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  • há 7 semanas
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NALDO'S BAR
O Ponto de Encontro dos Acólitos
Avenida Antônio Emmerich, nº 1.589, Vila Cascatinha, São Vicente

Categoria

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Notícias
Transcrição
00:08O programa está oficialmente aberto hoje, dia 20 de fevereiro de 2026.
00:15Você está no canal Cuesta Verde, jornalismo de verdade.
00:23Você gostaria de ter um bar? Sim, de ser o dono de um boteco?
00:27Ou para você que já é do ramo, apenas mudar de endereço?
00:32Talvez adquirir mais um estabelecimento gastronômico para o seu império?
00:37Bem, o Naldos Bar está à venda.
00:40Sim, o meu amigo Naldo quer se aposentar e por isso está vendendo o seu bar.
00:44Bar que fique um ponto privilegiado, na divisa entre Santos e São Vicente, junto aos tambores.
00:51Com um detalhe, por se tratar de um estabelecimento tradicional,
00:55você estará adquirindo mais do que um bar, estará adquirindo uma história.
01:00Logo, entre em contato com o Cuesta, que eu faço o meio de campo entre você e o Naldo,
01:05ou vá diretamente lá, sendo que o contato do Cuesta e o endereço do Naldos Bar estão na descrição.
01:12É isso aí, gente.
01:15Vamos lá, porque hoje é sexta, sim, sexta-feira, dia de fazer o quê?
01:24Não fazer nada.
01:26Depois do trabalho, claro.
01:29Ou melhor, fazer alguma coisa.
01:31Tomar uma geladinha até o sol raiar.
01:35Dito isto, livro de oração em mãos, quem não tiver mãos, em posição de prece e muito respeito,
01:42que respeito é bom e a divindade gosta.
01:45Página 70.
01:47Oração ao Senhor.
01:51Ó Senhor, é o cantare, fonte de todas as luzes, de todas as forças, de todas as sabedorias, de todos
01:59os amores.
02:00Dá-nos a luz, dá-nos a força, dá-nos a sabedoria, dá-nos o amor.
02:07Ó Senhor, nosso Pai, protege a terra, planeta, do amor.
02:13Protegem-nos de todos os males, dá-nos o futuro.
02:16Ó Senhor, muito obrigado por nos dar à luz.
02:20Agradecemos de coração.
02:28Eu peço a nosso Senhor Elcantare que, por favor, não permita que justiça alguma ocorra durante este programa.
02:37Muito obrigado.
02:41É isso aí, gente.
02:44Regressamos ao quadro, acredite-se quiser, sim, o quadro mais libidinoso do Cuesta.
02:51E vamos hoje para a questão empresarial.
02:56Ou melhor, nos manteremos dentro dessa vertente empresarial,
03:03porque ainda estamos tratando da operação de um anfitrião.
03:11E é um negócio curioso, porque isso é um universal.
03:16A administração de uma empresa é universal.
03:20Por mais que os caras queiram...
03:23Que o negócio mude, que eles queiram falar que existe sistema assim, assado, não.
03:30Empresa é o quê?
03:32Oferta e procura.
03:34E entre a oferta e a procura estão os funcionários, está a gestão dos funcionários.
03:41E aí depois nós vamos para o antes da oferta, que seria obter o produto,
03:48e depois da oferta, que é o pós-venda.
03:51Então é um negócio muito interessante isso.
03:54E eu quero só entrar num outro ponto aqui,
04:00que vai ao encontro do que trataremos hoje,
04:03porque nós estamos tendo, principalmente ao que eu vejo em Santos,
04:08isso é um fenômeno de ordem nacional.
04:11Contudo, eu vou falar baseado na minha realidade,
04:14que eu converso muito com os empresários, o Naldo, vários empresários de Santos,
04:19se eu tenho um diálogo muito bom com eles,
04:21pelo fato de eu ter trabalhado, quando publicitário, com muitos empresários,
04:25então eu sei me comunicar com eles.
04:27E o que é um consenso entre eles?
04:31Eu não estou dando a minha opinião aqui.
04:36Depois eu até dou, mas o que é um consenso entre eles?
04:40A questão é a seguinte,
04:42o comércio, principalmente em Santos,
04:44levou uma pancada muito forte de algo chamado Bolsa Família.
04:51Bolsa Família.
04:53E aqui eu vou aproveitar para dar a minha opinião.
