O elenco desta quarta (25) está com o intestino na mão! A oncologista Dra. Maria Ignez Braghiroli chegou ao estúdio para falar sobre os tumores do trato digestivo, além de deixar todo mundo em choque ao revelar que aquele presuntinho do seu lanche pode ser tão nocivo quanto um cigarro. Mas e se o porco já for fumante de cigarro? A médica destrincha os perigos dos embutidos, lista os sintomas do câncer e desmistifica o temido (porém salvador) exame de colonoscopia… afinal de contas, uma imagem vale mais do que mil palavras! Além disso, ela explicou tudo sobre a conscientização do Março Azul e a corrida contra a doença que vai rolar em Brasília. #Pânico
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DiversãoTranscrição
00:00Por que você virou médica, doutora?
00:02Agora eu vou entrevistá-la.
00:04Agora mudou o jogo, ela que entrevistava.
00:07Agora mudou totalmente o jogo.
00:11Hein, doutora, por que você foi pra medicina?
00:14O que leva uma pessoa ser um médico?
00:17Nossa, Emília, é tão difícil essa resposta,
00:19mas eu tive excelentes exemplos na minha casa, você sabe.
00:21Na minha casa, nós somos uma família de médicos,
00:23meus pais são médicos, são pessoas extremamente dedicadas à medicina,
00:28foram meus professores na faculdade.
00:30Eu acho que isso naturalmente é um exemplo, é um estímulo,
00:33talvez seja a área onde eu me sentia mais confortável.
00:35Se eu não fizesse medicina, acho que eu iria pra arquitetura,
00:37foi o que eu ponderei fazer.
00:39Mas não pensei em outras profissões.
00:43Felizmente, passei no vestibular e eu acho que na faculdade
00:45eu me entendi como confortável naquele meio.
00:50Logo no começo, eu já imaginei que a oncologia poderia ser
00:52uma área que me agradasse, eu também tive excelentes exemplos.
00:57Fui buscar por essa área, nem todas as faculdades,
00:59mas eu não sei se você sabe disso, tem a matéria,
01:01tem a cadeira de oncologia.
01:03Então, na minha, naquele momento a gente não tinha oncologia,
01:06eu fui buscar por informação com o auxílio do meu pai
01:08e conheci a doutora Clarissa, ela é de Salvador,
01:10é uma oncologista também extremamente conhecida lá
01:13e que me abriu as portas e eu comecei a trabalhar com oncologia
01:15logo no começo da minha faculdade.
01:17E você é baiana?
01:18Eu sou baiana.
01:19É baiana.
01:20Eu estudei na Universidade Federal da Bahia,
01:23é a primeira faculdade de medicina do Brasil,
01:26que fez agora 218 anos.
01:29Muito legal.
01:29Caramba, eu não sabia.
01:30A primeira faculdade de medicina é a Bahia.
01:34Tem uma questão contra se foi a Universidade Federal da Bahia,
01:40UFRJ, se eu não me engano,
01:42mas certamente é uma faculdade extremamente antiga,
01:44tem um prédio maravilhoso lá no terreiro de Jesus,
01:47próximo ao Pelourinho.
01:48Então, é uma faculdade da qual eu me orgulho muito.
01:51Boa.
01:52E agora você é presidente, o que é esse grupo,
01:57como é que chama?
01:58GTG.
02:01GTG.
02:01GTG Brasil.
02:02Arroba GTG.
02:03O que é o GTG Brasil?
02:05É, certo.
02:05Na oncologia, existem diversas áreas.
02:08Então, colegas que se dedicam mais a uma área ou outra.
02:11A gente tem a Sociedade Brasileira de Oncologia,
02:13mas além delas, grupos voltados para grupos de doenças específicas.
02:17E o GTG é voltado para o estudo e estímulo de pesquisa
02:21e disseminação de conhecimento de tumores do trato digestivo.
02:25Hoje eu estou nesse posto,
02:26mas certamente já ocupado por pessoas extremamente capacitadas
02:29e certamente outras que virão.
