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No quarto dia de buscas por desaparecidos em Juiz de Fora (MG), cães treinados ajudam nas operações de resgate.

A cadela Flecha, de 1 ano e 9 meses, atua na tentativa de localizar vítimas soterradas. Além dela, o pastor alemão Anjo também participa das buscas. Quando os animais entram em ação, o silêncio é fundamental para garantir a concentração.

“Trouxemos o cão para reforçar os trabalhos agora. A maior dificuldade é a chuva que não pára e a lama sobre o terreno, que dificulta para sentir o odor do ser humano e o cachorro a trabalhar, mas seguimos firmes”, disse o cabo Cristiano Couto.

Imagens: Mateus Parreiras e Túlio Santos

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Transcrição
00:00Minha cadela flecha, ela tem um ano de nove meses, é a primeira atuação dela em busca, assim,
00:05no sul de beirado, treino veneiro. Ela já está apta para trabalhar em situações como essa.
00:11A dificuldade é ter a chuta e não para, né? De uma lâmina sobre o terreno.
00:15Isso dificulta a volatilização dos partículas aí, do ser humano.
00:21A chuta tem uma dificuldade de trabalhar, mas ele consegue temperar um trabalho aí,
00:25um período de meia hora. Aqui o terreno está muito lindo, está muito pensativo por tanto.
00:31A gente vai analisando isso e vai, como condutor, a gente vai mensurando o comportamento dele e a disposição dele.
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