04:55Eu não sou contra a assistência.
04:57Ninguém pode ser abandonado por um Estado,
04:59que é sustentado, inclusive, pelos impostos que são extorquidos da própria pessoa.
05:04Já que o Estado faz o papel de bandido,
05:09de tomar o dinheiro do cidadão,
05:12ele tem a função de assistir ao cidadão no momento de dificuldade.
05:18Eu não sou contra isso.
05:21Nem lá no Sul, quando teve enchente e tal,
05:24o pessoal precisou de ajuda, eu não sou contra.
05:26O que eu sou contra é você pegar um cidadão,
05:28que tem duas pernas que funcionam,
05:31dois braços que funcionam,
05:33uma cabeça que serve para alguma coisa,
05:36e ficar dando dinheiro para o cara não fazer nada.
05:39E aí que a bola bate na trave.
05:44Porque o que acontece é o seguinte,
05:46o cidadão, por exemplo, vai num bar procurar um emprego,
05:49ele recebe do Albuça Família,
05:52ele vai procurar,
05:54vai lá, quero emprego.
05:55Aí quando o emprego aperta,
05:57ele fala, não, não.
06:00No caso do Tostão a mais, eu vou fazer isso, não.
06:02Fico com o meu Bolsa Família.
06:04Ou seja,
06:05o P.C.O.S. tem uma frase que todo mundo quer emprego,
06:08mas não quer trabalho.
06:09E é exatamente isso.
06:10Isso é o ponto um da coisa.
06:12Aí nós temos o ponto dois.
06:14O Bolsa Família não é renda,
06:16ele não é distribuição de renda,
06:18ele é uma assistência.
06:20Ou seja, ele tem um tamanho limitado.
06:23Seria para o cara não morrer de fome.
06:25Seria isso.
06:26Então, não é jogado dinheiro no comércio.
06:30Bolsa Família, por mais que tenha gente que receba esse dinheiro,
06:33não entra dinheiro no comércio.
06:35O que entra é uma mixaria.
06:38E o comércio não vai para frente.
06:41Ou seja, nós temos uma população que não produz riqueza,
06:46vivendo as custas de quem produz riqueza,
06:48e essa riqueza começa a ser consumida.
06:55Começa uma autofagia de riqueza, de dinheiro.
07:01É um fenômeno que ocorre por quê?
07:04Por causa do assistencialismo.
07:06Ah, Matheus, e onde vai o grosso desse dinheiro?
07:09Se você é dado uma pafatia mínima,
07:12ué, tivemos um desfile de escola de samba aí,
07:15que homenageou um ladrão, safado, filha da puta,
07:18deram nove milhões de reais
07:20para a escola fazer essa homenagem,
07:22esse showmício antecipado.
07:24A escola caiu.
07:26A pergunta que eu faço,
07:27os nove milhões foram empregados na escola de samba?
07:33Porque a escola caiu.
07:35Será que tinha nove milhões de reais naquela avenida?
07:40Eu não entendo nada disso.
07:43Peço ajuda aos universitários,
07:46como diria Silvio Santos.
07:48Mas vamos ao programa de hoje
07:50e conversaremos mais na sequência.
07:53Em 3 de setembro de 2024,
07:56eu perpetrei um programa ao cunhado de
07:58The Big Bang Fury,
07:59Homens herbívoros japoneses,
08:02tratando de um fenômeno regado com muito leite de soja
08:06que se alastrou entre a juventude nipônica.
08:11E hoje vou tratar de um dos defeitos colaterais dele,
08:15os bares de anfitriões.
08:18O estranho, o bizarro, o inesperado.
08:22Esses são os assuntos que um homem chamado Robert Leroy Ripley
08:27nos desafia em
08:28Acredite Se Quiser.
08:31De volta ao depoimento do Sr. Chinia.
08:34Todavia,
08:36os anfitriões têm uma comissão que muda dependendo das vendas.
08:40Se uma cliente gastar 10 mil ienes,
08:43uma porcentagem que pode ir de 250 mil
08:48a 350 mil ienes irá para o anfitrião.
08:53Sim, ele ganha uma comissãozinha.
08:55E, a partir do momento que exceda 1 milhão de ienes,
08:59a taxa de retorno se altera para 50% ou algo assim.
09:04Pode parecer difícil quando você pensa sobre isso,
09:07mas é uma realidade.
