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  • há 7 semanas
Chaves: Pior a emenda que o solado (El cartero zapatero)

Situação no Brasil: COMUM
Estreia no Brasil: 09/05/2010 (TLN)

Dublagens:
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Categoria

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Transcrição
00:17As Novas Aventuras do Chaves
00:58Aventuras do Chaves
01:26Aventuras do Chaves
01:55Aventuras do Chaves
01:58Eu só ponho as tachinhas na boca
02:01Não engole as tachinhas
02:03Claro que não
02:10Está algum problema, Jaiminho?
02:16Chiquinha, pode me fazer um favor?
02:20Saia já daqui!
02:22Não, eu quero ficar para ver como...
02:25Fora!
02:26Não, eu quero ficar para...
02:28Fora!
02:29Não, eu quero...
02:30Fora!
02:30Fora!
02:31Fora!
02:31Fora!
02:32Fora!
02:34Fora!
02:52Está trabalhando de sapateiro, é?
02:55Não.
02:57Eu estou jogando beisebol.
03:00Ah!
03:05Strikey, one.
03:09Strikey, two.
03:16Homey, run.
03:18Ha, ha, ha, ha, ha, ha.
03:43Hum...
03:46Hum...
03:55Hum...
03:58Chavinho, você sabia que ali, ali na esquina, tem um palhacinho, um ambulante muito simpático?
04:05Sim, eu já vi ele lá, é.
04:07Então por que você não vai lá ver?
04:09Não, porque você é muito mais engraçado.
04:13Principalmente quando você acerta o dedo assim com o martelo, fica bem engraçado.
04:18Você faz caras engraçadas como se fosse um cachorro de castigo e quando você martela...
04:23Chaves, tá vendo?
04:25Viu por que vem um e te bate?
04:27Um só não, todos me batem.
04:31Bom, mas...
04:32É, olha, Chavinho...
04:33O que é?
04:34Você pode me fazer o favor?
04:35Sim, sim, qual?
04:36Vai lá na esquina, vê se a porca pôs um ovo.
04:39Isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso.
04:42Jaminho, não vai dar martelada no dedo enquanto eu não voltar, tá bom?
04:46Ah, não, não.
04:47Te prometo que espero você voltar.
04:50Isso, isso, isso, isso, isso.
04:51Bom, mas, Jaminho, se de repente o martelo escapar e você der uma martelada no dedo, não faça careta.
04:57Enquanto eu não voltar, está bem?
04:58Eu quero ver.
04:59Eu prometo.
05:00Isso, isso, isso, isso, isso, isso, valeu.
05:04Qual o favor que o senhor me pediu mesmo?
05:06Que fosse ver se a porca pôs um ovo.
05:09Ah, sim, sim.
05:10Sim o quê?
05:11Sim, ela já pôs.
05:13Ela pôs?
05:14Pôs o quê?
05:15Pôs um ovo.
05:17A porca pôs um ovo?
05:19É.
05:20Bom, é que aquela senhora lá do 24 tem duas galinhas.
05:24Uma que é limpinha e a outra que é bem porquinha.
05:27E foi essa que botou um ovo.
05:28Ah, entendo, entendo.
05:31Bom, eu vou voltar.
05:32Eu vou voltar lá e ver se ela me deixa fazer um omelete com ovo.
05:35Eu já volto.
05:37Jaminho, vê se não vai comer esse ovo aí também, viu?
05:40Ah, não, olha, está guardado.
05:42Está aqui, ó.
05:42Isso, isso, isso, isso.
05:43Olha, toma conta direitinho e eu já volto.
06:10Gordinhas, nunca te deram uma martelada
06:14Uma martelada segunda logo de manhã?
06:16Uma martelada segunda logo de manhã?
06:19Deixa eu ver, peraí, deixa eu pensar um pouquinho.
06:23A martelada que a Chiquinha me deu foi na quinta.
06:27A que o Chaves me deu foi no sábado.
06:32A que eu me dei foi no domingo.
06:36Ah, que dia é hoje mesmo, hein?
06:39Segunda e a de manhã.
06:41Ah!
06:43Ah!
06:46Ah!
06:59Sim!
06:59Sim!
07:00Sim!
07:01Sim!
07:01Sim o quê?
07:02Sim, ela me deixou comer o ovo.
07:04E quem te deu permissão?
07:06A galinha.
07:06Ah!
07:08Ah!
07:08A galinha te deu permissão para que comesse o ovo.
07:12É.
07:14Bom, ela não me disse que sim, mas também não me disse que não.
07:17Ah, certo.
07:18E como não te disse que não?
07:23Sei como ir ao Museu do Ipiranga e perguntar a estátua de D. Pedro II se ela me empresta o
07:31seu cavalo.
07:31Isso, isso, isso, isso, isso, isso.
