momento foi muito tocante.
05:12O momento todo mundo tava desesperador.
05:14Aquele cenário, todo mundo passando aquela necessidade.
05:16E muito antes disso, eu já frequentava um abrigo na serra.
05:19E aí do lado do abrigo havia uma comunidade que tava precisando muito.
05:23Então a situação, algumas famílias perderam seus empregos, as crianças todas em casa,
05:28necessitando de alimento básico, que às vezes é um biscoito, é questão de fralda também.
05:33Então quando a gente começa a levar, quando eu ligo pra essa amiga que também tem a mesma índole,
05:37e aí ela fala comigo, olha, eu tenho aqui uma cesta.
05:40Ah, eu também consigo alimentos.
05:41E a gente vai abrindo uma cadeia de voluntários pra exercer a função de entregar as cestas básicas naquele período.
05:49Mas é algo que realmente a gente já tinha um pouco com a gente.
05:52Dizem, eu só vi, só interrompendo, já interrompendo, né?
05:56É o seguinte, empatia não é só se colocar no lugar do outro.
05:59Eu li um texto certa vez, eu achei fantástico.
06:03Empatia é atravessar o outro com amor.
06:05Então você imagina naquele momento desesperador que as pessoas,
06:08além da gente se colocar no lugar do outro,
06:11a gente também sentia a dor do outro.
06:13A gente pode não ter a medida nem a mensuração da dor,
06:17mas a gente entende que ali tá acontecendo algo e que toca a gente.
06:20É por aí, Gisele?
06:21É por aí mesmo.
06:22E além de tudo, a gente tinha muitos olhos, né?
06:24Que a gente fazia uso da máscara, né?
06:26Obrigatoriamente, até pelas medidas sanitárias.
06:28Então a gente tinha o olhar que abraçava e acalentava as pessoas.
06:32Então não era só a gente entregar ali uma cesta básica,
06:34era muito além.
06:36Então foi um momento que a gente teve muito acesso a essas pessoas que estavam precisando.
06:39Ó, Ivanilda tá aqui emocionada aqui.
06:41Vem cá.
06:43Ivanilda foi beneficiada, né?
06:45Pelo projeto, pelo programa Cestas do Bem, lá do bairro Belvedere, na Serra.
06:50Tá emocionada.
06:52Que emoção é essa, Ivanilda?
06:53A gente tá falando de pessoas que num momento muito difícil da vida,
06:56tiveram o acolhimento da Cesta do Bem.
06:58E você já é uma sementinha que germinou.
07:01Essas lágrimas aqui estão regando outras plantas que vêm da Cesta do Bem.
07:07Ó, a Gisele também é emocionada.
07:09Que emoção é essa?
07:10Bom dia, obrigado que você tá aqui com a gente.
07:12Dá um abraço aqui, ó.
07:14Vem cá, todo mundo dá um abraço.
07:15Quanto mais gente, mais quente.
07:17É isso que a gente...
07:18É isso que é solidariedade, que faz a diferença na vida das pessoas.
07:22Já regou nossos corações.
07:23Conta pra nós, Ivanilda, como é que foi participar desse projeto
07:27e tá hoje perpetuando esse projeto.
07:29Ai, pra mim é uma satisfação enorme, né?
07:32Porque ela apareceu na minha vida num momento que realmente eu tava...
07:39Você tá vendo as imagens ali?
07:41Ó, as fotos da Ivanilda, na comunidade dela,
07:45quando era aquele período mais dramático.
07:48Quando você acha que não vai ter uma saída, uma luz no fim do túnel.
07:53Aí aparece um anjo falando um negócio de sexta do bem na sua vida?
07:56Como é que foi esse anjo?
07:57Eu falo que ela é um anjo na minha vida.
07:59Porque quando eu tô num aperto assim, né?
08:02Ela me socorre.
08:03Então, pra mim, eu queria até pedir perdão a vocês, né?
08:07Ah, mas você vai fazer a gente chorar também?
08:09Nós estamos querendo valorizar esse trabalho lindo, seus.
08:12Mas eu sei que é o coração que transborda de alegria com essas lágrimas.
08:16Gente, alegria, porque a minha turminha é grande, tá?
08:18É? Quantas pessoas?
08:20A minha turminha é grande.
08:21Então, assim, eu sou pai e mãe, né, do meu filho.
08:23Eu sou mãe de nove filhos.
08:25Que legal!
08:25E, assim, comigo hoje tem seis, né?
08:27E são todos de menor.
08:29Então, todos ainda dependem de mim, né, pra tudo.
08:32Então, assim, é...
08:34Você tava trabalhando, meu velho?
08:36Não, não.
08:37Né, porque que nem eu tenho minhas crianças, eu não tenho com quem deixar, né?
08:40Então, eu tenho que sempre estar ali cuidando deles ali,
08:44pra mandar pro colégio, né?
08:46Tá ali fazendo o alimento na hora certa.
08:48Então, assim, a Gisele, o projeto Sexta do Bem, apareceu na minha vida num momento que eu achava que eu
08:55não ia dar conta mais de cuidar dos meus filhos, entendeu?
08:58Então, assim, pra mim é satisfatório.
09:00Gisele, quem é Ivanilda?
09:02Apresenta ela pra gente.
09:03Agora a gente chegou, sonou até agora.
09:06Todo mundo quer saber quem é Ivanilda.
09:08Então, a gente percorre toda a grande vitória encontrando bairros de comunidades muito carentes.
09:14Um desses bairros que a gente fez a visita foi Belvedere, na Serra.
09:17É um bairro que fica próximo à Polícia Rodoviária Federal.
09:20Então, a gente tem uma comunidade de extrema necessidade,
09:24onde nós fomos de casa em casa, com os voluntários,
09:27todos usando máscara, que era um período que a gente tinha que fazer toda essa questão.
09:32E aí a gente cadastrava casa por casa,
09:35pegava o nome da responsável que ia buscar a cesta e marcava um dia.
09:39Olha, tal dia nós vamos vir aqui e vamos entregar a sua cesta básica.
09:42Além de cesta básica, a gente também sempre conseguiu levar,
09:46graças aos doadores que tanto apadrinho esse projeto,
09:49levar os ovos.
09:50Então, o pente de ovos chegava num momento muito interessante,
09:54porque era uma proteína.
09:55Muito necessário, né?
09:56Era uma proteína de baixo custo, né?
09:59Então, a gente agregava a cesta básica mais o pente de ovos.
10:02Então, foi uma dessas famílias fazendo cadastro que a gente conheceu a Evanilda
10:06e conheceu também a filha dela, que no momento ela estava grávida.
10:09Então, a gente conseguiu ajudar a família dela,
10:12conseguiu ajudar essa netinha dela também que nasceu.
10:15Alguns itens que a gente recebia de enxoval, carrinho de bebê, fralda.
10:19A gente foi também direcionando para a filha dela.
10:22Então, foi nesse momento que a gente encontra a Evanilda
10:26e abraça com muito amor e solidariedade,
10:28que esse é o objetivo do nosso projeto.
10:30Bem emocionante mesmo a história dela.
10:32E agora, o seu projeto, o projeto Cestas do Bem,
10:35também fornece outras coisas além das cestas, né?
10:38Como você está falando aqui, não foi só no caso da Evanilda, né?
10:41Foram outras famílias beneficiadas nesse sentido.
10:43Foram outras famílias, porque a cada comunidade que a gente visita
10:47e a gente conhece a realidade delas, existe sempre uma gestante,
10:51existe sempre uma criança com necessidade de fralda,
10:54outros alimentos que vão muito além da cesta básica.
10:56Então, a gente entrega fralda, a gente entrega enxoval,
10:59então a gente tem um leque de atividades que a gente desenvolve.
11:02Quantas comunidades que foram atendidas?
11:05Hoje, vocês têm mapeado, quantas comunidades que vocês já atenderam
11:09e continuam atendendo?
11:10Olha, em média, 60 comunidades.
11:12É muito sério.
11:13Porque a gente atende toda a Grande Vitória.
11:15A gente atende também Guarapari, a gente atende Viana,
11:18Cariacica, Vitória, Serra.
11:19Então, a gente tem um leque dessas comunidades.
11:21E como é que você faz esse mapeamento?
11:22Então, a gente vai indo e a gente costuma dizer
11:25que um voluntário, ele precisa começar a ter um outro olhar.
11:28Então, quem entra para a Associação Cestas do Bem,
11:31ele começa a entender que quando eu estou passando
11:33por um determinado, estou indo para Guarapari,
11:35eu preciso ter um outro olhar.
11:37Você já vai observando.
11:39Então, os voluntários também, eles vão trazendo.
11:41Olha, passei por uma comunidade, está parecendo bem carente,
11:43vamos lá fazer uma visita técnica?
11:44Vamos ver como é que funciona?
