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Mãe de Raphinha detalha 'absurdos' que ouviu após a lesão do filho na Copa #shorts

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Transcrição
00:00Eu confesso que eu me surpreendo essa história de bolhas, porque nem sabia disso.
00:04Pelo que eu conheço do meu filho, ele ficaria, sairia de lá com o pé sangrando,
00:09não sairia de campo por causa de um bolha.
00:11Mas como ele já teve uma situação na perda, eu creio que ele quis sair para evitar que agravasse.
00:18Quando a gente viu que ele não correu, ele vai junto com os colegas até conseguir finalizar.
00:23Todo mundo comemorou e foi para o outro lado, a gente já viu que ali tinha alguma questão.
00:26E de onde nós estávamos, não dava para enxergar ele falando.
00:30Eu, pelo menos, não vi, porque eu sou pequena, né?
00:32Então, tinha algumas pessoas mais altas e estavam comemorando o gol.
00:36E aí, ele sai para o outro lado e sabe que meu marido está sempre atento.
00:39Ele viu, ah, aconteceu alguma coisa.
00:41Rafinha pediu para sair.
00:42E aí, já bate a atenção, né?
00:44Esse cara, ele não é de fazer isso.
00:46Ele se rasga até o final.
00:49Então, assim, ele está querendo se resguardar.
00:52Porque, sim, poderia ficar pior como foi da outra vez.
00:55Ele já rasgou coxa, ele já sofreu coisas absurdas, assim, por não parar, né?
01:00Não ter limite, assim.
01:02Porque vai mesmo, ele vai até o final com dor.
01:05Eu acredito que ele tenha sido respeitoso com ele mesmo, né?
01:09Com o corpo e se deu um limite para poder seguir com o grupo.
01:13E não desfocar quando precisar realmente, né, de reforço.
01:18Eu acredito nisso.
01:19Eu não sou muito, não sou a pessoa mais certa para falar de futebol.
01:24Eu sei aquilo que eles vivenciam, só.
01:26Mas eu acredito que de tudo que a gente já experimentou e já vivenciou, seja isso, né?
01:31Foi inteligente e parou para tratar a tempo.
01:35Porque se acontece algo mais grave, ele não tem essa opção, né?
01:38E, sim, a gente ficou extremamente aborrecidos.
01:42A gente escuta absurdos e a gente fica muito chateado quanto família, né?
01:49Porque a gente fica num espaço familiar.
01:51A metade do nosso grupo foi embora, logo em seguida que ele saiu.
01:54E nós ficamos, né?
01:55Eu, o pai, o irmão e alguns amigos dele ficamos até para ver o que aconteceria até o final e
02:02tal.
02:03A gente queria tentar falar com ele.
02:05Mas aí, como era um outro espaço, a gente acabou não tendo acesso.
02:09Mas foi bem preocupante, né?
02:10Porque, enfim, a gente não sabia o que, de fato, tinha acontecido.
02:14E a gente sente a dor dele, né?
02:16A gente sente.
02:17E aí, depois, ainda ficam as imagens, né?
02:19Que mostram e tal.
02:20A gente também está tentando não acompanhar.
02:23Mas, né?
02:24Aí, tu enxergar teu filho ali triste, sem saber o que vai acontecer, tu dá um aperto no coração, né?
02:31A gente fica arrasado, assim.
02:33Depois de ter iniciado uma partida boa, né?
02:36Estava um jogo muito gostoso de ver e ele participativo em tudo, assim.
02:41Mas, infelizmente, não conseguiu finalizar ali.
02:45É isso, é.
02:46A gente ainda fica, assim, chateada, né?
02:48A gente ainda está um pouco chateada, assim.
02:50Mas vai dar tudo certo.
02:51A gente confia que vai dar tudo certo.
02:53Então, é pensar positivo, né?
02:54E aí, depois, a gente está um pouco chateada, né?
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