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  • há 18 horas

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Transcrição
00:00O corpo da vítima foi encontrado por vizinhos dentro da casa onde ela morava, no bairro de Guararapes, em Jaboatão.
00:08Lindinalva Maria Ferreira tinha 58 anos de idade.
00:12A família acredita que ela foi espancada até a morte pelo próprio companheiro.
00:17O filho relata que o relacionamento da dona de casa com o suspeito sempre foi marcado por muita violência e
00:24ameaças.
00:25Fazia mais ou menos mais de um ano, só que começou a piorar as coisas, discussões, houve brigas também.
00:32Ela apareceu com as marcas de queimadura, apareceu também com o olho roxo.
00:37Aí a gente sempre desconfiou, sempre colocou ele pra fora, mas sempre que ele voltava.
00:43Ela pegava ele, ia com ele, trazia de volta, devia agarrado os dois juntos.
00:47E ele inclusive afastava você da sua mãe?
00:50Também. Ele chegou a ameaçar, chamei meu colega, peguei um pedaço de pau, botei ele pra correr de casa.
00:56E ele sempre andava com a faca, ele chegava a ameaçar também, falava as coisas, mas nunca tive medo não.
01:01Sempre botei ele pra correr de casa pra fora.
01:03O suspeito teria sido espancado por populares.
01:06Ele foi encontrado pela polícia com vários ferimentos pelo corpo e chegou a ser levado para a unidade de pronto
01:12atendimento.
01:13No bairro, os vizinhos relataram que o homem sempre foi bastante agressivo.
01:18A gente temia sim, porque ele era muito agressivo, o companheiro dela.
01:23Inclusive já teve, eu vi, ele machucando um amigo nosso.
01:27Ele machucou o outro amigo dele e deu uma faca usada na cabeça do rapaz, a gente socorreu o rapaz.
01:33E outras pessoas me falaram hoje, depois do acontecido, do falecimento de Nalva,
01:39que ele bateu em Nalva na cabeça, deu uma paulada na cabeça dela e sangrou muito.
01:46E vi pessoas falando que ele batia nela.
01:49E a gente dava conselho a ela pra ela deixar ele, pra ela não andar com ele, mas ela continuava.
01:56E a gente tem, que a população tinha medo dele, que ele era muito agressivo.
02:00Tanto fazia ele estar de boa, como de repente ele surtar e querer matar a pessoa.
02:06E a gente ficava também amecer, porque era a palavra dela contra a nossa.
02:10Se a gente fosse denunciar, por exemplo, ela ia dizer que não.
02:13Outro dia ela levou uma queimadura de segundo grau, eu levei ela pro UPA.
02:17E eu perguntei a ela, e ela falou que não foi ele.
02:22E eu perguntei se foi ele, e ela disse que não.
02:24Que não foi ele, que ela tinha caído do ônibus.
02:26E isso ela dizia pra todo mundo.
02:27E a gente queria ajudar ela, mas era difícil ela na companhia dele.
02:33A família agora cobra justiça.
02:35Eu espero justiça.
02:38Definitivamente que ele seja preso, que ele fique no lugar devido dele.
02:42Pra que isso não ocorra com mais nenhuma mulher.
02:45O que você viu aqui, que sirva de fato pra outras famílias também.
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