09:09Há clientes que gastam 1 milhão durante a noite.
09:14Sim, isso é um fenômeno que a gente fala,
09:16que tem gente,
09:18quem tem dinheiro,
09:19o cara tirar,
09:20por exemplo, no Japão,
09:221 milhão de ienes,
09:22uma mulher,
09:23que ela vai num bar desse,
09:24tinha tirado a bolsa dela,
09:261 milhão de ienes não é nada.
09:27Não é nada para ela.
09:31Para outras,
09:32tirar 10 ienes,
09:33que também não é nada,
09:35já é alguma coisa.
09:37É um negócio interessante.
09:39Vamos lá.
09:41Se uma cliente gasta 1 milhão de ienes
09:44e vier uma vez por semana,
09:47ele, o anfitrião,
09:48pode se tornar um anfitrião de elite.
09:51É como pegar uma nuvem e encontrar uma cliente
09:54que gasta 1 milhão de ienes por noite,
09:57sem aquilo que o pessoal chama de unicórnio.
09:59Costuma-se dizer que o bar é como uma rua de comércio
10:03e o anfitrião é o dono dessa rua.
10:06Portanto,
10:07o próprio anfitrião pode decidir
10:11como a cliente irá pagar.
10:13Não há problema em permitir que as clientes,
10:15que as clientes pendurem a conta.
10:18Claro,
10:18se a cliente não pagar,
10:19o anfitrião pagará por ela.
10:23Ok?
10:24Esse é outro ponto.
10:25Isso aqui é uma questão administrativa.
10:31O próprio anfitrião pode decidir
10:34como a cliente pagará a conta.
10:37Sim.
10:38Não há problema em permitir que as clientes pendurem a conta.
10:40Ou seja,
10:41aqui é um ponto universal,
10:43que eu chamo dos universais.
10:45Quando eu era moleque,
10:47eu li uma entrevista,
10:48eu não lembro se foi com o Nicolas Cage.
10:52Agora eu não me lembro se foi com ele,
10:53ou se foi com o Russell Crowe.
10:56Ele falou que quando um ator vai fazer um teste para um filme,
11:00não sei o quê,
11:01ele está em uma posição muito vantajosa,
11:04embora não perceba.
11:05Porque o diretor do filme,
11:06ele quer alguém que resolva o problema dele.
11:10Ele quer que um ator,
11:11que é o cara que entra lá,
11:12que tem um marrom brando,
11:13pegue um papel,
11:14que nem o do Dom Corleone,
11:15e um hortalize a coisa.
11:17Porque ele ganha o Oscar.
11:19Embora hoje o Oscar não valha mais nada,
11:21mas na época valia alguma coisa.
11:24Essa é a coisa.
11:27O sonho de todo empresário
11:29é um funcionário quase autossuficiente.
11:34Um cara que não precisa falar com ele,
11:37que resolva as coisas sozinho.
11:39Isso é o sonho de cada funcionário.
11:41E esse é o método empregado
11:43nas bares de afetrião.
11:44É como uma rua de comércio,
11:46e o cliente é uma rua de comércio,
11:49como uma rua de comércio.
11:50O bar e o anfitrião é como o dono da rua,
11:53ou seja, ele que comanda o comércio na rua.
11:56Isso é o sonho de um empresário.
11:59Qualquer empresário,
12:01qualquer área,
12:02ele quer um funcionário que não dê problema,
12:05que não leve problema,
12:08só lhe entregue lucro.
12:11Mas vamos lá, vamos voltar,
12:13e a gente conversa mais sobre isso na sequência.
12:16As garotas que vêm ao bar
12:17estão exaustas de homens velhos
12:20na faixa dos 30 e 40 anos.
12:25Eu fico meio chateado quando escuto isso.
12:29Vamos lá,
12:30as garotas que vêm ao bar
12:31estão exaustas de homens velhos
12:33na faixa dos 30 e 40 anos.
12:35E elas nem querem ver
12:38os anfitriões na casa dos 30.
12:41É por isso que os de 20 e poucos
12:43estão no jogo.
12:44Logo, é um mundo
12:45de vida curta.
12:47Sim, vamos lá.
12:50É questão...
12:51É questão...
12:52É clássica.
12:54Já que você vai pagar,
12:56você quer o melhor.
12:56A mulher vai querer velho pra quê?