07:33Ah, Jair Minho, você acha que ela me empresta o cavalo para eu poder brincar de vaqueiro?
07:37Não, Chaves.
07:38Só se for...
07:39Jair Minho!
07:40Jair Minho, minha bisavó perguntou se você conserta essas botas.
07:43Mas é claro.
07:44Mas é rápido.
07:45E por acaso eu demoro?
07:46E quem mais?
07:47Vou esperar aqui sentadinha até você arrumar.
07:49Ah, eu mereço.
07:50Cuidado, sai daí!
07:52Eu fiz algo errado?
07:54E você ainda pergunta, sua besta, olha só.
07:57Nossa!
07:59Bom dia, Jair Minho.
08:00Mais um pouco e quebrava o ovo.
08:03O que houve?
08:06É que eu fiz uma coisa errada e não fica brava se eu contar.
08:12Não.
08:13O que foi?
08:15Botei um ovo.
08:19O quê?
08:20Sim, olha.
08:22Tá aqui, ó.
08:23O que você está falando?
08:26Ai, meu filhinho.
08:29Olha, você pode me explicar isso?
08:32Não.
08:33O que acontece é que o Chaves trouxe esse ovo.
08:36Sim.
08:37E me deixou cuidando dele enquanto foi perguntar a galinha se podia comer o ovo.
08:43Então eu achei que ia ser o Chaves trouxe esse ovo.
08:45Não, não, não, não.
08:45Não, não, não.
08:45Espera, espera.
08:47Foi perguntar pra galinha se podia comer o ovo.
08:51Sim, e o Jair Minho vai me levar no Museu do Ipiranga pra perguntar pro Dom Pedro se me empresta
08:55o cavalo.
08:57Chaves.
08:57Não, não, não, não, não, não.
09:00Não.
09:00Ao Dom Pedro, não.
09:01A estátua de Dom Pedro II.
09:04E é só uma forma de dizer...
09:06Eu não tenho tempo de escutar bobagens.
09:09Nem eu, tampouco.
09:15Jair Minho, me empresta um pouco o seu martelo, um pouquinho.
09:19Está louco, Chaves?
09:21O martelo é para trabalhar, não para brincar.
09:24Mas eu não quero para brincar.
09:26Então?
09:27Para bater na chiquinha.
09:29Ah, bom.
09:29Valeu, obrigado.
09:30Não, o que é isso?
09:31Me dá isso aqui, Chaves.
09:33Como para bater na chiquinha?
09:35Mas é claro, Jair Minho, você não vê que ela roubou o ovo que eu ia comer?
09:39Ah, olha...
09:41Ah...
09:42Olha, Chaves, eu tenho que levar esses sapatos ao número 37.
09:48Mas logo eu te explico como resolver a coisa, tá?
09:52Mas uma coisa eu quero que não se esqueça.
09:55O quê?
09:55A vingança nunca é plena.
09:59Mata a alma e envenena.
10:01Entendeu?
10:02Sim.
10:05Então, é...
10:09Só para o caso de você não haver entendido muito bem, né?
10:17Trapaceiro!
10:19Trapaceiro?
10:19Eu?
10:19Por quê?
10:20Porque o danado do ovo estava podreio.
10:23Então a galinha é que foi trapaceiro.
10:26Por que ela é que botou um ovo podre?
10:30Ai, Chaves, o que você tem de burro?
10:32Você tem de burro!
10:34E ainda por cima me xinga.
10:37Ai, Chaves, eu...
10:37Olha, você vai ver só uma coisa.
10:39Onde é que tá?
10:39Tá querendo o quê?
10:40Tá aqui, ó.
10:41Ai, não, Chaves, não!
10:42Chaves, não!
10:44Olha aqui, Chiquinha, eu só não te bato porque a gança nunca se envenena, viu?
10:48Porque...
10:49Ah, você entendeu, tá bom?
10:50É.
10:51A vingança nunca é plena, mata alma e envenena.
10:56Ah, você conhecia a gança?
10:58Uh, já!
10:59Ah, sei.
11:01Olha aqui, Chiquinha, da próxima vez eu é que vou começar a encrenca para que você não possa se vingar
11:06de mim, tá?
11:26Viu?
11:27Viu o que você fez?
11:29Foi sem querer querendo.
11:31Ai.
11:32Ai.
11:34Ai, anotaram a chapa.
11:36Foi o Chaves que jogou.
11:37Não se intrometa, Chiquinha, olha aqui, seu barrigado, isso é mentira, tudo mentira, não foi nada disso.
11:43Tudo mentira, tudo mentira, tudo mentira, você não é mentira, não é mentira, não é mentira, seu barrigado.
11:50Por quê?
11:53O que disse?
11:54Me escapuliu.
11:56Quem escapuliu?
11:57Olha, cale-se e me ajude a levantar.
11:59Não dá pra ajudar, não temos guindaste.
