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Todos as temporadas do Chaves: https://dailymotion.com/rss/playlist/x9ma7i

Roberto Gómez Bolaños (Chaves)
María Antonieta de las Nieves (Chiquinha)
Ramón Valdés (Seu Madruga)
Carlos Villagrán (Quico)
Florinda Meza (Dona Florinda)
Rubén Aguirre (Professor Girafales)
Angelines Fernández (Dona Clotilde)
Édgar Vivar (Senhor Barriga)

Categoria

😹
Diversão
Transcrição
00:00Música
00:30Música
00:32Por que comem os pregos?
01:02Música
01:04Não os como, só ponho na boca
01:06Mas não os engole?
01:13Não
01:14Então por que põe?
01:24Música
01:24O senhor disse que não engolia
01:36Olha Kiko, Kiko
01:39O seu madruga põe os pregos na boca e depois engole eles
01:44Não seja mentiroso, Chaves
01:46Mas é verdade, olha, mostre pra ele
01:49Só mais um
01:53Agora eu vou fazer outra coisa, Chaves
01:56Eu não te bato mais
02:09E você?
02:14Quer que eu te ensine também?
02:15Não, não, não, não
02:16Outro dia sim, com muito prazer
02:18Com licença
02:19Por que bate nisso aí, hein?
02:37Escuta, Chaves
02:40Você não tem nada mais importante pra fazer?
02:43Não, e o senhor?
02:46Você não tá com fome?
02:47Vai comer alguma coisa
02:48Já volto.
02:56O senhor está consertando o sapato, seu Madruga?
03:01Não. Estou jogando golfe.
03:09Passou a bola!
03:11Chutou pra frente
03:19Bateu na trave
03:31Olha
03:41Golaço, Kiko
03:44Babai
03:45Sim
03:52Sim, o quê?
03:55A Zezé botou na cozinha
03:56Botou o quê?
03:59Um ovo
04:00Ovo da Zezé? Que Zezé?
04:02A galinha
04:04É que a Zezé Ladoura tem duas galinhas
04:07Uma se chama Zezé
04:09E a outra Zazá
04:10Ah
04:13Vou lá ver se ele me dá permissão pra comer o ovo
04:17E a outra Zezé?
04:20Ah, ah, ah...
04:23Ah, ah, ah, ah...
04:24Ah, ah, ah...
04:26Ah, ah, ah...
04:28Não, não.
04:58Olha, Kiko, alguém já lhe deu uma martelada numa terça de manhã?
05:11Numa terça de manhã?
05:12É!
05:13Peraí, deixa eu ver se eu me lembro.
05:15É, acho que foi, não, não, numa terça não, eu acho que foi sábado.
05:18É, não, foi numa quarta-feira, é, eu não tô me lembrando muito bem.
05:22Eu acho que bateram na cabeça.
05:24Pois então, hoje é o dia.
05:25Com licença, seu madruga.
05:32Ainda bem.
05:34Sim.
05:35Sim, o quê, Chaves?
05:37Sim, eu posso comer o ovo.
05:39E quem deu permissão?
05:40A galinha.
05:41Ah, que?
05:44Bem, ela não disse que sim, mas também não me disse que não.
05:48Ah, sem Deus.
05:50Já que é assim, amanhã eu vou fazer a mesma coisa.
05:54Vou passar na estátua do Duque de Caxias e vou pedir o cavalo dele emprestado.
05:58Ah, e depois o senhor empresta o cavalo pra eu brincar de mocinho?
06:02Olha, seu madruga, mamãe, que tem que o senhor consertar os sapatos dela.
06:06Não, Kiko, não.
06:08Não o quê?
06:08O que foi que eu fiz?
06:11Olha.
06:15Mamãe!
06:16Oh, mas...
06:17Eu tive um filho.
06:18O que foi, meu tesouro?
06:20Eu botei um ovo.
06:22Ora, mas então você me chama aqui só pra...
06:24O quê?
06:27Sim, mãezinha, olha.
06:30Oh, mas o que você está dizendo, tesouro?
06:34Filho meu.
06:35Eu sei quem é o responsável por essa gracinha.
06:40É, eu também, foi o...
06:42Tome, seu palhaço.
06:44Vamos, filho, não se misture com essa gentalha.
06:47Sim, mamãe.
06:48Gentalha, gentalha!
06:51Meu filho!
06:54Filhinho!
06:57Meu filhinho!
07:00Filhinho!
07:05Seu Madruga, me empresta seu martelo.
07:11Tá louco, Chaves?
07:12Este martelo é pra trabalhar, não é pra brincar.
07:15Mas eu não tô querendo pra brincar.