12:58Eu vi também uma vez
12:59um filme no Centro Cultural São Paulo
13:01na história de uma gueixa.
13:04A gueixa,
13:05o grande mal dela
13:05é o envelhecimento.
13:06Ninguém quer transar com a gueixa velha.
13:08Ninguém quer uma mulher velha.
13:09Quer uma mulher nova,
13:10novinha,
13:11quer carne nova no pedaço.
13:13Então eu lembro que esse filme
13:14ela cobriu o rosto
13:15e os caras puxavam
13:17o negócio pra ver
13:19o rosto dela.
13:22Até tem aquela fala...
13:24Tinha numa novela aí
13:27que eu lembro que eu vi
13:28um pedaço,
13:29achei interessante,
13:30da Lia,
13:31que era filha do...
13:34É uma das filhas
13:35do sogro de Jacó.
13:37Eu esqueci o nome dele.
13:39E a Lia não casava
13:40porque ela era muito magra
13:42e ele cobriu o rosto dela
13:44porque pra eles não verem
13:45que ela já estava ficando
13:47envelhecendo.
13:48A Joana não era mais
13:49uma menininha.
13:49Ele queria casar a filha,
13:50mas uma mulher muito magra
13:53provavelmente não teria
13:54condição de dar à luz
13:56a filhos
13:57e, consequentemente,
13:58a velhice diminuiria
13:59ainda mais.
14:00Ou seja,
14:01é uma questão reprodutiva
14:02na época.
14:03Era um jogo reprodutivo.
14:04Então tinha dote,
14:05tinha todo...
14:05O casamento sempre foi um jogo
14:07muito complexo.
14:09Não é uma coisa simples.
14:11O pessoal gosta muito
14:12de falar da questão de amor.
14:14Amor é bom,
14:15mas não sustenta uma relação.
14:18Vamos lá.
14:20De volta ao texto
14:21do Sr. Tanaka
14:22e da Sra. Nikaido,
14:24vamos ao modus operandi
14:26dos anfitriões.
14:27Sim,
14:28um anfitrião explica
14:29a técnica de abordagem
14:30por meio das redes sociais.
14:32Em primeiro lugar,
14:34nunca escrevo
14:35anfitrião no meu perfil
14:36porque há uma grande
14:38possibilidade
14:39de que uma mulher
14:40o denuncie ao operador
14:42do aplicativo
14:42e a conta se torne
14:44inutilizável.
14:45Então,
14:46no início,
14:47escondo o meu intento
14:49e,
14:49após umas quatro interações,
14:52passo para outro
14:53aplicativo de mensagens.
14:55Ou seja,
14:57inicialmente,
14:57ele aborda a mulher
14:59no Facebook.
15:00Depois que a relação
15:02se desenvolve,
15:03ele migra
15:04para o WhatsApp.
15:05Ou seja,
15:05é uma escalada.
15:07Ele começa
15:08numa coisa mais genérica.
15:09Depois o papo
15:10vai se estreitando
15:13e vai para o WhatsApp,
15:15que é o nosso canal
15:15mais estreito
15:16de comunicação.
15:18Voltando,
15:19então,
15:19após repetidas
15:20trocas de mensagens
15:22com o consequente
15:24florescimento
15:24de uma amizade,
15:25eu marco um encontro
15:26onde digo
15:27que sou um anfitrião,
15:29dizendo que não gosto
15:30do termo anfitrião,
15:31dizendo que
15:32eu gosto de namorar
15:33e quero sair com ela.
15:35Olha isso.
15:37imagina,
15:38você liga para uma prostituta,
15:39você começa a falar
15:39com uma prostituta,
15:40não gosto de ser chamado
15:41de prostituta,
15:42embora seja uma prostituta.
15:43E vamos sair.
15:45Aí a questão,
15:45eu vou pagar ou não?
15:46Quem é que vai pagar a conta
15:47no final?
15:48Vamos dividir a conta?
15:50A ideia
15:51é fazê-la crer
15:52que não se trata
15:53de um negócio.
15:54Na sequência,
15:55ele a encoraja
15:57a ir ao bar
15:57dizendo palavras
15:59que incentivem.
16:00Por exemplo,
16:01meu objetivo
16:02é ser um bom anfitrião,
16:04é o meu sonho,
16:05e eu ficaria feliz
16:06se pudéssemos
16:07fazer isso juntos.