12:02Ai.
12:05Ai.
12:08Com licencinha.
12:10Que coisa.
12:11Vem, vem aqui, eu ajudo, eu ajudo.
12:13Sai, me deixe em paz.
12:14Melhor pegar a minha pasta.
12:18Tinha que ser o Chaves de novo, como não?
12:20Toda vez que eu chego aqui na vila, você me recebe com uma pancada.
12:24Ah, mas vai chegar o dia.
12:26Vai chegar o dia que eu vou me cansar e vou me vingar.
12:29E então se...
12:30Não, não, não, não, não, a vingança nunca é plena.
12:32Mata a alma e envenena.
12:37O que disse?
12:38A vingança nunca é plena.
12:41Mata a alma e envenena.
12:43Isso, isso, isso, isso.
12:45Tem razão, Chaves.
12:49Ah, Chaves, você sabe se o Jaime está em casa, por acaso?
12:53Não está.
12:54Ah, muito obrigado.
12:56Alto!
12:57Gordo!
12:58Não, não, não, desculpe, desculpe.
13:02Como vai, Sr. Barriga?
13:03O senhor veio cobrar o aluguel?
13:07Exatamente.
13:08Mas eu tenho uma ótima notícia.
13:10Notícia, olha, eu já estou trabalhando.
13:13Ah, estou vendo que você está trabalhando agora de sapateiro.
13:17Não, ele está jogando beisebol, você não está vendo?
13:20Ah, não preste atenção nesse barriga, Sr. Tonto.
13:23Não, não, não, não liga para o tonto, Sr. Barriga.
13:29Quer que eu troque as solas dos seus sapatos?
13:32Não, eu os estreei a semana passada.
13:35Ah, é?
13:36Deixa eu ver.
13:38Hum.
13:40Quanto pagou por eles?
13:41Nada, foi presente.
13:43Mas saiu caro.
13:45Bom, mas isso não importa.
13:48Em dez minutos eu troco a sola.
13:50Você não ouviu que eu estreei os sapatos a semana passada?
13:53Como é que podia gastar a sola do sapato em uma semana apenas?
13:57Com o peso do Sr. e Sr. Barriga, elas gastam em um dia.
14:01É?
14:02É verdade.
14:03Em vez de sapatos, você tem que usar botas de concreto.
14:09Essa é muito boa.
14:11Essa é boa.
14:12Botas de concreto, umas botonas.
14:18Chiquinha.
14:18Eu.
14:19E você também, Chaves.
14:21Parece que tiraram o dia para pegar na barriga do Sr. Pé.
14:25O quê?
14:26Não, não, não.
14:29Deixe em paz o meu cliente.
14:30Cliente nenhum.
14:31Não quero que faça nada nos meus sapatos.
14:34Não vou trocar as solas.
14:35Fique sabendo que esse sapato tem um buracão.
14:39Você está louca.
14:41Quanto quer apostar?
14:43O que quiser.
14:44O que quiser.
14:46Vamos ver.
14:46Quero ver.
14:47Vamos ver.
14:47Cadê o furo?
14:48Onde está o buraco?
14:49Vai, vai.
14:49Olha só o buraco.
14:51Se não como põe o pé.
14:55Essa foi muito boa.
14:56Essa foi melhor do que a outra.
14:58Se não como põe o pé.
15:04Chiquinha.
15:05Eu.
15:06Fora daqui.
15:07Ah, não.
15:08Eu só estou brincando.
15:09Fora daqui.
15:10Mas eu só estou...
15:11Fora.
15:11Fora.
15:12Fora.
15:12Fora.
15:13Fora.
15:14Fora.
15:14Fora.
15:14Fora.
15:15Fora.
15:15Fora.
15:17Fora.
15:21Então vai ser mesmo sapateiro.
15:22Não.
15:23Ele está jogando beisebol.
15:25Ah, não ligue para ele.
15:27Já sei.
15:29Então...
15:31Trocamos a barriga, senhor Sola.
15:34O quê?
15:34Não, não, não.
15:35Digo, é...
15:36Trocamos a...
15:37Aí é melhor não dizer nada e me paga o aluguel.
15:39Anda.
15:40Seu barriga.
15:41Se o senhor é o primeiro a não querer me dar algum trabalho,
15:46de onde eu vou tirar dinheiro para lhe pagar o aluguel?
15:49Esse problema é seu.
15:50E me escute bem.
15:51Ou pago o aluguel, ou te boto para fora da vila.
15:55A vingança nunca é plena.
15:56A mata a alma e envenena.
16:03Jaiminho.
16:05Poderia trocar a sola dos meus sapatos?
16:08Ah, o senhor barriga...
16:10Sim, fala que sim, seu bobo.
16:12Aí está, Jaiminho.
16:13Eu volto já.