11:46Então, a gente entra naquela comunidade,
11:47saindo de casa em casa, procurando e entendendo
11:50a realidade para cadastrar o bairro
11:53mediante o número de cestas básicas que a gente tem.
11:55Maravilha.
11:56Esse trabalho de vocês é muito incrível e muito necessário.
11:58Agora, vamos segurar um pouquinho
12:00que a gente tem outro projeto lindo para poder falar.
12:03No programa de hoje, nós vamos conhecer
12:05o trabalho de outras instituições
12:06que também realizam trabalhos voluntários
12:09em diversas regiões da Grande Vitória.
12:10O primeiro é o SOS Periferia.
12:13Vamos conferir.
12:14Sou Micael Cose, coordenador do SOS Periferia.
12:18O SOS Periferia surge em 2020.
12:22No início de 2020, acontece uma tragédia em Iconha.
12:26Junta-se um grupo de companheiros.
12:28Fomos para lá ajudar aquela população.
12:32Ficamos responsáveis pela parte de alimentação
12:34dos voluntários, do exército, da polícia militar,
12:38do corpo de bombeiro, da população em geral.
12:42E nisso, a gente conseguiu, de uma certa forma, ajudar
12:47e criamos o SOS Conha.
12:51Chegando em Vitória, eu que sou o Jardim Cambori,
12:53a gente percebe que o número de pedintes,
12:56tanto no interfone, na campainha, aumentou demais.
13:00Um pouco antes da pandemia, não tinha nem discussão ainda
13:04do auge da pandemia, no caso.
13:06Não tinha nem discussão ainda do auxílio emergencial.
13:08Então, a gente reúne de novo os amigos,
13:11agora de outros municípios,
13:12e cria o SOS Periferia.
13:15Hoje o SOS Periferia está por todo o estado do Espírito Santo,
13:17com as famílias que antes estavam na condição precária.
13:21Hoje, eles se sentem importantes como coordenadores
13:24do SOS Periferia, fazendo ajuda, apoio
13:29a quem mais precisa.
13:31Que massa, hein?
13:32Vira uma corrente do bem, né?
13:34É isso, é isso que a gente sempre fala.
13:35A pessoa que recebe a solidariedade
13:38se torna, por excelência, também um solidário.
13:42Muito legal quando a gente começa a entender
13:44que tem gente que acredita num mundo tão doido,
13:47em que às vezes a gente fala que a gente está tão egoísta,
13:51individualista,
13:51mas quando a gente vê, assim, o terceiro setor atuando,
13:55com entrega de tempo, doação de vida,
13:58a gente volta a acreditar que as coisas podem acontecer.
14:01É por aí, né, Paula?
14:02É, exatamente.
14:03É o que eu falei com você uma vez.
14:04Fazer o bem faz o quê?
14:05Faz bem.
14:06Faz bem demais.
14:07Faz muito bem pra gente.
14:08É uma frase clichê, mas é real.
14:11Agora, Gisele, conta pra gente
14:12como é que faz se eu quiser ser voluntária do Cestas do Bem?
14:15Nós temos o nosso principal ponto de comunicação,
14:18que é o nosso Instagram,
14:19é o arroba cestas ponto do bem.
14:21Você pode entrar lá, pode seguir,
14:23pode mandar um direct e a gente vai te direcionar.
14:26A partir daí, você vai ter um contato,
14:28tem também o WhatsApp na página,
14:30você pode entrar lá, falar que você quer ser voluntário,
14:33pegar as datas das ações,
14:34inclusive a gente vai ter um agora,
14:35ano novo, vida nova,
14:37e tem ação também no ar.
14:38Dia 15 de janeiro vai ser a nossa ação.
14:40A primeira ação desse ano.
14:41A primeira ação de 2023,
14:43você está convidado também
14:44pra poder estar indo lá com a gente,
14:46entregando o Cesta Básica e doando um pouquinho do amor ao próximo.
14:48Nós precisamos da nossa garota propaganda aqui.
14:51Eu acho.
14:52Ah, eu preciso de você falar um pouquinho mais
14:54como é que está vivendo,
14:56não só ser beneficiada,
14:59a mudança de vida,
15:00e o que você quer daqui pra frente.
15:02Conta pra nós, Vanilda.
15:03Ah, eu quero que tudo melhore,
15:07pra todo mundo, não só pra mim,
15:09porque tem outras famílias também
15:11que necessitam dessas ajudas aí,
15:14voluntárias.
15:15E eu creio que em 2023
15:18seja melhor pra todo mundo.
15:19Já é, já estamos em 2023.
15:22É esse o ano que a gente cada vez mais
15:25vai perpetuar a solidariedade.
15:28Vanilda, sonhos.
15:30Eu quero sonhos.
15:31Eu gosto de gente que tem sonho.
15:33abraça, meta,
15:34quer chegar lá.
15:36Objetivos.
15:36Quais os objetivos que você tem?
15:38Conta pra nós.
15:38Ai.
15:40Fala pra nós.
15:41Os objetivos.
15:42Quer criar bem os filhos.
15:44Sim, com certeza.
15:44Quer um futuro legal pra eles, pra você.
15:46Quer um futuro melhor pra meus filhos,
15:47pra mim, né?
15:48Alcançar os objetivos aí, né?
15:50Que eu creio que Deus vai me abençoar, né?
15:54E seguir em frente, né?
15:55E nunca desistir, né, gente?
15:57Nunca baixar a cabeça.
15:59Eu creio que seja melhor daqui pra frente.
16:01Vamos aproveitar que nós estamos no ano novo,
16:042023.
16:05O que você teria a falar olhando nos olhos da Gisele?
16:08Meu Deus.
16:09Fala pra ela.
16:10Olha pra Gisele.
16:11Olha pra Ivanilda aqui.
16:12Vamos chorar, né?
16:13Fala pra ela.
16:14O que a Cesta do Bem fez na sua vida?
16:17Nossa.
16:19Primeiramente, eu tenho que agradecer muito a Deus,
16:21depois a você, né?
16:22Ter aparecido na minha vida,
16:24na vida dos meus filhos, né?
16:25Praticamente da minha família, né?
16:27Que eu falo que meus filhos são minha família.
16:29Né, Gisele?
16:30E assim, eu peço ao Papai do Céu
16:32que ele te dê muita saúde,
16:34muitos anos de vida,
16:35e que Deus venha transbordar a felicidade na sua vida
16:39e na sua família, né?
16:40Muita paz.
16:41Que Deus te...
16:42Que continue sendo essa pessoa maravilhosa que você é, Gisele.
16:46Cesta do Bem agradece muito, Ivanilda, é de coração.
16:49E o mais importante é que tem ali a nossa solidariedade.
16:52Ah, é aqui, ó.
16:54É isso aí, gente.
16:55É assim, a diferença é assim, ó.
16:57Quanto mais gente, mais quente a solidariedade acontece.
17:01Vamos ter palmas.
17:052023 já está aí que ano haverá de ser sensacional.
17:09Quando a gente tem exemplos, né?
17:11Esperança na renovação.
17:13Bacana.
17:14Porque uma coisa é falar para você que as coisas acontecem,
17:18que tem gente que muda a roda.
17:20Tem gente que olha o outro ser humano e fala,
17:23poxa, precisa atravessar a vida dele, a família dele com amor.
17:28E trazer essas pessoas é dar um testemunho que as coisas podem acontecer.
17:33Repito, quando muita gente fala, o mundo está egoísta,
17:36está todo mundo só pensando em si,
17:39a gente tem gente que se doa.
17:40E vou dizer uma coisa, vale 2 milhões de horas de terapia.
17:45Faça o bem para você ver como é que uma coisa muito gostosa
17:49vai preencher o seu coração.
17:50Ou eu estou exagerando na dose?
17:52Conta para nós.
17:53Está certíssimo.
17:53É a melhor terapia que você pode fazer todo dia
17:56e vem somar com a gente no nosso projeto.
17:58A gente está precisando muito de voluntário em ação.
18:01Voluntário é algo que nunca estava...
18:03É pouco, né?
18:04Nunca é pouco.
18:05Nunca é pouco.
18:06Qualquer serviço que você pode,
18:07se você tiver meia hora do seu dia, já vai nos ajudar.
18:09Se você souber conversar com uma pessoa também,
18:12dá um pouco do seu amor,
18:13e isso também vai somar e muito no nosso projeto.
18:16Vamos pedir só, Gisele,
18:17nós estamos agora nos 78 municípios do Estado,
18:20estamos em todas as plataformas da rede,
18:23contato, telefone,
18:24se a gente faz sinal de fumaça,
18:28Instagram, e-mail,
18:29agora é a hora da gente vender o peixe.
18:31Vai lá.
18:32Olha, nós temos um telefone também
18:34que você pode estar adicionando pelo WhatsApp.
