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Categoria
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AprendizadoTranscrição
00:00Oxalã sem querer, tu aumentas minha dor
00:09Nessas águas tão serenas vai levar meu amor
00:19Bom, aprender a tocar viola caipira não é simplesmente pegar o instrumento
00:26e sair fazendo exercício, sair tocando não.
00:29É fundamental também a gente saber um pouco da história sobre o instrumento
00:34até mesmo para a gente poder buscar na essência um pouco mais de ânimo
00:39para poder estudar esse instrumento tão lindo.
00:44Essa aula então não vai ser uma aula prática, não vai ser uma aula teórica
00:49e sim uma parte para você aguçar os seus conhecimentos no instrumento.
00:55Vamos falar então sobre a história da música Xalana.
00:59Você está preparado?
01:00Então vamos lá.
01:03A música Xalana.
01:05A música Xalana.
01:23A música Xalana.
01:26A música Xalana.
01:26A música Xalana.
01:35Vai o Xalana que tá na música Xalana, tá?
01:38Vamos cantar?
01:40Não vai uma Xalana.
01:43Bem longe.
01:44Em cidade.
01:46Curtando o remanço.
01:48Do voo Paraguai.
01:55Essas águas tão serenas vai levando meu amor
02:04Eu acho que Xalana é a música símbolo do Pantanal
02:08É a música mais importante do Pantanal
02:12Xalana foi a primeira fusão da música brasileira com a música paraguaia
02:17É uma síntese histórica
02:19Muita gente pensa que essa música é minha
02:21Quem dera
02:27Essa situação demorou mais de meio século para acontecer
02:31O Rio Paraguai, uma Xalana e dentro dela um sanfoneiro animado
02:37Só ficou faltando um cantor
02:50Me disseram uma vez que o autor da Xalana era um italiano chamado Mário Zandomenigui
02:58Era cego e nunca tinha visitado Pantanal
03:02É verdade, Mário Zandomenigui?
03:04Metade é verdade, metade não
03:06Porque de fato eu sou italiano, vim com 4 anos de idade da Itália e meu nome era Mário João
03:13Zandomenigui
03:14Acontece que o nome, o sobrenome é muito comprido
03:18Então o locutor de São Paulo, ele falou
03:20Vamos cortar, vamos pôr Mário Zandomenigui
03:23A fama de cego veio do fato de que um outro sanfoneiro, Mário Genari Filho, que começou na mesma época
03:31que ele, não enxergava
03:33Então, dois Mários, os dois sanfoneiros, o povo confundia
03:38Em 43, 44, Mário Zandomenigui veio a Curumbá numa série de shows que fazia em cinema
03:45Primeiro passava um filme, depois vinham os artistas
03:49Não havia avião nem estrada para Curumbá nessa época
03:53A pessoa ia de trem até Porto Esperança
03:57Ali pegava um navio veterano da Guerra do Paraguai
04:01E subia o rio até Curumbá
04:04A viagem durava um dia e uma noite
04:07O navio seguia rio acima e só voltava dias depois
04:15Nessa viagem de agora, ele foi procurar o hotel onde havia ficado
04:20O lugar é o mesmo
04:22O hotel mudou de nome
04:24Mas a visão que se tem no quarto é a mesma daquele tempo
04:28Com a mesma curva do rio
04:30Mário relembra que naquela viagem
04:33Conheceu uma moça com quem acabou mantendo o namorico
04:37Até hoje guarda uma foto dela
04:40É essa moreninha aí
04:42A letra da Xalana conta o fim do caso
04:45Quando a moça vai embora
04:48Rio acima sem se despedir de mim
04:51Como diz a música
05:05E nesse hotel aqui, dessa janela
05:07É que eu fiz Xalana olhando e apreciando essa beleza do Paraguai aqui
05:11Mário gostou do nome Xalana
05:14Na verdade uma palavra espanhola
05:16Influência ali em Curumbá
05:18Da vizinhança com Paraguai e Bolívia
05:22Bem do lado
05:23A Xalana original era de tábua cerrada
05:27Para diferenciar da canoa ou piroga
05:30Esta feita de um pau só
05:32Escavada no tronco de uma árvore
05:35Hoje, talvez até pela influência da música
05:38Chama-se de Xalana qualquer embarcação de madeira
05:42Até certo porte
05:44Mesmo essas com motor de centro
05:46Aqueles motores tuk-tuk
05:48Usados por pescadores
05:50E para vários tipos de transporte
05:54Esta viagem do Globo Rural para Curumbá
05:57Em novembro de 2001
05:59Mário Zan aproveitou para uma volta de lancha no Rio Paraguai
06:04Cumprimentou uma fã que conhecia suas músicas
06:07Ele é autor da Xalana
06:09Você conhece Xalana?
