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  • há 4 semanas
No novo episódio do EstúdioCast, a comunicadora Débora Prest entrevista o Dr. Loureno Cezana sobre os diferenciais do Hospital Santa Rita no tratamento do câncer.

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00:06Olá, sejam todos muito bem-vindos. Está começando mais um Se Cuida Podcast.
00:12Eu sou a Debra Prestes e hoje nós vamos falar sobre um tema que para algumas pessoas é difícil de
00:17encarar, o câncer.
00:19Algumas pessoas não gostam nem de pronunciar essa palavra, mas ela está presente na vida de milhares de pessoas de
00:25forma direta ou indiretamente.
00:27Pois é, por isso é tão importante a gente conversar sobre esse tema, porque quanto mais a gente conversa, mais
00:33a gente consegue acolher, prevenir e também tratar.
00:37Para bater esse papo com a gente hoje, nós convidamos o doutor Loreno Cezana, que é um oncologista do Hospital
00:43Santa Rita. Seja muito bem-vindo, doutor.
00:46Obrigado, Debra. É sempre bom levar para a sociedade essas informações sobre câncer.
00:50Como você disse, assusta. Por que que assusta? É uma enfermidade que tem a capacidade de causar deformidades, de se
00:59espalhar pelo corpo.
01:00E a gente costuma ter muitas experiências prévias ruins. O passado foi muito difícil. A oncologia teve que avançar muito
01:09nas últimas décadas para a gente chegar a esse estado de tratamento que temos hoje,
01:14onde os tratamentos costumam ser menos tóxicos e mais efetivos, não é isso?
01:18É por isso que a gente tem que falar sobre o assunto, né? Porque as pessoas assustam, acham que as
01:22coisas são tão invasivas, tão impossíveis.
01:25Mas a medicina está evoluindo diariamente, né?
01:28Então é bom que a gente converse com as pessoas para trazer para elas informação e tranquilidade também, não é
01:33isso?
01:33Exatamente. E a fé que o Hospital Santa Rita, ele tem esse compromisso. A fé que ela surge, é do
01:39seu conhecimento naturalmente,
01:41que ela surge com essa ideia de cuidar. Quando as pessoas vinham para a Grande Vitória e não tinham nem
01:45onde ficar.
01:47E aí ela dava assistência a esses pacientes. Um grupo de mulheres, né? As mulheres sempre liderança nesse tema de
01:53cuidar.
01:54Criam essa instituição e com o tempo ela se transforma no maior complexo oncológico do Espírito Santo.
02:00Mas começou com aquela ideia de abrigar, de cuidar. De cuidar mesmo.
02:03E isso está no nosso DNA. E atualmente a gente leva campanhas de educação.
02:08Você escuta bem o Outubro Rosa, as campanhas de prevenção de vários tumores, coloretal, vacina.
02:15A gente sempre está aqui levando essas ideias porque a gente quer que as pessoas façam um diagnóstico precoce,
02:21mas antes disso, que tenham hábitos de vida saudável para evitar o câncer.
02:25Por exemplo, a gente falou sobre vacina contra o HPV.
02:28Aquela criança lá de 10, 11 anos não ter lá na frente um câncer associado a esse vírus.
02:34Mas a gente também trabalha com tecnologia para aqueles pacientes que fizeram o diagnóstico de câncer.
02:41E a gente vai conversar muito sobre isso também.
02:43Sim. Então acho que a gente já pode começar falando assim no que muda na jornada do paciente
02:47quando o diagnóstico é feito de forma precoce.
02:49O tratamento é mais efetivo, né? É mais efetivo e menos mórbido.
02:54Se você faz um diagnóstico, por exemplo, no câncer de mama bem inicial,
02:58a cirurgia vai retirar somente uma parte da mama.
03:01Às vezes, em boa parte das vezes, não vai ser necessário o uso da quimioterapia.
03:06Sim.
03:07E com isso, essa paciente vai retornar menos fragilizada para a vida dela.
03:13Então, o diagnóstico precoce, ele não tem nenhuma tecnologia que substitui um diagnóstico precoce.
03:20Porque você aumenta a chance de cura e diminui a móvel imortalidade do tratamento.
