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A disputa pelas duas vagas ao Senado em São Paulo segue indefinida tanto na esquerda quanto na direita. O PT estuda uma chapa com nomes ligados ao governo Lula (PT), enquanto o PL enfrenta disputas internas envolvendo aliados de Jair Bolsonaro.

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Transcrição
00:00Outro assunto aqui ó, a disputa pelas duas vagas ao Senado em São Paulo está em aberta,
00:06tanto na direita quanto na esquerda. Lula e Jair Bolsonaro estabeleceram a conquista de maioria
00:11no Congresso como prioridade para 2026, mas o governo também quer derrotar Tarcísio de Freitas
00:17na disputa pelo governo do Estado. Nosso repórter Matheus Dias traz os detalhes chegando ao vivo
00:23em Os Pingos nos Rios. Matheus, essa indefinição pode complicar tanto a esquerda quanto a direita,
00:29não é isso?
00:33Pois é, Coba. Boa noite pra você, boa noite a quem nos acompanha. Pode complicar sim, no caso,
00:39os dois lados dessa mesma moeda, tanto a esquerda quanto a direita. A gente fala de um cenário
00:45de indefinição para ambos os lados, já que esse ano o Congresso é tão importante, em discussões
00:50tão relevantes para o cenário do país aqui, o PT, e também a direita, no caso o PL, eles
00:57se posicionaram e pediram que fosse uma prioridade as duas vagas para o Senado aqui em São Paulo,
01:03mas também o governo acaba sendo pauta nesse momento. A gente começa pela esquerda, então,
01:08pelo PT, já que hoje, então, mais cedo, a gente conversou com o Kiko Seleguin, ele que
01:12é presidente estadual do PT aqui em São Paulo e disse que estuda formar uma chapa com nomes
01:19muito fortes para tentar desbancar Tarcísio da reeleição para o governo de São Paulo. No caso,
01:24essa chapa envolveria quatro nomes, sendo três ministros, mas todos relevantes, integrantes
01:30atuais da chapa de Lula, no caso. Seria Geraldo Alckmin, vice-presidente, Fernando Haddad,
01:36ministro da Economia, Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, e também Marina
01:41Silva, ministra do Meio Ambiente. Esses quatro formariam uma chapa única para tentar concorrer
01:46tanto ao governo do Estado, como governador e vice-governador, e também com as duas vagas
01:52para o Senado pelo PT. Vamos ouvir as palavras do presidente estadual do partido.
01:56As sondagens internas que nós fizemos mostram que essa chapa que reúne Haddad, Alckmin,
02:03Simone, Marina, é muito competitiva. Ela dá uma capilaridade para a nossa frente em todo
02:10o Estado, dialoga com o capital grande de São Paulo e interior. Bom, nós vamos trabalhar,
02:16obviamente, para convencer a cada uma dessas lideranças a colocar o nome à disposição
02:20para que a gente tenha em São Paulo. Não só uma chapa que ajude a reeleger o presidente
02:25Lula, mas que apresente uma agenda para São Paulo e a gente possa ter uma chapa competitiva
02:30aqui no Estado, para livrar o Estado de São Paulo de um governo muito inoperante que é o governo
02:35Tarsísio.
02:36Esses dados foram coletados em dezembro, mas não foram divulgados não, viu, Koba?
