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Já pensou em enviar suas encomendas para a Lua? Uma parceria inovadora entre a japonesa iSpace e a SpaceX promete revolucionar o transporte lunar a partir de 2030. Descubra como essa colaboração vai tornar o espaço mais acessível para cargas comerciais.

A iSpace utilizará a poderosa Starship da SpaceX para transportar até 500 quilos para a superfície lunar. O objetivo é oferecer um serviço de transporte mais acessível para empresas que desejam enviar equipamentos ao nosso satélite natural. A empresa japonesa também desenvolverá um veículo para agrupar cargas de diferentes clientes, otimizando as viagens e impulsionando a infraestrutura lunar.

Enquanto isso, no Brasil, uma decisão da Anvisa promete mudar o acesso às populares "canetas emagrecedoras". A inclusão do OZIV, um medicamento brasileiro à base de semaglutida, como referência abre caminho para a produção de genéricos, aumentando a disponibilidade e potencialmente reduzindo os custos para o tratamento de obesidade e diabetes.

A classificação do OZIV como semaglutida sintética é uma jogada regulatória que promete acelerar a concorrência no mercado. Essa medida visa equilibrar a disputa com multinacionais e facilitar o acesso a terapias essenciais. No entanto, especialistas alertam para a importância do acompanhamento médico contínuo, já que o uso dessas substâncias exige cautela e receita.

#ViagemLunar #MedicamentosGenéricos #Semaglutida #SpaceX
Transcrição
00:00E você, já pensou em enviar materiais para a Lua?
00:04Um acordo entre uma empresa japonesa e a SpaceX
00:08prevê o transporte de cargas para o nosso satélite natural
00:13a partir de 2030, ampliando a disputa por infraestrutura comercial
00:19fora da Terra.
00:21Vamos conferir os detalhes agora na reportagem.
00:28A empresa japonesa iSpace firmou uma parceria com a SpaceX
00:32para criar um novo serviço de transporte de cargas à Lua
00:35utilizando a nave Starship.
00:36A iniciativa prevê operações a partir de 2030
00:39e busca oferecer uma alternativa de menor custo
00:41para clientes interessados em enviar equipamentos
00:43ao satélite natural da Terra.
00:45Pelo acordo, a companhia sediada em Tóquio
00:47poderá transportar até 500 quilos
00:49em uma futura missão da Starship
00:51que deverá pousar na superfície lunar.
00:53A iSpace ainda afirmou que irá desenvolver um veículo
00:56capaz de acomodar cargas de diferentes clientes
00:58em uma mesma viagem.
01:00De acordo com a empresa japonesa,
01:02o novo serviço funcionará de forma complementar
01:05ao desenvolvimento de seus próprios veículos de pouso lunar.
01:08Enquanto a integração de cargas amplia as opções comerciais,
01:12a companhia continuará investindo em suas missões
01:14com o módulo Ultra,
01:15que tem a meta de realizar três pousos suaves na Lua até 2030.
01:19Um desses projetos integra o programa Commercial Lunar Payload Services da NASA.
01:24Ao comentar a iniciativa, o diretor-presidente da iSpace,
01:28Takeshi Hakamada,
01:29afirmou que a parceria com a SpaceX
01:31deverá acelerar o crescimento da empresa
01:33no mercado de infraestrutura lunar.
01:35Já a empresa de Elon Musk destacou que
01:37a cooperação entre as duas companhias
01:39amplia as possibilidades para clientes interessados
01:41em enviar pequenas cargas ao satélite natural.
01:44A iniciativa, no entanto, não impede novos acordos
01:46com outros parceiros.
01:48A NASA pretende utilizar a Starship
01:49em sua primeira missão de pouso lunar prevista para 2028
01:53dentro do programa Artemis.
01:55Outra empresa do setor, a AstroLab,
01:57também já reservou espaço em um futuro voo da nave.
02:04As chamadas canetas emagrecedoras
02:08se tornaram bastante populares no tratamento
02:11contra obesidade e diabetes.
02:15Apesar do aumento da demanda,
02:17os altos preços desses medicamentos
02:20ainda dificultam o acesso para muita gente.
02:24Um cenário que pode mudar com uma nova decisão da Anvisa,
02:29que promete ampliar a disponibilidade
02:32de remédios genéricos para a população brasileira.
02:37Vamos agora aos detalhes.
02:42A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
02:45incluiu o OZIV, produto brasileiro à base de semaglutida,
02:50na lista de medicamentos de referência.
02:52A medida, publicada na edição desta sexta-feira
02:55do Diário Oficial da União,
02:57estabelece o remédio como o padrão oficial de qualidade
03:01para a criação de futuras versões genéricas
03:04e similares de canetas emagrecedoras no Brasil.
03:08Desenvolvido pela farmacêutica EMS
03:11e aprovado originalmente no mês de maio,
03:14o fármaco possui o mesmo princípio ativo
03:16do popular Ozenpik.
03:18A decisão atual da Anvisa
03:20não se trata de uma nova autorização de comércio.
03:23É uma validação técnica de eficácia e segurança
03:27que servirá de modelo obrigatório
03:29para que outros laboratórios calibrem suas próprias fórmulas.
03:33A substância semaglutida presente no OZIV
03:36imita o hormônio GLP-1 produzido pelo nosso intestino.
03:41Isso ajuda a regular as taxas de glicose no sangue,
03:44além de prolongar a sensação de saciedade.
03:47Por conta disso, tem havido uma alta procura
03:50por esse tipo de medicamento,
03:51tanto para emagrecer quanto para tratar o diabetes.
03:54Mas, afinal, por que o Ozenpik não ocupa
03:58esse posto de referência, dado o seu pioneirismo global?
04:01A explicação é jurídica e regulatória.
04:05Ele é registrado como um medicamento biológico.
04:08Nesse caso, outras empresas não podem simplesmente
04:11desenvolver genéricos, mas sim biosimilares,
04:14que têm regras de estudo próprias.
04:17Já o OZIV foi classificado como semaglutida sintética,
04:21o que permite sua inclusão na lista que baliza os medicamentos genéricos.
04:26Essa diferenciação regulatória faz toda a diferença
04:29e promete acelerar a concorrência no bilionário segmento
04:33de emagrecimento e controle do diabetes tipo 2.
04:36Ao fornecer um parâmetro nacional claro,
04:39a decisão da Anvisa abre caminho para que a indústria farmacêutica nacional
04:42submeta cópias de custo reduzido,
04:45o que acirra disputa com multinacionais estrangeiras,
04:48como a Novo Nordisk, dona do WeGov,
04:51e a Elilili, desenvolvedora do Monjaro.
04:54Apesar do possível aumento no acesso a essas terapias
04:57com um novo aval regulatório,
04:59especialistas alertam que o uso dessas substâncias
05:02exige bastante cautela.
05:04Por apresentarem indicações clínicas restritas
05:07e efeitos colaterais,
05:08o acompanhamento médico contínuo
05:10e a apresentação de receita
05:12permanecem obrigatórios
05:14para garantir a segurança dos pacientes
05:16que utilizam as canetas emagrecedoras.
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