02:31Como eu disse, não é um cargo que eu ocupo sozinha,
02:35eu tenho uma diretoria, como eu disse no site,
02:36vocês podem acessar,
02:37mas de colegas muito bem formados,
02:39muito bem intencionados, sérios,
02:41e que estamos todos voltados para o conhecimento
02:45e no que a gente puder contribuir em termos de pesquisa
02:48e envolvimento no tratamento de doenças do trato digestivo.
02:52Você é especialista nisso, então?
02:55Olha...
02:55A sua especialidade é essa?
02:57Quando a gente forma...
02:59O que é trato digestivo?
03:00É o que?
03:01A gente está falando de tumores do esôfago,
03:03do estômago, do fígado, do pâncreas,
03:06das vias biliares, do intestino e do canal anal.
03:11Isso é tudo esse GTG aí?
03:14Tudo isso você manja?
03:16De toda essa...
03:17Caramba, hein, doutora?
03:19Olha, quando a gente se informa em oncologia,
03:20especialmente aqui,
03:21a gente tem que fazer oncologia geral.
03:23Então, eu fiz a minha formação depois da faculdade,
03:27que eu fiz a Federal da Bahia,
03:29eu vim para aqui, para a USP,
03:30eu fiz clínica geral, a gente faz oncologia.
03:32Então, são cinco anos de formação
03:34e eu sou formada em oncologia geral.
03:37Não é específico.
03:38Mas, eventualmente, a gente termina direcionando
03:40baseado nos estudos clínicos,
03:42que a gente termina se alinhando.
03:46Então, é a parte que eu mais faço.
03:48E você também faz esses estudos?
03:50Você também faz isso na...
03:52Tanto aqui no ICESP,
03:54o ICESP é o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo,
03:56que é ligado à USP,
03:57quanto eu trabalho na parte privada também,
04:00na Rede DOR.
04:01Temos centros de pesquisa clínica
04:03e é uma área que me interessa muito,
04:05é como a gente gera o conhecimento.
04:08Então, nos dois locais a gente tem,
04:11como uma parte dos serviços aqui no Brasil,
04:14a gente também tende a buscar pela pesquisa clínica.
04:17Acho que a maior parte dos oncologistas
04:18tem esse interesse também.
04:19Como é que é o Brasil em pesquisa, doutora?
04:22O Brasil está avançado em pesquisa
04:24ou aqui não tem muito esse...
04:27Olha, comparado a Estados Unidos e Europa,
04:31a gente não tem o mesmo número de estudos clínicos.
04:34Porque tem um caminho, né?
04:36Para cada medicação que se usa hoje,
04:38ela passou por um percurso, né?
04:39De estudos muito iniciais, buscando dose,
04:41buscando talvez onde ela tenha mais efeito
04:43e depois começa a se testar
04:45em um número um pouco maior de pessoas,
04:47para então se chegar no estudo de fase 3,
04:49que é o estudo onde essa medicação pode ser utilizada
04:53de forma rotineira.
04:54O doutor, desculpa.
04:55Pode falar.
04:56Continua, continua.
04:57Então, nós trazemos muitos estudos de fora,
05:00tem diversas instituições aqui que buscam por isso,
05:03mas certamente comparado a outros locais,
05:07a gente ainda poderia melhorar muito.
05:11Investimento, né?
05:12Investimento?
05:14É, acho que tem...
05:16Investimento certamente ajuda bastante.
05:17fontes de fomento, né?
05:19Entendo.
05:20Eu queria saber,
05:21a senhora falou que é formada em oncologia,
05:23de modo geral.
05:24Como que você se interessou por essa área específica?
05:28Foi tratando e vendo que talvez pudesse ter
05:33outros caminhos de tratamento e se interessou?
05:37Por falta de demanda?
05:38Como que se interessou justamente por essa área aí?
05:41Olha, Margado,
05:42eu gosto da oncologia como um todo
05:44e como eu disse, eu fico num centro acadêmico
05:47e lá a gente tem aulas todas as semanas
05:51e a gente tem que monitorar os residentes
05:54para que eles também sigam a carreira deles.