03:25Perfeito. E o senhor trabalha hoje no Hospital Santa Rita, que é o maior centro oncológico do Espírito Santo, né?
03:31Isso.
03:31E o que isso significa na prática para quem está lá fazendo o tratamento?
03:35Sem esquecer do nosso DNA de cuidar, que é a fé que nos prega isso todos os dias pela sua
03:40história.
03:41Então, aquela atenção multidisciplinar, acolher.
03:44Mas nós temos hoje, por exemplo, os pacientes que fazem tratamento no Hospital Santa Rita.
03:49Nós temos alguns setores, setor de quimioterapia, de convênio,
03:52onde a gente atende os principais convênios, pacientes privados também.
03:55A gente tem um conforto de buscar esse paciente em casa, sem nenhum custo.
04:00Por quê? Às vezes é uma senhora e um senhor que não dirige.
04:03Então, isso é um gesto de acolher.
04:05Nós temos o serviço de concierge que marca todos os exames.
04:09Nós temos psicólogo, dentista, nutricionista, fono,
04:12que ele vem agregando nesse cuidado do paciente.
04:16E, além disso, nós temos uma grande facilidade.
04:21Provavelmente você vai mostrar algumas imagens do nosso departamento,
04:24mas ali, num raio de 50 metros, eu tenho o setor diagnóstico,
04:30onde a gente tem os métodos de imagem, tomografia, ressonância, medicina nuclear.
04:34Nós vamos falar um pouquinho do PET-CT, que foi incorporado.
04:38Eu tenho o setor de radioterapia.
04:40A 10 metros, eu tenho o setor de urgência, emergência.
04:43Tenho a UTI.
04:44O meu cirurgião está no andar de cima, operando.
04:47Então, eu consigo, às vezes, ver um paciente do interior,
04:50ou da Grande Vitória.
04:51Na primeira consulta, eu consigo dar um impacto nesse tratamento.
04:55Por quê?
04:55Eu consigo, naquele mesmo momento, reunir e discutir a melhor forma de tratamento.
05:01Além disso, nós temos várias reuniões no decorrer da semana.
05:05A gente tem uma semana padrão.
05:06Então, nós começamos na terça com cirurgia torácica e grupo de mama discutindo os casos,
05:11fechando com gastro intestinal na sexta-feira.
05:13Então, esse envolvimento de todas as equipes para chegar ao melhor tratamento
05:19é muito forte e presente na instituição.
05:21Perfeito.
05:21E isso é extremamente importante.
05:23Só quem está lá que sabe o conforto de ter todas essas ferramentas no mesmo local.
05:28E aí, a gente estava falando também da tecnologia.
05:31Existe o PET-CT e a medicina robótica também,
05:33que é uma novidade que está dentro do Hospital Santa Rita.
05:36O senhor pode falar como que isso impacta ali no tratamento dos pacientes?
05:39A palavra pioneirismo é muito forte na instituição.
05:42O robô foi o primeiro hospital a adquirir essa tecnologia e com ela a gente consegue fazer uma cirurgia menos
05:48invasiva e mais precisa.
05:51Tem um vídeo bem legal nas redes sociais, na mídia, no YouTube, de um cirurgião em treinamento, ele descascando uma
05:58uva e depois suturando.
06:01Então, é bem legal para o leigo entender a precisão.
06:04E isso traz uma melhor qualidade de vida, melhores resultados para o paciente.
06:08Nós já fizemos próximo a 1.200 cirurgias robóticas, a urologia, a cirurgia torácica, a equipe do aparelho digestivo e
06:17cirurgia oncológica.
06:18Eles têm sido muito fortes na atuação na cirurgia robótica.
06:21Os resultados são maravilhosos.
06:23Quanto ao PET-CT, é um exame que as pessoas fazem lá no hospital.
06:28É o primeiro PET-TC em unidades de hospital do Espírito Santo.
06:31Nós temos um médico recém-formado, treinado pelos melhores serviços de São Paulo.
06:36E eles têm agregado muito.
06:39E não é só um laudo.
06:41Esse médico não vê apenas o exame.
