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O Ponto de Encontro dos Acólitos
Avenida Antônio Emmerich, nº 1.589, Vila Cascatinha, São Vicente
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NotíciasTranscrição
00:08O programa está oficialmente aberto, hoje dia 4 de abril de 2026, você está no canal
00:16Cuesta Verde, jornalismo de verdade, você gostaria de ter um bar, sim, de ser o dono
00:23de Buté, ou para você que já é do ramo, apenas mudar de endereço, talvez adquirir
00:30mais um estabelecimento gastronômico para o seu império, bem, o Naldo's Bar está à
00:36venda, sim, o meu amigo Naldo quer se aposentar e por isso está vendendo o seu bar, bar que
00:42fique em um ponto privilegiado, na divisa entre Santos e São Vicente, junto aos tambores,
00:48com detalhe, por se tratar de um estabelecimento tradicional, você estará adquirindo mais
00:54do que um bar, estará adquirindo uma história, logo, entre em contato com o Cuesta, que eu
00:59faço o meio de campo entre você e o Naldo, ou vá diretamente lá, sendo que o contato
01:05do Cuesta e o endereço do Naldo's Bar estão na descrição, sim, gente, vamos lá, porque
01:12hoje é sábado e, como ontem foi sexta-feira santa, hoje o sábado não é tão santo assim,
01:20por isso os católicos podem voltar a comer carne, quem não é, continua comendo e ambos
01:26se hidratam com uma deliciosa geladinha, dito isto, livro de oração em mãos, quem não
01:33tiver mãos em posição de prece e muito respeito, que respeito é bom e a divindade gosta,
01:39Página 70, Oração ao Senhor
01:44Ó Senhor é o cantare, fonte de todas as luzes, de todas as forças, de todas as sabedorias,
01:51de todos os amores, dai-nos a luz, dai-nos a força, dai-nos a sabedoria, dai-nos o amor,
01:59Ó Senhor, nosso Pai, protegei a terra, planeta do amor, protegei-nos de todos os males, dai-nos
02:08o futuro, Ó Senhor, muito obrigado por nos dar a luz, agradecemos de coração.
02:19E eu peço a Nosso Senhor é o cantare, que por favor não permita que injustiça alguma
02:25ocorra durante este programa, muito obrigado.
02:30É isso aí, chegamos ao último programa da série Combustível Metal e Poema, dedicado
02:38ao Masters of Rock, sim, porque hoje se dá o show dele, e vamos terminar essa série tratando
02:48do que? Da execução do projeto, no caso da proposta dos primeiros programas, tratamos
02:56do conceito, da elaboração de um conceito, baseado em necessidades, tanto dos músicos
03:03como dos fãs, e agora vamos para a conclusão que foi correta, porque ela foi límpida, sim,
03:11a proposta foi mantida até o fim. Essa coisa de manter a proposta é muito importante,
03:19porque ela garante o que? A identidade da coisa. Aqui no Brasil, por exemplo, tem um termo
03:28aí que foi cunhado, aí sabe-se lá por quem, e o consórcio fica utilizando ator de direito,
03:35que é tudo junto e misturado, tudo junto e misturado. Isso é coisa de baiano, isso é coisa
03:40de baiano, pelo amor de Deus, não dá. Imagina o cheiro, tudo junto e misturado, imagina
03:46o cheiro dessa minhaca. Isso aí não funciona, porque as pessoas são únicas, elas podem
03:54ter gostos em comum e desgostos também em comum. Eu vou dar um exemplo, no começo dos
04:03anos 2000, eu frequentava muito o Sesc Pompeia, eu era muito, ainda sou, faz tempo que não
04:09falca, mas não deixei de ser amigo dele, de um dos diretores lá, o Vila, e ele, esse
04:15cara, ele entendia muito da linguagem do Sesc. E era um expert na linguagem do Sesc.