02:43Essa pesquisa foi encabeçada e pedida por Kiko Seleguin, mas não é ligada ao Tribunal Eleitoral,
02:49então não foi divulgada. Os dados ainda são de posse apenas do PT, mas também é uma pesquisa
02:56ainda muito crua ali, Koba, porque a gente fala de nomes que não confirmaram também que vão
03:01se candidatar, vão participar das eleições desse ano, no caso, tanto Geraldo Alckmin quanto
03:05Fernando Haddad já disseram que as candidaturas não são prioridade nesse momento. Geraldo
03:10Alckmin disse que gostaria de ser vice-presidente novamente. Agora a gente vai para o outro lado
03:15da moeda, a gente fala da direita, que tem ali uma certa indefinição. Tirando o Tarsísio
03:19de Freitas, que esse é uma segurança, já descreveu e ontem mesmo ele reforçou que vai ser
03:26candidato novamente, é pré-candidato à reeleição a governo do Estado, tirando ele ali as outras
03:32vagas ainda têm indefinições. Para o Senado, por exemplo, Eduardo Bolsonaro e Michele
03:38Bolsonaro travam ali uma disputa, não é a primeira vez que eles entram em desacordo
03:42de opiniões, porque Michele Bolsonaro, dessa vez, gostaria de indicar uma compatriota
03:48dela, uma colega que tem dentro do partido, é a deputada federal Rosana Valle. A Michele
03:54Bolsonaro, inclusive, deu esse nome como possível ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto,
03:59ela encomendou pesquisas referentes ao nome de Rosana Valle e os resultados dessas pesquisas
04:04teriam impressionado. Até Valdemar Costa Neto, no caso, poderia ser um nome possível, mas
04:10Eduardo Bolsonaro já se posicionou ontem rechaçando esse nome. Ele disse que, no caso,
04:15Rosana Valle não tem nenhum conhecimento. Ela pode até ser uma boa política ou uma pessoa
04:20muito boa, mas que ninguém a conhece. Ele defende a candidatura de outro parceiro, no caso,
04:26Gil Diniz, que é deputado estadual e ex-assessor de Eduardo Bolsonaro, mas o filho 03 do ex-presidente
04:33também disse que Mário Frias, ex-secretário de Cultura, poderia ser um bom nome. Ele que critica
04:39tanto o governador do estado, que vai tentar a reeleição, Tarcísio e Eduardo não estão nos
04:45melhores dias, mas Eduardo também tem brigas com Michele Bolsonaro e essas brigas, esses entraves
04:51dentro do partido, principalmente no caso deles, dentro da mesma família, podem trazer em definição
04:57que pode acabar sendo prejudicial nessas duas vagas para o Senado, né, Coba?
05:01É isso aí. Muito obrigado. Matheus Dias falando ao vivo daqui de São Paulo.
05:05Deixa eu chamar o Roberto Mota. Agora, toda a disputa pelo Senado paulista, a representação
05:11de duas vagas, duas cadeiras que estão em disputa nesse ano de 2026, Mota.
05:17Do lado da direita, tem esses três nomes trazidos aí pelo Matheus, o pedido da Michele,
05:22que seria Rosana Valle, os dois do Eduardo, que seriam o Gil Diniz, conhecido também como
05:27Carteiro Reaça, né, que é deputado estadual aqui em São Paulo, e o Mário Frias, que foi
05:31ministro, foi da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. E tem mais, tem o nome do vice-prefeito
05:38de São Paulo, que é cotado, o coronel Melo Araújo, tem o Tomé Abduch, que também é deputado
05:44estadual, e tem o deputado federal, de alguns mandatos já, Marco Feliciano, que também é
05:51uma pessoa disposta a disputar essa indicação para concorrer pelo PL em São Paulo ao Senado,
06:00já que o caminho na vaga do PL está aberto depois da retirada da candidatura do Eduardo.
06:07Como é que você vê esses nomes todos aí disputando uma vaga só do PL, hein, ô Mota?
06:12São muitos quadros bons. Eu acho que o Guilherme Derrite provavelmente já tem a sua cadeira
06:20garantida lá no Senado, né. E na ausência do Eduardo, a segunda vaga, aí tem muitos
06:27pretendentes qualificados. O Melo Araújo é um nome excelente, Ricardo Salles também é um
06:35nome excepcional da direita. O carteiro Reaça é bem conhecido. Agora, a disputa pelo Senado
06:43é uma candidatura majoritária. E essa disputa tem características bastante diferentes de uma
06:50candidatura a deputado, na qual se aplica o coeficiente eleitoral. Portanto, a escolha do
06:57candidato para o Senado tem que ser feita com muito cuidado. São vários fatores que entram em
07:03consideração. É preciso muito cuidado pela direita. Já do lado da esquerda, não me parece que é necessário
07:12cuidado, porque eu não acredito que o nome do candidato ou dos candidatos vai fazer muita diferença.