18:36ele é 2799425514.
18:41Esse é o nosso WhatsApp,
18:42ele está praticamente 24 horas à disposição.
18:44Você que precise e quer falar com a gente,
18:46esse é o canal.
18:47E temos o nosso Instagram,
18:48que você pode estar nos seguindo
18:50e estar mandando direct também.
18:53A gente está à disposição.
18:55Muito bem.
18:56Ó, elas estão de espectadoras,
18:59e você, telespectador, vai vir comigo.
19:02Sabe por quê, gente?
19:02Tem mais, tá, Paula?
19:04Chega de mistério.
19:05Hora da gente conferir mais um trabalho de voluntários.
19:08Agora é a hora do projeto Dona Vera.
19:12Vamos conferir.
19:13Meu nome é Vera,
19:14tenho 62 anos.
19:16Há oito anos nasceu o Projeto Essência,
19:19e nós começamos a levar lanchinhos
19:22no Hospital Infantil de Vitória.
19:24Nós começamos a restaurar brinquedos
19:26para estar levando lá.
19:28E foram surgindo, assim,
19:30ideias de lá para cá.
19:31foram surgindo necessidade
19:34da gente ter atitudes
19:37de sentir a dor do outro,
19:40de se colocar no lugar do outro.
19:42Nós atendemos comunidades carentes,
19:44mas o nosso alvo é o Hospital Infantil.
19:47É lá que a gente faz as festinhas de Natal,
19:50lá a gente faz os dias de criança.
19:53A gente atende uma mãezinha
19:54que precisa de uma roupa,
19:56a gente atende uma criança,
19:57às vezes, que precisa de algum medicamento,
19:58que precisa ir embora para casa.
20:00Esse é o nosso trabalho.
20:02Eu escolhi ser voluntária.
20:06Muito bem, é assim.
20:07Agora, Vera,
20:08que projeto show,
20:10tiver mais,
20:11manda para a gente.
20:12A gente está aqui para divulgar.
20:13A gente é da Rede Vitória,
20:15aqui o teu jornal Folha Vitória,
20:17nós temos a Jovem Pan,
20:19a Pan News,
20:19temos a TV Vitória,
20:20todas as plataformas
20:22para falar muito bem.
20:23E bem demais de gente
20:25que faz a diferença.
20:26Obrigado, dona Vera.
20:27Você estava falando de quem agora?
20:28Porque conta para quem está em casa,
20:30que você estava conversando com a Gisele.
20:31Estava convocando aqui.
20:32Estava convocando.
20:32Você, Gisele,
20:33é valido aqui.
20:34Para de rir também, é valido.
20:35Eu estava perguntando, gente,
20:37para a Gisele,
20:37como é que o projeto
20:38que trabalha essencialmente
20:40com voluntários
20:41se mantém ativo, né?
20:42O projeto se mantém
20:43através de doações
20:44de pessoas físicas
20:45que podem ser feitas
20:46pelo PicPay
20:47ou pelo Pix.
20:48Também tem na nossa rede social.
20:50E aí as pessoas
20:51doam o valor que elas quiserem.
20:52E cada momento
20:53a gente faz uma campanha
20:54de arrecadar a cesta básica,
20:55arrecadar pente de ovos
20:57e também kits de limpeza
20:58que são itens
20:59que a gente leva
21:00em paralelo
21:01à cesta básica.
21:02E além disso,
21:03a gente também recebe
21:04doações de roupas
21:05que sejam usadas
21:06em bom estado de uso.
21:08Então se você tem uma roupa aí
21:09que você já usou bastante...
21:12Ah, então...
21:12No final de ano
21:12eu sempre faço uma limpa
21:13no meu armário.
21:14Então lá é local.
21:14Aproveitar que a gente está aqui
21:15dia 1º de janeiro.
21:17Todo mundo que já tem a limpa
21:18aí no armário,
21:18manda direct para a gente
21:19que a gente vai organizar com você
21:21como pode pegar.
21:22E essas roupas
21:24onde a Vainilda também já presenciou
21:26a nossa mesa solidária.
21:27Que é onde a gente coloca
21:28todas as roupas
21:29que a gente recebe.
21:30Sapatos também,
21:31brinquedos infantis,
21:32itens de casa.
21:33Estou até mostrando aí
21:33para vocês.
21:34E aí as pessoas,
21:35as famílias podem escolher
21:37entre 10 e 20 itens
21:38e levar para casa
21:39além da cesta básica
21:40mais itens.
21:41Muito legal.
21:42Agora uma curiosidade,
21:43Gisele.
21:43A gente está hoje
21:44dia 1º,
21:45mas tivemos um final de ano
21:46aí e tal,
21:47festas.
21:48Reduziu um pouco
21:49as doações?
21:50Como é que foi?
21:51Olha, a gente teve
21:52uma redução
21:52no finalzinho
21:54de dezembro
21:55para cá.
21:55Porque depois que
21:56acaba o Natal,
21:57dá aquela acalmadinha
21:58nas pessoas.
21:59Mas a gente precisa
21:59que os doadores
22:00se mantenham ativa
22:01porque a gente tem ação
22:02todo mês.
22:03E além das ações,
22:04a gente atende
22:04famílias esporadicamente.
22:06Então você pode ser
22:07atendida,
22:08a sua família pode ser
22:09atendida agora,
22:10pode ser atendida
22:10daqui a 10 dias.
22:11Não necessariamente
22:12uma vez por mês
22:13que é quando a ação
22:14acontece.
22:15Isso.
22:16Eu acho que você
22:16tinha comentado comigo
22:17que essas famílias
22:18elas não se repetem.
22:19Como é que é?
22:19Essas famílias não se repetem.
22:21Isso, é rotativo.
22:21Então se a gente
22:22foi no bairro dela
22:23em Belvedere,
22:24depois a gente já vai
22:25para outro na Serra.
22:26E aí a gente já volta
22:27para outro em Vila Velha.
22:28A gente vai para Guarapari,
22:29vai para Cariacica,
22:30vai sempre tendo
22:31O objetivo é atender
22:32mais pessoas.
22:33Atender o maior número.
22:34E toda vez que a gente
22:35retorna em algum bairro
22:36que a gente já fez,
22:37a gente faz novamente
22:38o cadastro.
22:40Então além disso,
22:40o trabalho voluntário
22:41consiste em ir com a gente
22:42no cadastro,
22:43que a gente precisa muito,
22:44e entregar também a cesta.
22:45E tem uma prestação de contas,
22:47alguma coisa que a gente
22:48consiga acompanhar?
22:49Porque você sabe, né?
22:51Ainda que seja voluntário,
22:52tem muita gente,
22:53Fulia, que desconfia.
22:53Ah, tem muita gente
22:54que crie, né?
22:54Muita gente chata.
22:55Que não falta,
22:56é gente que pediu
22:57para ser chata
22:58no Vale do Eco,
22:59quero ser chato,
23:00chato, chato,
23:01e Deus atendeu.
23:01Vai lá.
23:02A gente tem uma prestação
23:03de contas que acontece
23:04todo dia,
23:04quatro de cada mês,
23:05a gente envia
23:06para cada doador.
23:07E essa é uma planilha financeira
23:08onde a gente tem o nome
23:09exatamente de quem doou,
23:11quanto doou e onde doou,
23:12se foi no Pix ou no PicPay.
23:14E tem todas as notas
23:15do que saiu.
23:16Então, é uma prestação
23:16de contas completa,
23:17é um arquivo que dá
23:18mais ou menos
23:18entre 40 a 50 páginas.
23:20E cada doador
23:21pode ter acesso,
23:22a gente sempre posta
23:23no Instagram.
23:24Então, se você doou
23:25e a gente não te mandou
23:25logo de cara,
23:27você pode solicitar,
23:27quero a prestação de contas,
23:28a gente envia para você,
23:29é um arquivo bem completo.
23:31Gia, só saber o seguinte,
23:32nós temos cases de sucesso,
23:34o que seria um case de sucesso?
23:37Moradores ou moradoras
23:39que foram atendidas
23:40com as cestas do bem
23:41e hoje também fazem parte
23:44desse momento,
23:45desse processo,
23:46também ajudar,
23:47de ajudar a organizar
23:48de forma voluntária
23:50a participar do projeto.
23:51Tem aí?
23:52Tem, a gente tem muita gente
23:53que é beneficiada
23:54e que também ajuda
23:55e também fala,
23:56ah, eu posso estar indo,
23:57também posso estar indo
23:58com vocês,
23:58posso ajudar a arrumar
24:00as roupas,
24:01posso ajudar a arrumar
24:01os pentes de ovos.
24:02Então, a gente tem essas pessoas
24:03que também ficam ali
24:04engajadas na causa.
24:06É o que a gente estava falando,
24:07fazer o bem faz bem
24:08e a corrente vai crescendo,
24:10vai aumentando,
24:11vai girando
24:11e é isso.