06:43Ele participa das nossas reuniões opinando.
06:45Então, essa necessidade de sair do Estado para fazer esse exame é zero.
06:51Não existe.
06:52Não existe.
06:52E, além disso, essa tecnologia veio para associar esse ganho.
06:58E ela está disponível tanto no setor privado, particular, quanto nas indicações do Ministério da Saúde para o setor público.
07:04É um exame que tem realmente agregado bastante.
07:08E ele consegue diagnosticar o câncer de forma mais assertiva?
07:11Como é que funciona o PET-CT?
07:12Ele tem uma maior acurácia para mostrar a localização da enfermidade.
07:18Por exemplo, você vai fazer uma cirurgia no paciente com câncer de esôfago.
07:22Você tem um grau de certeza e confiabilidade que a doença está localizada.
07:26Em 10 a 20% dos casos, eu tenho tomografia mostrando a doença só no esôfago.
07:30Quando eu faço o PET-CT, ele vai mostrar que a doença está fora daquela área da cirurgia.
07:36E aí você evita uma cirurgia móvel, no caso do câncer de esôfago, que é o exemplo que a gente
07:41está usando.
07:42Perfeito.
07:43E a gente sabe também que o Hospital Santa Rita, ele participa de diversas pesquisas internacionais, né?
07:47Mas eu queria saber como que isso impacta no paciente que está aqui no Estado.
07:51Nossa, a gente viu muito isso na mídia com uma artista que recentemente falou sobre protocolo de pesquisa.
07:58E isso vai oferecer tratamentos eficazes antes desses tratamentos serem lançados.
08:05Nós temos uma droga nova chamada enrerto, trastuzumab-deruxtecana.
08:11Nossa.
08:12É estranho.
08:13E esse tratamento no Brasil está aprovado para pacientes que fizeram algumas linhas de medicação
08:18para um determinado tipo de câncer de mama.
08:20E foi muito eficaz.
08:22E através da pesquisa clínica, a gente conseguiu...
08:25Existe um estudo internacional dos maiores centros do mundo.
08:28E você está testando essa droga e já começar o tratamento com ela.
08:32Esse trabalho foi apresentado, eu e justamente o doutor Glaucio, a gente esteve em Chicago.
08:37Esse trabalho foi apresentado mostrando resultados sensacionais.
08:41Essa droga é uma droga que vai ser aprovada nos próximos meses para a primeira linha.
08:46E o Santa Rita ofereceu para 7 ou 8 pacientes, gratuitamente pela pesquisa, a oportunidade de já usar esse medicamento.
08:52Nossa, maravilha.
08:53Então, assim, você está inserido dentro da ciência mundial.
08:57Nós tivemos há pouco tempo também uma droga para um tipo raro de câncer de pulmão de pequenas células.
09:03E foi legal que isso a gente tanto fez pela pesquisa clínica,
09:06mas também pelo setor privado, uma paciente de uma determinada operadora de saúde foi a primeira do Estado a usar
09:13essa nova droga.
09:14Que, em resumo, a gente chama que é uma espécie de Tinder da oncologia.
09:18Ela pega o linfócito, que é o nosso soldado, a célula de defesa, e aproxima ele e apresenta para a
09:24célula tumoral.
09:24E é o linfócito que antes não estava reagindo contra essa célula, ele faz uma reação e destrói esse tumor.
09:29Gente, que interessante.
09:30Então, pela pesquisa clínica, a gente está oferecendo já num cenário mais precoce.
09:34E isso, naturalmente, é gratuito.
09:36Tanto não tem custo para o operador ou para o paciente, seja público ou privado, né?
09:41Num cenário de pesquisa.
09:43E já foram próximos a 200 ensaios que nós participamos de estudos, né?
09:48Isso tudo dentro de...
09:49Participando por comissões de ética, é muito sério.
09:51É um paciente que ele é vigiado, assim, dia e noite,
09:55sobre toxicidade, sobre o acesso dele, é um paciente muito bem avaliado.
10:01Isso foi, sim, eu digo que, em termos de oncologia capixaba, foi o maior avanço,
10:07foi a incorporação da pesquisa clínica no Hospital Santa Rita.