05:56Mas quando eu acabei a minha residência,
05:59eu tinha a oportunidade de fazer o doutorado nessa área
06:02e a pessoa que é o doutor Paulo,
06:05com quem eu trabalhava, também seguia nessa área.
06:07E posteriormente eu fui para fora,
06:09fui para os Estados Unidos fazer um ano a mais de residência
06:12também na parte do trato digestivo
06:14e naturalmente segui.
06:16Mas eu ainda vejo pessoas que têm outros tumores
06:18e a gente tem que estar atualizado de forma geral em tudo,
06:21mas é onde eu concentro a parte de pesquisa.
06:23Boa.
06:24Doutora, tudo...
06:25Tem que estudar muito, né, doutora?
06:27Tem que não.
06:28Olha lá, Samir.
06:29Tem que estudar a vida.
06:30O médico...
06:31Ele fala que inteligência artificial é só colocar lá
06:34que ela explica tudo, viu, doutor?
06:35O médico entra na universidade,
06:37depois ele tem que fazer uma residência,
06:39mais 50...
06:39Então o resto da vida, como você falou,
06:41você tem que se atualizar.
06:42Saem muitas pesquisas, notícias
06:44e recente eu vi assim,
06:46a gente estava mostrando o Mercadão
06:48e estava falando assim,
06:48os embutidos, presunto,
06:50é tão nocivo quanto um cigarro para um câncer.
06:53Quando a gente vê a manchete,
06:54a gente fica muito assustado.
06:56Mas o que de fato pode prejudicar
06:58e gerar isso, uma doença?
07:00Olha, falar sobre fatores de risco
07:04ou ter essa relação é muito difícil, né?
07:07Porque você imagina,
07:07você está fazendo alguma coisa hoje
07:09que talvez reflita daqui a 10 anos.
07:11Então, só de antemão,
07:13até você estabelecer, por exemplo,
07:14que o cigarro era um fator de risco
07:15para câncer de pulmão,
07:16foi muito tempo, né?
07:18E aqui é a mesma coisa,
07:19mas é muito bem documentado
07:22que pessoas que ingerem mais embutidos
07:24e mais ultraprocessados
07:26têm um risco maior
07:27de desenvolver certas doenças oncológicas,
07:29incluindo câncer do intestino.
07:32Então, é por isso que esse é um fator,
07:35considerado um fator de risco conhecido, né?
07:38Talvez pela quantidade de gordura,
07:39talvez pelos aditivos.
07:41Sódio, sei lá.
07:43Mas isso parece muito claro, né?
07:45Que a dieta tem um papel.
07:48Doutora,
07:49qual que seria um sintoma
07:51que a pessoa poderia
07:54já ir para o exame
07:55ou qual é a periodicidade
07:58para a pessoa fazer esse exame
07:59para ter uma prevenção?
08:00Porque eu tenho doença de Crohn,
08:01depois eu também quero fazer
08:02uma consulta de graça.
08:05Eu e o Emílio,
08:06a gente troca a figurinha do exame.
08:08Doutora,
08:09a gente não queria falar,
08:10mas é isso,
08:10todo mundo vai se consultar.
08:11José, ressonância e por aí vai.
08:14Mas qual que é a prevenção
08:15que a pessoa pode fazer,
08:18mesmo não sentindo nada?
08:19Porque precisa ter um acompanhamento, né?
08:22Então, assim,
08:22quando a gente fala de rastreamento,
08:24a gente está falando de pessoas
08:25que não sentem nada,
08:26onde a gente está buscando
08:27algum exame que possa...
08:28Uma das duas coisas.
08:30Ou fazer um diagnóstico precoce,
08:31você, por exemplo,
08:32descobriu que tem um tumor do intestino.
08:33Quanto mais cedo,
08:34mais fácil de tratá-lo,
08:36menos necessidade, por exemplo,
08:39de fazer quimioterapia
08:41e maior a chance de ficar curado.