07:18Pra quem, então?
07:18Pra bater no Kiko.
07:20Ah, bom, pega.
07:21Obrigado.
07:24Ei, Chaves, espera aí!
07:25Ei, Chaves, espera aí!
07:30O que você vai fazer?
07:31O que vai fazer?
07:32Imagine bater no Kiko com isto!
07:34Não é que ele quebrou o ovo, o ovo que eu ia comer, entendeu?
07:39Ah, bom, tá, tá, Chaves, tá bom.
07:41Olha aqui, Chaves, a vingança nunca é boa, sabia?
07:44Sempre é ruim a vingança.
07:46Quantas vezes você já viu a dona Florinda me pegar?
07:50Quantas vezes eu levantei a mão pra ela?
07:52Nenhuma que sempre que eu olho o senhor levanta é a pata.
07:58Olha aqui, Chavinho, eu tenho que entregar este sapato aí no 37.
08:01Não demora, mas lembre-se de uma coisa.
08:05A vingança nunca é boa.
08:07Ela mata a alma e é envenena.
08:16Olha, no caso de você não me ter entendido bem...
08:18Olha, Chaves, o que eu tenho aqui e não vou lhe emprestar.
08:36É uma revista em quadrinhos, não é?
08:39É, é uma revista em quadrinhos e é novinha.
08:42Ela saiu uma semana passada.
08:43Me empresta?
08:44Não, não, não, não, não empresto.
08:47Por que eu viria de emprestar?
08:49Se eu posso dar ela de presente pra você.
08:51Toma, toma de ler.
08:53Não te bato, sabe?
08:54Porque o veneno não é a vingança.
08:59Bem, o que disse o senhor Madruga?
09:01Porque a vingança nunca é boa.
09:03Mata a alma e envenena.
09:05Ah, você sabia?
09:06Claro que sim.
09:07Então é por isso que você sempre me bate primeiro pra que eu...
09:11Mas a próxima vez que vai batendo sou eu,
09:13pra que você não possa se vingar, seu...
09:19Foi o Chaves que jogou a sua barriga.
09:22Eu vi.
09:23Com meus próprios olhinhos que estavam bem abertinhos.
09:25Tinha que ser você, não é, Chaves?
09:35Foi sem querer querendo.
09:37Foi sem querer querendo.
09:39Toda vez que eu entro aqui tem que receber alguma coisa na cara.
09:42Mas qualquer dia eu pego o seu pescoço e faço a senha.
09:45Não.
09:46A vingança nunca é boa.
09:48Mata a alma e a envenena.
09:50Não enche.
10:06O Madruga está aí?
10:07Não.
10:10Espere!
10:12Pois não, você...
10:14É que eu fui entregar uns...
10:17Como vai, seu barriga?
10:18Não vai me dizer que veio cobrar o aluguel.
10:21Exatamente.
10:22Ah, eu tenho boas notícias.
10:23Olha, eu já tenho trabalho, olha.
10:25Ah, sim.
10:26Então resolveu trabalhar, montar uma banca de sapateiro.
10:28Não, é uma banca de golfe, mas eu prefiro vôlei.
10:32O senhor gosta de vôlei?
10:34Sim.
10:34É claro que o seu barrigão não gosta de vôlei.
10:35Como que não gosta?
10:36Gosto sim.
10:37Nunca perco uma partida de vôlei quando passa na televisão.
10:39Ah, sim.
10:40E não me diga que o senhor joga vôlei com esse...
10:43Esse barrigão?
10:46Com esse barrigão?
10:48Quer dizer que isso é tudo que você sabe fazer.
10:52Gracinhas.
10:53Não, de barriga nenhuma, seu maneira.
10:55O quê?
10:55Eu digo, de maneira nenhuma, seu barriga.
10:58Eu também sei consertar sapatos, sabe?
11:00Eu posso colocar uma sola nova no seu sapato.
11:03Para quê?
11:03Este par de sapatos eu estirei na semana passada.
11:06Jura?
11:06É.
11:07Ah, deixa eu ver.
11:09Não...
11:10Não...
11:10Quanto o senhor pagou por isso?
11:13Ganhei de presente.
11:13Por quê?
11:14Era usado.
11:15Eu entendo disso, seu barriga.
11:17Eu conheço pelo couro.
11:19Estou dizendo.
11:20Eu usei esse sapato pela primeira vez na semana passada.
11:22Eu posso provar pelo estado da sola.
11:23Mas com esse peso todo, deve estragar rápido.
11:29Você.
11:30Cale-se.
11:31Além disso, esse sapato tem um buracão, seu barriga.
