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O Distrito Federal voltou a liderar a desigualdade de renda no país em 2025. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a capital teve o terceiro ano seguido de aumento na concentração de recursos. Embora tenha o maior rendimento médio mensal do Brasil, a diferença social é profunda: o grupo mais rico recebe cerca de 45 vezes mais do que os 40% mais pobres. O índice de Gini local chegou a 0,570.

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📽️: Ana Raquel Lelles/CB/D.A.Press
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Transcrição
00:00O Distrito Federal voltou a registrar o maior nível de desigualdade de renda do Brasil.
00:04Em 2025, a diferença entre os mais ricos e os mais pobres se tornou mais profunda,
00:10embora o rendimento mensal médio da população tenha crescido.
00:14Conforme o novo levantamento do IBGE, o índice Gini, que mede a concentração de renda e varia de 0 a
00:201,
00:21chegou a 0,570 na capital federal.
00:24Este é o terceiro ano consecutivo em que a desigualdade aumenta aqui em Brasília.
00:28Ao mesmo tempo, o Distrito Federal teve a posição de maior rendimento médio domiciliar per capita do país.
00:35Em 2025, o valor chegou a R$ 4.401.
00:40Isso significa um aumento de 27,7% em relação a 2024.
00:46Mas cerca de 1% da população tem um rendimento médio per capita de R$ 43.448.
00:53Esse valor é 45,7 vezes maior ao recebido pelos 40% mais pobres.
01:02Acesse o site do Correio para ler a pesquisa completa.
01:05Ana Raquel Lelis, para o Correio Brasiliense.
01:07Acesse o site do Correio Brasiliense.
01:11Obrigado.
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