- há 8 minutos
Um sobrenome poderoso do futebol brasileiro.
Por trás de uma estrutura que captou mais de R$ 6 milhões em verba pública no ano passado.
Valores alcançados através de emendas parlamentares.
Junte os ingredientes acima e temos uma máquina de obter recursos milionários do contribuinte. Fora do risco de bloqueio por dívidas ativas na Fazenda. Um sistema com o nível de transparência reduzido, dificultando o acompanhamento público da movimentação de recursos, de acordo com especialistas em governança esportiva consultados pela reportagem.
Em matéria exclusiva para o Lance!, o jornalista Lúcio de Castro revela como um sobrenome poderoso do futebol brasileiro opera uma verdadeira máquina de captação de recursos. Por trás de uma estrutura que movimentou mais de R$ 6 milhões em verbas públicas no último ano, surge um sistema de institutos privados que, segundo especialistas, funciona como um drible na transparência e um escudo contra dívidas fiscais milionárias. No centro dessa engrenagem está a herança política e esportiva da família Feijó, que mantém o controle da Federação Alagoana enquanto ocupa cargos estratégicos na cúpula da CBF. Entre emendas parlamentares e empréstimos pessoais do próprio presidente para a entidade, Lúcio de Castro expõe os bastidores de um modelo de gestão que desafia os mecanismos de controle e sobrevive em meio a um prontuário robusto de escândalos. Assista agora a essa investigação exclusiva sobre as estruturas artificiais que dominam os porões do nosso futebol.
LINK DA MATÉRIA: https://www.lance.com.br/futebol-nacional/familia-poderosa-na-cbf-movimenta-milhoes-em-emendas-atraves-do-futebol.html
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Por trás de uma estrutura que captou mais de R$ 6 milhões em verba pública no ano passado.
Valores alcançados através de emendas parlamentares.
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EsportesTranscrição
00:00A gente está falando de um cara que é filho do diretor de futebol, da seleção masculina,
00:08e que comanda uma federação que tem essa estrutura paralela.
00:14O dinheiro que deveria entrar direto na federação vai para esse instituto.
00:21E o que alimenta esse dinheiro, esse instituto, que seria para a federação?
00:25O que alimenta esse instituto são milhões em emendas parlamentares.
00:31Esse cara tem um histórico de escândalos, acusações de milhões de desvios, uma série de acusações, os maiores escândalos, e
00:39esse cara está lá ainda.
00:41Existe uma convicção de que uma entidade privada está acima do bem e do mal, dos controles, dos mecanismos de
00:49controle, o que não é verdade.
00:50A CBF usa a camisa da seleção brasileira, a bandeira, canta o hino, então existe um óbvio interesse público, que
00:58não poderia estar acima da lei.
01:01O 7 a 1 deveria ter ensinado isso pra gente, né?
01:03Lúcio de Papo, você já sabe, é às terças, mas essa semana deu a louca, ficou pra quinta, motivos muito
01:09especiais, você vai entender.
01:21O Lance publicou ontem uma reportagem que você fez que teve uma grande repercussão sobre a CBF.
01:28Dá uma geral pra gente do que essa reportagem conta exatamente.
01:31Eu podia resumir essa história, essa resposta aqui, em duas palavras.
01:36Estrutura paralela.
01:38A gente está falando de uma estrutura paralela.
01:40A reportagem aborda uma estrutura paralela que se criou numa federação, no caso que a gente está falando, a matéria
01:48vai lá e vê, dá uma moral.
01:51A federação alagoana de futebol, que é presidida pelo seu Felipe Omena, cujo pai é simplesmente diretor da seleção masculina
02:01de futebol.
02:02Ou seja, o pai dele, Gustavo Feijó, é diretor da joia da coroa.
02:07O que é a seleção masculina no Brasil de futebol?
02:11É a joia da coroa da CBF.
02:13Bom, na federação alagoana, a gente está mostrando que criou-se uma estrutura paralela.
02:19Esse cara inventou, criou um instituto, na verdade dois institutos.
02:24E aí, o dinheiro que deveria entrar direto na federação vai para esse instituto.
02:34E o que alimenta esse dinheiro, esse instituto, que seria para a federação?
02:39O que alimenta esse instituto são milhões em emendas parlamentares.
02:44É uma loucura.