04:23Só que de vez em quando, ele chutava uma bola fora, se a bola caia lá no estacionamento,
04:28quebrava o retrovisor de alguém lá. Por quê? Numa dessas vezes, ele inventou de criar um
04:35conceito que teria um show, e esse show seria dividido em dois segmentos musicais diferentes,
04:44quando não antagônicos. E aí um dia eu estava conversando com ele, ele falou, mas você
04:48não está dando certo, não, porque... Ele falou, ah, Matheus, mas você é roqueiro, roqueiro
04:54é muito preconceituoso, é muito cheio disso, daquilo, não tem problema nenhum. Não tem
05:00problema nenhum. Tem a minha opinião, não tem problema nenhum. Respeitar os meus gostos,
05:07eu respeitar os meus gostos, não tem problema nenhum. Só que, quando eu falo as coisas, eu
05:12não falo a coisa assim que eu acordei, olhei pra cima, tive um... Vi uma luz e... Não.
05:18Eu falo baseado em observações. Aquilo que eu vi. Eu fui acompanhar esse evento e aquilo
05:24que eu vi. Entrava o primeiro número e o público dele, o primeiro número se encerrava, o público
05:31saía e ia embora. Entrava o segundo número e o público dele, que não entrava para ver
05:37o primeiro, aí sim adentrava ao teatro. Tinha gente, algumas pessoas tentavam ver tudo,
05:44não sei porquê, mas não funcionou. Não funcionou. Tanto é que não repetiu. A dose
05:52não foi repetida. Porque, como eu falei, as pessoas têm seus gostos. E a pessoa, quem
05:58num local quer ver uma música que a agrade, que seja do seu agrado, que ela se sinta bem.
06:03Ok? Vamos ao texto de hoje e conversaremos mais na sequência.
06:09Hoje, dia 4 de abril de 2026, ocorre o Monsters of Rock na Arena Port. Por isso, vamos voltar
06:18ao texto da senhora Subia, em que se lê que tanto Cosi Powell quanto Maurice Jones conheciam
06:25Tom Weircroft, o proprietário do autódromo de Donington Park, até então um local desconhecido
06:32em West Midlands. E o escolheram por considerá-lo ideal, marcando a data de 16 de agosto de 1980
06:43para o festival que, para o heavy metal britânico, garantiria um novo lar, onde os fãs se deleitariam
06:50com a presença de alguns de seus artistas favoritos. Entendam? Lar. Físico e conceitual.
07:03Proposta límpida. Proposta clara e límpida.
07:09Mesmo a quantidade inconcebível de chuva que ameaçava a estrutura física do palco do festival
07:14não representava um risco para o Monsters of Rock, já que o público chegou com uma massa eufórica.
07:20De volta ao texto do Sr. Everly, essa nova apresentação realizada no centro de uma pista de automobilismo
07:28perto de Castle Donington, em Leicestershire, foi como uma vitrine para o Rainbow, de Ridge Blackmore.
07:39Vou entender essa vitrine daqui a pouco.
07:41Pois este foi o primeiro festival a se proclamar orgulhosamente como um festival de rock,
07:47uma união sem precedentes das tribos que chegaram de carro, ônibus, trem e motocicleta
07:55de todos os cantos do país e além.
08:00Se o Monsters of Rock tivesse terminado ali, à beira de uma nova década,
08:05seu lugar na grande mitologia do heavy metal estaria garantido.
08:10Mas não!
08:12Ele retornou no ano seguinte, no outro ano novamente e no outro ano também,
08:18cada vez crescendo em escala e importância.
08:24Na década e meia seguinte, o Monsters of Rock, ou simplesmente Donington, como todos conheciam,
08:30tornou-se o evento mais importante do calendário do hard rock e metal,
08:34uma versão alternativa da corrida de cavalos de Royal Ascot, do torneio de tênis de Wimbledon
08:41e daquilo que o festival de música de Glastonbury viria a se tornar.
08:49Ademais, durante seus 16 anos de história, o Monsters of Rock atingiu picos triunfantes,
08:55não apenas espelhando a própria jornada do heavy metal, mas também definindo-o assim.
09:02A partir daí, começa a surgir uma linguagem de festivais de heavy metal.
09:10Começa-se a criar uma linguagem específica para esse tipo de evento.