10:11Porque você foi co-inserido nos grandes centros de pesquisa.
10:15Sim.
10:15E como a gente é o maior centro oncológico do Espírito Santo,
10:19quando existe esses estudos, sempre a gente consegue colocar vários pacientes.
10:23Então, a gente ajuda o paciente e ajuda a ciência também.
10:28Nossa, perfeito, doutor.
10:29Exatamente.
10:29Muito legal, muito feliz saber disso, né?
10:32A gente também fala muito sobre o acolhimento, a importância que o Hospital Santa Rita,
10:36a gente falou no começo um pouquinho, que já começou com isso de acolhimento.
10:40Como que funciona esse acolhimento?
10:41Qual a importância que ele se dá no tratamento do paciente com câncer?
10:44A gente tenta que esse paciente seja atendido por pessoas, né?
10:48A gente evita o robô.
10:49Aquela ligação que é um robô que fica te atendendo.
10:52Então, já começa assim, no setor de oncologia.
10:55Pessoas estão lá lhe esperando.
10:58Além disso, você tem um acolhimento de várias equipes.
11:03Não é apenas a decisão centralizada no médico.
11:05Você tem várias pessoas participando.
11:07A minha enfermeira navegadora, ela sabe tanto do paciente quanto eu.
11:12Imagina.
11:12Então, ela acompanha os resultados.
11:14E a gente tem uma espécie que a gente chama de salão de festas.
11:17Lá na próxima ao setor de quimioterapia, onde as pessoas, por exemplo, quando estão terminando o tratamento,
11:22a família vai, bate o sino da superação.
11:24Ah, que legal. Já vi esse sino.
11:25Vai as crianças.
11:26Não é a coisa mais linda.
11:27Então, é um dia que a gente fala que o nosso salão de festa é um momento muito forte.
11:31Que legal.
11:31E tem pessoas que estão fazendo o tratamento que não tem um prazo específico para suspender.
11:36E para essas daí, a gente faz as datas comemorativas.
11:38Sim.
11:38Por exemplo, 50 aplicações de um determinado medicamento ou um ano.
11:43Então, a gente vai sempre comemorando.
11:44É sempre uma vitória, né?
11:45É um gesto simples, mas que para aquele paciente vai marcando etapas dessa vitória nessa vida de tratamento
11:52que, às vezes, não tem um prazo específico para terminar.
11:56Sem contar todo o tratamento com psicólogos que tem dentro lá do hospital, né?
12:00Exatamente.
12:00Um grupo de apoio ali para cuidar dele como um todo, né?
12:04Porque a gente sabe o que é emocional.
12:05Fica, às vezes, ali de forma mais magoada.
12:09As pessoas sabem como ficam mais sensíveis ao tratamento.
12:12Então, é importante ter.
12:13É bem interessante.
12:15Às vezes, os pacientes criam um grupo de amizade entre eles e começam a frequentar um ambiente familiar um do
12:19outro.
12:19Ah, que legal.
12:20Então, isso é uma prova daquele ambiente acolhedor que existe na instituição.
12:25E o senhor tem alguma história que o senhor pode falar para a gente de algum caso
12:29que tenha acontecido, de alguma superação, de algum paciente?
12:33Ou o senhor quiser falar também alguma coisa para alguém que está em casa, que está assistindo a gente,
12:37que, às vezes, acabou de receber um diagnóstico de câncer.
12:39Ou tem alguém da família que recebeu um diagnóstico de câncer?
12:41O senhor tem alguma palavra que o senhor pode dar?
12:44Histórias todos os dias a gente leva, né?
12:46Quando a gente deita lá, você sempre lembra dos seus pacientes.
12:49São momentos muito marcantes.
12:50Vários deles, alguns pacientes já estão na mídia, expondo, ou escreveram livros.
12:54Você faz parte daquele ambiente.
12:57Mas a gente tem muitas, muitas, muitas situações muito marcantes.
13:00Eu sempre falo com meus pacientes, assim, eu trabalho muito a espiritualidade deles.
13:04Eu falo com eles, assim, é bom ter um pouquinho de medo, que o medo nos dá a prudência, né?