07:18Deixa eu falar aqui com o Bruno Musa a respeito desses nomes todos aí. O Bruno, na esquerda, como
07:25disse ali o Matheus, temos quatro nomes para fechar a candidatura ao governo e as duas ao Senado.
07:33Geraldo Alckmin, Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet. Curiosamente, dois desses nomes
07:39sequer são de São Paulo, né. Simone Tebet do Mato Grosso do Sul, Marina Silva já foi senadora pelo
07:43Estado do Acre.
07:44Eu concordo muito com o Mota. Na direita tem nomes realmente importantes e eu acho que são nomes
07:52extremamente fortes e competitivos, tá. Agora, na esquerda, esses nomes, eles podem ser competitivos,
08:00mas eu tendo a acreditar que esses nomes da direita têm mais força. Agora, eu acho que é importante
08:07também que as pessoas comecem a entender, e faz parte de novo, repito, desse processo de
08:12amadurecimento, que talvez essa votação para o Senado seja, inclusive, mais importante
08:18do que a votação, do que a eleição para o Executivo. São coisas que a gente precisa
08:22começar a aprender e que no sistema disfuncional brasileiro, como todo mundo, eu falo disfuncional
08:26porque eu realmente, piamente, não acredito que a representatividade popular, ela é feita
08:32no sistema político brasileiro, tá. Podemos falar por várias formas dos motivos pelos quais
08:38eu acredito nisso. Mas uma das formas em que você precisa gerar contrapesos, freios e contrapesos
08:46em determinados poderes, passa pelo Senado. Portanto, essas eleições, elas são extremamente
08:53relevantes. Já mostrou, na última, um crescimento dos nomes dentro do Legislativo, considerados
08:59mais a direita, alguns questionáveis, mas que as pessoas comecem a entender e olhar, de fato,
09:04todos esses nomes, principalmente os que o Mota mencionou. São nomes relevantes e podem
09:11fazer a diferença nesse freio e contrapesos dentro do sistema disfuncional brasileiro.
09:17Desses nomes da direita aí, o Diego, faz uma análise geral, qual seria o nome mais viável?
09:22Lembrando que, aparentemente, Guilherme de Ritchie sai na frente. Vai ser candidato do PP,
09:27apoiado pela direita, pelo Tarcísio, pelo Bolsonaro e, aparentemente, será o que tenha,
09:35talvez seja o nome com mais vantagem nas pesquisas, né? E a outra vaga é que vai ser disputado
09:39por esses da esquerda e o nome escolhido pelo PL. Qual teria mais condições de ganhar
09:45essa segunda vaga?
09:47Como é? Achei complicado fazer essa análise porque cada escolha, especialmente nesse caso,
09:52importa em uma renúncia. Se você não escolhe a Rosana Vale, por exemplo, você está desagradando
09:57uma grande liderança da direita, que é Michele Bolsonaro, que pode decidir dessa forma
10:02não se engajar tanto na campanha quanto ela se engajaria caso tivesse ali a sua candidata
10:07no pleito. E isso funciona com todas as outras demais lideranças que estão patrocinando
10:12candidaturas. O que mais chama atenção, de fato, é esse contraste entre uma sobra de candidatos
10:18no campo da direita e uma falta de candidatos no campo da esquerda.
