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  • há 2 dias

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Esportes
Transcrição
00:00As razões de ter mantido a dinâmica foi que queremos dar continuidade a alguma coisa que desse estabilidade à equipa.
00:10E como no último jogo tínhamos dado bons sinais e criado oportunidades, continuámos a fazer o mesmo.
00:17Essa continuidade fez com que nós tivéssemos 31 na minha vida, foi o jogo que eu tive mais finalizações das
00:22minhas equipas.
00:2431 finalizações, em que 22 delas foram dentro da área, testa bem do volume ofensivo que tivemos.
00:30Perdemos alguma estabilidade quando sofremos o golo, não deixámos de atacar, não deixámos de procurar uma baliza, mas perdemos alguma
00:38fluidez.
00:39Até aí tínhamos estado bem no jogo, tínhamos estado por cima no jogo e o jogo, o golo veio nos
00:45instabilizar um pouco.
00:47Abrimos a segunda parte com os 3 minutos e 30 segundos, já tínhamos tido duas chegadas à baliza com oportunidade
00:53para fazer.
00:53Pronto, e quando os jogos estão assim fica tudo muito difícil.
00:56A equipa continuou instável, continuou pouco fluida, embora continuasse a criar.
01:02A alteração dos jogadores é a gestão dos próprios jogadores.
01:06Temos que fazer a gestão, o Vila-Santi não está pronto para fazer jogos e jogos seguidos.
01:09O Everton tinha tido um problema atrás, que não tinha recuperado totalmente.
01:16O Marlon é um jogador que está parado há 3 meses, que não tem capacidade para fazer jogos seguidos.
01:21Tivemos que fazer essas alterações.
01:24Professor, aqui, Paulo Nunes, Rádio Guaíba.
01:28Uma eliminação para um clube como o Grêmio, e o senhor que trabalhou em grandes clubes e está aqui hoje,
01:34ela sempre pesa.
01:36Hoje, em casa, perdendo os dois jogos, a situação do combo da temporada,
01:42a gente viu-se refletir no torcedor, com vaias ao time, e ao senhor também, ao longo do jogo.
01:48A minha pergunta ao senhor é, o que dá para tirar mais desse time do Grêmio na temporada,
01:55e sobre o seu trabalho?
01:56O que o senhor entende que assegura o seu trabalho no comando do Grêmio?
02:02Bom, as vaias foram para mim, não foram para os jogadores.
02:05As vaias, não houve vaias para os jogadores.
02:07As vaias foram todas para o Luís Castro, não foi para os jogadores.
02:11Os jogadores deram tudo deles, e a torcida reconheceu que os jogadores deram tudo deles dentro do campo,
02:16e apoiou-os sempre, ao longo de todo o jogo.
02:18Portanto, não vamos por aí.
02:21Vaja-se para mim.
02:23Sobre aquilo que o tirar, é uma...
02:25Eu já disse isso várias vezes.
02:27É difícil, eu sei.
02:29Estão a chegar os jogadores novos à equipa, estão a ser integrados.
02:32Vamos começar essa integração.
02:34Temos agora pela frente uma Copa do Brasil, com dois jogos,
02:38que nós achamos, e temos a certeza, são muito importantes para a dimensão do Grêmio.
02:43Tivemos sempre como...
02:45Queríamos continuar na prova, na Sul-Americana, queríamos continuar nela,
02:49mas sabíamos claramente que a nossa prioridade de campeonato e Copa
02:52são as nossas duas principais preocupações e objetivo fundamental da EF.
02:57e vamos continuar a lutar por elas.
03:00Luiz Castro, boa noite, Leonardo Boff, Bandeirantes.
03:03Eu vou insistir um pouco nessa pergunta, porque o Grêmio está no Z4 do Campeonato Brasileiro,
03:08agora é eliminado dos playoffs da Copa Sul-Americana.
03:11O que você acredita que justifica a sua permanência como treinador do Grêmio?
