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As Nações Unidas usam o termo "apartheid de gênero" para a situação no Afeganistão, onde mulheres são proibidas de estudar após os 12 anos e de frequentar espaços públicos. Em entrevista exclusiva ao Correio Braziliense, o embaixador permanente do país na Organização das Nações Unidas, Mohammad Suhail Shaheen, rebateu as críticas. Ele afirmou que há mulheres no governo e no setor privado, e que espera que a estabilidade econômica resolva os problemas enfrentados por elas.

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📽️: Rodrigo Craveiro/CB/D.A.Press
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Transcrição
00:00Apartheid de gênero foi o termo usado pelas Nações Unidas ao mencionar a situação das mulheres no Afeganistão.
00:08Elas estão proibidas de estudar depois dos 12 anos e de frequentar espaços públicos,
00:14como parques, piscinas, salões de beleza e academias.
00:18Sair de casa? Só com o rosto coberto.
00:21O trabalho no serviço público também é limitado.
00:24O Correio entrevistou, com exclusividade, o talibã Mohamed Suhail Shaheen,
00:30embaixador permanente do Emirado Islâmico do Afeganistão na ONU.
00:34Ele assegurou que há mulheres impostos no Ministério da Educação e em outras áreas do governo.
00:55De acordo com Shaheen, as mulheres são parcela importante na família e na sociedade do Afeganistão.
01:31Perguntei a Shaheen se mulheres e homens,
01:34no Afeganistão, têm o mesmo direito.
01:36Ele disse que sim,
01:38que as mulheres têm direitos de acordo com a lei islâmica, a sharia.
01:44Rodrigo Craveiro, para o Correio Brasiliense.
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