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  • há 5 horas

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Transcrição
00:00Uma pergunta para fechar, eu imagino que a pergunta que o senhor mais ouviu na vida tenha sido sobre o
00:05Ronaldo de 98, né?
00:07Eu estou errado?
00:08Isso foi. É verdade, é verdade, é verdade.
00:10O senhor já viu alguma coisa parecida com isso, assim, e também assim, não só com aquele problema que o
00:20Ronaldo teve, mas com o impacto que aquilo teve no grupo, né?
00:23Eu acho que, na verdade, não existe ninguém capaz de explicar medicamente o que aconteceu.
00:30Nós tivemos um quadro clássico de uma perda no momento da posição dele, ele fez um quadro convulsivo, isso foi
00:44feito, tudo que tinha que ser feito,
00:46Eu, imediatamente, quando eu assumi a seleção brasileira em 98, logo após a Copa, evidentemente que eu fui colher dados
00:53e tive, inclusive, na clínica que ele foi atendido lá na França,
00:57tive com os médicos que o viram na França, além, especificamente, com os médicos brasileiros que cuidaram dele na época,
01:05e não, para ser honestas, que não houve nenhuma explicação técnica.
01:09Que coisa, né?
01:10Que aconteceu, não, não houve.
01:13Mas, infelizmente, aconteceu, foi conturbado e, com certeza, aquilo deve ter trazido uma série de preocupações com os atletas.
01:24A primeira coisa que eu fiz ao chegar na Copa do Mundo, na Copa do Mundo, não, desculpa, na seleção
01:30brasileira,
01:30foi pegar o Cafu, porque, se vocês lembrarem o lance, teve uma bola entre o Ronaldo de 20 com o
01:38goleiro, que era o Bartês,
01:40e o Cafu dá um pique da lateral direita até a área, e eu perguntei ao Cafu, ele falou, doutor,
01:46eu pensei que o Ronaldo
01:47tivesse desfalecido ali naquele momento, entendeu?
01:50Nossa, que loucura.
01:51Então, ficou um negócio meio difícil de entender, mas, para a nossa sorte, o Ronaldo voltou e, em 2002, ele
02:01nos deu a alegria
02:02de ser campeão e, depois, você conversa com ele e, doutor, nunca mais tive nada.
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