16:14Eu vou ver se cobro o aluguel das outras casas.
16:21Viu só isso?
16:22Nem sequer me perguntou quanto eu ia cobrar.
16:26Viu só?
16:27Pois é.
16:28Não, mas é que eu tenho que dizer.
16:31Eu...
16:31Eu volto já.
16:33Ah, e tome conta dessas coisas, entendeu?
16:37Sim, sim, sim.
16:38E principalmente dos sapatos do senhor barriga.
16:41Não tire os olhos deles, está entendendo?
16:43E os...
16:44Os sapatos têm olhos?
16:46Ai, Chavinho.
16:48Os seus olhos.
16:50Os seus olhos.
16:51Os seus.
16:52Não tire os seus olhos de cima dos sapatos.
16:55Entendeu?
16:56Eu volto já.
16:59Hum...
17:01Hum...
17:02Hum...
17:04Hum...
17:05Hum...
17:05Hum...
17:05Hum...
17:07Hum...
17:08Hum...
17:08Hum...
17:08Hum...
17:09Hum...
17:13Hum...
17:14O que está fazendo, Chaves?
17:16Hum...
17:17É que o Jaiminho pediu para não tirar os olhos de cima desses sapatos.
17:22Hum...
17:23Hum...
17:23Hum...
17:23Não, Chaves.
17:24Se o Jaiminho disse para que não tirasse os olhos de cima desses sapatos, quis dizer que
17:29os vigiasse muito bem.
17:30Não que ficasse assim, porque não tem lógico que alguém...
17:34Hum...
17:35Hum...
17:36Hum...
17:36Hum...
17:37Hum...
17:38Hum...
17:38Em outras palavras, o Jaiminho usou de uma metáfora.
17:41Usou o quê?
17:43Uma metáfora.
17:44Você não sabe o que é uma metáfora?
17:46Ah...
17:46Mulher do semáforo.
17:48Hum...
17:48Hum...
17:48Não, Chaves.
17:49Olha...
17:50Metáfora é uma figura de linguagem com a qual se transfere o sentido de uma palavra
17:54a outra, mediante uma comparação mental.
17:59Olha, por exemplo, quando se diz que uma moça completou 15 primaveras, queremos dizer que
18:04completou 15 anos, entendeu?
18:06Não.
18:08É...
18:09É...
18:10É muito fácil, Chaves, eu estou substituindo a palavra anos pela palavra primavera, ou seja,
18:19eu usei a palavra primavera em lugar da palavra anos.
18:22É, claro, claro.
18:39Ah...
18:40O que você disse?
18:41Uma metáfora.
18:45Mas...
18:46Mas não fica bravo, professor, porque a vingança nunca é plena, mata alma e envenena.
18:52Ah...
18:55Claro, claro.
19:01Que coisa, Chaves, que coisa.
19:05Acredite...
19:05O seu barriga vai me pagar pelo conserto muito mais do que eu pensava em me cobrar.
19:11Ah, que bom, que bom.
19:13Sim, sim, sim, mas antes eu vou terminar esses sapatos que me trouxeram com bastante antecedência.
19:21Ah, sim, sim.
19:21Esses sapatos...
19:23Sim, sim.
19:30É...
19:37Ah...
19:38Tá, tá, tá, tá, tá.
19:43Acabando com as flores que eu trouxe para a dona Florinda, ah?
19:47Bom, essa eu não entendi.
19:49E além de tudo, hipócrita.
19:51Nossa, eu...
19:53Não, não, eu...
19:53Aí está a droga do sapato.
19:58Chaves.
19:59O que?
19:59Você pode me explicar o que foi que aconteceu?
20:02Não.
20:04Eu suspeitava.
20:06Bom...
20:07É...
20:08É...
20:09É...
20:09É...
20:09É...
20:09Chachaminho.
20:11Eu volto já.
20:12Eu vou...
20:12Eu já volto, tá bom?
20:24E o Jaime e o carteiro?
20:26Ele foi até em casa.
20:28Ah, que bom.
20:29Deixou de arrumar meus sapatos, sabendo que eu tinha pressa, e foi para casa.
20:35O que acha disso?
20:39Bom, fala alguma coisa.
20:41Bola.
20:42O quê?
20:44E ele deu bola para os seus sapatos.
20:48Ah...
20:49Bom, eu pensei que...
20:51É...
20:52Porque muitas vezes me...
20:53Ah...
20:54No outro dia...
20:57Esquece, Chaves.
20:59Sempre que eu falo com você, acabo me embolando todo.
21:02Eu é que levo a culpa.
21:05Chaves.
21:06Sabe se o Jaime já terminou de consertar as botas da minha biscavó?
21:10Eu cheguei primeiro.
21:12O que estava me dizendo?
21:14Bola.
21:15Não.
21:16Graxa.
21:17Não.
21:17Gordura.
