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  • há 7 horas
Sabia que cerca de 8% do genoma humano é composto por pedaços de vírus antigos?
Vamos entender um pouco o interessante mundo dos Retrovírus Endógenos (ERVs), que funcionam como verdadeiros 'fósseis genéticos' gravados em nosso DNA. Como se fosse uma tatuagem na nossa pele.
Transcrição
00:01Uma das provas definitivas da nossa ancestralidade com outras espécies.
00:09Eu, particularmente, acho essa uma das melhores evidências que provam nossa ancestralidade com outros animais.
00:18Eu acho até que é a melhor, sem exagero.
00:21Mas para poder entender isso de verdade, com clareza, é necessário ter uma compreensão mínima do que estamos falando.
00:31Para que pessoas leigas, eu também sou leigo, vejam essa informação e entendam.
00:37Puts, realmente não tem como não termos parentesco com outras espécies.
00:42Vamos lá.
00:43Mas antes de começarmos, dá aquela forcinha, deixa um like nesse vídeo.
00:48Comentem aqui embaixo o que vocês acharam das coisas que foram abordadas aqui.
00:53Dê a sua opinião, concordam ou não.
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01:00Dê suas opiniões, suas propostas para ajudar.
01:03E compartilhem o vídeo se quiserem, combinado?
01:07Então vamos ao conteúdo.
01:08Você, você já parou para pensar que parte do seu DNA, do seu genoma, do seu material genético não é
01:17seu?
01:18Sim, dentro do seu material genético, existem fragmentos de material genético de vírus incorporado a ele.
01:28Interessante, não?
01:29Ou seja, eles são ou servem como registros de infecções que ocorreram em um ancestral antigo nosso.
01:39registro de uma infecção que herdamos desse ancestral lá, desse passado distante.
01:46Mas calma, eu sei.
01:47Provavelmente você ainda não está entendendo o nível desse fato.
01:51Esses ancestrais, ou esse ancestral que eu me refiro,
01:56eu não estou falando do seu avô, dos nossos avós, ou dos bisavós, ou dos tataravós.
02:02Mas não, é bem mais antigo que isso.
02:04Eu quero dizer que isso aconteceu quando nem humanos éramos ainda.
02:10Ou nem primatas éramos.
02:13Sim, isso remonta para um passado muito distante.
02:16E isso incomoda muita gente.
02:19E veja bem, esse material genético incorporado ao nosso, não é pouco não.
02:24Estima-se que seja em torno de 8% do nosso genoma humano seja de material genético oriundo de vírus.
02:34Agora vem outro ponto interessante.
02:37Esses mesmos pedaços de vírus, de material genético viral,
02:43também são encontrados em outros genomas.
02:46Dos chimpanzés, dos gorilas e até de outros animais não primatas.
02:52E todos eles nos mesmos lugares do genoma.
02:56Coincidência?
02:57Então vamos entender como esse fato é considerado uma das evidências mais fortes
03:04que provam o nosso parentesco com outros animais.
03:09Evidência que confirma a evolução.
03:12Na minha opinião, é a mais forte.
03:14Mas para a gente chegar lá, a gente tem que entender, como disse antes,
03:19temos que ter clareza sobre esse processo.
03:22Como funciona?
03:24Como aconteceu isso?
03:25Antes de tudo, vamos esclarecer algo importante.
03:29Quando falamos retrovírus endógeno, o RVS,
03:34não estamos falando de um vírus ativo, infeccioso.
03:39Estamos falando de um fragmento genético
03:42que foi incorporado ao genoma de outro ser vivo.
03:46Um fragmento de origem viral.
03:48Não é um vírus em si.
03:50Resultado de uma infecção que ocorreu há um tempo passado, há um tempo remoto.
03:56Não é que haja um vírus existindo ou coexistindo junto com o nosso DNA.
04:02Não é isso.
04:03Então, vamos dar um passo adiante.
04:06Vamos entender o que é um vírus e como ele infecta um outro ser vivo.
