00:00E ainda nesse cenário de economia, hora de análise. Para Denise Campos de Toledo...
00:05O cumprimento da meta fiscal com déficit zero pelo governo não seguiu...
00:10Significa tranquilidade. Acompanhe.
00:12O rumo das contas públicas cresceu 40%.
00:1543% em 2025, atingindo quase 61,7 bilhões.
00:20Assim, o governo conseguiu cumprir a meta de déficit zero prevista no arcabouço fiscal.
00:25Como isso aconteceu? Simples.
00:27Foram excluídos 48,7 bilhões em gastos.
00:30O que reduziu o saldo negativo para pouco mais de 13 bilhões.
00:35E a meta ainda tem uma margem de tolerância...
00:40De até 0,25% do PIB.
00:42Não foram considerados, por exemplo, gastos...
00:45Comprecatórios, ressarcimentos aposentados, lesados por descontos fraudulentos...
00:50Parte das despesas com saúde, educação, defesa...
00:53Para melhorar o resultado.
00:55O governo ainda contou com o recorde de arrecadação garantido pela expansão da atividade...
01:00Por mudanças de regras, como no IOF.
01:03Ainda teve o empoçamento de oito...
01:05Bilhões de reais de gastos autorizados para ministérios, para emendas impositivas...
01:10E não executados.
01:11Agora, cumprir a meta não significa tranquilidade fiscal.
01:15É apenas um saldo contábil que, na prática, acabou reforçando o aumento da dívida pública...
01:20Independentemente do impacto dos juros elevados.
01:23Os gastos cresceram bem mais...
01:25Que o total considerado no saldo primário...
01:28E bem mais que arrecadação.
01:30O governo segue sem gerar superávit, sem reduzir as despesas, de forma a garantir perspectiva...
01:35Melhores para as contas públicas.
01:37Nessa avaliação, é bom considerar também...
01:40A crescente fatia do orçamento destinada às emendas parlamentares.
01:45Porque a exclusão de determinadas despesas já está prevista também no orçamento deste ano.
01:50As negociações com o Congresso, pouco antes do recesso, melhoraram a situação...
01:55Depois vieram alguns vetos, mas o fato é que a previsão para este ano...
02:00De mais uma vez, de cumprimento da meta fiscal na margem de tolerância...
02:05Considerar boa parte dos gastos e com a dívida pública em expansão.
Comentários