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  • há 8 horas

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Transcrição
00:00O Hospital de Torreira, o Hospital Regional de Torreira, ele tem um impacto muito grande sobre outros instrumentos, outros equipamentos
00:09de saúde que nós temos aqui
00:10e precisamos tomar uma decisão rápida. E tomamos essa decisão em função de que é possível fazer isso quando isso
00:19se faz sozinho.
00:20Nós tivemos acompanhamento aí do Estado, nós tivemos as nossas secretarias trabalhando de uma maneira muito intensa.
00:26Agora, a partir de agora, acompanhar o atendimento da UESP, como nova gestora do Hospital Regional de Torreira,
00:34que esse atendimento aumente muito o número de atendimentos, a qualidade também seja uma qualidade bastante boa, atendendo o cidadão.
00:44Nós começamos também a construção, a partir daqui, de um novo processo, de uma licitação, de um novo modelo,
00:50para daqui a um ano, quando se encerra o contrato com o hospital com a UESP, neste caso aqui.
00:59Então, o que nós esperamos agora é manter de imediato os atendimentos no Hospital Regional de Torreira.
01:05Tem um tempinho de transição aí entre a antiga gestora com a atual gestora.
01:10É apenas uma questão de ajuste, de cronograma entre as instituições.
01:17Eu espero que na próxima semana já tenha os atendimentos começarem a voltar para a atendimento.
01:23O Hospital Regional continua?
01:26Olha, nós não fechamos o Hospital Regional.
01:29Nós recebemos um comunicado da direção técnica do Hospital Regional de Torreira, no último sábado,
01:36de que eles não estavam mais recebendo novos pacientes, mas continuava lá a questão das consultoras voluntariais,
01:46mas estavam praticamente sem pacientes.
01:49Isso nós não podemos permitir.
01:51Isso nós não podemos entender que as questões cheguem a esse ponto.
01:54Nós precisamos ter uma solução rápida para que o atendimento não tivesse a ser normalizado.
02:00Nós agimos durante todo esse tempo, dentro da legalidade, procurando as melhores estratégias
02:05para que a gente tivesse ali o atendimento.
02:07Mantemos desde o ano passado um grande diálogo, inclusive com a minha gestora que estava no hospital,
02:15com o Estado, com o Ministério Público, com o Zé Palmo, com o Zé Palmo, com o Zé Palmo.
02:19Quer dizer, eram os vários atores buscando as melhores soluções.
02:23Nós chegamos nesse momento em que a gente tomava uma decisão.
02:26A decisão foi focada e baseada no atendimento da saúde para as pessoas de Toledo e para a região,
02:33visto a emergência desse hospital.
02:34Esse período emergencial, por há quanto tempo e quais são os passos?
02:39Eu já tenho conversado, a partir de agora, com relação a uma administração de cliente.
02:45É um contrato de um ano, que é o tempo máximo que a gente tem, que é a questão emergencial.
02:50E a gente já começa a tratar agora da construção de uma nova licitação de novo modelo para daqui a
02:55um ano.
02:55Isso é algo que implica em uma complexidade e tal, porque nós teremos aí três, quatro, cinco vezes
03:02para a construção desse modelo, visto que a gente tem que analisar o que aconteceu com o modelo passado,
03:07verificar as melhores possibilidades, se a gente continua, se tem alguma nova forma de licitação.
03:15Quer dizer, nós vamos ter técnicos agora alinhados, que realmente conheçam, que conheçam o da saúde,
03:23para a construção de se morrer.
03:24Aí vem o processo de licitação e no processo de licitação a gente pode ter vários concorrentes,
03:30pode ter algumas interpelações.
03:32Então, a gente tem um tempo voável agora para que se mostrou isso de uma maneira bacana.
03:36Então, nós já iniciamos, quando houve já a decisão de que a UESP iria a ser a contratada,
03:43nós já iniciamos os processos de contratação.
03:47Então, todos os funcionários já contratados, selecionados, são do atual, do atual hospital regional.
03:54Então, nós iniciaremos de forma gradativa, iniciando com assistência clínica médica.
04:00E até o final desse mês, nós organizaremos a estrutura para, no dia 1º, estar liberando os leitos de UTI
04:07e cirurgias, em geral, sem cirúrgico e ambulatório.
04:12Já no início do mês que vem, quando a gente liberar os leitos de UTI e o início das cirurgias
04:17seletivas,
04:19o foco é, o maior é, nas cirurgias seletivas, que estão aí, voltando, parando e as filas crescendo.
04:26E a segunda parte é reduzir o tempo de espera das pessoas que estão aí nas UPAs.
04:31Pequenas fraturas, né, lá também, o hospital regional regional, que também vai realizar.
04:38Então, o foco é esse, é reduzir o tempo de espera nas UPAs e também as filas de espera do
04:44cirurgia retiva.
04:48E a segunda parte é reduzir o tempo de espera nas UPAs e também as filas de espera do cirurgia
04:49retiva.
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