Eram 11h17 em Atlanta. Faltavam 43 minutos para o apito inicial quando o primeiro estrondo ecoou pelas arquibancadas. No telão do estádio, a transmissão focava em Lamine Yamal. Descontraído e alheio aos holofotes, o jovem só entendeu o motivo dos aplausos quando olhou para cima e viu a própria imagem.
Ainda mascando chiclete, ele acenou para o público com o carisma e a leveza que viraram sua marca registrada. Menos de uma hora depois, a joia espanhola celebrava seu primeiro gol em Copas do Mundo — logo em sua segunda exibição no torneio.
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