06:11Conheço
06:11E conversou com um velho pirangueiro
06:14Com lembranças comuns do tempo da guerra
06:16Eu assisti ele no circo bufute
06:20É isso mesmo
06:21É aqui em Curumbá
06:25De volta à cidade
06:27Cumpriu um ritual que vem obedecendo
06:29Desde sua primeira gravação
06:31Visitar as rádios
06:33Para sua música ser tocada
06:36Olha, eu estou muito feliz por receber você aqui
06:38Eu tenho certeza que as ouvintes e os ouvintes
06:40Que estão nos acompanhando também
06:41Muito obrigado
06:42É um bom evento prazer
06:44Estou novamente aqui
06:45Depois de 50 e 30 anos
06:48Depois revê lugares
06:50Onde naquela primeira viagem de 43, 44
06:54Tirou fotografia
06:56Maracajú
07:25Maracajú
07:26O Maruzã se impressionou com uma ave que ele viu tanto no Pantanal quanto no Firme
07:31E sobre a qual ele fez uma música que se tornaria também muito famosa
07:36A música começa com a sanfona imitando o cantar dessa ave
08:03Você está passando de 80 anos, né?
08:05Não fica difícil fazer essas piripécia no teclado
08:08Fica difícil, mas acontece que a gente tem que estar sempre ensaiando, estudando, treinando
08:15De vez em quando tem uma sanfona na mão, quente, né?
08:19E assim vai indo
08:20Agora um detalhe que eu notei
08:21Você tem a mão pequena, né?
08:23Ficou parado com a minha
08:26Quer dizer que não é o tamanho da mão que faz o bom sanfona
08:29Não, não
08:29Eu assisti sempre tocar
08:30Eu falei, né?
08:33A sanfona de 120 baixos é grande e pesada
08:37Para poder tocar de pé
08:39Mário mandou fazer na Itália um modelo especial para ele
08:43Mais compacto
08:44Que pesa apenas 17 quilos
08:53A ida a Ponta Porã foi para rever a cidade
08:56Que é citada na música
08:58Chegamos sem avisar ninguém
09:01Mário pôde então caminhar como uma pessoa comum
09:04Na avenida que divide o Brasil do Paraguai
09:11Avisamos o pessoal de Maracajú
09:13Que a cidade ia receber o autor da Siriema
09:16Eles então prepararam um troféu para o Maruzão
09:20Uns dizeres bonitos na base
09:22E em cima, a Siriema
09:25Ao lado do papagaio da cabeça amarela
09:28Que os índios chamavam de Maracajú
09:31E que veio dar o nome à cidade
09:33Não ficou só no troféu
09:36À tarde, na praça
09:38A banda marcial Dona Fé de jovens e meninos
09:41Tocou Siriema
09:48Mário gostou e retribuiu
09:50Tocando seis músicas inteiras
09:53Com a ajuda de quem estivesse por ali
09:55Sem ensaio nem nada
09:57Só com animação e alegria
10:16Outra composição de Maruzão
10:18É uma homenagem ao lugar onde ele vive
10:30Avenida São João
10:31Centro de São Paulo
10:33Uma situação de tanto trânsito
10:36Tamanha agitação
10:37Que admira ver alguém morando lá
10:40Pois é aí que vive Maruzão
10:43Ele sente-se bem no lugar
10:45Como talvez se sentisse bem
10:47Em qualquer outro canto da cidade
10:50Pois afinal
10:51Ele tem a chave de São Paulo
10:53Uma homenagem que lhe prestaram em 1954
10:58Para comemorar seus 400 anos
11:01São Paulo fez, naquela época
11:04Um concurso para escolher o hino do quarto centenário
11:11Mário ganhou a chave e o concurso
11:14Com essa música que você está ouvindo
11:17E que lhe rendeu um recorde
11:19O quarto centenário vendeu mais disco
11:22Do que as vitrolas que havia na época
11:25As pessoas compravam o disco
11:28Porque os 78 rotações
11:30Que era isso aqui
11:31Ele riscava e quebrava
11:33Então a pessoa comprava dois, três discos
11:37Para evitar o risco de quebrar
11:38Se alguém fizesse isso
11:42Acabou o produto
11:43Seu prédio é esse
11:45Apartamento no décimo andar
11:47E sendo a Avenida São João
11:49Até que é silencioso
11:51O primeiro assunto com Maruzão
11:54Maruzão é o lançamento do CD 2001
11:58São 60 anos de gravações de Maruzão
12:01Maruzão, como é que foi o seu encontro com a sanfona?