03:16O que justifica a minha permanência é eu trabalhar todos os dias de forma digna e honesta.
03:23Professor, boa noite. Leonardo Berger, Rádio Grenal.
03:26Até estou com os números aqui, alguns que o senhor não citou, 65% de pós-pola do Grêmio,
03:32o Grêmio teve uns escanteios, trocou mais passos que o Bolívar,
03:35mas eu sei que o futebol não é só número, não é só letra fria.
03:39Quero entrar no empirismo, no sentimento, e perguntar para o senhor,
03:42o seu sentimento de ver o Grêmio ser eliminado para uma equipe historicamente inferior à do Grêmio,
03:47que para o torcedor, que vai o senhor, se sente apequenado.
03:52Qual é o sentimento do senhor ao ver o Grêmio, na visão do torcedor,
03:56estar menor do que quando começou a temporada?
03:59É um sentimento de tristeza e de revolta interior.
04:05Os 11 cantos a nosso favor e um do adversário não conta para nada quando perdemos.
04:10As 31 finalizações não conta para nada quando perdemos.
04:13As 65% não conta para nada quando perdemos.
04:16Mas é um indicador que tivemos sempre por cima do jogo e tivemos o jogo em que podíamos ter ganho
04:21e não devíamos ter perdido.
04:23São indicadores que eu sei que neste momento, quando se perde,
04:26não tem qualquer razão para vocês, mas tem para mim enquanto treinador.
04:29São indicadores que eu levo muito em conta.
04:32Porque os jogadores esforçaram-se muito por esses números
04:34e procuraram muito o gol ao longo de todo o jogo.
04:37Por isso é que eu disse, as vaias são para mim, as vaias não são para os jogadores,
04:40porque os jogadores são aqueles que fizeram esses números em campo.
04:46Professor Luiz Castro, Paulo Bizarro, Rádio Galera.
04:50Eu quero me ater a uma pergunta que está linkada tecnicamente
04:54a qualquer competição que o Grêmio esteja, nas três competições.
04:57É o número de passes errados e nós estamos no final do mês de julho.
05:03Sua avaliação sobre o trabalho para estancar essa deficiência do Grêmio?
05:09Tocou num fator do jogo que determina muito aquilo que é a direção do jogo.
05:16O jogo perde muita fluidez com os números de passes errados.
05:19Permite muito ataque rápido à equipa contrária e cria muita insegurança na nossa equipa.
05:26É algo que nós trabalhamos, a partir do momento que vamos treinar,
05:32estamos a trabalhar o passo, a recessão, as dinâmicas, todos os dias.
05:36É algo que depende muito da estabilidade mental do jogador.
05:41E neste momento nós não estamos a fazer uma época de acordo com aquilo que perspetivávamos.
05:45E então a construção é uma construção muito instável e isso retira-nos realmente a fluidez deste jogo.
05:52Mister, boa noite. Bruno Abichecker, Rádio Mortal.
05:54Em uma das respostas o senhor usou uma espécie de escudo como se o senhor estivesse protegendo o elenco.
06:01As vaias foram para mim, os xingamentos foram direcionados a mim.
06:04O senhor acredita que a recíproca seria verdadeira, que os jogadores protegeriam o senhor
06:08da mesma forma como o senhor está protegendo?
06:11E o senhor acredita que o projeto feito pelo senhor e pela sua comissão técnica
06:16ainda surte efeito no grupo de jogadores?
06:20Quem pode responder pelos jogadores são os próprios jogadores.
06:23Eu não tenho a ambição ou a perspectiva já mais de falar por outras pessoas.
06:32Não tenho isso.
06:33Há muita gente que pretende fazer isso na vida, mas eu não pretendo.
06:35Eu pretendo só responder por mim.
06:38Aquilo que é o pensamento dos meus jogadores é o pensamento dos meus jogadores.
06:41Aquilo que eu posso dizer é que esses jogadores, o grupo do Grêmio, entrou em campo e teve 65%
06:48de posse de bola,
06:49teve 31 remates, teve 22 finalações dentro da área, teve 6 grandes oportunidades de golo.
