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Notícias do dia | 24 de janeiro 2026 - Manhã

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Transcrição
00:00Foi com sérias críticas que o Reino Unido recebeu os mais recentes comentários de Donald Trump.
00:05O presidente dos Estados Unidos afirmou que as tropas da NATO não lutaram na linha da frente no Afeganistão,
00:10afirmações que receberam uma resposta rápida do país, que considerou errado diminuir o papel das tropas britânicas no conflito.
00:18Numa entrevista à emissora americana Fox News, Trump parecia não saber que cerca de 500 soldados britânicos
00:22perderam a vida durante a missão da Aliança Atlântica no Afeganistão, após os ataques de 11 de setembro aos Estados Unidos.
00:30Trump também repetiu as alegações de que a NATO não viria em auxílio dos Estados Unidos se solicitado,
00:36apesar de a missão no Afeganistão ter ocorrido após Washington invocar a cláusula de segurança coletiva da organização.
00:42Foi a única vez que o artigo 5º foi acionado.
00:46Starmer criticou Trump pelos comentários que classificou como insultuosos e francamente chocantes
00:52e lembrou o presidente dos Estados Unidos que as tropas britânicas responderam ao apelo do Washington
00:57pela partilha e salvaguarda de valores comuns.
01:00O primeiro-ministro do Reino Unido saudou os soldados mortos como heróis e elogiou-os pela bravura e sacrifício.
01:10A Grunlândia parece aliviada ao ver as ameaças do presidente dos Estados Unidos a desaparecerem, pelo menos por agora.
01:17Nas últimas semanas, Trump afirmou repetidamente que Washington deveria assumir o controle da Grunlândia,
01:21um território semi-autónomo da Dinamarca, alegando razões de segurança nacional.
01:27Na quarta-feira, o presidente norte-americano recuou de forma repentina, optando por um acordo a longo prazo
01:33sobre a segurança do Ártico, mediado pelo secretário-geral da NATO, Mark Rutte.
01:38Mas as semanas de tensão deixaram marcas.
01:41A primeira-ministra dinamarquesa Matt Fredrickson, que visitou a Grunlândia na sexta-feira,
02:10disse que a soberania do território é uma linha vermelha inegociável.
02:19O Fórum Económico Mundial deste ano em Davos decorreu num clima particularmente tenso.
02:23Europa e Estados Unidos mostraram as suas divergências sobre a Grunlândia discurso após discurso,
02:30aumentando os receios de uma guerra comercial entre os aliados históricos.
02:34Embora Washington tenha acabado por recuar, as cicatrizes são profundas e os riscos económicos permanecem.
02:40E nós agradecemos muito.
02:42É o mais significativo que nós vimos em muitos anos, em termos de o que está acontecendo com a ordem do mundo.
02:49Agora, ainda resta o caso de que 80% do mercado global é conduzido pelas regras da Organização do Mundo.
02:56Então, não é completamente caótico, mas estamos em um precipício.
02:59Diante dos riscos geopolíticos, a resposta europeia deve envolver o fortalecimento do mercado único.
03:06Guita Copinat, professora na Universidade de Harvard, acredita que realizar reformas nos 27 Estados-membros,
03:12de forma a mostrar que são capazes de união, enviaria uma mensagem à comunidade internacional.
03:18Os deputados da Assembleia Nacional Francesa rejeitaram na sexta-feira duas moções de censura
03:28que poderiam ter derrubado o governo.
03:30As votações aconteceram depois do primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu,
03:35usar a ferramenta constitucional para aprovar a primeira parte de um projeto de orçamento de Estado
03:40sem votação na Assembleia.
03:42Os partidos da oposição decidiram contra-atacar, apresentando duas moções de censura.
03:48Lecornu insistiu que o artigo 49.3 da Constituição só deve ser utilizado em circunstâncias excepcionais.
04:12A moção de censura apresentada pelo partido La France Insoumisse e apoiada pelos parceiros
04:26ambientalistas e comunistas recebeu 269 votos.
04:30A segunda, apresentada pelo Rassemblement Nacional de Extrema Direita e o aliado Grupo UDR, recebeu 142 votos.
04:39Ambas ficaram aquém dos 288 votos necessários para serem aprovadas.
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