24:12E você, Ivonilda,
24:13você já está se sentindo apta
24:15a ser voluntária?
24:16Como é que é?
24:16Sim, com certeza, né?
24:18Porque, além de mim,
24:19eu fui passando também
24:20mais pra frente
24:21e fui obtendo resultados, né?
24:23Graças a Deus.
24:24Que bom,
24:25está vendo frutificar, né, Gisele?
24:26Isso é o principal objetivo.
24:28Legal.
24:29Então, ó,
24:30se você quiser também
24:31fazer parte desse projeto,
24:32ó,
24:33estou acompanhando
24:34neste domingão,
24:36dia 1º de janeiro,
24:38aqui na TV Vitória,
24:39ó,
24:40estou acompanhando
24:41essa entrevista
24:42com a Ivonilda,
24:43com a Gisele,
24:44eu quero fazer parte também
24:45da Cesta do Bem.
24:46A gente faz esse convite
24:47para você.
24:48Então, eu reforço agora,
24:50porque nunca é demais
24:52a gente chamar as redes sociais,
24:53os telefones de contato,
24:55porque a nossa sementinha
24:57está tocando o coração
24:58de alguém agora
24:59que está acompanhando a gente.
25:00E as redes sociais.
25:01Gisele?
25:02Vem fazer parte
25:03do nosso projeto,
25:04vem atuar,
25:04vem ser um voluntário em ação.
25:06O nosso telefone é
25:102799425514.
25:10E a nossa rede social
25:11é o Instagram,
25:12arroba sextas.dobem.
25:14Entra lá,
25:15segue a gente
25:15e vem se comunicar.
25:16A gente está pronto
25:17para te receber.
25:18Que massa, hein?
25:20Muito boa.
25:20Vamos aplaudir
25:21essa galera aqui.
25:22Vai bater palmas.
25:23Aqui é para celebrar.
25:26Vanildo, dá um beijo de quê?
25:27Vai lá.
25:28Ah, ganhei meu dia.
25:30Gisele, obrigado.
25:31Obrigada também.
25:31Obrigado pela aula
25:32e por doar o tempo de vocês
25:34para ajudar a fazer a diferença.
25:36Vocês são nossos contados, tá?
25:36Claro.
25:37Já fiz.
25:39Obrigada, gente.
25:40Foi uma satisfação enorme.
25:41Tá, Jônia.
25:41Vanildo, está mais calmo.
25:43Sim.
25:43Gostou?
25:45Gente, muito obrigada.
25:47E agora,
25:48a gente tem uma matéria
25:49super legal,
25:50uma matéria minha e do Fuli,
25:51lá em Taquara,
25:52na Serra.
25:53Vamos conferir.
25:55Voluntário rima
25:56com solidário.
25:58Uma forma de fazer
26:00gratuitamente o bem.
26:01E realmente,
26:02não importando a quem.
26:04E é aqui,
26:06em Taquara 1,
26:06na Serra,
26:07que nós vamos conhecer
26:08um projeto social
26:09que acolhe
26:10um dos nossos
26:11maiores pilares
26:12da sociedade,
26:13as mães.
26:20Quando há parceria,
26:22tudo pode se transformar.
26:24Vidas,
26:25histórias
26:26e a vontade de vencer.
26:28Esse é um projeto
26:29entre a Central Única
26:30das Favelas
26:31e a empresa Suzano.
26:33São cerca de 200 mulheres,
26:35mães,
26:36que tiveram uma coisa
26:37muito valiosa,
26:40oportunidade.
26:41me encontrei,
26:42porque até então
26:43eu não sabia
26:44o que eu queria da vida.
26:45Eu estava no salão,
26:46mas não estava satisfeita.
26:47E agora,
26:48eu sinto satisfação
26:49de ver a pessoa experimentar
26:50e ficar mandando mensagem
26:51falando assim,
26:51que, nossa,
26:52que amou meus doces,
26:53que só compra comigo.
26:54Para mim,
26:54foi transformador.
26:56Me encontrei.
26:56Nós viemos já fazendo
26:57uma série de ações
26:58voltadas para as mães
26:59de favela,
27:00aqui em Itacoara,
27:00na Serra,
27:01Vila Velha,
27:02Canecica
27:02e outros lugares do Estado.
27:04E nós percebemos
27:05que era preciso,
27:05além dessa questão
27:06mais emergencial,
27:07a gente também promover
27:08formas de elas gerarem
27:09rendas para si.
27:10Então nós fizemos um projeto
27:11voltado para a produção
27:12e apresentamos para essa empresa.
27:14O objetivo era o seguinte,
27:15nós criávamos alguns núcleos
27:16de produção voltados para beleza,
27:18para a confecção de sabão,
27:20para a alimentação
27:21e a partir disso
27:21elas gerarem renda
27:22para ela e para a sua família
27:23e também para o seu entorno,
27:24dentro dessas favelas.
27:25Essas mulheres vivem
27:27nas chamadas áreas
27:28de vulnerabilidade social.
27:30Nessas oficinas,
27:32recebem insumos
27:33para que possam aprender
27:34uma profissão e gerar renda.
27:36É o Programa Central de Valores,
27:38que atende comunidades
27:40como Itacoara 1 e 2,
27:42Novo Horizonte,
27:43Jardim Carapina,
27:44Balneário Carapebus
27:45e várias outras regiões
27:47do município serrano.
27:48Muitas vezes você olha
27:49para as favelas e periferias
27:50como um local de carência,
27:52um local que as pessoas
27:53realmente estão passando fome
27:54ou algo do tipo.
27:55E nós vemos com uma outra perspectiva.
27:56Tem vulnerabilidade sim,
27:57mas tem pessoas muito potentes.
27:59Nesses territórios nós temos
28:00pessoas que estão produzindo,
28:01que estão botando na internet,
28:02que estão criando salgado,
28:04estão gerando renda
28:04para os seus espaços
28:05e é para isso que nós estamos
28:06fazendo esse projeto.
28:07Para que essas pessoas
28:08que já são potentes,
28:09elas se tornem ainda melhores.
28:10Tudo isso só acontece
28:12porque tem gente que se doa.
28:15Está sendo muito gratificante
28:17fazer parte dessa família Cufa
28:20e estar ajudando essas mães
28:23que só de ver o sorriso delas
28:26faz a gente se sentir bem.
28:29Muitas vezes se pensa que
28:31se eu fizer uma ação pequena,
28:32isso é muito pouco,
28:33mas o todo é feito das partes.
28:34É preciso que as pessoas se movam,
28:36façam alguma coisa
28:37e isso também influencia
28:39e incentiva outras também
28:40a fazer um pouco mais.
28:45Essa aqui é a Ingrid Pereira,
28:48uma das melhores transistas
28:51de toda essa região.
28:53Mas para ela conseguir se valorizar,
28:57melhorar nessa profissão
28:58e chegar até aqui,
29:00algo muito importante
29:02mexeu com a vida dela
29:03e com a família também.
29:06Nós, seres humanos,
29:07a gente tende a repetir padrões,
29:09certo?
29:10Então eu olhava para a minha família,
29:12a maioria da minha família,
29:13tias, avós,
29:14eram depressivas
29:15e eu olhava para a minha filha,
29:16olhava para a minha filha e falava
29:17minha filha não vai ser depressiva,
29:19não vou passar isso para a minha filha.
29:20Você se emociona quando fala isso?
29:22Muito.
29:23Porque assim,
29:24a minha filha estava ficando depressiva.
29:26A minha filha,
29:26tudo ela chorava,
29:27a minha filha nunca foi assim.
29:29E eu comecei a olhar assim,
29:30o meu esposo também,
29:31e eu falei bem assim,
29:32não,
29:33eu não vou fazer isso com eles não,
29:35vai ser diferente.
29:36E aí eu comecei a mudança, né?
29:38E é assim,
29:38é um dia após o outro.
29:40Descobrir esse projeto
29:41foi se redescobrir
29:43como mulher e cidadã.
29:46Hoje,
29:46ela é uma profissional.
29:48Eu cresci muito como pessoa,
29:50evoluí,
29:51porque a gente vê que,
29:52a gente acha que a gente está ruim,
29:54a gente vê que eu não sirvo mais para nada,
29:56porque era o que eu pensava,
29:57não estou servindo mais para nada,
29:58não faço nada.
29:58E eu vi que não,
30:01que eu posso muito mais,
30:03que eu poderia ajudar muitas pessoas.
30:05E aí a gente começa fazendo trance ali,
30:07a gente conversa com as meninas,
30:09vai falando,
30:09sabendo a história,
30:10e aí a gente vê,
30:11caraca,
30:11ainda bem que eu estou aqui,
30:13ajudando essa pessoa.