06:55E isso é o que eu sei dizer.
06:58E sinto-os totalmente envolvidos diariamente no trabalho e dedicados no trabalho e dedicados ao jogo.
07:04Isso eu sinto.
07:06Portanto, a minha...
07:08Quando eu sinto os meus jogadores assim, eu defendo sempre os meus jogadores.
07:16Quando eu trabalho com pessoas dignas, honestas, que se entregam por completo ao trabalho,
07:20que se...
07:20Sabe?
07:24Muitas vezes os nossos filhos vão para a escola, vêm e vêm com o resultado que não é positivo, é
07:30negativo.
07:30Mas nós em casa vimos-los a trabalhar muito, muito, muito.
07:33Nós não somos capazes de os penalizar porque sabemos que eles se entregaram por completo à missão.
07:39Muitas vezes é assim.
07:41Vemos os nossos jogadores a trabalhar muito, muito, muito.
07:43Vão ao jogo, entregam-se por completo.
07:45É impossível eu não defender os meus jogadores.
07:48É um grupo intocável.
07:50Volto a dizer aquilo que disse atrás.
07:51As vaias eram para mim, senti que foram para mim, são para mim e senti que nunca foram para os
07:57jogadores.
07:58Aqui, Luiz Nicolio Vick, do canal Nicolio Vick e Diogo Rossi, repórter.
08:03O senhor concorda com as vaias?
08:05O senhor acha que poderia ter entregado mais hoje?
08:08E eu acho que a gente, tanto o torcedor como nós, inclusive o senhor, a direção,
08:13sempre aguardam um tempo para fazer avaliações do trabalho como um todo.
08:17Nós estamos entrando a gosto.
08:19Eu gostaria de saber se o senhor entende que o seu trabalho até aqui nos resultados,
08:23porque o senhor falou que estão trabalhando e perfeito, acredito que sim.
08:27Nos resultados, o seu trabalho se justifica?
08:31Obrigada.
08:34Se me permite, eu retificaria uma coisa, que é o nosso trabalho não está a refletir-se nos resultados.
08:43Eu acho que o trabalho que a equipa desenvolveu, inclusive é hoje,
08:48claramente deveria ter-se refletido nos resultados.
08:50Eu acho que todos nós que estamos aqui no auditório,
08:55todos nós entendemos que o resultado não foi aquilo que nós queríamos.
09:04Agora, aliar esse resultado a uma falta de vontade,
09:08ou uma falta de perfumar, ou uma falta de oportunidades de golo,
09:11ou uma falta de ter bola, ou uma falta de oportunidades de golo,
09:14ou uma falta de oportunidades de entrar,
09:16ou uma falta de não haver condições a nosso favor,
09:18não posso elencar uma coisa à outra.
09:19Elenco, claramente, a insatisfação ao resultado.
09:25O desempenho e a dedicação dos jogadores,
09:27os meus jogadores, acabaram de rastos,
09:29entregaram-se por completo ao jogo.
09:33Aliás, entregaram-se até, em determinado momento,
09:36por caminhos que não se deviam ter entregue,
09:38porque houve muita confusão em campo,
09:40e deveriam ter sustituído mais aquilo que era o seu ímpeto,
09:42naquele momento, mas eles queriam muito ganhar,
09:44e compreendo que eles aqui e ali tivessem perdido a cabeça.
09:47Mas é um grupo muito delicado.
09:49O Grêmio tem um grupo de jogadores muito forte naquilo que é a sua dedicação ao trabalho.
09:56Luiz, aqui, Eduardo Picão, da BGTV.
10:00Por contexto de resultados, desempenhos, momento do ano,
10:05zona de rebaixamento, isso que o Grêmio está vivendo,
10:07por padrão no futebol brasileiro,
10:10esse tipo de eliminação acaba ou por derrubar o técnico,
10:14ou por mexer em departamento de futebol, direção,
10:17enfim, não aconteceu.