21:18Também não.
21:20E fiquem quietos, depois eu volto.
21:26E aí, alguma novidade?
21:29Sim, sim, Jaime, minha bisavó perguntou se terminou de consertar as botas dela e quer
21:33que fiquem como novas.
21:35Já tá.
21:35Deixa eu ver, deixa eu ver.
21:37Deixa eu ver como...
21:38Como andam...
21:40As botas?
21:41Sim.
21:42Andam com o pé?
21:43E só quando são calçadas por alguém, é claro.
21:46Como andam maltratadas.
21:49Ah...
21:49Ah, olha.
21:51Estas são da velha Matusquela?
21:53Ah...
21:54Digo, das frutas...
21:56Da sua formosíssima bisavó?
21:59Sim, são dela.
22:01E diz que quer que fiquem novas.
22:03Me recomendou muito por questão de couro muito bom.
22:07De um couro muito bom?
22:09Uhum.
22:10Então ainda dá no couro aquela velhota, é?
22:12É, bom.
22:14Bom.
22:30Muito bem, Charles.
22:32Muito bem.
22:34Se você continuar assim, em pouco tempo vai dominar o ofício de sapateiro.
22:40Uhum.
22:40Sim.
22:43Escuta, Jaiminho, como é que eu faço pra passar a graxa debaixo dos cadarços?
22:48Ah, você tem que colocar a língua pra fora.
22:51Hum...
22:52O quê?
22:53Tem que colocar a língua pra fora.
22:56Ah...
22:57Ah, não, Charles.
22:59A língua do sapato.
23:01Olha essa.
23:01Ah...
23:02Essa.
23:05Olha, Chavinho.
23:06Eu.
23:07Que tal se em lugar de me ajudar, você fosse brincar um pouco?
23:11Mas eu quero aprender o ofício de sapateiro.
23:15Bom, sim.
23:16Mas é melhor nós deixarmos as lições para depois.
23:19Um pouquinho de trabalho e um pouquinho de diversão.
23:23Isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso.
23:36Ah, Chavis.
23:38Chavis, você não viu onde eu deixei a caixa de tachinhas?
23:47Ah, Chavis.
23:48Quem foi que disse que as tachinhas são para brincar?
23:52Mas você falou que era pra eu brincar.
23:54Mas não com as tachinhas, Chavinho.
23:58É...
23:59Recolha imediatamente tudo isso e traz pra cá.
24:02Tá bom, vai.
24:04Mas eu devo merecer mesmo.
24:07Quando não é uma coisa, é outra.
24:10Tem alguma coisa, Jaiminho?
24:13Tudo.
24:13Tudo é comigo.
24:15O seu barriga deixou seus sapatos para arrumar.
24:19E justo agora eu não posso começar.
24:22Ai, Deus do céu.
24:24Por acaso, será que o seu barriga já voltou?
24:27Já.
24:28Está cobrando o aluguel das outras casas.
24:31Ah, não.
24:33Mas eu vou ter que dar uma explicação e dizer que...
24:38E você termine logo com tudo isso, hein?
24:40Tá bom, eu estou fazendo isso.
24:42Deus do céu.
24:42Já vai.
24:44E tudo isso por sua culpa, Chavis?
24:46Culpa do quê?
24:48Culpa do quê?
24:49Pois você não viu a cara que o Jaiminho estava?
24:52E que culpa eu tenho dele ter nascido feio?
24:56Grosseiro.
25:00Me bateu?
25:01Sim.
25:01E na minha presença?
25:05Sim.
25:05E vou voltar a bater.
25:07Quero só ver.
25:10Já voltou a me bater?
25:12Sim.
25:12E contra a minha vontade?
25:15Sim.
25:16E vou voltar a bater todas as vezes que eu quiser.
25:19Então vem, vem se tem coragem.
25:22É, pelo jeito você tem coragem mesmo, né?
25:26Mas quer saber de uma coisa, Chiquinha?
25:29Agradeça que a vingança não é a irmã da Madalena e nem a gança é da...
25:34Ah, bom, você entendeu, né?
25:36E olha porque senão eu te agagava e te punha isso aqui, ó.
25:39Que, que, que, que, que.
25:40Chavis, está derrubando as taxinhas.
25:44Tudo por sua culpa.
25:46Por minha culpa.
25:48Por sua culpa e pode pegar se não quiser que eu te bata de novo.
25:52É o que eu vou fazer.
25:54Ai, é tão difícil educar esse menino.
26:13Ai...
26:14Seu barriga, eu garanto que eu vou falar para o senhor.
26:17Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai.
26:20E qual foi o problema, hein?
26:21Ele está pisando nas taxinhas que o Chave derrubou.
26:23Chave, você também.
26:25Não, não, não, não, senhor Reni, eu já disse que eu...
26:29Calma, calma, perdoa, seu barriga, perdoa.