30:14Nós temos mais de 100 voluntários
30:16aqui na Grande Vitória
30:17e também em alguns municípios
30:18do interior do estado.
30:18São pessoas que elas doam
30:20e também se doam.
30:22Muitas dessas pessoas
30:22eram mães que foram atendidas,
30:24pais que foram atendidos,
30:25e se tornaram voluntários do projeto
30:26e puderam alcançar mais pessoas ainda.
30:28Isso é solidariedade.
30:33E conhecendo a Central de Valores,
30:35uma certeza a gente tem,
30:37para mudar,
30:38basta começar.
30:39E para começar,
30:41é preciso de gente
30:43que voluntariamente
30:44doe o seu tempo
30:47para ajudar toda essa gente.
30:50Eu, sendo nova,
30:51mas mesmo assim,
30:53elas falam que eu sou uma mãezona
30:55para elas, né?
30:56Então,
30:57é muito importante
30:58ver o sorriso delas,
30:59no rosto delas,
31:01isso é muito gratificante.
31:08Obrigadão, Gabriel,
31:09aquele,
31:10200 mulheres,
31:12melhor,
31:13200 mães
31:14desse projeto Taquara,
31:15não atende só Taquara,
31:16não, gente,
31:16são vários os bairros,
31:18várias as comunidades da serra,
31:20e elas precisavam
31:21só de uma coisa,
31:22oportunidade.
31:23Você viu que eu comecei
31:24com o Gabriel aí?
31:25Mais do que dar o peixe,
31:28é ensinar a pescar.
31:29E falando de voluntariedade,
31:32voluntário,
31:33solidariedade,
31:34Paula!
31:35Oi, bonita!
31:35E essa turma que está aqui
31:37com a gente,
31:38apresente,
31:39por gentileza,
31:39vai lá, Paula!
31:40Eu estou com uma galera
31:41que para mim
31:42já são conhecidas,
31:43minhas parceiras.
31:45Estou com a Giovaneide Batista aqui,
31:47que ela trabalha na BRH,
31:49trabalha de maneira voluntária,
31:51coordenadora da escola
31:52de voluntários
31:53e também com a Ellen.
31:55A Ellen também é aluna
31:56da escola de voluntários
31:57e também está relacionada
31:59com a Fundar.
31:59Vamos lá,
32:00todo mundo dando as mãos
32:00que é um ritual
32:02que a gente faz aqui.
32:03É, agora vai ser assim,
32:03a corrente do bem,
32:04tá bom?
32:05Ah, maravilha!
32:06E aí,
32:07começa a contar a história
32:08para a gente.
32:09Como é que é
32:10mais do que fazer o bem,
32:12ensinar as pessoas
32:13a fazerem também o bem?
32:15Feliz ano novo para todos,
32:17muito bom estarmos aqui
32:18e esse é um momento
32:21de celebrar o que fizemos
32:23em 2022,
32:24mas falar que ser voluntário
32:26é um grande desafio,
32:27mas é também um grande ato
32:29de amor.
32:29Se a gente se envolve,
32:31se a gente faz e exercita
32:33a nossa cidadania fazendo o bem,
32:35a gente ganha e todos ganham,
32:37né?
32:37Isso é muito importante.
32:38Como é que começou?
32:40Porque eu não viro um voluntário
32:43em um projeto
32:44de construir outros voluntários
32:45ou entregar cestas básicas,
32:48como a gente conversou
32:49no primeiro bloco.
32:50O que te tocou para falar
32:52vamos começar o projeto?
32:54Esse início é importante
32:55porque pode influenciar
32:57positivamente muita gente.
32:59Muito bom, Poli.
33:00E nesse caso,
33:01o que a gente reforça?
33:03Ser voluntário é um processo
33:05que tem que vir de dentro
33:06para fora.
33:07Então, a BRH,
33:09que é a Associação Brasileira
33:10de Recursos Humanos,
33:11a Seccional do Espírito Santo,
33:13iniciou em 2018
33:14essa iniciativa
33:16que foi criar a escola
33:19de voluntários
33:19para os seus próprios voluntários.
33:21A ideia era capacitar as pessoas
33:23para fazerem sempre o seu melhor
33:26e acima de tudo
33:27que elas estivessem prontas
33:30também para compartilhar
33:31com outras pessoas.
33:32Então, conhecimento sobre comunicação,
33:34empatia,
33:35como que eu me relaciono,
33:36como é que é a minha liderança
33:38e como que a gente
33:39engaja voluntários, né?
33:41Que é uma grande dificuldade
33:43para nós do terceiro setor, tá?
33:45Eu tenho um exemplo,
33:47Giovaneide,
33:47de um voluntário
33:48que antes dele entrar,
33:50antes de que eu entrasse,
33:51antes do que eu fizesse parte
33:53do Instituto Américo Boaz,
33:55ele já fazia.
33:56Desde 2017.
33:57O Instituto vai fazer
33:58seis anos agora em 2023,
34:00mas esse cara,
34:01ele estava no Instituto
34:02desde 2017.
34:04É esse cara aí, ó.
34:05Ah, eu estou procurando.
34:07Ah, eu vou dar um abraço
34:08nessa pessoa,
34:09vou dar um reconhecimento
34:10e a humildade
34:12acima de tudo.
34:12Mas é verdade,
34:14sempre foi nosso voluntário.
34:15Eu digo para as pessoas o seguinte,
34:17quando é prestação
34:19solidária de serviço,
34:20quando é doação,
34:21meu pai fundava
34:23Asapaz no interior,
34:24lá na região de Minas,
34:26que ele era
34:26comandante de destacamento.
34:27Ele assumia,
34:28ficava um ano
34:28como presidente
34:29e passava para as pessoas.
34:31Tomou conta
34:31de 60 pessoas
34:32no orfanato.
34:33Eu falo que eu
34:34e meus dois irmãos
34:36não fizemos 10%
34:38do que ele fez.
34:38Então,
34:39quando eu acho
34:39alguma coisa
34:40que eu posso me entregar
34:41como voluntário,
34:42é como se eu estivesse
34:43fazendo uma homenagem
34:45para o meu pai.
34:45E todos nós
34:47temos alguém
34:47para homenagear, né?
34:49Alguém que nos ajudou
34:50num determinado momento
34:51da nossa vida,
34:52alguém que atravessou
34:53a gente com amor,
34:54se colocou no nosso lugar
34:56com a chamada empatia.
34:58Então,
34:59a partir de agora,
35:00você tem uma escola
35:01para ser um voluntário
35:04de como se posicionar,
35:05como ser líder,
35:06como atender as pessoas.
35:07Vamos chamar a Ellen
35:07para essa conversa
35:08para ela falar também
35:09um pouquinho mais
35:10do que é esse momento
35:11na sua vida.
35:12Conta aí, Ellen.
35:13Sim,
35:14eu já atuo como voluntária
35:15há bastante tempo, né?
35:17Na Fundais,
35:18há quatro anos.
35:19E a escola de voluntários
35:21veio para quê?
35:22Para auxiliar
35:24o comportamental
35:25do voluntariado,
35:26capacitar.
35:26Na escola,
35:28a gente aborda
35:28vários assuntos,
35:29desde gestão de projetos,
35:31comunicação e relacionamento,
35:34legislação do voluntariado.
35:36Que é muito relevante,
35:37que as instituições
35:38têm muita dúvida sobre isso.
35:39Isso, né?
35:40Que eles estão amparados
35:40por uma legislação.
35:42Também,
35:43as ODS,
35:44sustentabilidade,
35:45como o voluntário
35:47pode contribuir
35:48para a gente atingir
35:49as metas das ODS,
35:51né?
35:51Agenda 2030.
35:52Então,
35:53a gente,
35:54tem gente,
35:54tem voluntário que chega
35:56só com aquela vontade
35:57de ajudar.
35:58Mas também é importante
35:59a capacitação
36:00para que ele possa
36:01exercer o voluntariado
36:02dele da melhor forma.
36:03Muito bom.
36:04Essa é a praia da Paula.
36:05A Paula,
36:06além de ser apresentadora,
36:08ela é advogada.
36:10Ela milita
36:11no universo jurídico.
36:13Então,
36:13eu acho,
36:14Jovanete,
36:15Ellen e Paula,
36:16porque não basta
36:18só a gente
36:19se doar,
36:20a gente precisa entender
36:21como é que a gente
36:22faz isso.
36:23porque é muito melhor
36:25você ter participado
36:27do terceiro setor
36:28sabendo como é que
36:29eu vou ter
36:30o benefício,
36:31inclusive,
36:31da lei para eu continuar
36:32ajudando as pessoas,
36:33como é que eu treino
36:34as pessoas
36:35para abordagem
36:36e para estruturar
36:38uma ação como essa.
36:39Ou eu exagerei na dose,
36:41aí vocês vão me corrigir
36:41se eu tiver cometido
36:43algum arranhão jurídico
36:44aqui.
