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  • há 2 horas

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Transcrição
00:00Você consegue falar livremente sobre quem você ama?
00:03Sobre um novo relacionamento?
00:05Contar para a família, para os amigos, no trabalho, sem calcular o risco?
00:09Muita gente consegue, mas para as pessoas LGBT+,
00:12contar sobre uma nova relação pode gerar medos e inseguranças.
00:17Neste mês de junho, o arco-íris toma as vitrines,
00:20mas o mês do orgulho LGBT+, não começou como uma celebração.
00:24Em 1969, uma noite de violência policial em Nova York
00:28fez com que pessoas trans, travestis, lésbicas e gays, negros e latinos
00:33decidissem parar de aceitar as cenas corriqueiras de violência contra essas minorias.
00:39Já aqui em Porto Alegre, a mobilização começou em 1997,
00:43quando a cidade recebeu a primeira parada.
00:46Naquele ano, cerca de 150 pessoas foram para as ruas lutar contra o preconceito.
00:52Boa parte delas saiu com o rosto coberto, de máscara, com medo de serem vistas.
00:57O tempo passou e o reconhecimento aumentou.
01:00Mas mesmo com toda essa visibilidade, em 2023,
01:04uma pessoa LGBT+, morreu de forma violenta no Brasil a cada 38 horas.
01:11Sistematicamente, tu tem a necessidade de primeiro sobreviver
01:14em um regime que é completamente excludente
01:16e que tenta o tempo todo te fazer se enquadrar a um determinado padrão.
01:21E caso tu não te enquadre, que tu pelo menos esconda quem tu é
01:25para não ferir os outros.
01:28O orgulho de hoje representa a recusa de uma vergonha
01:31que foi ensinada por décadas.
01:33Para saber mais sobre o mês do orgulho LGBT+,
01:36acesse a matéria completa em GZH.
01:39GZH.
01:39Tchau.
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