00:00Começamos a edição de hoje falando de um movimento gradual, mas que vem se consolidando nos últimos anos.
00:08As redes sociais deixaram de ser apenas um complemento e passaram a ocupar um papel central no consumo de notícias
00:18no mundo.
00:19Vamos saber mais detalhes agora.
00:49Vamos saber mais detalhes agora.
00:53A pesquisa ouviu cerca de 100 mil pessoas em 48 países.
00:5854% dos entrevistados disseram usar redes sociais ou plataformas de vídeo para se informar.
01:04Quando entram na conta ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT, esse número sobe para 56%.
01:11Os meios tradicionais aparecem logo atrás.
01:14Televisão, com 52%, e sites e aplicativos de notícias, com 51%.
01:19Mais distante está o rádio, com apenas 21%.
01:23O comportamento varia bastante dependendo da idade.
01:26Entre jovens de 18 a 24 anos, mais da metade já usa redes sociais como principal fonte de informação.
01:32Já entre pessoas a partir dos 45 anos de idade, a televisão ainda aparece no primeiro lugar.
01:37O que mais chama atenção no levantamento é que, em nenhuma faixa etária, os sites e aplicativos de veículos de
01:43notícias tradicionais aparecem como principal fonte de informação.
01:47Além disso, a confiança na mídia chegou ao menor nível já registrado, com apenas 37% das pessoas dizendo confiar
01:54nas informações.
01:55Ao mesmo tempo, o modelo de negócios do jornalismo também enfrenta pressão.
02:00Só 17% dos entrevistados pagam por notícias online, enquanto a publicidade segue migrando em grande escala para as big
02:06techs.
02:07Outro ponto que começa a aparecer com mais força é o uso de inteligência artificial.
02:12Cerca de 10% dos entrevistados já recorrem semanalmente a ferramentas como o ChatGPT para se informar, acima dos 7
02:19% registrados no ano anterior.
02:21O estudo mostra um cenário em transição. As redes sociais deixaram de ser apenas um complemento e passaram a ocupar
02:27o centro do consumo de notícias no mundo.
02:30Enquanto isso, a mídia tradicional tenta se ajustar a um público mais fragmentado, menos fiel e cada vez mais digital.
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