36:44Vai lá.
36:45E um ponto importante
36:46que você colocou
36:47é que em 2020
36:49a gente tem
36:49um programa nacional
36:50de incentivo
36:51ao voluntariado,
36:52que é estimular
36:53as pessoas
36:54a participarem,
36:55a exercitarem
36:56a cidadania,
36:57a contribuírem
36:57para a transformação social,
36:59que deixa de ser
37:00só um ato de
37:01ah, eu vou ajudar,
37:03eu vou contribuir,
37:03não é filantropia,
37:05é um ato de amor,
37:06de cuidado com o outro.
37:07E isso é exercitar
37:08a cidadania.
37:09Com certeza.
37:10Que massa,
37:10muito bacana.
37:11Agora,
37:11a Ellen, gente,
37:12ela citou a Fundais,
37:14mas a gente não explicou
37:15o que é a Fundais.
37:16Fala pra gente, Ellen.
37:18A Fundais é a Federação
37:19do Terceiro Setor Capixaba,
37:21né?
37:21Ela atua em todo o estado
37:22do Espírito Santo,
37:24unida e congregando
37:25entidades do Terceiro Setor,
37:28buscando, né,
37:29lutando por causas comuns
37:30de todas as entidades.
37:31E foi aí
37:32que surgiu essa parceria
37:34entre a Fundais
37:35e a BRH.
37:37Nós vimos, né?
37:38No objetivo da Escola de Voluntários.
37:39Isso,
37:40nós vimos que a BRH
37:41já tem esse trabalho
37:42com voluntários, né,
37:43há bastante tempo, né?
37:45Aí o Robson, né,
37:46toda a equipe da Fundais
37:47vamos trazer para as nossas entidades,
37:49vamos trazer para o Terceiro Setor.
37:50Aí nós criamos, né,
37:52junto com a BRH,
37:53a Escola de Voluntários
37:55específica, né,
37:56voltada para o Terceiro Setor.
37:57Que massa.
37:57Agora, deixa o jornalista
37:59aqui entrar na parada.
38:00É o seguinte,
38:01por mais que a gente fale
38:03da necessidade,
38:05olha,
38:05é primordial
38:06que a gente organize
38:07e tenha essa escola
38:09para a gente perpetuar o bem.
38:11Mas eu preciso
38:12que a Giovanni de Jaelen
38:13nos conte cada uma
38:15uma história
38:16que marcou-nos.
38:17Você tem uma história
38:18que te marcou
38:19nesse movimento
38:20de solidariedade
38:21na sua história,
38:22na sua vida
38:22e no que você faz
38:24junto a Fundais.
38:25Você, Helen,
38:26eu quero uma história.
38:27Primeiro começa com a Helen,
38:28vai lá.
38:28Nossa!
38:29Uma, uma!
38:30Puxa aí no backup.
38:31Se não tiver,
38:32a Giovanni de Jaquenta
38:33conta para nós.
38:33Vai lá,
38:34enquanto você vai pensando.
38:35Conta aí, Giovanni de.
38:36É, eu posso dizer assim,
38:37a minha experiência pessoal
38:39com o voluntariado
38:40começou na igreja,
38:41na igreja presbiteriana,
38:43então, eu já tinha
38:44alguns trabalhos
38:45e nós fizemos um trabalho
38:46com uma entidade
38:47em Vila Velha,
38:48que é uma entidade
38:48que acolhia crianças
38:49que estavam em situação
38:50de vulnerabilidade.
38:52Então, não só vivenciei
38:54essa realidade,
38:54todos os sábados eu ia,
38:56como eu levava também
38:57as minhas filhas
38:58para participarem.
38:59Então, eu acho que
39:00essa semente
39:00de cuidar do outro,
39:02ela começa muito cedo.
39:04Sim, com certeza.
39:04Então, esse foi
39:05um primeiro exemplo.
39:06Que bacana,
39:06toca aqui que eu fui
39:07batizada na igreja
39:08presbiteriana,
39:09tá vendo?
39:09Nos encontramos aqui, ó.
39:11E você?
39:11Não, e até
39:13essa questão
39:14da Giovaneide, né,
39:15de começar na igreja.
39:16É algo muito comum
39:17entre voluntários.
39:18A maioria começa, né,
39:19numa ação na igreja
39:20e depois, né,
39:21a gente vai seguindo, né,
39:22para outras entidades
39:23e esse espírito
39:24acaba não saindo,
39:25não saindo de nós.
39:27Eu também comecei, assim,
39:28com voluntariado
39:29na igreja.
39:30Agora, tô na Fundais
39:31e é algo, né,
39:32que às vezes as pessoas
39:33falam assim,
39:33ah, eu não sei fazer nada.
39:34Gente, todo mundo
39:35tem alguma coisa
39:35para fazer.
39:36Todo mundo sabe,
39:37sabe fazer algo
39:38e depois que a gente faz,
39:40a gente não sai mais,
39:41entendeu?
39:41E a gente ganha, né,
39:43muito mais do que a gente oferece.
39:44O retorno é incrível,
39:47gigante,
39:48na medida do que a gente faz.
39:49E na escola de voluntários,
39:51a gente viu várias histórias,
39:52assim.
39:52Conta aí pra nós.
39:53Olha, nós temos histórias lá,
39:55vou lembrar o pessoal da escola,
39:56gente.
39:57Gente, eu sou aluna, tá?
39:58Ela é aluna,
39:59eu sou aluna da escola de voluntários.
40:02Olha, a gente tem histórias lá,
40:04Clotilde do Amor Exigente,
40:06há 26 anos como voluntárias,
40:08na mesma ONG.
40:10Temos a Marilena,
40:11do Centro Cultural Araçá,
40:13lá de São Mateus,
40:14no norte do estado.
40:15Então, assim,
40:16são histórias de pessoas
40:16que estão há 30 anos
40:19lutando pela causa.
40:21Ou mais, Marilena.
40:21Ou mais isso.
40:22Então, assim,
40:23é muito bom a gente ver
40:24essas histórias.
40:24E nos inspira.
40:25A gente que está começando,
40:26então, inspira a gente a continuar.
40:28Com certeza.
40:28O próprio Robson,
40:29eu acho que é uma inspiração pra gente.
40:31O Robson, com certeza.
40:31O Robson é um cara que está aposentado
40:33já da carreira dele, né?
40:35Tem mais de 45 anos de voluntariado.
40:37Exatamente.
40:38Também começou na igreja,
40:39que é muito comum,
40:40como a gente falou.
40:42Mas é...
40:43Mas é importante dizer
40:45que a gente quer essa espiritualidade,
40:48a gente quer essa fé
40:50que move e faz a diferença,
40:51porque a gente acredita
40:53em algo muito soberano,
40:54que é Papai do Céu.
40:55Mas não importa a religião,
40:57não é isso?
40:57Não importa.
40:58Atenção, não importa a religião.
41:00Importa que você vai ajudar
41:02a fazer a diferença
41:03e mudar a vida das pessoas.
41:05Ó, é o seguinte,
41:06vocês vão acompanhar,
41:07vou dar uma pequena pausa,
41:09vocês vão ser espectadoras privilegiadas
41:11e os telespectadores também,
41:13aqui com o Folio.
41:14Hora da gente conferir
41:15mais um trabalho de voluntários.
41:17Agora é a hora do projeto GOLD.
41:20Manda para o ar.
41:21Eu sou Débora Sabará,
41:23coordenadora de ações e projetos
41:25da Associação GOLD,
41:26Grupo Orgulho, Liberdade e Dignidade,
41:29uma instituição de 18 anos
41:30que atua aqui no Espírito Santo,
41:32transversalizando a pauta
41:34dos direitos humanos
41:35para a população LGBT.
41:37Trabalhamos com atendimento
41:38psicossocial,
41:40trabalhamos com a prevenção sexual,
41:42trabalhamos com empregabilidade,
41:45formação e capacitação
41:47para todos os públicos.
41:49Venham conhecer,
41:50sejam voluntários também
41:52da nossa rede de parceiros
41:54da Associação GOLD.
41:56Entre em contato com a gente
41:58através das nossas redes sociais
42:00Associação GOLD
42:02no Instagram,
42:03no Facebook
42:03ou no Twitter.
42:05Então,
42:06seja você também
42:07um parceiro,
42:09um voluntário
42:10da Associação GOLD.
42:11Mas vamos lá,
42:12e para a gente fazer esse treinamento?
42:14O Fulir quer ser o integrante agora
42:16e aprender a ser um voluntário?
42:18Como é que eu faço?
42:19Telefone, Instagram?
42:21Jovarete,
42:21conta para nós.
42:22Muito bem-vindo já, né?