04:11Vamos começar por aí.
04:13Como um vírus se reproduz.
04:15Vírus não tem vida independente.
04:18Eles nem são classificados como um ser vivo.
04:22Não são considerados vida.
04:24Eles precisam invadir células, parasitar outras células.
04:29E eles infectam qualquer tipo de célula.
04:32Pode ser de humanos, de bactérias, de plantas, fungos.
04:36Não importa.
04:37Ele precisa fazer uso de uma célula de um outro ser vivo.
04:42Eles usam a estrutura interna de uma célula, a maquinária celular,
04:48para fazer cópias de si mesmo e se reproduzir.
04:51É como se eles invadissem uma fábrica e forçassem essa fábrica a produzir um produto específico.
05:00A produzir eles mesmos.
05:02Eles se apoderam e sequestram aquela linha de produção, vamos dizer assim,
05:08dessa fábrica que seria as células.
05:11O vírus entra na célula, injeta seu material genético e força a célula a produzir novos vírus.
05:19Na maioria dos casos, a célula morre ao liberar novos vírus.
05:24E o ciclo continua.
05:26E é nisso que gera a doença e todos os sintomas e consequências que qualquer pessoa com uma virose sabe
05:36e reconhece.
05:37Mas durante esse processo pode acontecer algo diferente.
05:42Uma fusão genética do material genético do vírus e da célula com o material genético da célula do hospedeiro.
05:52Especialização dos vírus.
05:54Os vírus não têm sucesso na sua infecção aleatoriamente.
06:00Eles possuem alvos preferenciais.
06:03Exemplo, o vírus da hepatite tem como alvo as células do fígado.
06:08O vírus da gripe ou dos resfriados, eles têm como alvo as vias respiratórias, as vias aéreas e mucosas.
06:18Mas às vezes eles erram o alvo.
06:21Ou seja, às vezes um vírus de resfriado vai atacar o seu olho e provocar uma conjuntivite.
06:29Ou o trato digestivo e te causar vômitos, táuseas, diarreia.
06:34Um outro exemplo, o vírus da cachumba.
06:37O vírus da cachumba tem como alvo as glândulas salivares.
06:41Principalmente as parótidas.
06:43Mas, eventualmente, eles podem atacar outros órgãos e outros tecidos pelo corpo.
06:49Como os ovários e os testículos.
06:53Guardem isso.
06:54Isso será importante para o nosso entendimento aqui, mais adiante.
06:58Vamos fazer aqui uma analogia para entender esse mecanismo de ação de um vírus para infectar uma célula.
07:07Vamos imaginar o vírus como um invasor de casa.
07:11Um ladrão que arromba a sua casa para roubar algo lá dentro.
07:16E vamos pensar num condomínio com várias casas representando um organismo.
07:22Sendo que cada casa seria um órgão ou um tipo de tecido específico.
07:28Esse vírus ou esse ladrão invasor vai entrar dentro do condomínio ou dentro do organismo.
07:35Contendo em mãos algumas chaves.
07:38E ao entrar ele vai tentando abrir as portas das casas.
07:43Aleatoriamente, por onde ele passa ele tenta invadir.
07:47Quando ele passa pela casa certa, ou pelo tipo de tecido certo, órgão certo.
07:54Na qual ele tem a chave específica.
07:56Daí fica fácil.
07:58Ele abre, entra, vai para dentro da casa e faz aquela bagunça toda lá dentro.
08:02Mas isso não quer dizer que ele não tentou entrar nas outras casas.
08:07Só não teve sucesso.
08:08Tá entendendo?
08:09Só que acontece que às vezes nessas tentativas de entrar nas casas, entrar nas celas.
08:17Ele consegue abrir a porta de uma casa na qual ele não está habilitado a entrar.
08:24Ou não tinha a chave correta.
08:26Não era o alvo dele.
08:28E na maioria dos casos, essa infecção não gera herança genética.
08:35Porque depende da invasão de uma casa específica.