09:15Quando fala linguagem, quando fala linguagem, é um conceito amplo.
09:22Vamos lá.
09:24Linguagem é o festival em si.
09:27O festival em si.
09:31As bandas que se apresentam no festival, muitos aproveitam para lançar disco e tal,
09:37ou seja, os produtos, os derivados desse festival.
09:40Às vezes, muitos festivais lançam, lançavam antigamente o disco do festival
09:46como uma recordação para quem esteve lá.
09:50A confecção dos ingressos, todo fã de rock, guarda no show e guarda o ingresso de recordação.
09:58Eu estive lá.
09:59Não é que nenhum outro festivalzinho de quinta faz aí.
10:04Aquela, vão dar uma camisa.
10:06Eu fui.
10:07Eu fui lá.
10:08Os outros fizeram uma camisa.
10:09Eu não fui.
10:10Graças a Deus.
10:12Mas, aí o que mais?
10:14Os hotéis, as cidades, as localidades, pacotes turísticos, o pessoal que freta ônibus
10:23para ir de outras cidades, ou seja, isso é a linguagem.
10:27Esse festival em Dunnington, como ele falou, pessoas de todo o país e além, ou seja, foi
10:31no Reino Unido, pessoas da Escócia, fretaram ônibus na Escócia, no país de Gales, tudo
10:38para ir para lá para assistir.
10:41Para assisti-lo, para acompanhá-lo, ou seja, é um grande evento, é um evento que envolve
10:48êxodo humano, êxodo, o êxodo em tempo de paz, êxodo em deslocamento de massas em
10:57tempo de paz, ou seja, essa é a linguagem, uma linguagem muito particular, os patrocinadores
11:03do evento, as empresas que estão patrocinando, por isso que eu falo, não existe essa porra
11:08de junto e misturado.
11:11O pessoal que vai num festival desse, vai para ver aquilo que ele gosta, não aquilo
11:17que desgosta.
11:18Tem os oba-oba que vão lá, posso se vestir de metaleiro, como eu falei, né?
11:23Releva, só ajuda, claro, na distribuição da renda, porque o cara vai lá, acaba gastando
11:31e o dinheiro corre, isso aí é bom.
11:35Por fim, o festival terminou em 1996, vamos lá, mas não está tendo show aí na Arena
11:43do Porco, como você disse?
11:44Sim, a marca ainda roda.
11:46Esse festival em Donaton terminou, não tem mais festival em Donaton, Donaton está no
11:52coração de quem esteve lá.
11:55O festival terminou em 1996, mas seu espírito vive no downline do festival Walken e em inúmeros
12:03outros que lhe devem a força, sempre foi fonte de inspiração para muita coisa, mas Donaton
12:10foi a fonte de onde tudo veio.
12:13De volta ao texto da Senhora Subia, no evento de estreia estiveram Judas Priest, Saxon Scorpions,
12:22April Wine, uma banda canadense de rock e as bandas novaiorquinas Riot e Taut.
12:28Todavia, estávamos muito cientes de que era o primeiro festival desse tipo no Reino Unido
12:34e um grande evento nesse sentido, disse Rob Ralford, vocalista do Judas Priest,
12:40ao Clássico Rock.
12:43Todos os festivais que já haviam acontecido no Reino Unido tinham uma amostra transversal
12:50de bandas.
12:53Então, esse foi o primeiro a ter especificamente um tipo de música.
12:58Por isso, a nossa reação quando ouvimos falar dele foi a de que era isso que gostaríamos
13:05de fazer.
13:06Sim, esse foi um festival único, porque ele foi criado para os músicos e para o público.
13:16Gostos em comum, interesses que convergem para o mesmo ponto.
13:24Por isso que ele foi uma coisa fantástica.
13:27Você vê, o senhor...
13:33O senhor Ralford falou que todos os festivais que já haviam acontecido no Reino Unido
13:37tinham uma amostra transversal de bandas.
13:40Ou seja, eram festivais de rock, só que eles misturavam o rock.
13:46Como eu disse, ele, pelo fato de ser uma música pobre, três acordes, a origem dele, a gênese
13:56dele é pobre.