11:34Eu já disse que ganhei.
11:36Que ganhei esse sapato há uma semana.
11:37Qual é o problema?
11:38Pois eu estou vendo com os meus olhinhos que o sapato tem um buracão.
11:41Ah, sim.
11:43Então vamos ver.
11:44Dê uma olhada.
11:45Diga, qual é o problema?
11:46O buraco de enfiar o pé.
11:48Está vendo?
11:55Então o senhor quer que eu conserte a barriga?
12:01Que?
12:02Digo, o sapato.
12:04Não conserte nada.
12:05E vê se me paga os 14 meses de aluguel que me deve.
12:07Não, mas é que...
12:10Seu barriga, como é que eu posso pagar o aluguel se não me entra trabalho?
12:13Isso não é problema meu.
12:14Ou me paga ou põe no olho da rua.
12:16Não.
12:18A vingança nunca é boa.
12:20Mata alma e envenena.
12:21Olha, Chaves.
12:40Chaves.
12:41Olha aqui.
12:44Chaves!
12:46Está ficando surdo?
12:48O que é?
12:48Fica surdo quando lê a revista em quadrinhos?
12:50Sim.
12:50Ah, olha.
12:52É a desta semana.
12:54Depois que lê, você empresta para mim?
12:55Sim.
12:55Ah, obrigado.
12:56Olha, posso lhe pedir um favorzinho?
12:57Sim.
12:58Fica cuidando um pouquinho aqui para mim.
13:00Eu já volto.
13:00Sim.
13:01Ah, e quero que preste atenção.
13:02Não quero que despregue os olhos desses sapatos.
13:05São do seu barriga, hein?
13:07Os sapatos têm olhos.
13:11Que os seus olhos não se despreguem desses sapatos.
13:16Eu já volto.
13:17O que está fazendo aí, Chaves?
13:33Seu Madruga disse para eu não despregar os olhos desse sapato.
13:38Ai, ai, ai, Chaves.
13:40Não, não.
13:40Seu Madruga falou...
13:41Venha cá, venha cá, Chaves.
13:42Eu não devia despregar.
13:43Não deve levar as coisas ao pé da letra, garoto.
13:47Chaves?
13:48Você não viu o seu Madruga...
13:49Professor Girafales.
13:57Dona Florinda.
13:59Ai, que milagre, senhor, por aqui.
14:03Vi lhe trazer esse humilde ramo de flores.
14:05Ai, por que se incomodar?
14:09Para que cada vez que aspirar esse delicioso perfume se lembre de mim.
14:13Ai, como ele é gentil.
14:18O senhor não quer entrar para tomar um cafezinho.
14:21Não iria incomodar?
14:23Ai, de jeito nenhum.
14:24O passe, por favor.
14:25Depois da senhora.
14:26Ah, com licença.
14:27O que é que você acha?
14:37Pedi ao seu Madruga para consertar os meus sapatos...
14:39E ele se mandou daqui sem nenhum aviso.
14:41O que você acha?
14:44Responda.
14:46Bola.
14:48Que?
14:50Que ele não dá bola para essas coisas.
14:52Ah, é que...
14:54Quando eu cheguei aqui...
14:55Eu pensei que você havia falado que eu...
14:58Que eu...
14:58Eu sapato...
15:00Toda vez que eu falo com você, eu termino falando bobagem.
15:04Só gosto amassada com farinha.
15:10Você quer fazer o favor de repetir?
15:12Bola.
15:14Não.
15:15Graxa.
15:17Não.
15:18É um jogo de adivinhar?
15:21Prego.
15:24Almôndegas.
15:24Acho que eu vou embora.
15:29Muito bem.
15:31Diz pra mim qual era a palavra, Chaves.
15:35Já vi, Chaves.
15:36Já cheguei.
15:36Alguma novidade?
15:38Ah, a mamãe mandou perguntar...
15:40Se o senhor pode consertar o sapato dela...
15:42Mas ela quer um serviço bem feito.
15:43Mas como se posso consertar?
15:45Claro que posso.
15:46O que que ela quer?
15:48Bem, a minha mamãe quer o professor Girafales...
15:50E também quer...
15:51Que o senhor conserte o sapato dela.
15:54Do professor Girafales eu já sabia.
15:57Eu falo do sapato.
15:58É, então ela quer que conserte.
16:03Tá, tá bom.
16:05Deixa eu ver como andam.
16:06A pé.
16:09Principalmente quando estão calçados.
16:11O que eu quero saber é em que estado eles estão, Chaves.
16:14O que é isso?
16:31Mamãe!
16:31Eu vou contar pra minha mamãe...
