00:00Matam-nos de muitas formas, nós resolvemos viver de todas as formas, de qualquer forma.
00:07Nós não precisamos de uma forma única para viver, mas nós precisamos e queremos viver.
00:13Portanto, é preciso que a gente ecoe, parem de nos matar, porque nós não vamos morrer.
00:26Este assassinato permanente, constante, cruel de mulheres, é a negativa de um Estado democrático, de uma sociedade democrática.
00:37Até porque agora não é como na ditadura, quem está matando não é o Estado.
00:41Mas o Estado pode fazer muito mais para prevenir, adotar providências, prover a sociedade de mecanismos, de meios,
00:50para que imediatamente, diante de qualquer ameaça, se adote uma providência.
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