10:22O presidente estadual do PT fala em quatro nomes, mas nem é certeza que nós tenhamos
10:27quatro nomes. O próprio vice-presidente da República disse hoje que, caso não seja
10:32novamente o vice-presidente na chapa de Lula, prefere passar o restante da sua vida lá em Pinda,
10:40onde ele nasceu, onde ele foi prefeito. Inclusive, a própria Marina Silva, nós nem sabemos
10:46por onde anda, desde o fiasco da COP30 no estado do Pará. Simone Tevez também é uma
10:52ministra que não é essencialmente alguém muito midiática, alguém de quem as intenções
10:59políticas estejam muito claras. E Fernando Haddad, por sua vez, também já declarou que
11:03não pretende se candidatar, pretendia ficar à frente do ministério e apoiar a pré-candidatura
11:09do atual presidente da República. Então, existe um gap muito grande no campo da esquerda,
11:16certamente em razão da lulodependência que existe na esquerda de modo geral. O PT, de
11:21forma histórica, acabou sufocando todas as lideranças que nasciam e ameaçavam fazer
11:27sombra à sua hegemonia. E não é que do lado da direita nós tenhamos também uma grande
11:32renovação, mas evidentemente muito mais quadros, quadros jovens surgem no campo da direita.
11:38do que no campo da esquerda. Existe uma pluralidade maior, também em razão da fragmentação
11:44maior que existe no campo da direita. Acabei dando uma mega sabonetada aqui e não respondi
11:50a sua pergunta, porque a sua pergunta não tem resposta. Como eu disse, cada um dos nomes
11:55tem muitos prós, tem muitos contras. Cada um que seja escolhido importa necessariamente
11:59na renúncia de um apoio específico.
12:01Chama atenção, por exemplo, apareceu o nome da Simone Tebet no campo da esquerda para disputar
12:06alguma coisa aqui em São Paulo. Seja ser vice numa chapa ao governo, seja ser candidata
12:11ao Senado, porque ela é do estado do Mato Grosso do Sul. Aliás, ganhou uma vaga como
12:15senadora pelo estado do Mato Grosso do Sul. Só que as coisas por lá, o Mota, não estão
12:20muito boas, não estão muito boas para ela. Ela foi em um evento na cidade natal dela,
12:25que é a cidade de Três Lagoas, inclusive na divisa aqui com o nosso estado de São Paulo,
12:29e ela foi vaiada num evento de comemoração do aniversário da cidade. Não era nada assim
12:35demais, muito ideológico. Aniversário da cidade e ela foi vaiada. Ou seja, estão
12:38querendo arranjar um lugar para ela aqui no estado de São Paulo também.
12:43Eu acho que as pessoas, mais uma vez no Brasil, estão chegando a uma situação limite.
12:51Como eu já disse aqui várias vezes, eu não gosto de descrever o que a gente vê como
12:55polarização. Eu acho que o que nós estamos vendo é uma população que entende cada vez
13:03mais o que está em jogo e que cobra dos seus políticos posições definidas. E eu acho que
13:10há cada vez menos espaço para políticos que flexibilizam as suas convicções. E um caso
13:19especial são os políticos que se colocam como sendo de direita, ou liberais, ou de centro-direita,
13:29mas na primeira oportunidade eles entram no trenzinho da esquerda e sentam na janelinha.
13:35Não sei muito bem qual vai ser a proposta desses políticos para os eleitores da próxima eleição.
13:41porque os eleitores de esquerda, aqueles que ainda acreditam nessas baboseiras de socialismo,
13:49comunismo, não vão votar nesses políticos. Muito menos os eleitores de direita.
13:56Então, qual é a expectativa desses políticos? É atrair o eleitor distraído? Aquele eleitor que
14:02chegou no dia da eleição não sabe muito bem quem votar? Deixa eu ver a roupa que o político
14:07está usando. Deixa eu ver o rosto para ver se é um rosto agradável. Realmente, eu acho que a era
14:12a cobra desse tipo de político, do adesista por natureza, daquele que diz, faz declarações
14:22terríveis, duríssimas, registradas em vídeo para posteridade. E depois aderem àquele grupo que ele
14:32estava criticando, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eu tenho a impressão que a
14:39era desses políticos está chegando ao fim.