13:57Ele permite que se tragam elementos de outras partes.
14:01E nessa migração de elementos, criou-se vários gêneros.
14:06Rockabilly, iê, iê, iê, flower power, progressivo, punk rock, heavy metal, trash metal, black
14:14metal e por aí vai.
14:17Contudo, ocorre um fenômeno dentro do rock que alguns públicos se estranham.
14:23Por exemplo, o cara do rock progressivo se estranha com o do punk rock.
14:30O do heavy metal com o do rockabilly.
14:33Por aí vai.
14:34Contece um fenômeno.
14:35Não é porque está dentro do segmento rock que você gosta de tudo.
14:38Eu, por exemplo, tenho um negócio que eu não gosto.
14:41Vai ter nego tendo xilique aí, mas o problema é de vocês.
14:45Tendo xilique aí.
14:48Eu vou dar uma notícia, uma notícia cunha pra vocês.
14:52Eu diria o Gandalf Borg.
14:54O Gandalf Borg.
14:55Uma notícia cunha de rasgar o cu com a unha.
14:58Por exemplo, uma coisa que eu abomino é a legião urbana.
15:02Pelo amor de Deus.
15:04Eu acho que ela é uma dor de barriga do cão, velho.
15:08Nossa, meu, manhaca.
15:10Meu filho mora comigo.
15:13Eu moro com a minha avó.
15:14Puta que eu pariu, meu.
15:16Negócio chato do cacete, cara.
15:20Eu falo que o legião urbana é o João Gilberto do rock.
15:27O que o João Gilberto representa pra aquela panfletagem política lá de...
15:33Que eles chamam de MPB.
15:35O legião urbana representa aqui pro rock.
15:38É uma inhaca, uma dor de barriga, cara.
15:40Não dá.
15:42O legião urbana seria a versão negra do João Gilberto.
15:47Então, eu não gosto.
15:49Acontece.
15:50Eu não sou obrigado a assistir uma música que eu não gosto.
15:53Então, eu não volto.
15:55De um amigo meu falo, vai tendo um cover do legião urbana.
15:59Vamos lá.
16:00Não, eu prefiro ouvir a pagode.
16:02Prefiro ouvir um nerds pacotinho.
16:05É muito melhor.
16:06Não dá.
16:09Contudo, como eu falei, este foi um festival criado.
16:16Para os músicos e para o público.
16:19Então, ocorreu essa convergência de interesses.
16:23Então, criou-se essa linguagem específica e não tem jeito.
16:29E, você vê, precisa dessas coisas porque senão tem problema, cara.
16:34Tem problema de toda a ordem.
16:36Nós temos aqui um festival aqui no Brasil.
16:39Eles usam rock no nome.
16:41Eles querem fazer uma brincadeirinha.
16:42É o Rock in Rio.
16:43Eles querem fazer uma brincadeira com rock and roll.
16:45Mas, no Rock in Rio, quer fazer aquele trocadilho.
16:49Aquela babaquice lá.
16:51E o primeiro festival foi de rock.
16:53Primeiro da história.
16:55Todo mundo voltou enlaminhado para casa.
16:59Que eu saiba, né?
17:02Mas, nem em diante, eles começaram a me suar uma porcariada sem fim.
17:06Então, ocorreram fenômenos.
17:07Os grandes momentos estranhos.
17:10Por exemplo, um dos grandes momentos do rock que não tem rock.
17:14Um dos festivais.
17:15Eu vi, estava passando a TV esse ocorrido.
17:21Estava aquela Kate Perry.
17:23Que não é do rock.
17:24Uma mulher muito bonita.
17:26Uma mulher bonita.
17:28Umas tetas, uma bunda, assim.
17:30Uma mulher é tanta, hein, mano?
17:32Pena que não canta rock.
17:33Poderia ser uma roqueira.
17:34Ela foi lá, pegou um cidadão na plateia.
17:38Chamou o cara e perguntou de onde ele era.
17:40E o cara falou, Sorocaba!
17:42Aquele silêncio.
17:43E o silêncio.
17:44Sepulcral.