16:08Ou seja,
16:10ele cria uma relação
16:11de cumplicidade
16:12com a mulher,
16:13pois lhe dará
16:15o privilégio
16:15de fazer parte
16:16do sonho dele
16:17e ela se sentirá
16:19importante.
16:22sim,
16:23pois a cursa
16:24de uns trocados
16:25que gastaria
16:26com qualquer banalidade,
16:27ela transformaria
16:28o sonho dele
16:29em realidade.
16:30Sim,
16:31ele vai aproximando
16:32a mulher dele,
16:33a mulher vai se aproximando,
16:34ela vai fazendo
16:35parte da vida dele.
16:37E isso aí
16:38tem,
16:41isso aí tem
16:44uma coisa
16:45psicológica,
16:47psicológica
16:47porque ele desperta
16:48nela
16:49um instinto
16:50maternal,
16:52uma afeição.
16:54Pô,
16:55o bebê
16:55é só um espumante
16:56aqui,
16:56dá uma força
16:57para ele,
16:58a gente já sai,
17:00é a profissão dele.
17:03É complicado
17:04isso,
17:05porque na cabeça
17:06da mulher
17:06ele vai criando
17:07esse elo,
17:09ou seja,
17:09ele vai manipulando,
17:12ele vai manipulando
17:14a mulher.
17:15estão entendendo?
17:16Ele não pode
17:17se apaixonar
17:18por ela.
17:19Aí é o outro ponto,
17:21às vezes acontece,
17:23às vezes acontece.
17:25Tem um filme
17:26que o Diálen
17:27participa
17:27de um
17:29torturo,
17:30agora eu não lembro
17:30o nome do filme,
17:32depois eu vejo
17:32isso para vocês.
17:34Deixa eu só ver
17:34rápido aqui,
17:36o filme do Diálen,
17:38pegar o nome,
17:39é um filme
17:41interessante,
17:52amante a domicílio,
17:54amante a domicílio
17:55de 2013,
17:55ele é dirigido
17:56pelo próprio,
17:57pelo John
17:58Torturo,
18:01e ele
18:02chamou o Diálen,
18:04e o
18:05John Torturo
18:06ele faz
18:06um
18:08prostituto,
18:09um puto,
18:10e ele começa
18:11a se envolver,
18:13transar com as mulheres,
18:15tudo,
18:15e aí uma por uma
18:16delas ele se apaixona,
18:17ele cria
18:18uma paixão,
18:20e aí tem uma cena
18:21até que é interessante
18:22que ele vai transar
18:23com a Sharon Stone,
18:25ele chega,
18:26eu não consigo,
18:26acho que ele vai tratar,
18:27vai com ela
18:28e com outra mulher,
18:29vai fazer um serviço duplo,
18:31e aí ele fala,
18:32estou apaixonado,
18:33e a mulher se emociona,
18:33ele se apaixonou,
18:35ele se apaixonou,
18:35mulherada tem essa coisa,
18:37é uma coisa,
18:37é um instinto maternal
18:39que a mulher tem com o homem,
18:40depois eu vou tratar
18:41das MILFs futuramente,
18:43mas vamos voltando
18:45ao texto de hoje,
18:46ademais,
18:47desde o início,
18:48os bares
18:48se esforçam
18:49para criar
18:50uma atmosfera divertida,
18:52com móveis luxuosos,
18:53música agradável,
18:55bebida sofisticada,
18:56e anfitriões bonitos,
18:59com vários deles
19:00atendendo as clientes
19:01com uma conversa agradável,
19:03sendo que os anfitriões
19:04não apenas
19:05as ouvem atentamente,
19:07como demonstram
19:08muita empatia
19:10e lisonja,
19:12fazendo um jogo
19:13em que às vezes
19:15provocam,
19:16e às vezes
19:17agem com raiva
19:18ou tristeza,
19:20construindo um elo sentimental
19:21que parece
19:22genuíno,
19:23sim,
19:24é o jogo
19:25da manipulação,
19:26o homem,
19:27como eu falei,
19:28ele não tem,
19:29ele não tem,
19:29o homem,
19:31não tem problema,
19:31não tem problema
19:32em demonstrar
19:33uma certa fragilidade,
19:35uma certa fragilidade,
19:36ele não pode ser um fraco,
19:37ser um frouxo,
19:38que aí a mulher
19:39monta nele,
19:40aí não tem jeito,
19:41contudo,
19:41não tem problema
19:42em mostrar
19:42que ele é humano,
19:44e a mulher
19:45nesse sentido,
19:45nessa coisa afetiva,
19:46ela quer se aproximar,
19:47ela quer suprir
19:48essa carência afetiva dele,
19:51é,
19:52o negócio é
19:54violento,
19:54cara,
19:54é um jogo
19:56muito,
19:56muito louco,