02:45E a gente conseguiu, através de lei de acesso, mostrar esses milhões que entraram para esses institutos.
02:51O que isso representa?
02:52Esse dinheiro deveria entrar para a federação, onde você teria muito mais mecanismos de controle,
02:58contas a prestar sobre esse dinheiro.
03:01Ele faz o instituto, o dinheiro, ao invés de entrar para a federação, vai para esse instituto.
03:06A federação é mantenedora desse instituto.
03:09Quem é o presidente desse instituto?
03:12Ele.
03:13É uma loucura você pensar essa estrutura paralela que se criou no futebol.
03:18E a gente está falando do filho do cara que é diretor de seleções da CBF.
03:23O que está nas entrelinhas e o que você acha que vai além dela, dessa reportagem?
03:28Eu acho que o que essa reportagem mostra, o que ela bota em xeque mesmo, é a ideia de nova
03:39CBF.
03:39A gente está adiante...
03:41Porque o que se vendeu quando entrou essa nova gestão do presidente Samir Schaude, etc., é que existia uma nova
03:47CBF.
03:48Tudo o que aconteceu antes, etc., acabou, mudou, a gente está adiante de novo, moralidade, etc.
03:55E essa reportagem, ela coloca em xeque tudo isso, que a gente está falando de um cara que é filho
04:03do diretor de futebol da seleção masculina
04:08e que comanda uma federação que tem essa estrutura paralela.
04:15Acho que só esse nome, estrutura paralela, já dá o tom da gravidade.
04:18E você tem, assim, pessoas muito influentes na CBF comandando isso aí.
04:27A gente está falando do Gustavo Feijó, e é importante a gente entender o histórico desse cara, que é diretor
04:32da Joia da Coroa.
04:34Esse cara tem um histórico de escândalos.
04:37Ele foi prefeito em Boca da Mata, uma cidadezinha lá de Alagoas, onde ele tem acusações.
04:43Ele chegou a cair como prefeito dessa cidade, acusações de milhões de desvios, uma série de acusações.
04:50Os maiores escândalos, assim, e esse cara está lá ainda.
04:55Então, acho que essa matéria, o que está por trás, o que vai além dela, além do que ela está
05:01mostrando do factual,
05:02é mostrar e colocar em xeque, tem mesmo uma nova CBF?
05:09Porque, se você começar a ler as coisas, assim, você sempre vai ver essa ideia, né?
05:15Estão vendendo pra gente uma ideia de uma nova CBF.
05:17É isso que está em xeque.
05:19O que explica essa sucessão de presidentes saindo de forma repetida, em meio a denúncias, escândalos?
05:25Eu acho que é uma cultura de patrimonialismo, né?
05:30Explica essa cultura, que é uma cultura nossa, etc.
05:35E aí eu não estou falando do povo, é uma cultura geral do país, enfim.
05:41Existe uma convicção de que uma entidade privada está acima do bem e do mal, dos controles, dos mecanismos de
05:49controle.
05:49O que não é verdade.
05:51Existe já a jurisprudência e toda uma questão acerca que é uma entidade privada, mas com interesse público.
06:00Essa ideia de interesse público é que deveria nortear.
06:03Então, ela não está acima do bem e do mal, ela não está acima de controle.
06:07E essa ideia do interesse público existe porque tem uma questão social ali.
06:14A CBF usa a camisa da seleção brasileira, a bandeira, canta o hino.
06:20Então, existe um óbvio interesse público, que não poderia estar acima da lei.
06:25E, no entanto, fica pairando como se estivesse acima da lei.
06:28E esses desdobramentos, dessas questões problemáticas que a gente está falando aqui, vão além da parte administrativa e você acha
06:35que chegam a afetar o campo e bola?
06:37Essa é uma questão fundamental, que eu acho importantíssima e interessante.
06:42daria um outro lúcio de papo inteiro, daria reportagens pensatas, colunas, porque a gente se acostuma com essa ideia do
06:51gigante pela própria natureza.
06:53Então, esse é um país de talentosos e é mesmo.
06:56Você tem disponível ali um universo de 200 milhões para tirar 11.
07:01uma tradição enorme de jogador, de futebol.
07:05Você imagina o que é...
07:06Eu fico pensando às vezes o que é tirar 11 de um paizinho ali pequeno.
07:11Aqui a gente tem 200 milhões, uma cultura de futebol, etc.