12:04Eu vim com quatro anos de idade da Itália
12:07Essa foto?
12:08Essa foto
12:08Tinha quatro anos
12:09Que lindo, né?
12:11E meus pais foram morar em Santa Délea
12:13E fui trabalhar na lavoura de café
12:15Com seis anos precisei ajudar também
12:17A trabalhar junto com meus pais
12:19Capi, café?
12:20Capi, café
12:21Eu comecei com tudo
12:24Nas festas na roça
12:25Ficava encantado com os tocadores de sanfona
12:29Ganhou uma do pai
12:31Aprendeu sozinho
12:32E aos 13, 14 anos
12:34Já participava de um conjunto profissional
12:38Marinho, quando é que você vai ter o primeiro sucesso?
12:41O primeiro sucesso do meu foi eu
12:43Segue o teu caminho
12:45Hoje é meu dia
12:46Amanhã será o teu
12:49Eu sei que ainda has de sofrer mais do que eu
12:55Algumas de suas composições
12:56Como esta festa na roça de 1950
13:00São que nem fogueira nos tempos de São João
13:03Entra ano, sai ano
13:09Das suas quase mil músicas
13:12Várias delas alcançaram outros países
13:15Como esta singela nova flor
13:18Hoje com versões em inglês, alemão
13:29E espanhol
13:30Fez tanto sucesso que até mudou de nome
13:33De nova flor
13:35Passou a ser
13:36Os homens não devem chorar
13:46Quando você está assim batalhando
13:49Para afirmar seu nome
13:50O rado era muito importante
13:51Para o artista, para nós era o melhor
13:53Na época do rádio
13:55Porque o povo que ia conhecer o artista
13:57É por isso que nós viajávamos muito
13:59Todo mundo fazia excursão
14:01Era uma família
14:02Até nós tínhamos um jogo de futebol
14:04Onde é que é a linha de ataque?
14:06A linha de ataque era
14:07Magizan, Bota Júnior,
14:10Landau Juliano, Santiago
14:12E o Donilão Barbosa
14:14A Donilão de cor esquerda?
14:15Esse é nosso time
14:16No álbum do Mário
14:18Uma foto preciosa
14:20Ele e a dupla Tonico e Tinoco
14:23Numa praia
14:24Cada Tarzan, hein?
14:26Mário, você chegou a voltar à Itália?
14:57Foi uns 20 anos que fui à Itália
15:00Ultimamente tem ido muito ao cemitério da Consolação
15:03Por duas razões
15:05A primeira é a Marquesa de Santos
15:08Ele conta que indo ao enterro de um amigo
15:11Ficou chocado com o desmazelo
15:14Em que encontrou o túmulo de Dona Domitila
15:18Dela só sabia que tinha sido amante de Dom Pedro I
15:23Descobriu então que após esse episódio
15:26Casou-se e criou dignamente cinco filhos
15:30Ao sentir-se velha e já viúva
15:33Desfez-se dos seus bens
15:35Doando parte aos ex-escravos
15:38E parte à cidade de São Paulo
15:40Inclusive o terreno do próprio cemitério da Consolação
15:44Mário agora é quem cuida do túmulo da Marquesa
15:48Mantendo-o limpo e com flores
15:50E acontece que eu sinto
15:53Que depois que eu fiz isso
15:55Minha vida mudou
15:56Eu sinto que eu recebo
15:58Proteção dessa mulher
16:00Desse filho dessa mulher
16:01Depois que morrer
16:02Mário Zan espera ficar ainda mais perto
16:05Da figura de sua paixão
16:08Comprou um terreno em frente ao túmulo
16:10Da Marquesa de Santos
16:11E vai construir ali
16:13Ainda em vida
16:15Seu próprio jazigo
16:25Nossa viagem para o Rio Negro foi em novembro
16:29E ir para o Pantanal nessa época
16:31É dor de cabeça quase certa
16:40De noite a amolação foi completa
16:43Nosso carro encravou
16:45A caminhonete traçada que devia nos puxar
16:48Também ficou