42:24Então,
42:24é importante,
42:25nós vamos ter,
42:26desde 2021,
42:27a gente tem a Escola de Voluntários
42:28do Terceiro Setor,
42:29que foi uma iniciativa aí
42:31em parceria da Fundais
42:32com a BRH.
42:33Tivemos a segunda edição
42:35em 2022
42:35e agora,
42:36em 2023,
42:37a gente vai ter a terceira.
42:39Então,
42:40fiquem atentos
42:40nas nossas redes,
42:42a gente também divulga,
42:43né?
42:43Essa escola vai ser aberta,
42:45inclusive para outras entidades,
42:47outras instituições
42:48que queiram participar
42:49e vai ser muito bom
42:50contar com a presença de vocês
42:52que sempre vai enriquecer
42:54a nossa escola.
42:55Então,
42:56a nossa rede social
42:57da BRH
42:58é
42:58abrh.es,
43:00que é o nosso Instagram.
43:02Fiquem muito à vontade
43:03para acompanhar
43:04e ver lá
43:05quando que vamos abrir
43:07as inscrições.
43:08Provavelmente,
43:08a gente começa em março
43:09de 2023.
43:11Então,
43:11vai ser muito bom
43:12contar com várias entidades
43:14participantes.
43:14Agora,
43:15Fuli,
43:15o que eu acho legal,
43:16eu acho importante
43:17a gente comentar aqui
43:17que o mais interessante
43:19da escola de voluntários,
43:20para mim,
43:20enquanto aluna e voluntária,
43:22estou aí falando
43:24nessa qualidade,
43:25é a troca.
43:26A troca
43:27entre os voluntários,
43:29a troca de experiência ali,
43:31foi o mais enriquecedor
43:33para mim,
43:34foi isso.
43:35O que vocês acham?
43:36Esse foi um ponto importante
43:37porque a gente criou
43:38um módulo específico
43:39para ter depoimentos,
43:41foi até uma demanda
43:42que a Fundais trouxe,
43:43de trazer depoimentos
43:45de pessoas que já fizeram
43:46o seu trabalho voluntário.
43:48E foi emocionante,
43:49lembrando aqui
43:50da Ivanilda e da Gisele,
43:52o quanto que a gente
43:53se emocionou
43:54em ouvir depoimentos,
43:55como eu cito aqui
43:56com muito orgulho,
43:57o projeto Mova-se
43:58de Cachoeiro,
43:59que a Bárbara Gasperi
44:00faz parte,
44:01e é um projeto encantador,
44:03que ajuda pessoas
44:04que têm alguma limitação,
44:06alguma deficiência,
44:07mas muito mais,
44:09ajuda famílias
44:10a lidarem com a deficiência
44:12em vários contextos.
44:13Então, a gente pode dizer
44:14que são projetos emocionantes.
44:17Que legal.
44:17As pessoas, às vezes,
44:18falam assim,
44:19ah, para eu fazer
44:20um curso como esse,
44:21eu preciso ter quais
44:23expertise, quais competências,
44:25às vezes eu não sei falar bem,
44:26mas eu sou um cara organizado,
44:28às vezes eu não sou organizado,
44:29mas eu sou um bom comunicador.
44:31Precisa-se de pré-requisitos, gente?
44:33E aí, Elie,
44:34você precisou de pré-requisitos?
44:35Não, o que a gente pede
44:36na escola de voluntários
44:38seria que o voluntário
44:39tivesse pelo menos
44:40seis meses de voluntariado,
44:42já em alguma instituição,
44:43que ele estivesse ligado
44:44a alguma instituição
44:45de terceiro setor,
44:46né, como voluntário.
44:47Seria esse o pré-requisito.
44:49Sobre a questão de,
44:52ah, eu não sei falar,
44:53eu não sei,
44:54mas uma alguma coisa,
44:55todo mundo sabe fazer.
44:56Uma qualidade,
44:58uma competência,
44:59a pessoa tem
44:59para ser voluntária.
45:01Sempre tem,
45:01eu voluntariado em várias áreas,
45:03então, assim,
45:04às vezes você tem uma entidade
45:05que você se identifica
45:06a uma entidade que trata
45:08pessoas idosas,
45:09crianças,
45:09então você vai se identificar
45:10em alguma área, né,
45:12e sempre vai ter algo
45:13para fazer.
45:14Todo mundo tem algo
45:14para oferecer,
45:15nunca se esqueça.
45:16Inclusive, essa questão
45:17da demanda, né,
45:18da área,
45:19ah, crianças,
45:20idosos e tal,
45:21isso é uma forma
45:22da gente conseguir
45:23sensibilizar o voluntário.
45:25Ah, legal.
45:26Você vai,
45:27você se voluntaria,
45:28voluntaria,
45:29tá correto, né?
45:29Tá.
45:30Você se voluntaria
45:31para aquilo
45:32que te chama a atenção,
45:34para aquela causa
45:34que é,
45:35que acolhe o seu coração,
45:37que é quentinho
45:37para o seu coração.
45:38A gente tem
45:38uma particularidade,
45:40às vezes uma história, né?
45:42A gente vê mães
45:43que tiveram um filho
45:44com necessidade especial,
45:46que se doaram
45:47no projeto,
45:48pessoas que em determinado
45:49momento tiveram
45:51ou na família
45:52ou exemplos próximos
45:54de necessidade
45:55de alimento mesmo, né?
45:56Pela fome.
45:57Então, há talvez
46:00uma atração emotiva
46:02para levar a pessoa
46:03para um determinado
46:04campo da solidariedade.
46:05É isso.
46:05Mas quando você tem
46:06a escola,
46:06a gente amplia o leque.
46:08Eu acho que a gente
46:08podia até criar uma frase.
46:10Não há desculpa
46:11para não ajudar.
46:12Venha fazer o bem
46:14na escola de solidários,
46:16não importa a quem.
46:17Não é isso?
46:18A gente vai achar
46:19um mote para a gente ajudar.
46:21E você pode disponibilizar
46:22seu tempo,
46:23seus recursos
46:24e a nossa premissa
46:25é que você pode disponibilizar
46:26as suas habilidades.
46:28Então, a escola de voluntários,
46:30todos os instrutores
46:31são voluntários da BRH.
46:33Então, a gente não tem
46:34ninguém que é convidado
46:36assim de fora.
46:37São pessoas que vêm
46:38e dão o seu tempo,
46:39suas habilidades,
46:41sua expertise
46:41para que ela possa
46:43contribuir para outras pessoas.
46:45A mão de obra
46:46de coração é nossa.
46:47Exatamente.
46:48Bom, bom saber disso.
46:50Agora, o papo está muito bom,
46:51mas vamos ficar aqui
46:52prestando atenção,
46:52como o Fuli falou,
46:53espectadores especiais,
46:55porque eu vou chamar agora
46:56um VTzinho.
46:57Gente, vamos conhecer
46:58mais uma instituição
46:59de pessoas que dedicam
47:01tempo e energia
47:02para amar o próximo.
47:04São os voluntários
47:05da Associação dos Amigos
47:06dos Autistas,
47:07a Amais,
47:08que é uma associação
47:09que eu particularmente amo.
47:11Vamos conferir.
47:11Na Associação dos Amigos
47:13dos Autistas do Espírito Santo,
47:15os profissionais ajudam
47:16a dar passos importantes
47:18no desenvolvimento
47:20de crianças e adolescentes.
47:21Todos os meses
47:23são realizados
47:24500 atendimentos.
47:26A Augusta faz parte
47:27da Amais há 21 anos.
47:29Ela ajudou a fundar
47:30a instituição
47:31e hoje atua como voluntária.
47:33Minha atividade
47:34é no bazar,
47:36porque o bazar
47:37ajuda muito
47:38na manutenção
47:39da Associação.
47:41Então,
47:43arrecadando roupas,
47:45vendendo,
47:45arrumando,
47:46fazendo de tudo.
47:48O filho da Augusta
47:49é autista
47:50e foi atendido
47:51pela Amais.
47:52Hoje,
47:52ela tenta retribuir
47:53parte do muito
47:54que recebeu.
47:55O pagamento pelo trabalho
47:57ela recebe
47:58em forma de abraços
47:59e sorrisos.
48:00Isso é muito gratificante.
48:02Às vezes,
48:03a pessoa fala assim,
48:04ah, você é voluntária,
48:05não ganha nada.
48:06A gente ganha muito.
48:07A gente doa,
48:09a gente recebe
48:10cada abraço
48:12de um autista
48:12que chega aqui.
48:13É a nossa recompensa.
48:16Assim como a Augusta,
48:18cerca de 40 pessoas
48:19atuam de forma
48:20voluntária
48:21aqui na Amais.
48:22Seja no diagnóstico,
48:24nas consultas
48:25ou até mesmo
48:26dando aula
48:26de reforço escolar.