26:32Deixa eu ver.
26:33Ai, ai, o que foi?
26:36Ai, o que foi?
26:37Espera, espera, espera, seu barriga, espera.
26:40Espera.
26:41Calma, seu barriga. Calma, calma.
26:44Aqui está. Estava faltando um som.
27:05O que está fazendo?
27:07Eu estou ajudando o Jaiminho.
27:11Cuidado para não morrer de tão cansado.
27:13O mesmo digo eu.
27:15Sabe, eu estava reparando que os meus sapatos são piores do que eu pensava.
27:21O quê? O que você quer dizer?
27:23Que eles fizeram eles trocados.
27:25Como fizeram eles trocados?
27:27É assim, olha aqui. O sapato direito está no pé esquerdo.
27:34Isso não quer dizer que os sapatos foram feitos trocados.
27:37Então quer dizer o quê?
27:37Que o que trocaram foram suas pernas.
27:41Calma, calma, meninos. Quietos, quietos, quietos.
27:45Chavinho, por que você não põe esse sapato no pé direito?
27:49Porque eu não tenho pé direito.
27:52Ah, como não tem pé direito?
27:55Não, os dois são errados. Olha aí, olha.
27:58Por isso anda feito burro cansado.
28:01O quê? O quê? O quê? O quê? O quê?
28:03Calma, meninos, calma.
28:05Chiquinha.
28:07E é só isso que tem os seus sapatos?
28:11Bom, eu acho que sim.
28:13Não, ainda tem uma coisa. Ainda tem uma coisa que me incomoda.
28:16Que incomoda? Provavelmente estão pequenos.
28:19Que número você calça?
28:21Bom, eu calço 21, mas eu acho que o número que eu uso deve ser 25.
28:26É mesmo, é? E por quê?
28:28É que o 21 me aperta muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito.
28:33É, mas tem uma coisa, Jaime, tem uma coisa que me dói mais ainda.
28:37Eu acho que tem uma pedrinha no meu sapato.
28:39Ah, é? Vamos ver, deixa eu ver. Deixa eu ver.
28:45É, isso. Vamos ver se você disse uma pedrinha no sapato.
28:52Isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso.
29:02Ah, hum.
29:05Como vai, Jaime?
29:07Olá, senhor professor Girafales.
29:11O que o senhor conta de novo, além de vir visitar sempre a velha rabugenta?
29:17Como disse?
29:19A dona Florinda.
29:21Mas você chamou a dona Florinda de velha rabugenta.
29:24Eu? Não.
29:26É o Chaves que sempre brinca com isso.
29:29E eu o quê?
29:30Sim, você.
29:31E te proíbo que de agora em diante você a chame assim.
29:35Não, mas dessa vez não fui eu, meu.
29:36Já cheguei eu.
29:39O que o senhor dizia?
29:41Bem, eu dizia, Jaime, que desta vez, além de visitar a dona Florinda, eu vim visitar o senhor.
29:48O senhor veio ver a mim?
29:51Bem, aos dois, a dona Florinda e ao senhor.
29:54Mas, mas o senhor só trouxe um ramo de flores.
29:57Tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá.
30:01Cale-se, Chaves.
30:03Se eu vim ver o Jaime, foi por causa do seu novo trabalho de sapateiro.
30:08Jaime, você vai ver que uma das minhas botas range quando eu caminho.
30:13Olha.
30:13Vamos ver.
30:19Ah, mas não é que é verdade?
30:22E ela range sempre?
30:24Não, é só quando eu ando.
30:26Ah, menos mal.
30:29Menos mal.
30:36Bom, então, então, vamos ver.
30:39Vamos ver.
30:40Com licença.
30:41Chaves, coloque isso por aí.
30:43Uhum.
30:44Sim.
30:44Me dá essa sua bota aí.
30:47Vamos.
30:50Tá meio apertadinha essa bota, hein?
30:53É, é, sei.
30:55Ah, puxa, ajudante, me dê uma mão.
30:59Tudo bem.
31:01Não, filho, me ajude a tirar essa bota.
31:05É, sim.
31:06Ah, quer dizer que você também repara?
31:09Eu não reparo nada.
31:11Se sabe reparar sapatos.
31:13É bom saber.
31:15Eu ajudo o Jaime e também aprendo trabalho.
31:18E são 50 centavos por dia.
31:24Jaiminho, você não acha que é muito pouco 50 centavos por dia para o seu ajudante?
31:30Não, não.
31:30Os 50 centavos ele não me paga por ajudar, mas me cobra para me ensinar.
31:38Bom, mas lhe cobraria muito mais na Universidade de Sapateiros de Londres, não?
31:46Vamos, puxando todos ao mesmo tempo.
31:49Assim, vamos, vamos lá.
31:50Um, dois, três.
31:53Não deu certo.