17:47Os goiabas estavam achando que ele ia falar Rio de Janeiro.
17:49Para começar aquela palhaçada lá.
17:53E não.
17:54O silêncio sepulcral.
17:55E o maior momento da história do rock se deu justamente nesse negócio de rock em Rio.
18:00Foi o dia, que eu falo sempre, o dia em que o rock recuperou a sua majestade.
18:05Que eles resolveram levar, para cantar para os metaleiros, o Carlinhos Brown.
18:11Ah, velho!
18:13Meu Deus do céu.
18:14Aquele dia foi demais, cara.
18:15Levaram aquele cidadão lá.
18:17E na época na MTV.
18:18Ele era exaltado na MTV.
18:20Hum, que ele fala para muitas tribos.
18:21Eles gostam dessa palhaçada de tribo.
18:25Foi ficar um tempo lá no meio da tribo dos índios, para ver se você aguenta, meu.
18:29Os índios ficam lá.
18:30Índios, os índios, saem para cagar tudo junto.
18:33Vai lá, fica lá com os índios.
18:34Fica lá pelado, lá.
18:40Faz o ritual da tucandeira.
18:42Da tucandeira, sabe?
18:43Conhece?
18:44Procura aí o boteco do mamá tucandeira, se eu não ficar sabendo.
18:48Porra, meu.
18:49Vai lá ficar no meio das trincas, coisa de tribo, coisa de índio, meu.
18:52Só os públicos.
18:55Aí puseram aquele cara lá.
18:58Aí ele estava lá.
19:00Estava lá pulando, saltitante.
19:03Pulava como um veado.
19:05Pulava como um veado.
19:06Porque não pode falar como um macaco, que eles fazem uma analogia com a etnia do cara.
19:11Então, melhor não.
19:13Pulando como um veado.
19:14O veado não ofende.
19:16Até o desenho do Bambi.
19:19Pulando como um pequeno Bambi.
19:20Tudo alegrinho, lá.
19:23E os metaleiros.
19:25Embaixo tudo de preto, assim.
19:26E os metaleiros só olhando.
19:27Metaleiro é foda, cara.
19:29E os metaleiros olhando.
19:32Daqui a pouco, como eu estava lá,
19:33só imaginando o cara com o negócio na mão, assim.
19:36Uma garrafa d'água na mão.
19:38E aquele palhaço lá, pulando.
19:40Olhou pra garrafa.
19:41Fica aí, pô.
19:42Esse cara meteu a garrafada na orelha.
19:45E os teus começaram a jogar coisa.
19:47E o bestão, querendo dar um odisseiro superior.
19:50Oh, vocês têm muito o que aprender.
19:52Ah, pra aí que jogaram uma porcaria naquele vagabundo, pô.
19:55Aquele foi o grande momento em que o Roque recuperou a sua majestade.
19:59E mostraram que essa palhaçada, igual de junto e misturado,
20:04isso é coisa do consórcio.
20:05Essa baianada ainda não é do Roque.
20:09Pô, tá tendo o Moussa Jofre Roque.
20:11Por que eles não levam?
20:12Convido o Sr. Carlinhos Brau pra fazer um revival.
20:16Tá tendo a marinha na porca, pô.
20:17É o lugar certo.
20:18Mete o cara no meio daquele chiqueiro lá
20:21e deixa os metaleiros se divertirem, né, meu?
20:26Ah, meu.
20:28Ele tira o alvo, né, meu?
20:31Não é, meu?
20:31Vamos derrubar o cara.
20:33Vamos lá, meu.
20:35Porque não adianta.
20:36E aí, é aquele negócio que eu li aqui,
20:38que eu até vou repetir, que eu gostei muito dessa frase aqui,
20:44da senhora Subia.
20:47Marcando a data de 16 de agosto de 1980,
20:51para o festival,
20:52que para o heavy metal britânico garantiria um novo lar.
20:56um novo lar físico em Downington Park.
21:02Ou seja,
21:04o pessoal nem falava o que ia para o Moussa Jofre Roque.
21:06Iam para a Downington.
21:08Já sabia que era lá.