07:14Então, a gente se acostumou que não, vai ter naturalmente.
07:17Só que o futebol mudou, a vida mudou.
07:20Hoje você tem questões táticas muito maiores, questões administrativas.
07:24Então, assim, não dá mais para a gente achar.
07:26E o 7x1 deveria ter ensinado isso para a gente.
07:29Não dá para você achar que vai brotar espontaneamente, que pode ser esse caos, vai poder ser essa cultura patrimonialista,
07:38que tudo pode acontecer, tem uma estrutura paralela no seio da CBF ali.
07:43Não é da CBF, é da Federação, mas quem...
07:45No fundo, quem está por trás...
07:47Aqui um parênteses da outra pergunta.
07:50A Federação de Alagoas é uma dinastia, né?
07:53O Gustavo Feijó, que é o diretor de futebol da CBF,
07:58saiu e deixou esse filho lá, que criou esse instituto para onde entra as emendas parlamentares.
08:03Então, voltando ao nosso tema,
08:06assim,
08:09se você tivesse eficiência,
08:11uma gestão transparente,
08:13as instituições sem esses problemas todos,
08:15é óbvio que isso teria desdobramentos no campo e bola.
08:19Eu dou como exemplo as categorias de base da seleção,
08:22da CBF.
08:23Você, por exemplo, sabe, a gente não sabe quem são os treinadores,
08:28qual o critério para serem escolhidos,
08:32se a gente tem o critério de excelência ali nesse trabalho.
08:37Ninguém sabe o que acontece.
08:39A gente viu aí uma sucessão de resultados ruins aí em divisões de base.
08:45E aí, às vezes, é campeão, mas divisão de base não é só para isso.
08:48É para formar, aparecer mais jogadores.
08:51Se a gente tivesse uma estrutura funcionando com excelência,
08:55certamente seria muito melhor.
08:57Um outro exemplo muito claro
08:59é a Argentina.
09:00A Argentina também vive um caos pior do que o Brasil.
09:03A AFA é um caos.
09:05Tic-tap é lá.
09:07Esse a gente pode falar com todas as letras,
09:09porque menos perigo de processo, né?
09:11Aqui, falando dos nossos, a gente modera um pouco.
09:14Tic-tap é essa figura que a gente sabe, esse demônio.
09:18E, no entanto, a Argentina foi campeã do mundo.
09:20Vem um fenômeno como o Messi, carrega esse time,
09:23e o time é campeão do mundo.
09:24Então, é possível ter brilho no campo e bola,
09:27mas se tivesse de excelência, se tivesse de transparência,
09:30seria muito melhor.
09:31Eu não tenho dúvida.
09:32Eu não gosto dessa história de botar para baixo do tapete, sabe?
09:35Ah, vamos ser campeões de qualquer jeito.
09:37Sempre foi assim.
09:38Se a coisa tivesse um padrão de gestão muito melhor, etc.,
09:43andaria muito mais.
09:45E esse fenômeno negativo que a gente está falando aqui sobre a CBF,
09:48você acha que encontra em outras entidades,
09:50como a Comebol e a FIFA, por exemplo?
09:52É uma loucura pensar isso, né?
09:54Encontra com certeza.
09:55É um ano muito marcante para a gente.
09:57A gente está falando de 10 anos do FIFAgate nesse ano.
10:002016 é exatamente...
10:03Não, o FIFAgate é 2015,
10:04então a gente está falando de 11 anos.
10:06A memória já está me traindo um pouco,
10:08mas é 2015 o FIFAgate.
10:1027 de maio de 2015.
10:13E que mostra que a estrutura do futebol estava toda corrompida.
10:17E eu uso esse tava no passado para ser bonzinho, né?
10:22Mas assim...
10:23Então, isso se estende a todo futebol,
10:26porque o futebol, a gente tem que pensar no futebol, assim,
10:29é um meio que movimenta milhões,
10:31é um meio muito propício à lavagem de dinheiro,
10:33então eu costumava brincar sempre, assim,
10:37se você é bandido,
10:39se você está afim do mal feito,
10:41do negócio bom,
10:42do negócio que pode ser oculto,
10:45vá para o futebol.
10:46O futebol é um ótimo negócio.