19:59o humor é um jogo
19:59muito louco,
20:01contudo,
20:01as relações entre
20:02anfitriões e clientes
20:04acabam se tornando
20:04complicadas,
20:06complicadas pela
20:07hierarquia dentro do bar
20:09gerada pela rivalidade
20:10entre os clientes,
20:13já que os bares
20:14permitem
20:15as clientes
20:17que escolham
20:18seus anfitriões
20:19ao pagar uma taxa extra,
20:20assim,
20:21é igual a que você vai
20:23no,
20:24no,
20:24no,
20:25no lugar,
20:25tem hambúrguer,
20:27vende hambúrguer,
20:27aí você vê o preço do hambúrguer
20:28e tem essas,
20:30quer uma maionese a mais,
20:30você pagou a taxa extra,
20:33ela escolhe,
20:33aí,
20:34é rivalidade entre a mulherada,
20:36e isso é proposital
20:37pra quê?
20:38A mulherada
20:39abrir a bolsa,
20:40jogar mais dinheiro
20:42no caixa
20:44do bar,
20:46cadê aqui?
20:49E,
20:50enquanto o anfitrião
20:51requerido
20:52não está disponível
20:53para cliente,
20:53os anfitriões assistentes
20:55fazem a sala,
20:56com um detalhe,
20:57as bebidas pedidas
20:59pelos reservas
21:00são adicionadas
21:02às vendas
21:03do titular,
21:04por isso
21:05que é vital
21:05a construção
21:07de boas relações
21:08com os colegas.
21:10Isso aqui
21:11é um ponto
21:12que eu falo sempre,
21:15é,
21:16aqui é um negócio
21:16complicado,
21:17imagina você,
21:19mais jovem,
21:20você que está me assistindo,
21:21tanto homem quanto mulher,
21:22não sei quem está me vendo,
21:23não precisa ser
21:23num,
21:23num puteiro,
21:25não,
21:25pode ser numa loja,
21:27em qualquer outro emprego,
21:28numa situação
21:30igual a essa,
21:33você está mais,
21:34você é novo,
21:35você precisa pegar
21:36um cliente
21:37de um veterano,
21:38ele não está disponível,
21:39você precisa,
21:40primeiro,
21:42não perder o cliente,
21:45perdeu o cliente,
21:46o cara está fora dali,
21:47dançou,
21:47ele vai ter que pagar
21:48para esse cliente perdido,
21:49ele vai ter que pagar,
21:50como nós já vimos
21:51nos outros programas,
21:53segundo,
21:53ele vai ter que fazer
21:54desse cliente gastar
21:55uma grana
21:56do qual ele não vai usufruir,
21:57mas ele tem que fazer,
21:59e terceiro,
22:01não pode cativar
22:02esse cliente,
22:03porque ele não pode roubar
22:05o cliente do outro,
22:07olha que situação
22:08difícil,
22:11mas isso envolve
22:12também o que?
22:13O jogo do poder,
22:15lembre-se,
22:15poder não é dinheiro,
22:16é influência,
22:18o bom funcionário
22:19é aquele,
22:19como eu disse,
22:20ele não leva problema
22:21para o patrão,
22:22ele só leva lucro,
22:24ou seja,
22:24ele adquire moral
22:25com o patrão,
22:26claro,
22:27dentro do devido respeito,
22:29sem avançar,
22:31sem avançar,
22:32muito sinal,
22:33sem recuar,
22:33mas sem avançar,
22:34mantendo o respeito,
22:35ele adquire moral
22:37com o patrão,
22:37ele passa a ser
22:38bem que isso pelo patrão,
22:39e moral com os colegas
22:42também,
22:42nos dois sentidos,
22:44todo mundo quer fazer parte
22:45do time vencedor,
22:47por exemplo,
22:48o cara,
22:49que é um novato,
22:50é melhor ele estar
22:52auxiliando
22:53um veterano
22:54porque ele pode
22:55pegar as sobras dele,
22:57às vezes uma cliente
22:58que não tem dinheiro
23:01para um veterano,
23:03ela pode ver o outro
23:05lá às vezes agradando,
23:06e falar,
23:06tem o preço é esse,
23:07ele deve ser bom,
23:08ou seja,
23:08ele pode pegar
23:09as rebarbas,
23:10pegar as sobras,
23:11e,
23:13e aquilo que eu falo,
23:14se é para lá dentro
23:14da trincheira,
23:15é melhor estar com os melhores,
23:16e até na questão
23:18de rivalidade
23:19entre
23:21os anfitriões,
23:22entre,
23:23é melhor você
23:23ser rival
23:24do melhor
23:25do que ser rival
23:26do pior,
23:33e que é melhor?