21:12Já sabiam que era lá.
21:13Downington foi associado com o Roque Pauleira.
21:18E a marca conceitual.
21:20Onde está a marca?
21:22Está o Roque Pauleira.
21:24Então, se tornou um lar físico e conceitual.
21:29Downington se tornou a Meca.
21:31Eu não gosto de usar muitos sistemas religiosos,
21:33mas só para...
21:35Como é que eu vou colocar?
21:37Meca não.
21:37Não vou usar termo religioso,
21:38que não tem nada de ver uma coisa com isso.
21:40Se tornou a capital mundial do Roque Pauleira.
21:43E a marca Moussa Jofre Roque se tornou a chancela do Roque Pauleira.
21:55Ou seja,
21:57onde está Moussa Jofre Roque,
22:01o Roque Pauleira está junto.
22:04Ok?
22:05E dito isto,
22:07eu encerro o programa de hoje.
22:09Vamos para a hora de passar o chapéu,
22:11que é a hora que eu mais gosto
22:12e que vocês mais gostam também,
22:14que é a hora em que eu ganho uma graninha.
22:16Bem, vamos para a descrição do programa.
22:18Na descrição do programa,
22:19estou disponibilizando os métodos de arrecadação de fundo
22:23por via direta e via indireta.
22:25Por via indireta, os meus livros.
22:26Vou começar por A Máquina da Verdade.
22:28Esse livro Menino Veste Azul e Menina Veste Rosa.
22:33Tem muito rock para a molecada aí.
22:36Aí tem o link do meu romance à saga de Gideon e Chester
22:40e o link do curso Fundamentos do Exorcismo.
22:42Aí vamos para a arrecadação de fundos por via direta.
22:45Há o apoia-se do meu blog,
22:46O Mochileiro Místico,
22:49o Pix,
22:49para você já fazer sua contribuição,
22:51e o Paypal para os acólitos do estrangeiro.
22:53E daqui de dentro também.
22:54Caso você não quiser fazer uma doação
22:56por meio do apoia-se ou do Pix,
22:58pode também utilizar o Paypal.
23:00Ok?
23:00Aí tem o link da boutique do Cuesta
23:03para você comprar sua beca de conservador
23:05para as próximas manifestações.
23:07É ano de eleição, gente.
23:08Vamos nos paramentar
23:10para vencer sensorialmente essa eleição
23:14como fizemos da outra vez.
23:16Sensorialmente nós mudamos a versão oficial do sistema.
23:23O sistema diz uma coisa,
23:25mas que os olhos das pessoas viram foi outra.
23:28Aí tem o link do meu álbum,
23:31com letras de Matheus,
23:32meu álbum de rock em parceria com meu amigo Renato Pop.
23:36Aqui está chegando agora,
23:37eu sou compositor e esses são,
23:39tenho muitos rocks inscritos.
23:41Aí tem o link do contato,
23:45o contato do Cuesta,
23:46para você mandar suas dúvidas,
23:47sugestões de pauta,
23:48pedir o contato do Naldo.
23:50Tem o link do grupo do Cuesta no X,
23:52o Právida Conservador,
23:53e do grupo do Cuesta no WhatsApp,
23:55nosso canal mais estreito de comunicação.
23:58E, por fim,
23:59Naldos Baro,
24:00ponto de encontro dos acólicos.
24:02E atenção, Deniso,
24:03próximo evento,
24:04Deniso, todos os carros,
24:05todos os carros.
24:06Os Segredos do Mundo Espiritual,
24:08por Hinozuki Akutagawa,
24:10a Teoria da Terra Oca.
24:12No sábado,
24:13dia 11 de abril de 2026,
24:15às 6 horas,
24:15às 18 horas.
24:17No sábado,
24:18dia 11 de abril de 2026,
24:20às 18 horas.
24:21Os Segredos do Mundo Espiritual,
24:23por Hinozuki Akutagawa,
24:25A Teoria da Terra Oca.
24:29Tito isto,
24:30quero agradecer a todos vocês
24:32que me acompanharam,
24:33e até a próxima.
24:34Bye!
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