31:55Não é assim que se tira uma bota.
31:56Então, como é que se tira?
31:58Ora, Chaves, você monta aí na minha perna.
32:02Sim.
32:02Não, não, não, não, não.
32:03Do outro lado.
32:04Agora puxa a bota.
32:06Sim, sim.
32:07Pronto?
32:07Sim, sim.
32:08Um, dois, três.
32:17Tinha que ser o Chaves de novo.
32:19Foi tudo culpa do professor Girafales.
32:24Olha aqui, Chaves.
32:25Olha aqui, Chaves.
32:26Não diga mentiras.
32:28Bom, seu Barriga, não foi exatamente uma mentira.
32:32Quer dizer, então, que o empurrou mesmo?
32:34Bem, sim.
32:36Eu empurrei com o pé.
32:38Com o pé?
32:39Sim, é que o Chaves...
32:41Então é assim que você exerce atividade de mestre da escola?
32:46Não, espere.
32:47Eu explico.
32:47Abusando e tratando a tapas inocentes criaturas que têm por desgraça cair nas suas mãos?
32:53Senhor Barriga.
32:54Senhor Umaova.
32:56Está bem.
32:57Senhor Umaova.
32:59Hã?
32:59Você está entendendo errado.
33:02Quem é Senhor Umaova?
33:04Pois se você mesmo disse...
33:06Olha, não enrola, professor.
33:08Sabe muito bem o que eu quis dizer.
33:10Uma metáfora.
33:12Ai, Chaves, não diga palavrões.
33:15E eu que pensava que você fosse um grande pedagogo.
33:19Ai, outro palavrão.
33:22Jairinho, não.
33:24A palavra pedagogo não é nenhum palavrão.
33:27Ah, não?
33:27Claro que não.
33:29Na verdade, quase todos nós que somos professores somos pedagogos.
33:32Pois é.
33:34Não é à toa que eu não sugiro todas essas greves e todas essas coisas.
33:38Sim.
33:39Jairinho, eu tenho a impressão de que você não tem a menor ideia do que nós estamos falando.
33:43Concordo, professor.
33:44Porque a palavra metáfora também não é nenhum palavrão.
33:48Também não?
33:49Não.
33:49Não.
33:50É uma palavra que se usa no lugar de outra.
33:53Ah, não diga bobagem, menino.
33:57Também não é nenhuma bobagem.
34:00Ao contrário.
34:01O Chaves está demonstrando que aprendeu perfeitamente a lição que eu lhe dei.
34:06Metáfora é usar uma palavra por outra, mas fazendo com que o sentido não se perca.
34:11E seja o mesmo.
34:12Por exemplo, ao invés de dizer professor girafales, a gente diz mestre linguiça.
34:18Exato.
34:19Tá, tá, tá, tá, tá.
34:23Espere, espere, professor.
34:25Não adianta ficar bravo.
34:27Porque esse é o resultado por tratar seus alunos à base de tapas e empurrões.
34:32Já chega, seu barriga.
34:34O que aconteceu foi que o Chaves estava me ajudando a tirar a bota.
34:44Já viram isso?
34:45O professor girafales tem meias com ar-condicionado.
34:52Professor girafales, que milagre o senhor por aqui.
34:54Vim lhe trazer este humilde presente.
34:57Vamos entrar para tomar uma xícara de café.
34:59Não será muito incômodo, de modo algum.
35:02Entre depois da senhora.
35:03Com licença.
35:04Ah, não, senhor professor girafales.
35:06Não íamos arrumar o seu sapato?
35:08Primeiro vai tentar costurar a meia.
35:11E você, quieta.
35:13E o senhor...
35:15Vamos arrumar a barriga, seu sapato?
35:18Ah, não, aqui só...
35:19O quê?
35:20Digo, vamos arrumar o sapato.
35:22Não, não, obrigado.
35:23Já fez o favor de arrumar meus sapatos outro dia.
35:26Ah, melhor dizendo, fingiu arrumar, porque meus sapatos estavam em perfeito estado.
35:32Mas você já andou com os sapatos colocados, não é verdade?
35:35Pois é, claro.
35:36Ah, imagina como eles devem ter ficado os inocentes sapatos.
35:42Bom, é só imaginar.
35:44É como se obrigasse o senhor a carregar 200 toneladas de chubo em cima.
35:48Você também podia imaginar como...
35:50Já chega!
35:51Não quero continuar ouvindo bobagens.
35:53Olha, seu barriga, o senhor me prometeu que o senhor ia...
35:58Javinho, me ajuda a arrumar os meus sapatos?
36:01Não, porque eu estou apenas começando a aprender a pregar as tachinhas.
36:06Ah, e por que você não usa cola tudo?
36:08Isso, isso, cada cola.
36:10Ai, eu não sei.
36:11Olha, o professor Girafales deixou o ramalhete que trouxe para a dona Florinda na cola.