08:42Então, um tumor muito no início,
08:44provavelmente ele vai ser tratado
08:45com a cirurgia e pronto.
08:46Agora,
08:47quando a gente está falando
08:48de alguém que já tem sintomas,
08:49eventualmente a doença já existe.
08:51De toda maneira,
08:52quanto antes a gente fizer
08:53o diagnóstico, melhor.
08:54Então, quais são os sintomas
08:56mais frequentes?
08:57Por exemplo,
08:57alternou o ritmo do intestino.
08:58Alguém que o intestino
08:59funcionava ali todo dia
09:00e de repente o intestino está preso.
09:03Ou alguém que já tinha o intestino preso
09:04e de repente o intestino
09:05começa a funcionar todo dia
09:07ou várias vezes ao dia.
09:08Alguém que vê sangue nas fezes.
09:10Nem sempre dá para ver sangue nas fezes.
09:11Fala, Morgana.
09:12Não, não.
09:13Que loucura isso daí.
09:14Nem sempre dá para ver sangue nas fezes.
09:16Mas uma outra causa
09:18que a gente eventualmente
09:19tem que pesquisar o intestino
09:20é, por exemplo,
09:20uma pessoa que tem anemia
09:22por falta de ferro
09:23e não tem uma causa
09:24tão explicada para isso.
09:26Então,
09:27são todos possíveis sinais
09:29de que possa haver.
09:29Essa única causa?
09:31Não.
09:31Podem ter outras causas,
09:32mas certamente
09:33é uma das questões
09:35que devem ser investigadas.
09:37E tem pessoas
09:38que já têm algum fator de risco
09:39e que merecem ter uma atenção a mais.
09:41Então, por exemplo,
09:42alguém que tem um parente
09:43de primeiro grau
09:44que teve um câncer no intestino
09:46ou alguém que tem
09:48conhecidamente
09:48uma alteração genética
09:49que predispõe a isso
09:51ou alguém que tem
09:51alguma inflamação do intestino.
09:53Certamente você faz colonoscopias.
09:54Imagino que já tenha feito.
09:56Sim.
09:56Com uma periocidade maior,
09:58com uma tensão maior.
09:59Porque a gente sabe
09:59que esses também
10:00são fatores de risco.
10:01E agora
10:03esse
10:04março azul escuro,
10:06azul marinho?
10:06Março o quê?
10:07Março azul?
10:08Olha, inicialmente
10:08era azul marinho.
10:09Hoje até o Ministério
10:10adota azul
10:11pra ficar mais fácil.
10:12Março azul.
10:12É o quê?
10:13É o cara fazer a colonoscopia?
10:14Que é, porra,
10:15é um exame.
10:16Tem que fazer.
10:18Delícia.
10:19É, delícia.
10:19Você tem que fazer o preparo.
10:21Os caras falam, né?
10:22Você fica falando aí e tal.
10:24Vou fazer o quê?
10:25O exame não é.
10:26É isso aí.
10:26Não é uma alegria.
10:27Pergunta pro Albeto.
10:28O Albeto é toda a ideia.
10:29O preparo, né?
10:30Você tem que fazer todo o preparo.
10:31O Albeto faz um dia assim,
10:32um dia não.
10:33O problema é justamente
10:34o preparo, né?
10:34O que faz com que as pessoas
10:35tenham um preconceito maior,
10:37uma resistência maior à colonoscopia
10:39é justamente o preparo.
10:40Então, mas o que a gente
10:41tem que explicar
10:42pros caras que tão
10:44ouvindo a gente,
10:45não é?
10:46E pras mulheres também,
10:47é que esse exame,
10:48o exame não é um exame gostoso,
10:51que o cara...
10:52E nem rápido.
10:53Hã?
10:53Não, é até a preparação.
10:54Mas, Emílio,
10:55ninguém tá vendo isso.
10:56A pessoa tá sedada.
10:56Eu sei, eu sei.
10:58Mas é chato.
10:59Tem que ir lá.