23:35Teve uma Copa do Mundo
23:37aí que a Alemanha
23:38bateu de oito
23:39aí num time,
23:40sei lá,
23:40acho que do Sérgio Irã,
23:42e teve uma outra
23:43que bateu de sete
23:44no Brasil,
23:44é melhor bater de oito
23:46num Zé Ninguém,
23:46ou é melhor bater de sete
23:48num time pentacampeão
23:49do mundo?
23:51Bom da casa ainda,
23:53qual que é melhor?
23:54Eles,
23:55fui na Copa da Alemanha,
23:56eles bateram de sete,
23:57de oito num time lá da,
23:58sei lá,
23:59do Oriente Médio,
24:00na casa deles,
24:01e meteram,
24:02fizeram sete no rabo
24:03do Brasil,
24:05no Brasil,
24:05o que que é melhor?
24:07Se você,
24:07é para ter,
24:07porque um rival bom,
24:09ele te obriga a crescer,
24:11e vice-versa,
24:12é uma competição saudável,
24:14essa é a competição
24:15que eu digo sempre,
24:16que gera prosperidade,
24:19ou seja,
24:20um bom filetrião,
24:21um bom profissional,
24:22ele se torna influente,
24:24ele tem muito poder,
24:25poder não é dinheiro,
24:26é capacidade de influência,
24:27com o dono,
24:28com os colegas,
24:30e dentre os clientes,
24:31porque os clientes,
24:32todo mundo,
24:33o cara vai também,
24:33ele quer sempre ser atendido
24:34pelo melhor,
24:37ok?
24:38Então,
24:39programa até,
24:41de educativo,
24:42de ordem empresarial,
24:44e dito isto,
24:45eu encerro,
24:46o programa de hoje,
24:47bem,
24:51vamos para a hora,
24:52de passar o chapéu,
24:53que é a hora que eu mais gosto,
24:54e a hora que vocês mais gostam,
24:56também,
24:56que é a hora em que eu ganho,
24:57uma graninha,
24:59bem,
25:00vamos para a descrição do programa,
25:02nele,
25:02eu estou disponibilizando,
25:03os métodos,
25:04de arrecadação de fundos,
25:05por via direta,
25:06e via indireta,
25:07por via indireta,
25:09os meus livros,
25:09a começar pela máquina da verdade,
25:12nesse livro,
25:13menino veste azul,
25:14e menina veste rosa,
25:15pode dar para a molecada,
25:17que eles vão gostar,
25:18e aqui tem muita competição benéfica,
25:20se é criançada,
25:21tem que aprender a competir,
25:23desde cedo,
25:23muita gente não gosta,
25:24o moleque perde,
25:26ele fica triste,
25:27ele já tem,
25:28a luta pela sobrevivência,
25:30tem que começar cedo,
25:31ele tem que começar a saber,
25:32que é a lei da selva,
25:35o tempo todo,
25:36quem pode mais,
25:38chora menos,
25:39por mais que pareça cruel,
25:41não é cruel,
25:42porque ele vai aprender a competir,
25:43vai se tornar um campeão,
25:44durante a vida,
25:46e aprende,
25:46ele adquire disciplina,
25:48ele entende,
25:50que a vitória,
25:51a busca da vitória,
25:52requer estratégia,
25:55preparo,
25:56estratégia,
25:57e disciplina,
25:58ele tem que estar pronto,
25:59saber atuar,
26:00e disciplinar,
26:01e manter a atuação,
26:02e isso ele leva para a vida inteira dele,
26:05e a vida é assim,
26:06querendo ou não,
26:07por mais que o pai,
26:08que é ser protetor com o filho,
26:09uma hora,
26:09ele vai sair na,
26:10vai sair no tapa,
26:12com um colega,
26:13com um colega escambal,
26:14alguém da escola dele,
26:15vai apanhar uma hora,
26:17vai bater na outra,
26:18é melhor que ele bata mais,