10:19Eu queria saber do senhor,
10:21a partir de uma eliminação como essa,
10:23tão dolorosa para o torcedor,
10:24que tipo de mudanças o senhor começa a pregar a partir de agora?
10:29Eu tive a oportunidade de referir,
10:31na última coletiva que fiz aqui,
10:34das 20 equipas que desceram nos últimos 5 anos,
10:3770 treinadores não salvaram nenhuma dessas 20 equipas.
10:4270.
10:44Na última vez que o Grêmio desceu,
10:474 treinadores não conseguiram salvar o Grêmio.
10:52É algo que nós podemos todos refletir,
10:55sobre o que é isso, o que é que está certo, o que não está certo.
10:58Pelo menos, tentar refletir.
11:01Eu sei que há pessoas que não lhes interessa minimamente fazer essa reflexão.
11:05A mudança, a mudança, a mudança.
11:06Nós hoje somos uma sociedade de consumo imediato,
11:11consome, consome, deita fora, traz, deita fora, traz, deita fora, traz.
11:19Agora, eu não tenho a capacidade,
11:22nem a posição dentro do clube,
11:26para abordar um tema como esse.
11:29O treinador, o porquê que continua, porquê que não continua.
11:39As mudanças, nós estamos a fazer mudanças no plantel,
11:43estamos a trazer jogadores que hoje não puderam jogar,
11:48porque estamos a meio de uma iluminatória, não puderam jogar,
11:51mas que vão mudar um pouco a cara da equipa,
11:56vão aumentar o número de soluções.
11:59Nós temos feito, ao longo da época,
12:04temos dotado a equipa de vários sistemas
12:06para responder aos diferentes problemas
12:08que nos vão aparecendo pela frente.
12:10E hoje eu volto a referir isso.
12:12O último jogo,
12:14demos uns sinais que poderíamos e deveríamos ter ganho o jogo.
12:18Hoje demos sinal de que deveríamos e poderíamos ter ganho o jogo.
12:20Eu sei que não dá alento ao torcedor.
12:25Eu sei que não é isso que o torcedor quer.
12:28Daí as vaias que me foram dirigidas.
12:32Mas eu tenho que, para além daquilo que é a emoção do jogo,
12:36tenho que passar na racionalidade que é o jogo.
12:39E a racionalidade do jogo,
12:40nós temos provido mudanças que levam a maior número de finalizações,
12:44a maior estabilidade defensiva.
12:46Infelizmente, o resultado não tem sido o melhor.
12:49Espero consegui-lo rapidamente.
12:52Castro, aqui, Matheus Trindade, RBS TV.
12:54O senhor falou de uma reflexão, daqui a pouco,
12:57de mudança de treinador,
12:58mas o Grêmio vai jogar agora duas partidas eliminatórias
13:02contra um time que nunca venceu, que é o Mirassol.
13:05O senhor acredita que é um divisor de águas
13:07essas duas partidas em relação à continuidade do seu trabalho?
13:11E, ao mesmo tempo das vaias que o senhor recebeu na partida,
13:14o torcedor gritou muito o nome do técnico Renato Portaluppi.
13:16Como é que se convive também com isso,
13:18com uma sombra de um treinador que fez,
13:20a história que fez, como jogador também,
13:21e esse pedido do torcedor na arquibancada também,
13:24da ideia de ter o Renato como técnico da equipe?
13:28Referir-me ao Renato, é referir-me a um ídolo do Grêmio,
13:32a um homem que, com H grande, passou pelo Grêmio,
13:37como jogador e como treinador, que deixou uma marca forte.
13:39Portanto, é normal que os ídolos sejam venerados pela sua torcida.
13:44Portanto, é normal que o nome do Renato esteja sempre presente
13:48na cabeça de cada um dos torcedores.
13:50Agora, eu não, ou não vivo na minha vida,
13:53nunca vivi com fantasmas, nunca vivi com sombras,
13:56nunca vivi nada disso.