10:59A preparação é chata.
11:01Tudo bem.
11:02Só que,
11:03se você fizer esse exame,
11:05você tem muita possibilidade
11:06de não ter esse câncer.
11:08E cada vez mais gente
11:10tem esse câncer.
11:10E mais jovem.
11:11E mais jovem.
11:12Então,
11:13por isso é a importância
11:15desse...
11:16Da corrida que você vai fazer.
11:18Perfeito.
11:18E dessa...
11:19Colonoscopia.
11:20E a colonoscopia.
11:21É isso, né?
11:22É, exatamente.
11:22Então, vamos lá.
11:23O março azul tem o mesmo intuito,
11:24por exemplo,
11:25do outubro rosa,
11:26do novembro azul,
11:27que é falar sobre esse assunto,
11:29conscientizar as pessoas,
11:30fazer com que as pessoas entendam,
11:32olha, essa doença existe,
11:33ela é frequente,
11:33ela é o segundo câncer
11:34mais frequente
11:35em homens e mulheres,
11:36depois do câncer de mama
11:37e depois do câncer de próstata
11:38nos homens.
11:39Então, vale a pena
11:41ter um olhar,
11:41ter um conhecimento,
11:42buscar informação sobre isso, tá?
11:45E a corrida,
11:46não sou só eu,
11:47é o nosso grupo
11:48que traz justamente
11:50com esse intuito,
11:51não é o intuito de correr.
11:52Vários colegas falaram,
11:52ah, eu vou para o simpósio,
11:53a gente vai ter um evento médico
11:54nesse período,
11:56e aí,
11:56por ser no mês de março,
11:58por ser, né,
11:59o mês justamente voltado
12:00para a conscientização
12:01sobre câncer do intestino,
12:02nós idealizamos fazer
12:04essa corrida,
12:04mas com esse intuito,
12:06né,
12:06os colegas falam para mim,
12:07ah, eu não corro,
12:07eu também, né,
12:08Amília,
12:08eu comprei o joelho,
12:09você sabe disso,
12:10mas o intuito não é esse.
12:11É sexta-feira,
12:12dia 13 de março,
12:14dia 13 de março,
12:15em Brasília.
12:16Você que está ouvindo
12:16a Jovem Pan em Brasília,
12:18vai ter oportunidade,
12:19dia 13,
12:20no Parque Sara Kubitschek,
12:21em Brasília,
12:23vai ser essa corrida
12:24espetacular.
12:25Se a Paulinha me liberar,
12:26eu irei.
12:27E é sexta-feira, né?
12:28Dia 13 é uma sexta-feira?
12:29É uma sexta-feira de manhã cedo.
12:31É uma sexta-feira.
12:32Todo mundo convidado,
12:32mas com esse intuito,
12:33não é um intuito de correr,
12:35é o intuito de trazer
12:36informação para as pessoas
12:38e levantar justamente
12:39esse ponto que você trouxe.
12:40Ô, doutora,
12:41e o que que é esse simpósio
12:42internacional?
12:44O que que fala no simpósio?
12:46Bom, nós nos reunimos
12:48e como maior parte
12:49dos eventos médicos,
12:50a gente discute
12:52tratamentos,
12:53casos clínicos,
12:53vamos trazer convidados de fora,
12:55pessoas extremamente renomadas
12:57nas suas áreas,
12:58então teremos convidados
12:59da Europa,
12:59dos Estados Unidos,
13:00da América Latina
13:01e diversos colegas aqui
13:03do Brasil também
13:04para discutirmos,
13:05é muito importante
13:06que a gente faça esse debate
13:07de, por exemplo,
13:08foi publicado uma pesquisa
13:10com a droga X,
13:11para a gente deve usar
13:12para todo mundo,
13:13vamos usar para uma população
13:14específica,
13:15qual o benefício
13:15que a gente enxerga, né?
13:17Então,
13:18como manejar
13:19efeitos colaterais,
13:20quando a gente faz
13:21esses encontros médicos,
13:22a gente tem esse intuito.