08:40Vamos exemplificar novamente dentro dessa analogia do ladrão e das casas do condomínio.
08:47Então, o ladrão circula livremente pelas ruas desse condomínio.
08:53Assim como o vírus circula no nosso corpo, pelo sistema circulatório.
08:58Ele vai invadir uma célula aleatória.
09:02Um vírus de resfriado, por exemplo, que tem como alvo as vias aéreas.
09:07Mas acontece que ele invade, talvez, uma célula muscular lá de um dedo do pé.
09:14Ele forçou lá a entrada e, por coincidência, conseguiu arrombar e penetrou nessa célula.
09:21Então, novamente, foi um arrombamento inusitado.
09:25Ele não tem muita habilidade com essa célula ou com essa casa inédita para ele.
09:34Então, ele injeta seu material genético lá.
09:37E ocorre essa fusão dos genomas dele, ou parte dos genomas dele, com o material genético dessa célula.
09:46E não é produzido novos vírus e nem mata essa célula.
09:50Mas como sendo uma célula do músculo de um dedo lá do pé, nada acontece.
09:56Essa célula continua a vida dela.
09:59E esse registro dessa fusão acaba se perdendo com a morte dessa célula,
10:05pela própria morte do organismo inteiro, que fatalmente vai acontecer em algum momento.
10:11Esse registro dessa fusão que ocorreu lá nessa célula muscular, o dedo do pé, ficou isolada lá.
10:20Não se incorporou ao resto do organismo, dessa pessoa ou desse ser vivo que foi infectado.
10:27Nem poderia.
10:28Então, esse registro dessa fusão morre no indivíduo.
10:32Não vira herança.
10:33Mas agora pensa em uma outra situação.
10:36Pensa na invasão de um outro tipo de casa.
10:39Uma casa especial que existe nesse condomínio.
10:43A casa dos ovários, dos testículos, onde existem os gametas, onde existem as células germinativas.
10:52Aí a história muda de figura.
10:54Lembra que eu falei anteriormente para a gente deixar na memória a questão da cachumba?
11:01Que, eventualmente, a cachumba pode infectar outras glândulas do corpo, além das glândulas salivares.
11:08Especialmente as dos testículos e as dos ovários.
11:13Pois é justamente nesses órgãos do corpo humano e de vários outros animais, onde estão as células reprodutoras.
11:22As células germinativas.
11:24E vão produzir os espermatozoides e os óvulos.
11:28Imagina um vírus infectando essas células.
11:31Invadindo essa casa.
11:33É aqui que temos o pulo do gato.
11:35É aqui o momento crítico.
11:37É quando ocorre essa fusão de material genético entre o vírus e o hospedeiro.
11:43Em uma célula reprodutiva.
11:47Germinativa.
11:48Então, essa célula vai estar com essa fusão de material genético.
11:53Vamos pensar nos óvulos apenas.
11:56Vamos até deixar de lado os espermatozoides.
12:00Porque nós sabemos que os espermatozoides são facilmente descartados.
12:06O que não acontece com os óvulos.
12:08Que tem maiores chances de serem fertilizados e gerado um ser vivo a partir dele.
12:16Um novo ser vivo.
12:17Um filhote.
12:18Um filho.
12:18Uma prole.
12:19Então, imagine isso.
12:21Um vírus ataca os ovários.
12:24Infecta um óvulo.
12:26E injeta seu material genético nele.
12:28Na sua tentativa de fazer cópias de si mesmo.
12:33Só que o óvulo não era o seu alve.
12:36No seu processo de replicação.
12:38Ele entrou ali por acidente.
12:40Mas, de qualquer forma, incorporou o DNA dele ao DNA do hospedeiro.
12:45Ocorreu essa fusão.
12:47Essa invasão.
12:48Essa infecção.
12:49Esse óvulo infectado.
12:51Não ficou doente.
12:52Ele continuou, mesmo com esse material genético viral inserido ao material genético do hospedeiro, desse ser vivo que foi infectado.