48:28Os voluntários
48:29são fundamentais
48:30para o funcionamento
48:32e também
48:32para a manutenção
48:33da instituição.
48:34A Amais aqui,
48:35quando iniciou
48:36em 2001,
48:37era praticamente
48:39só voluntários.
48:40Hoje,
48:41nós temos
48:41em torno
48:42de 40
48:44voluntários
48:45e mais de
48:4660 funcionários.
48:48O seu éldio
48:49tem 82 anos
48:50e desde que deixou
48:51a polícia militar
48:52há três décadas,
48:54dedica parte
48:54do seu tempo
48:55ajudando quem precisa.
48:57Ele esteve
48:58à frente
48:58de uma instituição
48:59que cuida
48:59de crianças
49:00e adolescentes
49:01e há 13 anos
49:02trabalha voluntariamente
49:04no asilo
49:05dos idosos
49:05de Vitória.
49:06Aqui nós temos
49:0770 idosos
49:09hoje,
49:10a maioria
49:10sem vínculo
49:11familiar
49:12e são carentes
49:14de amizade,
49:15de carinho,
49:17de prestação
49:17de serviço
49:18e nós buscamos
49:20junto à comunidade
49:21todo apoio necessário
49:22para manter
49:23isso aqui.
49:24É a comunidade
49:25que nos ajuda.
49:26Trabalho que ele faz
49:27com prazer
49:28e sem esperar
49:29nada em troca.
49:30Quer dizer,
49:31quase nada.
49:32é de ser grato
49:34ao que Deus
49:34nos deu,
49:35a vida,
49:36as nossas condições
49:37de vida
49:38e poder ajudar
49:39aqueles que realmente
49:40necessitam.
49:43Legal.
49:44Agora, Fuli,
49:44a gente estava falando
49:45sobre o que fazer,
49:47que todo mundo
49:48tem uma qualidade
49:48e tal.
49:49Você viu aí,
49:51asilo dos idosos.
49:52A gente só precisa ir.
49:53Isso mesmo.
49:54Nós só precisamos
49:55estar presentes.
49:56Eles só querem
49:57companhia,
49:58só querem presença.
49:59Então é isso, gente.
50:00Ser voluntário é...
50:02Faça um teste,
50:03tira um dia,
50:04uma hora da sua vida
50:05e vai entender
50:06o que é a magia
50:08de mudança de vida
50:09e o bem
50:10que você vai fazer
50:11para você,
50:12para eles,
50:13para quem recebe
50:14esse benefício,
50:15essa solidariedade
50:16e até para a sua família.
50:18Ó, vamos lá?
50:20Faça o bem,
50:20não importa quem,
50:22quanto mais...
50:22Gente mais quente.
50:24Comece já.
50:24Comece.
50:25Feliz 2023
50:26para vocês, tá, Jóia?
50:27Muito obrigada.
50:29Deus abençoe
50:30demais vocês, tá?
50:31Obrigada.
50:32Vamos aqui, vamos lá.
50:33A gente vai para o intervalo.
50:34Fique ligadinho,
50:35porque no próximo bloco
50:36nós vamos te apresentar
50:37um pouco mais
50:38de uma instituição
50:39aqui da Grande Vitória,
50:41que também realiza
50:42um belo trabalho voluntário.
50:44É rapidinho.
50:45Bem, bem,
50:46a gente volta rapidinho.
51:10achou que a gente
51:11não ia voltar.
51:12A gente está de volta
51:13com o especial
51:15Eu, Você, Nós
51:16e o Terceiro Setor.
51:17Paula, aqui, ó.
51:18E a nossa bancada,
51:21o nosso sofazão hoje
51:23teve com cada história,
51:25cada assunto muito legal
51:27de trabalho e voluntariedade, Paula.
51:30É isso aí, Fuli.
51:31Eu queria te agradecer, tá?
51:33É uma honra.
51:33Por você ser voluntário,
51:35por você ter topado
51:36esse projeto
51:36de estar aqui com a gente
51:37no programa
51:38Eu, Você, Nós
51:39e o Terceiro Setor
51:40é muito importante.
51:41Eu não tive alternativa.
51:43Eu não tive.
51:44Ela chegou, Fuli,
51:45Você quer ser um voluntário?
51:47Aí meu coração falou, sim.
51:49Amoleceu, né?
51:49Ah, bacana.
51:50É isso.
51:51Mas a gente sempre precisa
51:52de voluntários,
51:53tanto no Instituto
51:54quanto em outras instituições
51:55do Terceiro Setor.
51:56E seja você também.
51:57Ó, eu passei o programa
51:59todo dizendo,
52:00faça uma experiência
52:02na sua vida.
52:03Vai valer por horas
52:05e horas de terapia.
52:06Procure ajudar,
52:08ser um voluntário.
52:09É isso.
52:09Uma instituição,
52:10uma associação.
52:12Procure alguém
52:12do Terceiro Setor
52:13e ajude.
52:14Você vai ver
52:15a dose de felicidade
52:17do seu coraçãozinho.
52:18Mas, Paula,
52:18aqui, ó.
52:19Pra você,
52:19pra quem tem em casa,
52:20tá na hora
52:21da gente conferir
52:22mais um trabalho
52:23de voluntários.
52:24Agora é a hora
52:25do Instituto o quê?
52:26Fala comigo.
52:28Vovô Chiquinho.
52:29Vanda ver.
52:30Meu nome é
52:31Doraceno Serreira.
52:33Sou responsável
52:34pelo Instituto
52:35Vovô Chiquinho,
52:36que já funciona
52:37há 33 anos.
52:40Aqui funciona
52:41com 167
52:43crianças
52:44e adolescentes.
52:46A gente tem
52:47uma equipe
52:48de umas 20 pessoas.
52:50Todo mundo
52:51é voluntário.
52:53Aqui a gente,
52:54estamos aqui
52:55tentando fazer
52:56diferença
52:57com essas crianças.
53:00O Instituto
53:01oferece
53:02balé,
53:04futebol,
53:06capoeira
53:06e jujico.
53:08É uma maneira
53:09que a gente tem
53:10pra atrair
53:11as crianças,
53:13pra dar
53:13elas
53:14uma vida
53:15diferente,
53:17pra mostrar
53:18elas
53:18que
53:18a gente pode
53:20morar num bairro
53:21carente,
53:22mas pode
53:23criar um cidadão
53:24de bem.
53:25E aí,
53:26meu coração
53:27já tá apertado,
53:28sabe por quê?
53:29De saudade.
53:31Ah, eu posso falar,
53:32Paulo,
53:32tava tão bom.
53:32O que é bom,
53:34o doutor Américo Guaes
53:34fala isso,
53:35o que é bom,
53:35passa rápido,
53:36parece, né?
53:37O especial
53:37Eu, Você, Nós
53:39e o terceiro setor
53:40de hoje
53:41vai ficando por aqui.
53:43Mas, ó,
53:43calma que domingo,
53:44que dia que tem mais?
53:45Dia 22 de janeiro.
53:46Dia 22 de janeiro
53:48você não escapa
53:50da solidariedade
53:51do nosso sentimento
53:52de fisgar você
53:53pra fazer o bem.
53:54Mas eu quero aproveitar,
53:56Paulo,
53:56e você explique
53:57pra quem tem em casa
53:58um pouco mais
53:59sobre o Instituto
54:01Américo Guaes.
54:01Essas pessoas podem conhecer,
54:03não é isso, Paula?
54:03Claro, faço um convite
54:05pra vocês.
54:05Entrem nas nossas redes sociais,
54:07Instituto Américo Guaes
54:08e também no nosso site,
54:10institutoamericoboes.com.br.
54:12E se vocês quiserem ser
54:14voluntários,
54:15se cadastrem lá
54:16que a gente consegue
54:17fazer a conexão
54:17entre vocês
54:18e outras instituições.
54:20Aí, olha só que legal.
54:21A gente faz até
54:21o meio de campo
54:22pra você multiplicar,
54:25pulverizar o amor.
54:27Eu quero agradecer
54:28de coração
54:29ao convite
54:29feito pela Paula,
54:31o nosso André Vinícius,
54:33que é o nosso editor-chefe,
54:35o Diego Moneral,
54:37nosso produtor,
54:38a Alessandre Carvalho
54:40e a toda essa estrutura.
54:41Obrigado de coração
54:42fazer parte
54:43de um projeto
54:43tão lindo como esse
54:45e que ajuda
54:46positivamente
54:47a mudar
54:47a vida das pessoas.
54:48Feliz 2023,
54:51Capão!
54:51E um ótimo domingo!
54:52Ótimo domingo, gente!
54:53Tchau, tchau!
54:55Quanto mais gente,
54:56mais quente!
54:57Tchau!
54:58Beijo pra quem é de beijo
54:59e abraço pra quem é de abraço.
55:01Tchau!
55:02Tchau!

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