13:23E hoje em dia,
13:25a pessoa,
13:27hoje em dia se cura muito
13:29de como é que é
13:30esse,
13:31porque a gente tem
13:32essas dúvidas, né?
13:33A palavra câncer
13:34é um negócio que assusta muito
13:35quando você tem câncer,
13:36parece que é um negócio
13:38que você fala assim,
13:39ah,
13:40você vai morrer.
13:40Reta final.
13:43Você vai morrer.
13:44Eu me lembro,
13:45no hospital você fica
13:46meio assim,
13:46mas aí eu não sei,
13:48Deus dá uma força
13:49para a gente
13:49e quando você encontra,
13:52né?
13:52Que nem eu encontrei,
13:53porra,
13:53pessoas iguais a você,
13:54que puta,
13:55estavam lá, né?
13:56Você sente acolhido,
13:57olha o pessoal do hospital,
13:59né?
13:59Porra,
13:59uma força, né?
14:01É um negócio assim
14:02e você sente força,
14:03você,
14:04eu acredito que todo mundo
14:05que passou por isso
14:06também tem essa fase, né?
14:07Quando você tem um,
14:08um família,
14:09um diagnóstico,
14:10e uma doutora
14:11que está lá junto
14:12com você e tal,
14:13você se sente mais,
14:15você se sente mais poder
14:16de passar por essa fase, né?
14:20Mas é um negócio
14:20que assusta muito, né?
14:21Então as pessoas
14:22têm até medo
14:23de fazer exame
14:24para não detectar.
14:25Sim.
14:26E nesse caso,
14:27é um negócio
14:28que você deve fazer
14:29porque...
14:29Pode te salvar.
14:30Que você pode
14:31não ter o câncer de intestino.
14:34Não desenvolver, né?
14:35Sem sombras de dúvidas.
14:36Eu escuto muitas pessoas
14:38falarem,
14:38ah,
14:38eu prefiro não fazer
14:39para não saber.
14:40mas certamente sabendo,
14:42e eu falo muito isso
14:43para as pessoas,
14:43ele dá poder,
14:44ele dá poder de tratamento,
14:45de curabilidade,
14:47e mudou muito, sabe?
14:48Eu contava o tempo
14:49que eu era residente
14:49para hoje,
14:50tem muita coisa
14:50que a gente faz diferente,
14:51tem várias medicações
14:52que a gente usa hoje
14:53que não usava até então,
14:54e certamente será assim
14:56para frente,
14:56a gente vai evoluir,
14:57vão ter drogas novas,
14:59a gente consegue tratar
15:00várias situações
15:01que previamente
15:02não tratávamos,
15:03então são perspectivas diferentes.
15:04Claro que é sempre melhor
15:05que a gente faça
15:06um diagnóstico precoce,
15:07que a gente faça
15:08o tratamento
15:08com o intuito curativo,
15:09mas tem muitas pessoas
15:09que conseguem conviver
15:11com essa doença
15:12e vivem bem,
15:13e como eu disse,
15:14medicamentos que talvez
15:15previamente a gente não tivesse,
15:16então as perspectivas
15:17são boas,
15:18a gente começa a tratar
15:18muito as doenças,
15:20não só por onde
15:21elas apareceram,
15:21mas que alterações
15:22elas têm,
15:23e isso certamente
15:24traz resultados melhores,
15:26e eu tenho alguns pacientes,
15:29Emílio,
15:29como você pode testemunhar aqui,
15:31que falam nas redes
15:33e que podem trazer
15:34justamente esse testemunho
15:35de que vivem bem,
15:36de que conseguem conviver
15:38e que são gratos
15:39pelos tratamentos
15:40que conseguem receber
15:41e que mantêm
15:41a sua doença sob controle,
15:43e outros que fizeram
15:45seus rastreamentos
15:46e conseguiram fazer
15:46um diagnóstico precoce
15:47e, portanto,
15:48têm uma altíssima chance
15:48de estarem curados.
15:49Boa.
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