13:04Ele continuou sendo viável.
13:07Ou seja, ele continua apto para ser fecundado e produzir um filhote.
13:13Daí a fêmea entra no cio.
13:16Tem a sua relação sexual.
13:18E esse óvulo é fecundado.
13:20Agora, a coisa muda de figura.
13:22Como nós sabemos, uma vez um óvulo fecundado, ele começa a se dividir e começa a formar um novo ser
13:30vivo.
13:30A partir daquela primeira célula que foi fecundada, que é um óvulo.
13:35E todas as células, a partir dessas divisões, vão carregar o registro da fusão que ela teve lá atrás.
13:43Com aquela infecção com esse vírus.
13:45Então, esse filhote que irá nascer, vai carregar em todas as células do seu corpo, aquele registro da infecção, naquele
13:52pedaço onde ocorreu essa fusão de genomas.
13:57Pronto.
13:58Nasceu um retrovírus endógeno.
14:00Esse filhote, esse novo ser vivo que irá nascer, vai trazer consigo esse registro.
14:07Ele vai crescer, vai se multiplicar, vai ter filhotes também.
14:10E vai passar para gerações futuras esse registro dessa infecção em seu DNA, que aconteceu com a sua mãe, com
14:19o seu ancestral.
14:20E claro, tudo isso é possível se o filhote não morrer e não ser predado.
14:25A linhagem tem que prosperar.
14:28Ele tem que se reproduzir e esse registro tem que se espalhar dentro da espécie.
14:33E com o passar do tempo, isso vira um verdadeiro fóssil genético gravado no nosso DNA.
14:41Agora, outro ponto importante.
14:43Essa inclusão gênica, a inclusão, essa fusão desse material genético, ele acontece de forma aleatória dentro do genoma.
14:54Lá na hora que o vírus invadiu o ovo, o material genético entrou lá dentro e se fundiu num determinado
15:01ponto do genoma da criatura infectada.
15:05Agora perceba o que isso significa e como isso é interessante.
15:09É observado e é identificado no nosso genoma, partes de vírus, de genoma viral, nos mesmos locais, com os mesmos
15:20erros, com o mesmo fragmento, em outras espécies de animais.
15:24As mesmas fusões no nosso genoma, você encontra nos chimpanzés, nos gorilas e outros primatas.
15:31E quanto mais nós temos proximidade com outros animais, com outros primatas, mais semelhanças entre esses fragmentos nós encontramos.
15:42Quanto mais distante nós estamos de um animal, menos fragmentos e fusões desse tipo nós encontramos.
15:52Menos similaridades.
15:54O que faz todo sentido, o que colabora com a árvore evolutiva das espécies.
16:01Porque não faria sentido a gente encontrar no nosso genoma várias fusões de uma planta ou de um réptil.
16:11Não, nós encontramos a maior quantidade em primatas.
16:15E vai diminuindo, conforme eu disse, conforme o distanciamento que nós temos de outras espécies.
16:22Algo que é previsto e esperado na evolução.
16:26E por outro lado, é praticamente impossível acontecer duas infecções em espécies diferentes.
16:33E elas produzirem o mesmo registro, o mesmo pedaço de material genético viral, na mesma posição nos genomas dessas duas
16:44espécies.
16:45Por exemplo, um vírus infectou um chimpanzé e outra infecção no ser humano.
16:51E as duas provocaram a mesma fusão, exatamente igual, no mesmo lugar do genoma dessas duas espécies.
17:01Da nós e desse chimpanzé ou de um outro animal a qual estaremos comparando.
17:07É impossível, ou praticamente impossível.
17:10O que diante disso demonstra é que, na verdade, uma fêmea lá atrás sofreu essa infecção.
17:17Passou essa informação em seus genes para o seu filhote.
17:22E esse filhote se espalhou e gerou e foi dar origem a várias espécies.
17:28Incluindo a nossa e dos chimpanzés.
