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  • há 7 horas

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Transcrição
00:00E a saga do paciente é uma saga difícil.
00:03Ele tem um diagnóstico e não sabe o que acontece.
00:06Tem o preconceito em casa, preconceito da família, preconceito da sociedade,
00:10ele vai ao médico.
00:12Aí ele vai no SUS.
00:14E do SUS ele tem que ir para um local especializado em diagnóstico.
00:18Por exemplo, no que eu trabalho, com honra enorme,
00:21no setor de doença neuromuscular,
00:23do Hospital São Paulo, do Hospital Universitário,
00:25da Escola Pós-Medicina, da Universidade Federal de São Paulo.
00:28Lá nós temos todos os especialistas.
00:30Mas para que o paciente chegue lá, é um ano, dois anos, três anos.
00:36Aí eu peço o exame.
00:38Demora mais tempo ainda.
00:40Para ele voltar, demora mais tempo ainda.
00:42Já perdeu um tempo enorme.
00:44Por isso é que se chama miastenia graves.
00:47E o graves está na demora do diagnóstico e no preconceito.
00:51Nós temos algumas medicações hoje.
00:53A mortalidade diminuiu, mas ainda é presente.
00:568% a 10% das pessoas morrem de uma doença tratável e até curável.
01:03Nós estamos num momento de inovação.
01:05Então, nós temos as medicações inovadoras
01:08que estão modificando a história natural desta doença
01:12chamada miastenia graves.
01:14E o Brasil tem que estar na inovação.
01:16Ou seja, ele tem que ser produtor de inovação.
01:18E nós vamos chegar lá.
01:20Do que eu almejo, do que eu prevejo,
01:22que a miastenia vai deixar de ser graves.
01:26Então, nós temos o processo dewinências.
01:29E nós vamos chegar lá.
01:30E nós vamos chegar lá.
01:31E nós vamos chegar lá.
01:33E nós vamos chegar lá.
01:34Obrigado.
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