26:19do que apanhe,
26:20claro que esse também,
26:21o desejo do pai do outro,
26:22mas,
26:23não vem ao caso,
26:24a questão é o seguinte,
26:25que a vida vai ser assim,
26:26aí ele vai,
26:27repetir de ano,
26:28ou vai passar,
26:29vai ter desilusões amorosas,
26:31uma menina vai dizer sim para ele,
26:34outra vai dizer não,
26:35e a vida é assim,
26:37a vida é esse jogo,
26:38é aquilo que,
26:39o Rock Balboa disse para o filho dele,
26:41a vida é um lugar,
26:43cruel,
26:43a vida é cruel,
26:45que não interessa,
26:47o quanto,
26:49você pode lutar,
26:50o quanto você pode bater,
26:51ela vai te espancar,
26:53e a questão é,
26:54o quanto você consegue se levantar,
26:56e seguir em frente,
26:58esse filme é,
26:59olha,
27:00esse filme tinha,
27:00todo o pai,
27:01tinha que mostrar,
27:01esse filme para o filho,
27:03assistir umas 10 vezes,
27:04e fazer o filho,
27:05assistir umas 150,
27:07vamos lá,
27:09Cinemateca do mamãe,
27:10aí na sequência,
27:12temos o romance,
27:12a saga de Kidwin Chester,
27:14e o curso,
27:15Fundamentos do Exorcismo,
27:17aí vamos para,
27:18arrecadação de fundos,
27:19por via direta,
27:20o apoia-se do meu blog,
27:22o Mochileiro Místico,
27:23o Pix,
27:24para você já fazer a sua doação,
27:25e o Paypal,
27:26para os acólitos do estrangeiro,
27:29estrangeiros,
27:29sim gente,
27:30vamos investir no Cuesta,
27:33na sequência,
27:33tem o link,
27:34da boutique do Cuesta,
27:35para você comprar,
27:35sua beca de conservador,
27:37e o link,
27:37de com letras de Mateus,
27:39o meu álbum de rock,
27:40em parceria,
27:41com o meu amigo,
27:43Renato Pop,
27:44aí temos o contato do Cuesta,
27:46para você mandar suas dúvidas,
27:47sugestões de pauta,
27:48e coisa e tal,
27:49e pedir o contato do Naldo,
27:51sim,
27:52você que quer empreender,
27:53na Baixada Santista,
27:55aí tem o grupo do Cuesta,
27:57no X,
27:58o Pravita Conservador,
27:59e o grupo do Cuesta,
28:00no WhatsApp,
28:01o nosso canal mais estreito,
28:03de comunicação,
28:05lembra,
28:06estreito,
28:07para o anfitrião,
28:08e é estreito,
28:09para o mamã,
28:10aproveite,
28:11e aí,
28:12Naldos Bar,
28:13o ponto de encontro,
28:14o ponto de encontro,
28:16dos acólitos,
28:19onde você vai lá,
28:20tomar a sua geladinha,
28:21hoje,
28:21amanhã,
28:22dá o endereço aí,
28:23vá lá,
28:23conheça o bar,
28:25mesmo que você não queira empreender,
28:26só para tomar uma geladinha,
28:28vale a pena,
28:29e o Naldo,
28:29e pergunte para o Naldo,
28:30qual é a nova geladinha do mamã,
28:32ok,
28:33e atenção ao próximo evento,
28:34atenção ao próximo evento,
28:36Denilson,
28:37todos os carros,
28:38todos os carros,
28:39Gicobuken,
28:42propriedade estigmatizada,
28:43lei do esquecimento,
28:44no sábado,
28:45dia 21 de fevereiro,
28:46de 2026,
28:47às 6 horas da tarde,
28:49às 18 horas,
28:50no sábado,
28:50dia 21 de fevereiro,
28:51de 2026,
28:53às 18 horas,
28:54Gicobuken,
28:56propriedade estigmatizada,
28:57lei do esquecimento,
29:00dito isto,
29:01eu quero agradecer a todos vocês que me acompanharam,
29:03e até a próxima,
29:05bye!
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