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  • há 15 horas

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Transcrição
00:00Eu sou o Carlos Guerra Júnior, nasci em Mossoró, Rio Grande do Norte, interior do Rio Grande do Norte.
00:06Ali, de quem vai para o interior sabe que tudo se torna mais difícil quando a gente nasce no interior,
00:14mas sempre com muitos sonhos, e desses sonhos, conseguir formar-se na capital,
00:20tanto em jornalismo como em radialismo, lá na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
00:25Depois, fiz uma pós-graduação também em administração e marketing esportivo,
00:33e minha carreira esteve recebendo aquele upgrade com o mestrado e o doutorado na Universidade de Coimbra, em Portugal.
00:45Consegui essa etapa tão fundamental do doutorado com a bolsa da CAPES,
00:52Então, assim, foi fundamental para que eu conseguisse, com quatro anos,
00:58uma bolsa que permitiu que minha carreira internacionalizasse,
01:02que pudesse conhecer pessoas de vários países,
01:06também conseguir fazer conexões com diversos países.
01:09Isso influenciou no próprio tema do meu doutorado,
01:12que foi um doutorado em que mostramos como a música rap,
01:17ela traz os discursos invisibilizados de pessoas que viveram no mesmo eixo de colonização,
01:24apesar de não se conhecerem e esses discursos se assemelham.
01:28Então, eu estudei o rap de Moçambique, Angola,
01:31além do Brasil e de pessoas imigrantes em Portugal,
01:35para contemplar também os demais países que foram colonizados em Portugal,
01:38Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe.
01:41Nisso, me trouxe um senso crítico e, sobretudo, um espírito de coletividade.
01:48E esse espírito de coletividade, eu consegui,
01:52ou pelo menos busco a cada dia melhorar,
01:54trazer em cada passo dessa minha carreira como docente e pesquisador.
01:59E esse espírito de coletividade, eu acho que é um senso crítico e pesquisador.
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