14:42Quero te ouvir também, Bruno Musa, a respeito do que eu tinha perguntado para o Diego, eu quero a sua
14:46opinião, os perfis aí que são colocados. Por exemplo, a Rosana Valle naturalmente seria o voto
14:52feminino, o pedido da Michele Bolsonaro, líder do PL Mulher. Aliás, a própria Rosana Valle liderou o PL Mulher
14:58aqui no estado de São Paulo também. Talvez por isso a proximidade com a ex-primeira-dama.
15:04Esses outros dois, o Gil Diniz e o Mário Frias, eu acho que são indicações pelo passado, pela relação
15:11anterior. Mário Frias, próximo da gestão do Bolsonaro, participante da gestão do ex-presidente
15:17Jair Bolsonaro, e o Gil Diniz, que foi assessor do Eduardo. E os outros têm alguns votos específicos.
15:24Por exemplo, o Marco Feliciano tem recebido apoio das igrejas, das grandes igrejas, inclusive,
15:31aqui em São Paulo, da Assembleia de Deus, do Brás, que é a maior, do Silas Malafaia
15:36também, ou seja, ele traria o voto evangélico e a experiência de muitos anos de deputado.
15:41O Tomé Abduch tem o movimento dele nas ruas, coisa de manifestações, enfim, é uma pessoa
15:46que se mostra muito bolsonarista, inclusive, na Alespe, aqui em São Paulo.
15:51Como você vê aí os perfis, ô Musa?
15:55Eu acho que cada um tem o seu próprio perfil, como você muito bem descreveu, e tem a sua
16:00própria, digamos, entre aspas, bolha aqui, que pode conduzir a votos importantes, porque
16:05de fato são bolhas expressivas. Veja, por exemplo, como você mencionou, do voto evangélico.
16:12Hoje, há uma representatividade muito grande no Brasil, que ela vem crescendo ao longo dos
16:16últimos tempos, né? Você vê uma diminuição, por exemplo, de pessoas católicas e com crescimento
16:24evangélico. Parece que há uma troca aí, e grande parte dos votos evangélicos, eles vão
16:31direcionados a pessoas desse nicho. Mas, portanto, todos eles que você mencionou, no meu entender,
16:38eles são nomes fortes para a própria direita. Pessoas que têm suas próprias ideias, suas próprias
16:44convicções, seja concorda ou não delas, eu acho que eles têm ideias fortes. O Tomé,
16:49por exemplo, ele tem um movimento bastante forte. O Tomé é uma pessoa que ele consegue
16:53juntar, eu já tive o prazer de participar de alguns jantares desses, assim, na casa dele,
17:00ele reúne empresários importantes, são papos de alto nível intelectual, então são,
17:06cada um tem o seu próprio movimento. Agora, eu só queria fazer um adendo aqui, você
17:10mencionou a respeito do voto da mulher. Talvez colocar isso até em questionamento,
17:16ou em dúvida, ouvir a opinião dos demais, se for importante. Eu acho, eu tendo a achar
17:22que, diferente da esquerda, a direita não olha especificamente para o voto feminino.
17:31Eu acho que isso tem muito mais a ver com uma questão meritocrática, porque é um dos
17:36valores que a direita tende a acreditar mais do que, de fato, se atentar a nichos. É
17:43homem, é mulher, é alto, é baixo, é branco, é negro, etc. E sim, o mérito, o que faz,
17:48quais são as ideias, o que movimenta, o que conduz. Por isso que eu falei que cada um nos
17:53seus nichos específicos, como você mencionou, cada um carrega em si os seus próprios méritos.
17:58E aí sim, independente da condição social ou condição de gênero, você conduz os votos
18:05baseados nesse tipo de ideia. Ao menos eu tenho essa percepção.
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