16:50Mário pitava a toda hora
16:52Para espantar um mosquito
16:54Dizia
16:55Quando saia um pouco do carro
16:58Pisava escolhendo o chão
17:00Com medo de cobra
17:01Foi preciso trator para arrastar
17:05Uma vez
17:06Duas vezes
17:08Na terceira decidimos abandonar o carro
17:11E seguir na caminhonete para o hotel
17:14Onde acabamos chegando
17:16Às quatro da manhã
17:29Essa parte do Pantanal do Rio Negro
17:31Tem hotel novo
17:32Conforto
17:33Recurso
17:35Mário avisou seu amigo
17:37Por telefone
17:38Que íamos encontrá-lo
17:40Depois do meio dia
17:41Dá tempo de uma circulada
17:43Acabada
17:49Com pouco já estávamos
17:51Num banhado
17:51Vendo uma vara de porco monteiro
17:54Um deles
17:55Tinha até passarinho de carona
17:58Chegamos perto
18:00De um veado do rabo branco
18:01Ele assustou
18:02Fugiu
18:05Agora uma chegada
18:07Às margens do Rio Negro
18:09No caminho
18:10Dá para ouvir o coral
18:12Das arancuãs
18:16Logo depois
18:17A coincidência
18:18De encontrar
18:19Uma família
18:19De ariranhas
18:20Pescando
18:21Olha
18:22Aquela lá
18:23Pegou um pintado
18:24Está encostando
18:26O peixe
18:26Na árvore caída
18:27Para poder
18:28Se servir melhor
18:32Sem pressa
18:33As capivaras
18:35Se afastam
18:35Com a nossa presença
18:36Chega uma hora
18:38Se assusta
18:50Agora sim
18:51No jipão do hotel
18:53A gente sai
18:54Em busca da casa
18:55Do amigo pantaneiro
18:56De Mário Zan
18:57A estrada de areia
19:00Depois da chuva
19:01Até melhora
19:02Fica mais firme
19:04Diferente
19:05Daquele lamaçal
19:06De ontem à noite
19:08No pantanal
19:09É difícil
19:10Andar muito tempo
19:11Sem parar
19:11A zoeira
19:13Das araras
19:13Chama atenção
19:14Que piada é essa
19:16Não
19:18Manduvi
19:19Onde a arara
19:20Faz rima
19:21Está pegando
19:22A vermelha
19:23Vermelha
19:24Chama arara
19:26Piranga
19:26Piranga
19:27Porque piranga
19:28Na língua do índio
19:29Quer dizer vermelha
19:30Olha lá
19:31Estou na amarela
19:33É
19:34Estou respondendo
19:35Estou respondendo
19:36Faz que ela responde
19:39Olha lá
19:39Na amarela
19:48Segue a viagem
19:49Com muita porteira
19:50Para abrir
19:51E para fechar
19:54Mário se admira
19:55Com mandacaru
19:56Com gravata
19:57Plantas que pensava
19:59Não existirem por aqui
20:00Olha assim
20:04Desse ponto
20:05Já dá para ver
20:05O portão da casa
20:07Aonde vamos
20:08Coco não vai faltar
20:18Máriozã
20:21Prazer
20:23Que alegria
20:26Máriozã
20:27Que alegria
20:28Zé Arneu
20:29Prazer
20:31Que prazer
20:33Maravilhoso
20:34Aqui você vive
20:37Que coisa linda
20:38Vamos conhecer
20:38Vamos
20:38Quero entrar
20:39Vamos chegar aqui
20:40Chegar
20:41Chegar
20:41Chegar aqui
20:42Por favor
20:44Chegar
20:45Esse aqui é a nossa morada
20:47Agora o lugar que eu mais gosto
20:48Aqui eu vou te mostrar
20:49Não
20:50Esse aqui
20:50Esse é o lugar que eu mais gosto
20:52Casa tem em qualquer lugar
20:54Mas o rio desse aqui
20:55Morar na beira do rio
20:57No Pantanal
20:57Tem um preço
20:59Mosquito
20:59Por isso
21:00A tela
21:03Almir conduz o pessoal
21:05Pra beira do rio Negro
21:06O rio faz ali uma curva
21:08E passa ao lado da casa
21:10Por ali existe muito jacaré
21:13Ninguém liga
21:15Maruzã é que se impressiona
21:16Com o bicho ali
21:17Tão perto
21:18Aí outro aqui
21:20Filma aqui