17:31Isso tudo são dados observados na genética molecular e na biologia evolutiva.
17:38Está entendendo?
17:39Fazendo assim uma nova analogia.
17:41É como você ter vários livros contendo os mesmos erros, nas mesmas páginas, nas mesmas frases e nas mesmas palavras.
17:52Fazendo você concluir, por obviedade, que tudo aquilo teve origem num texto antigo, lá atrás.
18:02Que todos vieram de uma cópia original, vamos dizer assim.
18:06É exatamente o que acontece com o nosso DNA.
18:10Essas inclusões e incorporações de material viral.
18:14E, novamente, não estamos falando de dois ou três casos.
18:18Ou dois ou três coincidências.
18:21São milhares de sequências genéticas compartilhadas entre espécies.
18:26E, novamente, seguindo um padrão que segue a árvore genealógica.
18:32Ou a árvore evolutiva das espécies no geral.
18:36Quanto mais próxima as espécies, mais retrovírus, mais material viral semelhantes nós encontramos entre essas espécies.
18:47Quanto mais distantes, menos.
18:49Exatamente o que é previsto.
18:52O que a evolução prevê.
18:54E, claro, daí tem as objeções.
18:57Vão dizer que é pura coincidência.
19:00O que não se sustenta.
19:02Milhares de coincidências idênticas.
19:06Não.
19:06Vai dizer...
19:07Vai ter gente dizer que foi um ser mágico, um designer inteligente.
19:13Ou o inimigo dele lá, né?
19:15O diabo que pôs esse material genético em indivíduos de espécies diferentes.
19:22Exatamente na mesma forma, nos mesmos locais.
19:25Para, sei lá, confundir a mente humana.
19:29Não, né?
19:30Por favor.
19:30E um outro fato interessante nisso tudo.
19:33São as consequências funcionais.
19:36Ou os problemas que isso gera para o organismo.
19:40Na maioria dos casos, essas fusões de genoma, elas são nulas.
19:46Mas, algumas vezes, elas se tornam até positivas.
19:50Ou foram reaproveitadas biologicamente pela evolução.
19:55Um bom exemplo disso é a formação da placenta.
19:59Que se originou pela fusão de um material genético viral.
20:04Algo que começou como uma infecção.
20:07Passou a ser peça fundamental na evolução de espécies futuras.
20:13E sim, alguns materiais genéticos, alguns retrovírus, provocam também doenças quando ativados.
20:22Geralmente ligado a doenças autoimunes.
20:25Então, resumindo os pontos principais.
20:28Seu DNA, o meu, o nosso, carrega material genético de vírus.
20:33De vírus bem antigos.
20:35De infecções que ocorreram num passado remoto.
20:39Nós compartilhamos essas fusões com outras espécies.
20:44Elas estão no mesmo ponto do genoma.
20:48No nosso genoma.
20:49E dessas outras espécies também.
20:52E, por isso, seguem um padrão lógico e evidente de herança.
20:58Isso não é opinião.
21:00Isso não é filosofia.
21:02Isso é genética.
21:04Isso é ciência comprovada.
21:06E ignorar isso, não aceitar isso, não irá enfraquecer a evolução.
21:13Só vai demonstrar um desconhecimento dos dados.
21:17Então é isso.
21:18Na descrição desse vídeo aqui, eu vou deixar alguns artigos publicados relacionados com esse tema.
21:26Publicações em revistas científicas.
21:28Não em blogs ou outros canais ou sites.
21:32Mas artigos científicos tratando sobre esses temas aqui abordados.
21:38E, relembrando, deixa seu like aqui nesse vídeo.
21:41Deixe seu comentário sobre o que você achou.
21:43Deixe suas críticas, suas propostas e ideias para novos vídeos até.
21:49O que vocês queriam.
21:50Quais os assuntos que vocês querem que sejam abordados.
21:55Compartilhem e se inscrevam no canal.
22:19E, relembrando, se inscrevam no canal.
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