16:33Que o senhor estragou as flores que o professor Girafales deu pra ela.
16:37Mamãe!
16:39Sim, já sei.
16:40E além disso, ele queria trocar elas por essas porcarias sujas.
16:43Ora, ora, ora, dona Florinda, por favor.
16:46Lembre-se que a vingança nunca é boa.
16:49Mata alma e envenena.
16:51Papagaio!
16:52Calhe-se, Chaves.
16:54O professor Girafales tem toda a razão.
16:56Tá, tá, tá, tá, tá, tá.
16:59Não é girafa.
17:01É professor Girafales, se não se incomoda.
17:04Não, não.
17:05Pra mim tanto faz.
17:06Girafa, Girafales, Girabrequim, Gir...
17:09O que disse?
17:10Como é?
17:11Vai pra eu jogar meus sapatos, sim ou não?
17:13E escute bem.
17:14Muito carinho com os sapatos de dona Florinda.
17:17Ah, por favor, o senhor me deixa asfaltada, professor Girafales.
17:23Não quero entrar pra tomarmos um cafezinho.
17:25Não seria incômodo?
17:27Oh, mas de jeito nenhum, por favor, pode passar.
17:29Depois da senhora.
17:30Com licença.
17:42Ah, não quer um café?
17:44Não vou me incomodar.
17:45Pode passar.
17:46Eu também não sei.
17:47Vamos, vamos, continue.
17:49Eu estou olhando.
17:52Kiko.
17:54Kiko, por favor, o que aconteceu?
17:56Kiko.
17:57Dona Florinda.
17:59Kiko, por favor.
17:59O que foi que aconteceu, professor?
18:01O charuto.
18:02Tesouro, o que aconteceu?
18:03Diga alguma coisa.
18:04Fale comigo.
18:05Fale, Kiko.
18:08Tesouro.
18:09Mas por que você fuma tanto assim?
18:13Ah.
18:14Kiko.
18:16Kiko.
18:17É, Kiko.
18:17Kiko.
18:17Kiko, por favor.
18:19Tesouro, fale alguma coisa.
18:20Diga.
18:20Kiko, calma, Kiko.
18:21Calma.
18:22Calma.
18:28Ei, Chaves.
18:29Fique tomando conta do meu negócio mais um pouco.
18:31Sim.
18:32Mas tome cuidado, hein?
18:33Já volto.
18:34Sim, pode deixar aí.
18:34Eu cuido.
18:39Kiko, você já melhorou da queimadura que fez na boca com o charuto?
18:42Ai, já, Chaves.
18:44Você é um tonto de andar fumando.
18:47Você não sabe que o fumo faz muito mal?
18:51Principalmente os fumantes.
18:52Ainda mais pra um tonto que nem você que ainda fuma charuto, pode fazer ainda muito,
18:58muito mais mal.
18:59Ai, cale-se, cale-se, cale-se.
19:01Me deixa tonto.
19:04Não sou eu, é o charuto que você fuma.
19:06Você...
19:07Me bateu?
19:10Sim.
19:12E na minha presença?
19:13E posso me bater outra vez?
19:16Eu não acredito.
19:17Eu vou me cansar.
19:18Me bateu de novo?
19:22Sim.
19:24E contra a minha vontade?
19:27E posso me bater outra vez?
19:30Vamos ver se você não se cansa.
19:31Vou me cansar, mas...
19:35É, dá pra notar que você não se cansa, não.
19:37Canso, mas vou me bater enquanto eu quiser.
19:40Eu não revido porque a vicança nunca é boa.
19:43Bata alma e envenena.
19:45A vicança nunca é boa, bata...
19:48Por que tá chorando se eu não te bati?
19:57Porque tô envergonhado, Chaves.
19:59Pois não chore, vamos brincar de alguma coisa, Kiko.
20:02Sim.
20:03Ai, que legal, eu tive uma ideia.
20:06Que tal se a gente brincasse de sapateiro?
20:09É, é, é, é, de sapateiro que, que, que, conserta, sapato, conserto e você, e, e, e, vamos, vamos.
20:17É isso mesmo, olha aqui, eu vou consertar essa bota, ó.
20:21Não, não, não, a bota conserto eu.
20:22Não, a bota é minha, é minha, é minha, é minha, é minha...
20:25Tinha que ser Chaves de novo, não é?
20:32Calma, calma, seu barriga, calma.
20:35Por que o senhor não faz como eu quando a dona Florinda me bate?
20:38Com o meu exercício, a gente descarrega toda a raiva completamente.
20:43Ah, e como é que é esse exercício?
20:45Bom, pra fazer, eu preciso de um bom motivo.