21:21Olha lá
21:21Olha o outro ali no fundo
21:22Ali ó
21:23Olha lá
21:23Ali onde vai
21:25Olha aí um ali ó
21:26Não
21:27Não tem muito jacaré
21:28Olha o jacarézinho
21:31Uma volta no quintal
21:33Dá pra ver até um casal de cutia
21:36Comendo boca iuva
21:37Depois de mostrar a casa
21:43O rio
21:43O quintal
21:44Almir Sater
21:46Faz uma confissão a Maruzã
21:48Essa música Chalana
21:49É uma música que eu conheço desde menino
21:51Não pensava em gravar
21:54Eu conheço
21:54Aí de repente gravei a Chalana
21:57Pra entrar numa ceninha
21:58Numa novela
21:59Falar um sério
22:00Era pra entrar só numa cena
22:01Do Marcelo lá passando
22:03Tanto que eu gravei com um violão
22:04De 12 cordas
22:04Do Guarabira
22:05Pedi emprestado
22:06Eu não tinha material pra gravar
22:07Fava no Rio de Janeiro
22:08Não deu tempo
22:09Aí eu falei
22:10Até gravei com a letra
22:11Acho meio errada
22:11Não dá
22:12Tá muito sozinho
22:13Mas
22:14Aí quando eu assisti a cena
22:16Com essa música Chalana
22:17Fiquei emocionado
22:18E aí que eu vi que as coisas assim
22:21Que o simples resolve tudo
22:22Eu não tinha a menor pretensão
22:24Gravei uma música assim
22:25Um sábado de manhã
22:26Depois de passar a noite
22:27Tomando cerveja
22:29Gravei assim rapidamente
22:59E foi a música
23:29Que tocam as cordas
23:30A música da Chalana
23:32Achou
23:33Bem longe
23:36Se vai
23:41Navegando
23:42No remanço
23:44Do rio
23:46Para
23:50Rocha
23:52Chalana
23:52Sem querer
23:54O meu
23:56Aumento
23:57Esquerdo
23:57Nestas águas
24:01Tão serenhas
24:02Vai
24:03Aumento
24:04E assim
24:27Ela se foi
24:29E se despedir
24:33Só a chalana
24:35Vai
24:36Sua
24:37Naquilo
24:39Do lado
24:40Rio
24:41E aqui
24:42Se ela
24:43Vai
24:44Margar
24:44Eu
24:46Bem sei
24:47Que
24:47Têm
24:48Razão
24:49Um
24:50Gato
24:52Eu
24:52Feri
24:53O
24:54Seu
24:55Cora
24:55E
24:56Cora
24:56As
24:59Chalana
25:00Sem querer
25:01Viva
25:04Mãe
25:04Teus
25:04Nele
25:05Nesta
25:08Águas
25:09Tão serenhas
25:11Vai
25:11Viver
25:11Oh
25:15Chalana
25:17Sem querer
25:18Viva
25:25Mãe
25:26Mas vai levar meu amor
25:56Se você estiver vendo esse vídeo pelo Youtube
25:58Clique em curtir
25:59Para você promover a difusão cultural
26:02Para que várias pessoas tenham acesso ao vídeo
26:06Compartilhe com os amigos
26:07Pessoas que gostam de música também
26:09Isso fortalece o canal
26:11E faz com que a gente continue
26:13A postar aulas de qualidade para você
26:15Lembrando também
26:17Que é importante você que é usuário
26:20Observar a descrição dos vídeos
26:22Onde nós
26:23Produtores de vídeo aqui na internet
26:25Costumamos colocar informações importantes
26:28Que você pode acessar
26:30Com um único clique
26:32Então é bem importante você observar
26:34A descrição dos vídeos
26:36Bom, eu vou ficando por aqui
26:38Espero que você tenha gostado
26:40Desse vídeo
26:42E vamos continuar os nossos estudos
26:44De música online
26:46Eu aguardo o seu comentário
26:48Nos vídeos
26:49E é junto com você que a gente cria
26:52Um canal de qualidade
26:53Para poder ensinar a música
26:55Eu sou o Daniel D'Arezzo
26:56E até a próxima
26:58Tchau, tchau
26:58Tchau, tchau
27:01Tchau, tchau
27:06Tchau, tchau
27:12Amém.
27:42Amém.
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