13:08De fazer os exames, se cuidar.
13:10Por exemplo, atividade física, né?
13:12Eu falo com um pouquinho de medo, vai motivar aquela pessoa a criar a mudança.
13:16Mas a gente fala muito de fé, que é crer que aquilo que você deseja vai acontecer antes que tenha
13:21acontecido.
13:22Se ver tratado ali, né?
13:24Se ver na cura.
13:25É você, a gente está falando de fé, mas é esperança, é acreditar de fato.
13:30E isso a gente trabalha porque eu acredito que isso é muito importante para enfrentar momentos de dificuldade.
13:36Seja com o diagnóstico, você tem uma alteração suspeita,
13:39mas chegar a um diagnóstico, mas também as etapas do tratamento,
13:44seja cirúrgica, seja às vezes com quimioterapia, rádio.
13:47Essa crença que você vai ficar bem, que você tem apoio, que você é amado, é muito importante.
13:54E a gente vê isso, essa força que os amigos, colegas e própria equipe dá para esse paciente.
14:01A gente não acha que é só a tecnologia que vai ser importante para esse paciente.
14:06É essa situação do todo, né?
14:09E isso a gente não tem muita dúvida.
14:11Isso é extremamente válido e recomendável, né?
14:15Esse apoio.
14:17Legal.
14:17Doutor, tem alguma palavra mais que você queira falar para quem está em casa?
14:20A gente está encerrando já.
14:21Eu não posso deixar de falar sobre os exames de rastreamento,
14:25porque a gente tem medidas que durante a vida vão evitar câncer,
14:29evitar o tabaco, bebida alcoólica, obesidade, sedentarismo,
14:34evitar alimentos em conserva, açúcar.
14:37A gente está tendo um aumento de incidência de câncer de colo e reto em jovens.
14:41Parece que essa açúcar na infância.
14:44As vacinas para as adolescentes, meninas e meninos, vai evitar câncer ou HPV.
14:50E aí depois a gente entra na fase de rastreamento.
14:53Então eu falei um pouco de medidas saudáveis, rastreamento.
14:57Rastreamento para evitar câncer de coloterino preventivo.
15:00A partir dos 25 anos, paciente sexualmente ativo.
15:04Câncer coloretal a partir dos 45 anos, ideal, uma colonoscopia.
15:08E se tem história familiar com 40 anos ou até mesmo antes disso.
15:13Podemos falar da mamografia, idealmente a partir dos 40 anos.
15:18E aí situações específicas, discutir com o seu médico.
15:21O homem, o toque retal e o PSA a partir dos 45, 50 anos.
15:26O tabagista e ex-tabagista.
15:29Santa Rita tem protocolos para rastreamento de câncer coloretal.
15:33Então são o básico do rastreamento e prevenção de câncer.
15:38E também está atento ao seu corpo.
15:40Você está emagrecendo sem o motivo.
15:43Um nodo, uma pinta que mudou.
15:45São sinais, o intestino que mudou a forma de funcionar.
15:48Um sangramento vaginal na menopausa.
15:50Então conheça o seu corpo e valorize os sintomas.
15:54Não espera ficar grave.
15:55E o Santa Rita está pronto.
15:57A gente está preparado você ter no Espírito Santo um centro de alta complexidade.
16:01Que atende os principais convênios.
16:03Que é capaz de fazer o diagnóstico e fazer todo o tratamento.
16:07Às vezes oferecendo algo que ainda não está disponível no mercado através da pesquisa clínica.
16:11Perfeito.
16:12Doutor, muito obrigada.
16:14Sempre muito bom bater papo aqui com o senhor.
16:16Tudo de forma tão esclarecedora, tão humana também.
16:19E trazer essas informações para quem está em casa.
16:21Muito obrigado e nos visite.
16:23Com certeza.
16:24E para quem está em casa e quer saber mais sobre o Hospital Santa Rita,
16:28pode acessar o Instagram,
16:30arroba o Hospital Santa Rita ES
16:32ou o site santarita.org.br
16:36Eu vou ficando por aqui.
16:38Um beijo e até a próxima.
16:39Um beijo e até a próxima.
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