36:16É mesmo, é.
36:35Olha só, Chavinho, aqui está o leite que eu prometi a você.
36:38Um copo de leite para você e o outro para...
36:42Escuta, Chavis, não é assim que se conserta sapato.
36:45Por que não?
36:46Ai, não sei, mas eu nunca vi o Jairinho fazer desse jeito.
36:52Viu só, Chavis?
36:54Eu te disse que não era assim que se fazia isso.
36:56E claro que não, Chavis.
36:58E faz com esta ferramenta aqui.
37:00Isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso.
37:02Chavis, agora vê se faz direitinho.
37:05Bom, o seu leite está aí, Chavis.
37:06Eu já volto.
37:07Sim.
37:14Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai,
37:18ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai.
37:18O que foi?
37:19Você deu uma martenada no meu sapato.
37:21E o que tem?
37:23Como o que é que tem?
37:24Ele não te fez nada.
37:25Agora me dá ele aqui.
37:26Me solta!
37:29Pois pode levar ele embora.
37:30Eu não ligo a mínima para o teu sapato.
37:32Eu tenho vários para arrumar, viu?
37:36O que está procurando, Chaves?
37:37Nas taxinhas.
37:39Ai, pois estão no seu nariz.
37:45Para de me alugar, Chiquinha.
37:47As taxinhas estão aqui.
37:48Ah, isso eu já sei.
37:49Me empresta para arrumar meu sapato.
37:50Não te empresto nada.
37:51Olha aqui, você é menina,
37:53aí as meninas não sabem usar taxinhas como sapateiro.
37:56Então me empresta a cola.
37:57Está aí a cola.
37:58Obrigada.
38:00Isto é leite.
38:02Bom, qualquer um pode errar, não é?
38:05Qualquer um, não.
38:07Só erram aquelas pessoas burras como você.
38:10Mas eu não sou burro.
38:11São os burros que não sabem fazer as coisas.
38:13Olha aqui, você está muito enganada, Chiquinha.
38:16Porque eu sei sim, como sapateiro usa as taxinhas, viu?
38:18Olha aqui, eles pegam um punhado de taxinhas, assim.
38:22E aí eles pegam as taxinhas e põem na boca.
38:25Ah, isso é verdade, porque o Jaiminho faz...
38:34O que, o que que...
38:36Vai para a igreja se confessar, porque faz tempo que...
38:39Não?
38:40Fala com mímica, então o que é?
38:43Tanto fome, coitadinho.
38:45Não, não estou entendendo.
38:47Tadinhas, na boca.
38:49Engole.
38:50Engoleu as taxinhas, Chaves.
38:52O leite.
38:54Toma leite, Chaves.
38:56Toma leite, meu Deus.
38:57Toma muito leite.
38:58Até perceber que todas as taxinhas desceram.
39:03Não, não, não, Jaiminho.
39:05Não insista.
39:06Eu já disse que não quero que mexa nos meus sapatos.
39:09Pelo menos, deixa eu passar uma graxa.
39:12Ah, eu sim.
39:13Eu quero que engraxe os meus sapatos.
39:16De verdade?
39:16Sim, eu quero saber como é sentir o roçar das suas mãos sobre a pele do meu sapato.
39:25Bom, então faz favor de se sentar.
39:28Pois não, obrigada.
39:30Mas, Jaiminho, deixa eu dizer antes que eu...
39:32Não me faça perder tempo.
39:34Em vez disso, me passe meus instrumentos de trabalho.
39:37Mas o que eu quero dizer é que...
39:39Não me faça perder tempo e me passe minhas ferramentas de trabalho.
39:43Espera, espera, espera.
39:44O que foi?
39:46Não sei, mas sinto que a minha roupa está molhada.
39:49Tão grandona e ainda não sabe correr para o banheiro.
39:52Não, mas eu...
39:55Olha só isso.
39:57Essas crianças...
39:59Deixa eu ver.
40:00E agora?
40:02Isso aqui é cola.
40:04Essas crianças saíram derramando cola por toda a parte.
40:08E vai dizer isso para mim que ainda não consegui dar a dona Florinda este ramo de flores?
40:13Olha, olha.
40:19O que vocês estão pensando?
40:22Cola não é brincadeira.
40:24Mas nós não acabamos com a cola.
40:26Aí ficou um pouco.
40:28Isso?
40:29É.
40:31Ah, isso é leite.
40:34Ah, então a cola ficou com o...
40:40Chaves!
40:44Ah, não, isso não vai ficar assim.
40:48Você vai ver.
40:49Ah, ah, ah, a vingança nunca é plena.
40:54Mata a alma e venena.
40:56Ah, não, isso não vai ficar assim.
41:00Ah, não, isso não vai ficar assim.
41:25Legenda por Sônia Ruberti
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