20:48Seu Madruga, se quiser, eu posso lhe dar um motivo.
20:51Gentalha, gentalha!
20:57Ah, sim.
20:59Ah, agora compreendi como é.
21:01Só está faltando no motivo.
21:03Tchau!
21:03Olha, sabe que...
21:11O negócio é bom mesmo, eu sinto uma sensação deliciosa de bem-estar.
21:16Muito obrigado, seu Madruga.
21:17De nada, seu Madruga.
21:17Agora, me diga uma coisa, você já consertou meus sapatos?
21:21Bem, está faltando um pequeno detalhe para eu terminar.
21:24Qual?
21:25Começar.
21:25Mas vai ficar uma barriga, seu Maravilha.
21:29Quê?
21:30Eu quero...
21:30Quero dizer, vai ficar aqui uma...
21:32Não, não diga nada.
21:33Quando estiver consertado, você me avisa que eu venho buscar, está bem?
21:35Como não, como não.
21:36Sim, senhor, como não.
21:39Obrigado.
21:42Vamos continuar a...
21:43Escute, o Chavinho, vem cá, por favor.
21:45Toma conta disso aqui que eu vou entregar este sapato que eu consertei e volto já, hein?
21:48Tá.
21:49Chaves, Chaves, Chaves, vamos aproveitar que seu Madruga não está aí para a gente brincar.
21:53Pegue, pega o martelo, o martelo, o martelo.
21:55E por onde eu começo?
21:56Por onde eu começo?
21:58Eu vou consertar o sapato do seu barriga.
22:01E eu vou consertar o sapato da minha mamãe.
22:03Tá.
22:04Para consertar o sapato, eu preciso de muito jeito, não é mesmo?
22:10Porque não é qualquer um que conserta.
22:11Claro que é.
22:13E eu sou um sapateiro melhor do que você.
22:15Não, não é, não.
22:16Sim, sim, porque eu estou sempre olhando o seu Madruga quando ele está trabalhando, eu vejo.
22:20E isso não tem nada a ver, porque eu sou muito mais inteligente que você.
22:24E posso fazer bem melhor do que você.
22:26O sapato se conserta com o prego, fica bem melhor quando se põe prego no sapato.
22:30Que nada, você não sabe o que está falando.
22:32Com a cola fica muito melhor, olha só.
22:34Com cola fica bem melhor do que com prego, olha.
22:37Com cola é melhor.
22:37Não seja tanto, Kiko.
22:39Você está deixando cair toda a cola, seu burro.
22:42Mas por que não toma cuidado?
22:43Chaves, Chaves, toma cuidado.
22:45Você está derrubando cola na cadeira.
22:47Ainda não estava olhando, foi...
22:48E olha a chave que tem que pôr no chapéu do seu barriga.
22:52Me dá isso aqui, me dá aqui.
22:59Bom, Kiko, agora é a sua vez.
23:02Não, não, seu Madruga, não faça isso, não.
23:04Não, seu Madruga, lembre-se de que a vingança nunca é boa.
23:07Mata a alma e envenoa.
23:09Mata a alma.
23:10O que aconteceu?
23:12Mamãe, ele quer me bater.
23:13Veja o que ele fez em mim.
23:15Veja.
23:15Olha só.
23:29Não lhe dou uns tapas, porque sei que a vingança nunca é boa.
23:33Mata a alma e a envenena.
23:36O senhor não quer tomar um outro cafezinho?
23:40Não.
23:41Oh, mas não vai me incomod...
23:43Não.
23:44Não posso.
23:47E tanto que tenho medo que tenha me acontecido uma desgraça.
23:52A culpa de tudo foi do Kiko.
23:55Eu estava com a lata de cola e ele tomou a lata de cola de mim e foguei.
24:00Eu só vim aqui para pegar meus sapatos.
24:12Estão prontos?
24:14Não, ainda não, seu Barriga.
24:16Eu levo a si mesmo.
24:21Não, não levo.
24:25Isso lá é maneira de consertar sapatos?
24:26Eu estava consertando e ficou pregado.
24:30Você viu jeito deles consertarem os sapatos?
24:33Eu sei, mamãe.
24:34Eu consertei o da senhora.
24:36Olha, olha.
24:36Ah, o meu chapéu.
24:55E lembre-se, a vingança nunca é boa porque mata a alma.
24:59E aí, veneno?
25:12Não se esqueçam que na próxima semana vou ensinar para o Chaves o ofício de sapateiro remendão.
25:19Se você quiser aprender também, estaremos esperando aqui.
25:23Quer ajuda, professor?
25:25Aplausos
25:27Aplausos
25:27Obrigado.
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