13:58Vivo eu, eu vivo muito virado para os meus jogadores
14:02e vivo muito virado para a minha consciência do dia a dia.
14:05Portanto, isso não tenho mais qualquer comentário a fazer,
14:09se não dizer parabéns ao Renato por tudo aquilo que fez no Grêmio
14:14ao longo da sua vida como treinador e como jogador
14:17e por ser uma grande referência do Grêmio.
14:20O que me dá-lhe o seu trabalho em relação ao Grêmio agora?
14:23Agora, o trabalho.
14:24O trabalho é o trabalho que nós fizemos sempre.
14:27É atirarmos aos jogos para ganhar,
14:31com o grande objetivo que temos de continuar na Copa do Brasil.
14:35Temos isso como objetivo.
14:36Temos como objetivo melhorar a classificação no Brasileirão
14:42e chegar ao fim da época e perceber que valeu a pena
14:46todo o sofrimento que passámos em determinados momentos da época.
14:50Para se construir é preciso sofrer-se.
14:52Agora, sei que hoje...
14:54Sabe, as pessoas acham que viver, sofrer, não faz parte da vida.
14:58Sofrer também faz parte da vida.
14:59Viver é tudo isso.
15:01Hoje em dia a gente se sente triste, vai para o médico,
15:03vai para tomar umas coisas, para ficar contente,
15:05levo um livro de autoajuda para ficar feliz,
15:09porque nós não queremos viver.
15:10Viver também é sofrer.
15:11Também é saber sofrer.
15:13E desde muito cedo que me habituei a saber sofrer.
15:19Que custa?
15:20Custa.
15:20Claro, custa.
15:21Não vou dizer aqui, ah, eu prefiro o elogio do que a crítica.
15:25Claro, claro que dói.
15:30Mas, siga em frente.
15:33Luiz, que boa noite.
15:34Marco Souza, repórter do Jornal Zero Hora.
15:36Queria questionar o senhor, assim,
15:38não é a primeira vez que o senhor cita a manutenção de uma ideia
15:41pela tentativa de dar continuidade,
15:43de manter coisas boas que vieram de um jogo para o seguinte.
15:46Mas isso não tem sido possível.
15:47O senhor tem uma ideia de por que a equipe oscila tanto nesses momentos
15:53quando apresenta um rendimento melhor no jogo seguinte,
15:55muitas vezes não consegue dar sequência a isso?
15:58O senhor tem uma ideia de por que isso está acontecendo?
15:59É pela construção do time?
16:01É pelas mudanças que estão sendo feitas no grupo?
16:03Por que isso tem se repetido em diferentes momentos do ano?
16:06Eu acho que nós hoje devíamos ter ganho.
16:08Eu vou insistir nisto.
16:09Eu acho que nós hoje mereciamos ter ganho o jogo.
16:13Eu não consigo dizer aqui que o adversário foi melhor que nós
16:17e que merecia ter ganho o jogo.
16:18Não consigo dizer, por muito que vocês queiram que eu diga,
16:22eu não consigo dizer.
16:23A análise do jogo, a análise dos números,
16:25se houve jogos em que nós podíamos ter perdido por mais,
16:29que empatámos e podíamos ter perdido,
16:31ok, eu posso dizer.
16:33Hoje eu não consigo dizer isso.
16:35Eu acho que a equipa está com uma infelicidade tremenda,
16:40está a viver um momento muito negativo
16:41e o que a faz não ter uma maior fluidez de jogo
16:45foi aquilo que um colega falou de um número de passos errados.
16:47Eu acho que isso está a influenciar muito negativamente a equipa.
16:52Porque para além de não nos dar a fluidez ofensiva,
16:54permite que o adversário faça transições em cima de nós
16:57quando nós estamos com a equipa mais aberta.
17:00E eu acho que o grande passo que nós temos de dar
17:03é de ser mais sólidos naquilo que é a circulação de bola com a insegurança.
17:07E aí
17:07Obrigado.
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