10:47Então você tem na CBF,
10:49mas tem na FIFA, tem na Comebol,
10:51as instituições de futebol
10:52são muito propícias para essa galera.
10:54Depois de tantos anos, né,
10:56com essas reportagens,
10:58esses fatos relatados,
10:59nessa reportagem específica,
11:01isso ainda te impressiona?
11:02Cara, eu te confesso que...
11:04Eu fiquei muito impressionado
11:06vendo essa...
11:09Enquanto eu apurava essas coisas
11:11para essa reportagem,
11:13porque é exatamente isso que você falou, né?
11:15Depois de tanta coisa que a gente vê,
11:17tanta coisa que eu já vi,
11:18já fiz reportagem, etc.,
11:20alguma coisa te impressiona ainda?
11:22Mas a ideia da criação
11:25de uma estrutura paralela
11:27que a gente está vendo aparecer...
11:28E aqui um outro parênteses, assim,
11:30essa estrutura paralela,
11:32ela já tinha sido...
11:33A reportagem...
11:34Me dê a honra de ir lá
11:36e ler a reportagem.
11:38Isso já tinha sido tentado no Maranhão.
11:41Não foi uma invenção
11:42do presidente,
11:43do filho do vice,
11:45do diretor de futebol da CBF.
11:48Isso foi tentado no Maranhão.
11:49Foi feito no Maranhão em 2012,
11:51na Federação do Maranhão.
11:52Criou-se uma estrutura paralela
11:53com institutos,
11:54a verba ia para lá.
11:55Não era tão sofisticado
11:57porque não tinha essa questão
11:58de emendas parlamentares
11:59que está alimentando isso aí
12:00com milhões.
12:01Mas criou-se.
12:02E aí,
12:03o Ministério Público Federal do Maranhão
12:05entrou e falou
12:07isso é uma fraude,
12:08isso não pode.
12:10Agora,
12:10alguns anos depois,
12:12a gente está vendo Alagoas
12:13copiar esse esquema.
12:15É uma cópia fiel
12:16do que foi feito no Maranhão.
12:17E está aí.
12:18E está aí
12:19e envolve gente muito graúda.
12:21Você acredita em desdobramentos
12:23depois,
12:24a partir dessa reportagem?
12:26Aí entra aquela coisa
12:27dos anos de profissão.
12:29Ao mesmo tempo que
12:30você é capaz
12:32de se surpreender,
12:34ficar muito feliz
12:34quando você está apurando
12:36e descobrindo coisa,
12:38sempre quando acaba
12:39de publicar uma matéria dessas,
12:41vem sempre essa pergunta.
12:42Alguém pergunta para você assim
12:44E aí?
12:45Vai dar alguma coisa?
12:46Eu falo não.
12:47Não vai dar em nada.
12:49Agora,
12:50isso não quer dizer pessimismo.
12:54Aí eu já estou entrando
12:55mais numa seara de jornalismo.
12:58O papel da gente é fazer.
13:00Foda-se o resto, sabe?
13:03Não importa se vai acontecer
13:04alguma coisa.
13:04O meu papel
13:05é fazer e publicar.
13:06Se vai acontecer alguma coisa,
13:08como cidadão,
13:09eu quero que aconteça.
13:10Mas a convicção
13:11de que vai acontecer,
13:12eu tenho muito pouca.
13:13Mas não interessa.
13:14Como eu falei,
13:15foda-se.
13:16Tem que fazer.
13:16Como jornalista,
13:17eu tenho que fazer
13:18e pronto.
13:18se vai acontecer.
13:20Agora,
13:20se você me perguntar
13:21se acha que vai acontecer
13:22alguma coisa,
13:22não,
13:23não vai.
13:24No último
13:24Lúcio de Papo,
13:26eu cometi aquele erro
13:27de pedir um like.
13:28Falei,
13:29vou fazer isso pela primeira vez.
13:31Aí,
13:31a galera aqui no estúdio
13:32agora fica pressionando
13:33para eu pedir like.
13:34Então,
13:35chega lá e dá like.
13:36Mas,
13:36acima de tudo,
13:37procura lá,
13:39tá na minha rede social,
13:40na rede social do lance.
13:41Acha a matéria,
13:42vai lá e lê.
13:43Abraços!
13:44Lúcio!
13:44E aí
13:49E aí
13:51E aí
13:54E aí
13:55E aí
13:55Obrigado.
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